1.8.11
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1 Comentários:
Hoje liguei a televisão na RTP e infelizmente estava no fim um debate entre um José Manuel(?) Anes, director dos serviços de contra-terrorismo e não sei que mais e um interessante historiador e escritor, Riccardo Marchi. O assunto, segundo depreendi pelo pouco que me foi dado ouvir, era sobre actos terroristas perpetrados por indivíduos, isoladamente,... mas 'apoiados' pelas 'extremas direitas' dos paises (como convém repetir-se esta mentira até à exaustão, para que repetindo-a muitas vezes ela se transforme numa verdade inquestionável) segundo dizem ter sido o caso do 'louco' norueguês - mas afinal a polícia e o advogado agora já dizem não ser ele tão louco assim...).
Este historiador devia ser chamado mais vezes às televisoes. Sabe o que diz e porque o diz. Mas é claro que quem tem uma opinião que divirja substancialmente do politicamente correcto - que tem que imperar - normalmente não é chamado às televisões. Chega a ser posto de parte, quando não ostracizado.
Que pena não ter ouvido o debate completo. Tenho a certeza de que Marchi pôs os pontos nos ii's sobre as direitas e as extremas-direitas europeias (curiosamente, ou talvez não, estas são sempre europeias, não existem direitas e extremas direitas no resto do mundo...). Mas o que eu gostava mesmo era de ter ouvido a sua opinião sobre Breivik e o que se anda a inventar desde a primeira hora sobre o facto do rapaz pertencer à extrema direita e ser ele o 'autor' do fabrico da bomba que explodiu no centro de Oslo e da matança que se lhe seguiu na Ilha. E tudo isto sem o mundo poder ouvir a sua versão dos factos, numa audiência que ele pediu fosse pública e lhe foi negada. E porquê que foi? O juíz disse que era para evitar que ele enviasse mensagens codificadas 'lá para fora'... Tudo feito em completo segredo, como convem 'nas democracias mais avançadas do mundo'. Com esta. Democracia uma grandessíssima ova.
Desculpem a falta d'alguns acentos mas a culpa e do pc que esta em dia nao.
Maria
Nota: Breivik disse - logo após ter sido detido drogadíssimo, segundo as palavras do próprio polícia que o deteve - que não sabia onde estava nem o que tinha acabado de fazer. Sintomatico.
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