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11.1.11

Humberto Nuno Oliveira e o "caso Pedro Varela"


Humberto Nuno Oliveira fez editar hoje no jornal O Diabo (p. 17, 11.01.2011) a sua douta opinião sobre o "caso Pedro Varela", nosso comum amigo e camarada.

7.1.11

1.000.000 De Firmas Por La Libertad De Expresión. Libertad Para Pedro Varela

Caros amigos,
Ao longo da História muitas pessoas foram julgadas e condenadas pelo simples facto de dizerem a sua opinião, dizer algo importante ou pôr em dúvida algum dogma oficial do sistema, desde Galileo Galilei, Yockey, etc, etc.
O caso de Pedro Varela é distinto dos outros casos e faz-nos retroceder até 1483, ano em que a Rainha Isabel criou o Conselho da Suprema e Geral Inquisição, durante muitos séculos houve perseguições, queima de Bruxas, de Hereges, de Livros... até que finalmente foi abolida no século XIX. Recordemos todos aquela famosa frase que dizia: "Torquemada começou por queimar e acabou a queimar Livros".
Torquemada organizou uma queima de livros no seu mosteiro de San Esteban de Salamanca, incineração que levaba a cabo com tanta frequência como a queima de hereges.
Todo o século XVI continuaram a levar a cabo estas "cerimónias", sem pausa e aplicadamente.
A censura em Espanha prolongou-se por mais de 30 anos e sempre perfeitamente organizada que isolou a Espanha das ideias e influências estrangeiras. Condenou-se a "Destruição de todos los Livros", alguns surpreendentemente de leitura obrigatória em algumas universidades dos Estados Unidos.
Mas não só esta condenação aparte de um retrocesso histórico foi uma supressão de todos os nossos direitos, um precedente na nossa História, se você está de acordo não assine mas se para você um livro significa algo e um livro tem algo mais e o respeito assine agora, pois necessitamos da sua ajuda, não podemos permitir que estas coisas sucedam em Espanha nem em nenhum país parecido sem direitos como a China.

10.3.10

Agora, foi de vez!

Pedro Varela detido pelos
Mossos d`Esquadra, em Abril de 2006.
O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição.
Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos.
Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.