7.1.11

Voltou!

Desta vez não foram precisos vinte anos para o regresso de Ulisses.
A Odisseia continua!

1.000.000 De Firmas Por La Libertad De Expresión. Libertad Para Pedro Varela

Caros amigos,
Ao longo da História muitas pessoas foram julgadas e condenadas pelo simples facto de dizerem a sua opinião, dizer algo importante ou pôr em dúvida algum dogma oficial do sistema, desde Galileo Galilei, Yockey, etc, etc.
O caso de Pedro Varela é distinto dos outros casos e faz-nos retroceder até 1483, ano em que a Rainha Isabel criou o Conselho da Suprema e Geral Inquisição, durante muitos séculos houve perseguições, queima de Bruxas, de Hereges, de Livros... até que finalmente foi abolida no século XIX. Recordemos todos aquela famosa frase que dizia: "Torquemada começou por queimar e acabou a queimar Livros".
Torquemada organizou uma queima de livros no seu mosteiro de San Esteban de Salamanca, incineração que levaba a cabo com tanta frequência como a queima de hereges.
Todo o século XVI continuaram a levar a cabo estas "cerimónias", sem pausa e aplicadamente.
A censura em Espanha prolongou-se por mais de 30 anos e sempre perfeitamente organizada que isolou a Espanha das ideias e influências estrangeiras. Condenou-se a "Destruição de todos los Livros", alguns surpreendentemente de leitura obrigatória em algumas universidades dos Estados Unidos.
Mas não só esta condenação aparte de um retrocesso histórico foi uma supressão de todos os nossos direitos, um precedente na nossa História, se você está de acordo não assine mas se para você um livro significa algo e um livro tem algo mais e o respeito assine agora, pois necessitamos da sua ajuda, não podemos permitir que estas coisas sucedam em Espanha nem em nenhum país parecido sem direitos como a China.

O estoiro económico-financeiro bem perto

Os Estados Unidos correm o risco de incumprimento da sua dívida se o Congresso não aumentar o limite de endividamento até final de março, avisou hoje o secretário do Tesouro, Timothy Geithner.
"A incapacidade para aumentar o limite iria precipitar um incumprimento pelos Estados Unidos. O incumprimento iria efetivamente impor um significativo e duradouro imposto sobre todos os norte-americanos e empresas e poderia levar à perda de milhões de empregos", sublinha o secretário do Tesouro.»

Armas de guerra de baixa intensidade?

Passa pouco das 23h30 no Arkansas (EUA), noite de passagem de ano. Mais de metade do mundo já está em 2011 e a polícia da cidade de Beebe começa a receber várias chamadas a denunciar "chuvas de pássaros". Caem que nem tordos dos céus, mortos, e o fenómeno volta a repetir-se dias depois nos estados do Kentucky e Louisiana. Só uma espécie é atingida: os Tordo-Sargento. E a 100 milhas de Beebe, o rio do Arkansas vê morrer de súbito 100 mil peixes da mesma espécie (corvinas).O fenómeno já tinha sido previsto no Antigo Testamento há mais de dois mil anos: "Hei-de consumir por completo tudo sobre a face da terra. Arrebatarei os homens e os animais, arrebatarei as aves do céu e os peixes do mar e os escândalos com os ímpios e desarreigarei os homens desta terra, fala o Senhor." (Sofonias 1:3). E, desde o início de 2011, está a multiplicar-se em várias zonas do planeta.
Ligações de terceiro grau
Ontem, depois dos estados americanos referidos, do Japão, Brasil e outros países, a cidade sueca de Falköping viu cerca de 100 tordos da mesma espécie cair do céu. As análises às aves mostram o mesmo em todas as cidades: os animais pareciam saudáveis, os órgãos apresentavam-se normais e não foram detectados sinais de doenças infecciosas ou crónicas. O relatório preliminar dos cientistas do Arkansas, publicado ontem, aponta para morte por pânico devido aos fogos-de-artifício da passagem de ano. Mas isso não explica nem o facto de o fenómeno continuar a acontecer cinco dias depois, nem porque é que apenas uma espécie de aves está a ser afectada. "Parece-me demasiado alarmista para já estar a relacionar os casos e a criar teorias da conspiração", diz o oceanógrafo José Lino Costa. A análise do investigador do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências ao i centra-se nas mortes das corvinas: "Este é um tipo de fenómeno que costuma acontecer depois de grandes tempestades, mas não me parece que tenha sido o caso, porque não afectaria só uma espécie", explica. "Pelo que leio, fico com a ideia de que estamos a falar de fenómenos diferenciados, quer entre os tordos e os peixes, quer mesmo entre os peixes nos vários locais. Em Cheesapeake Bay e no Brasil, as mortes parecem ser multiespecíficas, no primeiro caso claramente provocadas por um abaixamento súbito da temperatura, no outro devido à poluição".
O fim do mundo?
Como qualquer cientista, José Lino Costa é prudente na análise. A serem excluídas as hipóteses de alterações climáticas, de poluição e de pânico (e até mesmo a de exaustão, avançada por alguns especialistas em aves migratórias antes dos primeiros exames aos pássaros mortos), o investigador admite outros cenários, que se aproximam mais das teorias da conspiração que têm surgido. "Claro que se pode vir a provar que os fenómenos estão interligados, embora com os dados existentes ache isso pouco provável. Aí poderemos procurar causas mais gerais, como fenómenos climáticos de índole geral ou alterações do campo magnético."
Esta última hipótese dá o mote ao enredo de "Detonação", um filme apocalíptico que começa com a queda de aves quando o centro da Terra pára de girar. O filme, com a ajuda da Bíblia, está a inspirar os cidadãos mais atentos (e alarmistas) a falar no início do fim do mundo - ontem já apoiados por alguma imprensa chinesa. No Facebook nasceu entretanto um grupo de pessoas que vê na queda dos pássaros e na morte dos peixes sinais apocalípticos. E apesar de o "Dead Birds Falling from the Sky, Dead Fish, Doomsday" contar com menos de 80 membros até agora, as mesmas teorias já correm a blogosfera internacional.
Enquanto o mundo não acaba, outras conspirações surgem; a de maior destaque culpa o exército pela morte em massa das espécies. Segundo uma teoria ontem divulgada no website GodDiscussion, o homicídio de John P. Weeler III, assistente especial da Força Aérea na administração Bush, pode estar relacionado com a morte dos peixes e aves no Arkansas. Antes de aparecer morto, a 31 de Dezembro, Weeler estava alegadamente a preparar-se para denunciar testes militares com aviões de pulverização que estarão a ser levados a cabo na base militar da Força Aérea de Little Rock, nesse mesmo estado. Os gases venenosos testados teriam como propósito serem usados em teatro de guerra no Afeganistão e estavam armazenados na agência de materiais químicos Pine Bluff Arsenal, também baseada no Arkansas.»
Por mim, isto é tiro e queda. Gases venenosos!
E depois vêm com esta lenga-lenga a pensar que somos todos parvos!: "O relatório preliminar dos cientistas do Arkansas, publicado ontem, aponta para morte por pânico devido aos fogos-de-artifício da passagem de ano."

René Guénon (15.09.1886 — 07.01.1951)


6.1.11

Mais uma judiaria

Multinacionais americanas acusaram Israel em 2006 de cobrar taxas exorbitantes para fazer entrar os produtos em Gaza. Segundo os documentos obtidos pela Wikileaks, revelados esta quinta-feira pelo jornal norueguês ‘Aftenposten’, estariam envolvidos altos dirigentes israelitas no esquema.
O correio diplomático norte-americano revela que as multinacional denunciaram as "taxas exorbitantes" aos diplomatas norte-americanos. "A corrupção estende-se pela administração de Karni e envolve empresas de logística que trabalham para autoridades civis e militares no terminal", revelam os documentos.
São referidos os nomes das empresas americanas Coca Cola, Proctor & Gamble, Caterpillar, Phillip Morris, Westinghouse, Hewlett-Packard, Motorola, Aramex e Dell, como as multinacionais lesadas, que se queixaram aos diplomatas de lhes serem cobradas "taxas especiais" com um montante 75 vezes superior ao normal.
"Nos finais de Maio 34 navios cargueiros de bens americanos, contendo cerca de 1,5 milhões de euros, estiveram à espera três a quatro meses para entrar em Gaza", é observado pelo embaixador americano de Israel da altura, Richad Jones, na sua correspondência.
O suposto esquema de corrupção era liderado por um "alto funcionário israelita" não identificado, refere uma fonte citada nos telegramas em Tel-Aviv e o consulado-geral norte-americano em Jerusalém, de Junho de 2006.
Os subornos terão ocorrido ainda antes de o movimento islamita palestiniano Hamas ter assumido o poder na Faixa de Gaza, em 2007 e do Estado de Israel ter imposto um bloqueio económico àquele território.»

Atila Mendly Vetyemy - I

Desenho de Atila Mendly Vetyemy
(1911-1964)

Tanto controlo porquê e para quê?


A Casa Branca está a preparar uma lei para filtrar a comunicação online como o Facebook e o Skype, como já sucede na comunicação telefónica ou por fax para combater o terrorismo. O projecto de lei terá de ser aprovado pelo Congresso, que esta quarta-feira ficou com maioria republicana.
O governo americano pretende regular os serviços de comunicação electrónica. A proposta prevê que as redes sejam obrigadas a disponibilizar qualquer mensagem que passe pelas suas plataformas.
"Estamos a falar de interceptações autorizadas por lei. Não queremos expandir a autoridade, mas preservar a nossa capacitar de executar a autoridade já existente para proteger o público e a segurança nacional", afirmou Valerie Caproni, conselheira-geral do FBI (Federal Bureau of Investigation), um dos organismos de segurança que está a preparar a lei para a Administração de Barack Obama, avança a ‘Folha de São Paulo'.
A legislação deverá ser, em breve, apresentada em Congresso. Os activistas das liberdades civis estão preocupados que a tecnologia seja “uma porta das traseiras para a espionagem”. Mostraram-se igualmente preocupados com as alterações dos programas de comunicação na Internet a que a lei pode obrigar, temendo que estas alterações aumentem a vulnerabilidade da segurança e privacidade destes.
Desde 1994, uma norma determina nos Estados Unidos da América que redes telefónicas e banda larga tenham capacidade de intercepção de mensagens. A questão sobre os limites de um governo sobre a transmissão de mensagens ganhou maior ênfase após o 11 de Setembro.»

5.1.11

Tão humanitários que "eles" são


Israel informou Washington em 2008 que manteria deliberadamente a economia da Faixa de Gaza "à beira do colapso", mas que tentaria evitar uma crise humanitária no território, indicam telegramas diplomáticos publicados hoje pelo jornal norueguês Aftenposten.
Num telegrama diplomático datado de 03 de novembro de 2008 e atribuído à embaixada dos Estados Unidos em Telavive, diplomatas norte-americanos referem a vontade do Estado israelita em "asfixiar" o território palestiniano, sem o estrangular por completo.
O correio diplomático divulgado pelo Wikileaks mostra que Israel manteve Wasghinton informada sobre o bloqueio à Faixa de Gaza, muito criticado a nível internacional pelas graves repercussões que tem na economia local, que apresenta uma das taxas de desemprego mais elevadas do mundo.
"Como parte de seu plano abrangente de embargo contra Gaza, as autoridades israelitas confirmaram em várias ocasiões a intenção de manterem a economia da Faixa à beira do colapso sem, no entanto, chegar ao extremo", referem diplomatas norte-americanos num telegrama confidencial.
Israel queria ver a já enfraquecida economia do território palestiniano (onde mais da metade dos habitantes vive abaixo da linha da pobreza) a "funcionar ao nível mais baixo possível, mas evitando uma crise humanitária", acrescenta-se no mesmo despacho diplomático norte-americano.
Israel mantêm um forte bloqueio à Faixa de Gaza desde que o movimento palestiniano Hamas, que não reconhece o Estado hebraico, assumiu o poder em junho de 2007.
As regras do bloqueio têm sido revistas por Jerusalém após o ataque de Israel contra um barco turco que transportava ajuda humanitária para a região, em maio de 2010, mas ativistas internacionais pediram a suspensão total.»

Snoopy e o IRS


3.1.11

Outra judiaria...

Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.
Os supostos golpistas, em maioria de origem russa, aprovaram "mais de 5,5 mil candidaturas fraudulentas, que resultaram no pagamento a candidatos que não se qualificavam para os programas", acrescentou. "Se há uma instituição que se poderia supor imune à ganância e à fraude criminal é a Claims Conference, que ajuda diariamente milhares de pobres e idosos vítimas da perseguição nazista", disse o promotor do distrito sul de Nova York, Preet Bharara.
Um dos fundos fraudados entregava em um pagamento único US$ 3,6 mil a judeus que supostamente haviam sido evacuados de suas cidades de origem por causa da perseguição nazista. "Muitos dos que receberam os fundos fraudulentos haviam nascido depois da Segunda Guerra Mundial e pelo menos um deles sequer era judeu", indica a nota.
Após receber os cheques, os beneficiários pagavam uma comissão aos que organizavam a fraude. Um total de 4.957 pessoas receberam indenizações fraudulentas entre 2000 e 2009 de US$ 18 milhões. Em outro golpe, eram entregues mensalmente US$ 411 "aos que viveram em guetos durante 18 meses ou mais ou durante seis meses em campos de concentração ou de trabalho".
Mediante documentos e testemunhos falsos, 658 pessoas que fingiam ter sido vítimas da perseguição reivindicaram assim um total de US$ 24,5 milhões pagos pelos contribuintes da Alemanha. Onze dos suspeitos foram detidos nesta terça-feira e contra todos os eles pesam acusações por fraude passíveis de até 20 anos de prisão e uma multa de US$ 250 mil, informou a promotoria.»

James Joyce (24.04.1906 – 03.01.1946)


Cenário muito provável