«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
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21.11.14
17.7.11
19.8.10
21.4.10
Ler, aprender, pensar e guardar
Da responsabilidade de Dominique Venner este magnífico n.º 47 da NRH. 23.3.10
Portugal na bancarrota por Vítor Matos
21.3.10
Quando Lobo Antunes escreveu a Céline por Isabel Coutinho
Isto começou assim: António Lobo Antunes tinha 14 ou 15 anos quando o pai lhe deu para ler, na versão original, “Morte a Crédito”, de Louis-Ferdinand Céline. Era um médico a dar um livro escrito por um médico a um filho que viria a ser médico. António leu-o e teve um dos seus “primeiros deslumbramentos”. Mais tarde leu “Viagem ao Fim da Noite” e Céline foi vital. “É um dos grandes escritores do século XX e, em Portugal, é muito mal conhecido ou então não é compreendido”, diz ao Ípsilon o autor de “Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar?”.
Depois, o adolescente de calções escreveu uma carta Céline. Enviou-a para a morada da editora em França e pedia-lhe uma fotografia. “Está a ver a ingenuidade? Como se ele fosse um actor de cinema”, conta.
Louis-Ferdinand “perdeu tempo com o miúdo” e respondeu-lhe. Era uma carta escrita à mão, num papel A4 amarelo, com uma letra torcida mas fácil de ler.
“Eu dizia-lhe que queria ser escritor, que tinha 15 anos e ele respondeu-me com uma carta de uma imensa ternura: ‘Não tenho fotografia porque não sou actor de cinema. Mas se queres ser escritor vê lá porque depois não podes ir ao cinema, não podes ter namoradas, não podes não sei lá o quê… Porque escrever é uma coisa muito difícil e exige muito tempo, tens que passar a vida agarrado ao livro…’ Tinha toda a razão no que estava a dizer. Eu aos quinze anos sabia lá o que era escrever! Escrevia porcarias como qualquer miúdo, tinha dentro de mim a certeza de que ninguém ia escrever coisas como as que eu havia de escrever e só escrevia merda. E fiquei maravilhado. Lembro-me de ter andado todo o tempo que pude com o envelope daquela carta porque tinha o meu nome escrito pela mão dele. Nunca tinha tido contacto com nenhum escritor e até à saída da ‘Memória de Elefante’ também não conhecia ninguém.”
Ainda tem essa carta? “Tenho mas não mostro. O envelope desapareceu-me. Perdi-o, também já estava tão gasto, todo dobradinho. Também não mostrava a ninguém porque os meus colegas de liceu sabiam lá quem era o Céline!”
Um desses colegas de liceu era Eduardo Prado Coelho, que mais tarde escreveu no seu diário: “Em Céline, o segredo íntimo de cada ser está nessa humidade viscosa e agoniada, nessa baba intestina, nessa espuma aviltante das tripas e mucosas - o nuclear é o excremencial (…) O universo de Céline é um inferno visceral. - É aqui que eu entendo melhor a repugnância liminar que me suscita uma escrita que é feita de roncos, perdigotos e metáforas viscosas.” Com Céline não há meio-termo: ou há paixão ou repúdio.
Depois, o adolescente de calções escreveu uma carta Céline. Enviou-a para a morada da editora em França e pedia-lhe uma fotografia. “Está a ver a ingenuidade? Como se ele fosse um actor de cinema”, conta.
Louis-Ferdinand “perdeu tempo com o miúdo” e respondeu-lhe. Era uma carta escrita à mão, num papel A4 amarelo, com uma letra torcida mas fácil de ler.
“Eu dizia-lhe que queria ser escritor, que tinha 15 anos e ele respondeu-me com uma carta de uma imensa ternura: ‘Não tenho fotografia porque não sou actor de cinema. Mas se queres ser escritor vê lá porque depois não podes ir ao cinema, não podes ter namoradas, não podes não sei lá o quê… Porque escrever é uma coisa muito difícil e exige muito tempo, tens que passar a vida agarrado ao livro…’ Tinha toda a razão no que estava a dizer. Eu aos quinze anos sabia lá o que era escrever! Escrevia porcarias como qualquer miúdo, tinha dentro de mim a certeza de que ninguém ia escrever coisas como as que eu havia de escrever e só escrevia merda. E fiquei maravilhado. Lembro-me de ter andado todo o tempo que pude com o envelope daquela carta porque tinha o meu nome escrito pela mão dele. Nunca tinha tido contacto com nenhum escritor e até à saída da ‘Memória de Elefante’ também não conhecia ninguém.”
Ainda tem essa carta? “Tenho mas não mostro. O envelope desapareceu-me. Perdi-o, também já estava tão gasto, todo dobradinho. Também não mostrava a ninguém porque os meus colegas de liceu sabiam lá quem era o Céline!”
Um desses colegas de liceu era Eduardo Prado Coelho, que mais tarde escreveu no seu diário: “Em Céline, o segredo íntimo de cada ser está nessa humidade viscosa e agoniada, nessa baba intestina, nessa espuma aviltante das tripas e mucosas - o nuclear é o excremencial (…) O universo de Céline é um inferno visceral. - É aqui que eu entendo melhor a repugnância liminar que me suscita uma escrita que é feita de roncos, perdigotos e metáforas viscosas.” Com Céline não há meio-termo: ou há paixão ou repúdio.
Maldito até para a PIDE
Aníbal Fernandes estava em Luanda nos anos 60 quando foi contactado por Vítor Silva Tavares para traduzir “Viagem ao fim da noite” para a Ulisseia. Havia já uma tradução em Portugal, feita por Campos Lima para a Século, em 1944, mas não era a versão integral e estava “muito cortada e suavizada”.
Não foi fácil. A obra tem “um calão muito especial” e na altura não existiam os dicionários de “argot” que existem hoje, explica Aníbal Fernandes. Além de ser uma obra difícil de traduzir, algumas passagens não podiam ter a força que tinham no original porque a censura não deixava passar e mesmo assim o livro foi retirado.
Mais tarde, em 1997, quando Aníbal Fernandes reviu a tradução para a editora de Paulo da Costa Domingos, a Frenesi, modificou não só o estilo da sua primeira tradução como verificou que algumas coisas não queriam dizer bem o que ele tinha pensado. “Nessa altura fiz a nova tradução já em condições especiais porque tinha os elementos todos, tinha mais anos de leitura daquilo, conhecia bem o Céline e foi no início da minha reforma, tinha o tempo todo livre.” Esta tradução é a versão reeditada agora pela Ulisseia e o tradutor não lhe voltou a mexer desde aí.
O primeiro editor da versão integral foi Vítor Silva Tavares, da “& etc”, que em 1966 estava na Ulisseia. O editor não só teve dificuldades em conseguir os direitos na Gallimard (estavam congelados pelos brasileiros) como era “politicamente incorrecto” publicar um autor conotado com o anti-semitismo e se dizia que tinha ligações nazis. “Eu sabia isso tudo mas também sabia que se tratava de um gigante da língua francesa”, explica Silva Tavares. E avançou. Mas nada decorreu em águas mansas. Não só o tradutor e editor tiveram atritos e divergências por causa da tradução, como depois de o livro estar publicado foi retirado do mercado pela PIDE.
Como era um autor bem visto pela direita, para Vítor Silva Tavares foi “uma grande surpresa” quando a PIDE “assaltou” a sua editora para confiscar o romance. Só poderia haver uma razão: “‘Viagem ao Fim da Noite’ é um libelo contra a guerra, ao fim e ao cabo é um livro anti-bélico”, diz o editor lembrando que naquela época, 1966, se estava no auge da Guerra Colonial e do ponto de vista político não interessava ao governo de então que as pessoas lessem um livro com esse ponto de vista.
“Quando ‘Viagem ao Fim da Noite’ apareceu foi uma novidade total. Nunca ninguém tinha escrito assim, nunca ninguém tinha violado as regras do francês daquela maneira para fazer a música, ‘la petite musique’, que ele queria. Além de um grande talento que, na minha opinião, nunca mais mostrou a um nível tão alto como nesse livro”, afirma o tradutor Aníbal Fernandes, para quem “Viagem…” tem uma estrutura de romance perfeita.
A mesma opinião tem António Lobo Antunes: o romance é de “uma inovação espantosa” até mesmo ao nível da estrutura. “Parece uma estrutura descuidada e não é.” Considera-a uma obra-prima. “O francês dele é inteiramente novo. Mais tarde Céline disse que a única coisa que tinha descoberto era uma teoria de corantes, que se limitava a colorir as coisas de maneira diferente. O que acho curioso é que ele não tem seguidores.”
Para Lobo Antunes o francês de Céline é de tal maneira pessoal que é impossível de traduzir. “Qualquer tradução de um grande livro é uma fotografia a preto e branco de um quadro. O trabalho do Aníbal Fernandes é sério e é honesto. Simplesmente é impossível traduzir aquilo, uma pessoa fica com uma vaga ideia. A própria novidade radical da linguagem no ano em que aparece, 1932, ainda se mantém hoje novidade radical. Ele reinventa um francês. É impossível dar a extraordinária novidade daquela prosa”, acrescenta.
“Aquilo é tudo uma novidade visceral. Mas depois o que é que o Eduardo [Prado Coelho] dizia? Que a prosa era viscosa, que aquilo era uma coisa horrorosa, nojenta quase comparada a fezes ou a tripas. Não é nada disso. Aqueles livros, toda a obra dele, mesmo os grandes delírios finais, em que ele já estava diminuído, são epopeias líricas.”
“É evidente que Céline teve um comportamento nojento mas aqueles livros, até certo ponto, são quase ficções porque é de tal maneira delirante. A prosa dele - é muito curioso - é um delírio estruturado. Acho que o que ele queria era fazer arte. Depois, claro que teve compromissos de vária ordem. Porque como homem tinha um carácter muito discutível. Mas realmente tem uma obra que não só é única, como é inclassificável. Rompe com todos os padrões até então. Sem dúvida alguma penso que nos franceses, os grandes inovadores do século XX são: Proust, Céline e mais tarde, o Samuel Beckett, do ‘Molloy’”, conclui Lobo Antunes.
Edição de 2010.
N. de páginas: 464. PVP - 22€
N. de páginas: 474.
20.7.09
Revista: Tierra y Pueblo n.º 20/21
Já está à venda o número duplo (20-21) da magnífica revista espanhola Tierra y Pueblo.Conta com as colaborações - entre outras - de Enrique Ravello, Juan Gilabert, Gabriele Adinolfi, Pierre Vial, Pierre Krebs, Jean Haudry e de Miguel Ângelo Jardim ("O nacionalismo português no século XXI") e ainda uma crónica sobre a Universidade de Verão, em Lisboa, da Terra e Povo - Portugal.
15.6.09
5.3.09
24.7.08
Boletim Evoliano: A Acha
Já está online o terceiro número do Boletim Evoliano dedicado ao tema "Símbolos da Tradição - A Acha".17.4.08
Futuro Presente n.º 63: Salazar
Acabei de ler o último número da Futuro Presente dedicada a Salazar. Dos seus artigos destaco:
- "Filme de Guerra - o cinema português e a guerra de Espanha", por José Luís Andrade;
- "Ultramar - o Estado Novo e as campanhas de afirmação da soberania em África: uma visão militar" de Francisco Garcia;
- "A Vida dos Outros", crítica do filme feita por Miguel Freitas da Costa;
- "Como sobreviver à infância", entrevista feita por Alexandra Martins ao escritor tolkieano Ricardo Pinto;
- "O momento salazariano - a propósito de um concurso de televisão.", o texto de fundo da revista, da autoria de Jaime Nogueira Pinto.
Deste texto, sublinho duas interessantes passagens.
A que revela e denuncia as reacções dos campeões da tolerância face ao resultado esmagador da vitória de Salazar (41%) no concurso "Os grandes portugueses":
"As reacções à vitória de Salazar no concurso ilustraram essa intolerância real dos tolerantes «oficiais». Já antes essa possibilidade causava uma notória apreensão, sobretudo quando foi observado que as coisas não corriam de feição e tudo, efectivamente, foi apresentado como remédio preventivo para a tão perigosa «ressurreição» do fascismo que implicaria Salazar ganhar. Vitória que, entretanto, depois, se quis minimizar. A estratégia da «tolerância» teve várias fases:
Primeiro: antes de mais, proibir «Salazar» de participar, quer dizer não incluir o seu nome nas listas dos candidatos.
Segundo: depois de «incluído» ou melhor «engolido» arranjar-lhe uma biografia tenebrosa, só divertida, porque comparada com a de Cunhal, demonstrava o facciosismo «burro» dos autores.
Terceiro: o segredo guardado como «segredo de Estado» da classificação relativa dos «dez mais» seleccionados para a final.
Quarto: a coligação «negativa» articulada na noite da finalíssima, e os actos de clara hostilidade à escolha dos votantes - dos «portugueses» - como diria a Teresa Guilherme.
Quinto: a patética invenção de uma «sondagem» que antecedeu o anúncio dos resultados da finalíssima e a pretensão de contrapôr o carácter «científico» da amostra de menos de 1000 inquiridos ao carácter «pouco científico» da amostra de mais de 200.000 que votaram na finalíssima.
Sexto: a própria noite da «finalíssima» em que, com duas excepções - Rosado Fernandes e José Miguel Júdice - todos os intervenientes e parte das «claques» se sentiram obrigados, mais que defender o seu candidato, a directa ou indirectamente fazerem a sua guerra a Salazar. Assistimos assim, até ao «branqueamento» em termos de «direitos humanos» (como grande defensor da população muçulmana de Lisboa conquistada) de D. Afonso Henriques. E vimos o Dr. João Soares a sustentar o «humanismo» do Marquês de Pombal!
Porque a correcção política mandava que naquela noite, o mau da festa tinha que ser Salazar! E só ele!
A seguir ao programa, houve algumas explosões de escândalo «incontido» - logo ali na própria RTP a magnífica lição de civismo e cultura democrática de Odete Santos. Depois de alguns comentários apocalípticos de conhecidos antifascistas, mudou completamente a toada: foi a «desvalorização" - que não passava de um concurso (o que eu disse na noite da vitória) - e que os estudos «científicos» - as sondagens ad hoc - davam outro resultado.
Mas nelas, Salazar continuava à frente de todos os contemporâneos, isto é, dos «grandes portugueses» do século XX.» (págs. 20/21)
A outra passagem é esta:
«Em 1961, começa a guerra em África, em Angola. Salazar entende do interesse nacional de defender o Império porque nele sempre viu a base de massa crítica e da diferença nacional, isto é um sine qua non da própria independência do país. Deste modo, e graças a um clima de patriotismo e reacção nacional aos ataques da UPA-FNLA no Norte de Angola, ordena a mobilização das tropas. Depois de vencer a conspiração de Júlio Botelho Moniz, ministro da Defesa. Em 1963 a guerra começa na Guiné e em 1964 em Moçambique. Esta "questão do Ultramar", ou "colonial", é hoje o ponto principal dos seus críticos. Podia ter feito outra coisa? Post res perditae, é sempre mais fácil racionalizarmos o acontecido. Ou seja se se perdeu era para perder. Pessoalmente, eu que fui um defensor na época, e muito jovem, dessa unidade para sempre, dou-me conta de que independentemente da bondade da situação, realisticamente, um médio ou pequeno-médio poder não pode, indefinidamente, lutar contra a História e a ordem internacional.
E mais: a minha observação da África pós-independência leva-me a concluir que não era tão impossível uma manutenção de interesses - culturais e económicos e até de influência política - sem a soberania." (Pág. 25)
Pois é. Penso que o senhor Jaime Nogueira Pinto, hoje uma pessoa amadurecida, evoluída, sem aquelas ideias "anarco-fascistas" típicas de um jovem, prefere uma manutenção de interesses sem a Soberania.
Compreendo-o perfeitamente. Como Portugal já não existe, terminou com a traição do 25 de Abril e com a "integração europeia", a soberania portuguesa já não existe mais. O que existe é, sim, "uma manutenção de interesses" e ninguém melhor do que o próprio para defender tal tese tendo em atenção a sua "manutenção de interesses" na barragem moçambicana de Cabora Bossa bem como em Angola, primeiro com a Unita e agora com o MPLA.
Por mero acaso e coincidência lembro aqui as palavras de António Barreto:
"Confirma o que se sabia: que a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome. Que a esquerda é capaz de tudo, da tortura e do assassinato, desde que ao serviço do seu poder. Que a direita perdoa tudo, desde que ganhe alguma coisa com isso. Que a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam. A esquerda e a direita portuguesas têm, em Angola, o seu retrato. Os portugueses, banqueiros e comerciantes, ministros e gestores, comunistas e democratas, correm hoje a Angola, onde aliás se cruzam com a melhor sociedade americana, chinesa ou francesa. Para os portugueses, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que lá julgavam ser possível a sociedade sem classes e os amanhãs que cantam. Para os que lá estiveram, para os que esperavam lá ir, para os que querem lá fazer negócios e para os que imaginam que lá seja possível salvar a alma e a humanidade. Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extracção de petróleo e o comércio de tudo, dos diamantes às obras públicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola é nossa! E nós? Somos de quem?»
Aqui temos um típico representante da direita dos interesses, a direita muito direitinha é a tal que só interessa à esquerda e com ela (con)vive! É a direita das negociatas que se está a marimbar para a Pátria, para a Soberania, para o Povo! Essa, a direita do sistema económico-financeiro que tudo vende e troca por meia dúzia de tostões, quero dizer, dólares!
6.4.08
Le Nouvel Observateur: Léon Degrelle le SS belge
Léon Degrelle é presenteado com cinco páginas no último número da revista francesa com uma crítica sobre o último livro de Jonathan Littell, "Le Sec et l`Humide", a ser editado pela Gallimard e que será posto à venda, em França, no dia 10 do corrente mês.Estou curioso sobre este livro. A ver vamos...
2.4.08
Le Choc du Mois
Le Choc du Mois N°21 - 60 ans d’Israël, la fin du rêve sioniste. 1.3.08
Revista Identitário
A revista “Identitário” é a mais recente aposta da Causa Identitária. Sendo uma publicação única na área identitária nacional, as suas 20 páginas de actualidade nacional e internacional, cultura (música, cinema, etc.), relatos da actividade da associação ou entrevistas.Cada exemplar custa 3 € e os interessados em adquiri-la devem contactar a Causa Identitária através do e-mail correio@causaidentitaria.org.
Foi lançada no II Conferência Internacional realizada no passado dia 23 de Fevereiro em Lisboa.
11.12.07
Boletim Evoliano n.º 2

À vossa disposição em papel, html ou em pdf o n.º 2 do Boletim Evoliano que se caracteriza pela qualidade. Excelente número.
22.11.07
Revista: Exílio

Edição facsimilada do primeiro e único número desta revista modernista dada à estampa pela Contexto Editora em 1982, tem um estudo interessante de Teresa Almeida sob o título de "Nacionalismo e Modernismo - o projecto Exílio." 

18.11.07
Tierra y Pueblo n.º 16
Saiu mais um número da excelente revista identitária espanhola Tierra y Pueblo.Os interessados devem pedir a revista para: publicaciones@tierraypueblo.com
Editorial: En defensa de nuestras fiestas - Enrique Ravello.
La noche de San Juan - Joan Gilabert
El latir del ciclo anual: celebraciones de muerte y vida - Federico Traspedra
Ante el nuevo curso político - Enrique Ravello
Los deportes vascos - Claudi Abril y Hug Taix
Breves apuntes de etnología andaluza - Olegario de las Eras
Sant Jordi o el arquetipo de la victoria de la vía interior - Adriá Solsona
Las fiestas de moros y cristianos, eco de un milenio de amenaza islámica - Ernesto Milà
La cruz visigoda como lábaro de la victoria - Enrique Monsonís
El solsticio - Pio Filipani Ronconi
Dr. Philipp Lersch - Eduardo Núñez
Te lo digo a ti - Gabriele Adinolfi.
El reino de los símbolos:
Estómago, Páncreas, Bazo - Álvar Riudellops e Andrés del Corral.
Rincón de poesía:
Juan Pablo Vitali
Cine:
Network
Teatro:
La ciudad de los Césares perdidos - Petras Banavicius e Juna Pablo Almarza.
Libros:
Antonio Hernández, Las Castillas y León. Teoría de una Nación.
Serafín Fanjul, Al-Ándalus contra España.
Enzo Iurato - Julius Evola, Crítica de las costumbres
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