20.6.11

M.O.N. - Declaração Política

Hoje, em Portugal, o Estado está contra a Nação, dirigido por interesses contrários à nossa Soberania e desenvolvimento. É contra eles e os seus agentes que a Nação se deve levantar, como uma autêntica Oposição Nacional à actual situação, de forma sustentada e organizada por todos os meios legais possíveis. Há que avançar com ideias, objectivos e homens novos para vencer. Há que realizar a conquista e libertação progressiva dos centros de decisão, para poder reorganizar o Estado, a Justiça e a política nacional segundo um novo Regime e uma nova Constituição.
O Movimento de Oposição Nacional, é uma Associação Política e Cultural de portugueses livres, determinados à acção politica Patriótica e Nacionalista. Queremos lançar iniciativas de formação, informação e dinamização social necessárias à transformação do actual sistema político. Pela substituição da actual «classe política», pela sobrevivência e desenvolvimento da Comunidade Nacional de uma forma legítima e justa.
O M.O.N. não concorre com a actividade político‐eleitoral dos Partidos, nem se confunde com um Partido – queremos ir além dessa visão restrita. Uma associação política e Cultural reune e congrega, forma e informa, estabelece o plano da acção política acima das opções individuais, organiza a convergência, porque, acima da acção, a justificação dos objectivos tem de ser assumida de forma clara e consistente, segundo uma estratégia nacional que não esteja à mercê de «protagonismos pessoais» e «eleitoralismos oportunistas». Formamos Grupos de Estudo e Grupos de acção, organizamos, apoiamos ou intervimos. É uma organização livre e diversa para intervir no Combate Nacional, durante os quatro anos entre eleições, mas poderá apoiar candidatos que se mostrarem dignos e defensores de soluções justas e nacionais, e combater impiedosamente aqueles que servirem o Inimigo. Não é uma frente transitória’nem um «negócio eleitoral». É um Movimento permanente, para mobilizar e agir em toda a parte, de forma persistente e organizada, criando ou apoiando as causas concretas que a Oposição Nacional pressuponha ou suscite.
Queremos articular uma rede de grupos diversos que, convirjam na mesma direcção, ao lado de todas as organizações nacionalistas e patrióticas. Será uma luta diversificada e abrangente por uma Nova Política, com responsáveis novos e uma nova organização, que vença o monopólio dos partidos, em todos os domínios possíveis.
Acreditamos que a mobilização da Oposição Nacional só pode ser realizada por um Movimento Social, Político e Cultural independente dos partidos políticos dominantes, que organize e envolva numa participação activa os portugueses e das suas comunidades de vida. A Oposição Nacional é algo que já existe, ainda que difusa, presente em muitas atitudes individuais e em muitos grupos independentes espalhados por todo o país, não cabe num partido e não se sujeita ao sectarismo. A «Oposição Nacional» não é o M.O.N., é o grande objectivo do M.O.N. Em nome desse objectivo o M.O.N. inclui, não exclui, respeita e associa.
Os nacionalistas e os patriotas livres mais activos devem ultrapassar divergências secundárias e ir ao encontro dos portugueses já despertos, para dar um sentido mais combativo e positivo à sua revolta, torná-la mais forte e convergente com outros, de modo a ser maior a força que, em última análise, pode decidir o futuro de Portugal. Esta é a grande linha de orientação do M.O.N.
TUDO PELA PÁTRIA!
POR PORTUGAL – E MAIS NADA!

12.6.11

Finis Mundi nº 2

Acabei de ler o segundo número da revista Finis Mundi de que há a destacar os seguintes textos:

- "Ajudar D. Sebastião" - Rainer Daehndardt sobre a história do resgate do Elmo do Desejado;
- "Salazar, sobre um livro esquecido durante quarenta anos, a propósito de um livro recém-publicado" - Jorge Morais. Trata da história do livro "Como se levanta um Estado".
- "A Nato e a guerra pelo ópio no Afeganistão" - Basílio Martins;
- "Mario Saa revisitado" - Mário Casanova Martins;
- "À Espera do Fim do Mundo, René Guénon e o Kali Yuga" - Richard Smoley.

Em nome da liberdade, da justiça e da democracia

10.6.11

Homenagem a Couto Viana na Ponta de Barca

No próximo sábado, dia 11, o Clube dos Poetas Vivos homenageia Couto Viana no 1.º aniversário do seu falecimento com uma palestra do Dr. Artur Anselmo e interpretação musical do Dr. Manuel Sobral Torres a partir das 14 horas a que se seguirá um lanche minhoto ajantarado com concertinas. Às 19 horas será celebrada uma missa de sufrágio.

10 de Junho no Largo Camões


9.6.11

10 de Junho em Belém




Sexta-Feira, 10 de Junho, em Belém, no Monumento aos Combatentes junto à Torre de Belém, pelas 12 h. Como sempre, para o Minuto de Silêncio em honra daqueles que deram Tudo Pela Pátria!
Nasce um lema para os próximos anos, que vão ser de combate determinado.
Depois, pelas 13.30 h, um grande almoço de confraternização Patriótica e Nacionalista.

8.6.11

A minha terceira grande guerra. Poema de António Manuel Couto Viana

Celebra-se hoje o 1.º aniversário da morte física de um grande Senhor da Cultura Portuguesa. Aqui fica um testemunho da sua belíssima poesia.


A minha terceira grande guerra



Menino, ouvi que a pátria da minha Mãe, a Espanha,
Fuzilava, vermelha, na fronteira
Que o rio Minho banha,
O fidalgo, o burguês, o padre, a freira.

Logo a minha cidade
Se encheu de fugas precipitadas,
E havia mais convívio e liberdade
No cinema, nos jardins, nas esplanadas.

Falava-se galego em toda a parte,
E eu via, com alegre sobressalto,
Um comboio de víveres que parte;
Um jovem que se alista, braço ao alto.

Morrera minha Avó ao cercarem Oviedo.
González Peña, seu sobrinho,
Combatia em Madrid. Mas isto era um segredo
Que feria a família como a espada do espinho.

O hino Cara al Sol, com a letra tão bela,
Cantava-o minha Mãe. Clarim nos meus ouvidos!
E, enquanto eu me sonhava de guarda a cada estrela,
Sem distinção de credos, era Ela
Que me punha a rezar por todos os
caídos!
In O Senhor de Si, pág. 18, 1991.
In António Manuel Couto Viana - 60 anos de Poesia, vol. II, INCM, págs. 143/144, 2004.

Couto Viana lembrado por Lacerda e Megre no As Artes entre as Letras

(Clicar na imagem para aumentar)

2.6.11

Hoje, Couto Viana no "Serões da Bonjóia", às 21h15m


A não perder!
Couto Viana na voz amiga de Manuel Sobral Torres através dos poemas "Rimance da Rosa", "Comício", "Trova Dor" e "Cabo da Boa Esperança" além das palestras de Drª Isabel Ponce Leão, Dr. José Valle e Figueiredo e Dr. António Leite da Costa.
Uma excelente iniciativa de homenagem a António Manuel Couto Viana.