10.8.11

14 de Agosto em S. Jorge de Aljubarrota

No próximo 14 de Agosto, Domingo, organizamos uma jornada de grande sentido político, de camaradagem nacionalista e patriótica. Vai ser uma uma reunião com todos os que quiserem vir connosco assumir o seu compromisso de luta pela Vitória das forças Nacionais e discutir as grandes linhas do Combate político.
Inclui transporte em pullman a partir de Lisboa, um almoço próximo da Batalha, a assistência à sessão histórica multi-media no Centro de Reconstituição da Batalha, em S. Jorge, e uma cerimónia sóbria, seguida de regresso à Batalha, com visita ao Mosteiro. Partida de Lisboa às 9.30h.
De outros pontos em hora e local a combinar.


14 de Agosto em S. Jorge de Aljubarrota,
Compromisso pela Liberdade Nacional
UM PACTO DE SANGE COM PORTUGAL



É uma convocatória séria - e a sério. Não é mais uma qualquer «proclamação patriótica», é um compromisso revolucionário. Comparecer, só por si, é uma escolha para o Futuro. Porque temos uma Missão política e um propósito de combate concreto que vai muito além das proclamações. Porque temos que agarrar e vencer nesta realidade ou, morrer na tentativa. Para os mais fortes será assim mesmo. É uma atitude que envolve um Pacto de Sangue com Portugal, ali bem presente no Campo de S. Jorge. É o assumir de uma Consciência nova, que ultrapasse as divergências «ideológicas» e nos eleve ao plano em que se fundem a Fidelidade essencial à Nação e à luta pelo Estado Nacional dos Portugueses, o desejo de aptidão para o confronto decisivo, a capacidade de respeitar todos os voluntários, todos os queiram ser nossos camaradas na Guerra pela Pátria, para atingir objectivos comuns. Para os Voluntários, será uma entrega total à Vontade, ao Conhecimento, e à Acção consequente por Portugal - E Mais Nada, com tudo o que isso implica, custe o que nos custar, por cima de todos os Inimigos. Tal como em Aljubarrota disse o Comandante D. Nuno, «os poucos vão vencer muitos»!
Este é o nosso Espírito e o nosso Voto.

5.8.11

Apresentação do Elmo de D. Sebastião

A reunião de apresentação do Elmo de D. Sebastião terá lugar no Domingo, dia 7 de Agosto, pelas 16 horas, na Quinta Wimmer (Estrada Nacional 117, ao km 10), em Belas.
São convidadas todas as pessoas que sentem Amor por Portugal e curiosidade de saber acerca do regresso do Elmo de Alcácer-Quibir.
Haverá uma exposição, com cerca de 25 vitrinas contendo centenas de objectos ligados à temática de D. Sebastião, para nos aproximar mais da época do Desejado.
Os três palestrantes serão:
1º O Embaixador Professor Doutor Jorge Preto, que nos falará sobre D. Sebastião e o mito lusíada que ele inspirou.
2º Rainer Daehnhardt, cuja temática será o regresso do elmo e o que as "feridas" nos contam.
3º O Ten. Cor. Pilav. João José Brandão Ferreira, que nos falará sobre a importância do reaparecimento do Elmo de D. Sebastião na nossa geração.
Pede-se aos membros diplomados do Núcleo dos Amigos do Elmo, que venham duas horas mais cedo (pelas 14 horas), para que, individualmente, possam ter o Elmo de D. Sebastião, por um instante, nas suas próprias mãos.
A partir das 15 horas, voltará à sua vitrina (montada então no Pavilhão Indo-Português), onde poderá ser visto por todos, a partir das 16 horas.
Saudações sebastianistas,
Rainer Daehnhardt

1.8.11

Riccardo Marchi e a extrema-direita


Revista Notícias Sábado distribuída com Diário de Notícias e com Jornal de Notícias
30.07.2011

Livro: Parsival. Wolfram von Eschenbach




A Nova Vega teve a feliz ideia de editar Parsival de Wolfram von Eschenbach.
N.º de páginas - 356.
P.V.P - 22,26€

21.7.11

A superioridade moral da democracia



Desta vez, exumaram o corpo de Rudolf Hess para evitar a peregrinação anual ao cemitério de Wunsiedel todos os 17 de Agosto, e as suas cinzas serão lançadas ao mar.
Já não bastou condenarem-no a prisão perpétua e de ter sido assassinado por elementos do SAS inglês a 17 de Agosto de 1987.
Rudolf Hess - Presente!

19.7.11

Livro: A Cauda do Escorpião. Giancarlo Coccia




A Dinalivro editou este testemunho do jornalista italiano, Giancarlo Coccia.
N.º páginas - 376 páginas
PVP - 24 €

5.7.11

A necessidade de responsabilizar os políticos... Rainer Daehnhardt

A NECESSIDADE DE RESPONSABILIZAR OS POLÍTICOS

PELOS ESTRAGOS QUE CAUSAM COM AS SUAS ACÇÕES



Qualquer automobilista é responsabilizado pelas suas acções no trânsito.
Um restaurante é responsabilizado pelo que serve à mesa.
Um médico é responsabilizado pela sua conduta profissional.
Então, por que razão, nenhum político é responsabilizado pelos seus actos?
Instalou-se mundialmente um sistema de intocabilidade religiosa em dois meios fortemente interligados, que são o financeiro e o político.
O pior que pode acontecer a um financeiro ou a um político é não ser reeleito para o seu cargo. As desgraças que as suas actuações causam a tanta gente são consideradas irrelevantes.
Isto está profundamente errado!
Procurar vestígios de corrupção, para ver se algum banqueiro ou governante acumulou fortunas pessoais de forma ilegal, é apenas um levantar de uma cortina de fumo, para não mostrar a verdadeira gravidade da situação.
Os seus comportamentos devem ser vistos, individualmente, como as origens das feridas, que as suas acções causaram, com efeitos nefastos, ao povo e à pátria, que supostamente deviam defender.
Proponho que pessoas qualificadas "avaliem a performance" (permito-me, neste caso específico, a usar a terminologia dos próprios), de todos os políticos, que ocuparam cargos no pós-25 de Abril de 1974.
Apoderaram-se de uma nação, que existia em harmonia desde da Ilha do Corvo até Macau.
O que fizeram dela?
Deve-se calcular, em números, os prejuízos, que suas actuações causaram, não apenas à metrópole, mas também aos povos ultramarinos.
Deve-se criar um escalão onde se atribua as percentagens de peso nas decisões, que correspondam a cada lugar governamental e por dia de ocupação.
De seguida, deve-se procurar saber quais foram as pessoas que ocuparam estes lugares e qual o montante de estragos por elas causados.
Logicamente, devem ser responsabilizados pessoalmente; a igualdade de direitos e deveres com todas as outras profissões a isto obriga.
Não existe fundamento lógico que justifique que os governantes não possam ser chamados à responsabilidade. Qualquer taxista, talhante, dentista ou educador é responsabilizado pelos seus actos.
Um julgamento público, devidamente transmitido pelos média, é suficiente para acabar com o assassinato da identidade nacional e conseguir o reestabelecimento imediato da soberania!
Qualquer um dos políticos responsabilizados devem ter direito de defesa e explicação do porquê das suas acções.
A justiça e a ordem pública têm de prevalecer!
Se as suas acções forem consideradas justificáveis perante o povo e a pátria, será absolvido.
Se as suas acções forem causadoras de endividamento da nação, do empobrecimento (espiritual ou monetário) do povo, terá que tentar indemnizar a nação e o povo. Caso não tenha bens suficientes para fazer face ao peso dos danos, terão que responder todas as pessoas, firmas ( incluindo os seus accionistas), ou instituições, que lucraram com as suas decisões e responder dentro dos montantes por eles indevidamente recebidos, para que se reponha o estado da Nação ao nível da data da sua tomada de posse.
Este julgamento terá, como consequência imediata, a dissuação do aparecimento de novos caçadores de fortunas fáceis na governação.
Isto, por sua vez, será a vassourada de limpeza ética que uma profissão (que devia ser merecedora de respeito) necessita urgentemente.
Quando o Dr. António de Oliveira Salazar assumiu a sua longa caminhada para tirar a pátria do endividamento estrangeiro e a criação de uma das mais fortes e respeitadas moedas então existentes, totalmente coberta por reserva de ouro, apenas pediu que lhe fosse pago o mesmo ordenado, que recebia, enquanto era professor da Universidade. Nunca aceitou mais um tostão. Nunca possuiu um grão de areia que fosse numa conta off-shore, nem desviou fortunas para familiares seus.
Um verdadeiro GOVERNANTE tem de ser RESPONSÁVEL pelas suas acções, como qualquer cidadão comum.
Já assim era no tempo de Viriato e no futuro terá de o ser de novo!


Rainer Daehnhardt

In revista Finis Mundi, nº1, págs. 209/211