Faz hoje 70 anos que a Democracia em França pela mão de De Gaulle assassinou com pelotão de fuzilamento Robert Brasillach.
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
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6.2.15
6.10.11
10.9.11
Em nome da (des)ordem democrática
Há dias Paulo Portas reforçava as ideias e as palavras de Passos Coelho segundo as quais não irão ser permitidas alterações da ordem pública por desordem e caos social que a fome e o desespero provocarão.
Ora, estes senhores prevêem que no futuro - e bem a curto prazo - rebentará o caos social devido ao esmagamento dos impostos que recaem nos mini-bolsos dos portugueses.
Já Sócrates - em 2009 - previu isso mesmo e preveniu o regime democrático - porque é o que está em causa e o Bloco Central (PS-PP-PSD) bem o sabe - com a nova Lei de reorganização das forças armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!
A Nova Ordem Mundial a isso obriga!
Ora, estes senhores prevêem que no futuro - e bem a curto prazo - rebentará o caos social devido ao esmagamento dos impostos que recaem nos mini-bolsos dos portugueses.
Já Sócrates - em 2009 - previu isso mesmo e preveniu o regime democrático - porque é o que está em causa e o Bloco Central (PS-PP-PSD) bem o sabe - com a nova Lei de reorganização das forças armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!
A Nova Ordem Mundial a isso obriga!
2.9.11
Vandalismo em nome da superioridade moral da democracia
Os defensores da apregoada democracia, liberdade de expressão, direitos do homem, da igualdade vandalizaram a campa de Salazar.
Como diz Mário Soares, tudo em nome da da superioridade moral da democracia.
Já cá faltava o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão defender a remoção do memorial porque "o memorial é motivo de conflitos e pode ser foco de problemas."
Em nome da cobardia, é preferível retirar o memorial para evitar conflitos e defende, este senhor, a criação do Museu!!!
21.7.11
A superioridade moral da democracia

Desta vez, exumaram o corpo de Rudolf Hess para evitar a peregrinação anual ao cemitério de Wunsiedel todos os 17 de Agosto, e as suas cinzas serão lançadas ao mar.
Já não bastou condenarem-no a prisão perpétua e de ter sido assassinado por elementos do SAS inglês a 17 de Agosto de 1987.
Rudolf Hess - Presente!
Já não bastou condenarem-no a prisão perpétua e de ter sido assassinado por elementos do SAS inglês a 17 de Agosto de 1987.
Rudolf Hess - Presente!

17.7.11
12.6.11
Em nome da liberdade, da justiça e da democracia
Cumprem-se hoje seis meses da prisão e Pedro Varela viu negado o pedido de direito de ver a sua Filha e a sua Mãe!4.6.11
29.5.11
26.4.11
12.4.11
19.3.11
Contra factos não há argumentos
Em 1945, os discursos e declarações oficiais dos "Libertadores", declaravam:
Lutamos por defender o direito dos pequenos países a viver as suas próprias vidas (Winston Churchill);
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Prometida a Paz, a Liberdade na vitória ali(en)ada aqui temos, decorridos estes decénios, democraticamente cumpridos - à lei da bomba - os preceitos demo(nio)cráticos!
18.3.11
2.3.11
Bebedeira cara!
Galliano, que foi o primeiro britânico a assumir o cargo de director criativo na Dior, pediu hoje desculpa pelo seu comportamento.
John Galliano, de 50 anos, vai a tribunal no segundo trimestre do ano, e pode incorrer numa pena de seis meses de prisão, e multa de 22.500 euros.
"Toda a minha vida lutei contra o preconceito, a intolerância e a discriminação, dos quais também fui alvo", disse ainda o estilista, no mesmo comunicado.»
John Galliano, de 50 anos, vai a tribunal no segundo trimestre do ano, e pode incorrer numa pena de seis meses de prisão, e multa de 22.500 euros.
"Toda a minha vida lutei contra o preconceito, a intolerância e a discriminação, dos quais também fui alvo", disse ainda o estilista, no mesmo comunicado.»
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