«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
29.3.11
27.3.11
25.3.11
24.3.11
21.3.11
20.3.11
19.3.11
Contra factos não há argumentos
Em 1945, os discursos e declarações oficiais dos "Libertadores", declaravam:
Lutamos por defender o direito dos pequenos países a viver as suas próprias vidas (Winston Churchill);
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Prometida a Paz, a Liberdade na vitória ali(en)ada aqui temos, decorridos estes decénios, democraticamente cumpridos - à lei da bomba - os preceitos demo(nio)cráticos!
18.3.11
17.3.11
Oferta
Fui premiado por este bom confrade e amigo com esta raridade bibliográfica de 1953, editado por Edições Távola Redonda, sob a direcção de Daniel Filipe e orientação de António Vaz Pereira.Trata-se do terceiro livro de poesia da extensa bibliografia de Couto Viana e incluído nos 60 Anos de Poesia de António Manuel Couto Viana, dada à estampa pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, em 2004, em dois volumes, que pode consultar aqui o 1.º e o 2.º.
16.3.11
15.3.11
A próxima vítima da tolerância democrática e da liberdade de expressão
O Presidente da República Checa, conhecido pelas suas provocações, voltou a protagonizar novo escândalo político. Václav Klaus defendeu abertamente um anti-semita e líder da extrema direita, Ladislav Bátora, dizendo que partilha com o extremista ideais ideológicos como a rejeição da União Europeia, do multi-culturalismo, da igualdade entre sexos e da homossexualidade.
A polémica começou quando o ministro da Educação do governo tripartido de direita, Josef Dobes, quis nomear Bátora como seu braço direito, escreve o jornal espanhol Público. A comunicação social lembrou as posições extremistas de Bátora e o facto de este ter sido candidato às eleições pelo ultra-nacionalista Partido Nacional. O próprio partido de Dobes pressionou para que este desistisse da nomeação.
Mas Klaus adensou ainda mais a polémica, ao escrever um artigo no jornal Právo e no site Novinky.czen apoiando as ideias políticas de Bátora. "Sei que é um homem de direita autêntico, profundamente conservador, que tem por hábito participar em diferentes acções públicas nas quais denuncias coisas que eu também critico", escreveu o Presidente checo, vincando que concorda com Bátora na recusa do "europeísmo, da política de géneros, do multi-culturalismo, da homossexualidade, da Verdade e do Amor erigidos como princípios universais": "Como ele, dou prioridade à tradição sobre o suposto progresso."»
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