1.10.10

Tanques da polícia nas ruas!

Já agora, vejam se começam a perceber a nova Lei de reorganização das forças armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado.
Ou seja, perspectiva-se e assegura-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português e assim evitar revoltas e rebeliões!

2 comentários:

O Reaccionário disse...

O Regime já prepara a sua defesa. Mas se as Forças Armadas estiverem do nosso lado, não há defesa possível. Outro 28 de Maio é aquilo que se pede.

Vítor R disse...

Desculpa-me lá, ó nonas...
Mas qual é a dúvida?? Se, daqui para a frente, irão ser ELES o único apoio que SUSTENTA o Estado? E este, já nem é muito NOVO...
Por mais que procure, só me ocorre a Ode ao Honorabilíssimo Sir William Temple (de 1689):
«Essas astúcias que sustêm o Estado, passes de prestidigitação
Que chamamos profundos desígnios políticos,
(Como no teatro, o néscio parolo,
Não se apercebendo das cordas,
Pasma ante uma auréola que voa)...
Mas suponhamos que em plena representação
A máquina, mal montada, se desconjunta,
Os cenários entreabrem-se e tudo deixam ver:
[neste caso, trata-se da erosão - antecipada, desde 2007 - do sistema financeiro que nos OCUPA...]
Os cenários entreabrem-se e tudo deixam ver:
Logo o truque entra pelos olhos dentro!
Como é simples! Que grosseira trapaça!
Vêde pois o nó da polé!...
Que pobre máquina acciona
Os pensamentos dos monarcas e os planos dos Estados!
De que misérias depende a sua Sorte!...
Apavorados os campónios fogem,
Temendo ante o Prodígio inaudito...
Ei-lo! Olhai!
Como todos se arrepiam e tremem!»