«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
19.4.10
18.4.10
Não é surpresa
«Alguns movimentos da esquerda radical aproveitam os incidentes entre polícias e "filhos do bairro" para angariar seguidores, refere a PSP no relatório reservado a que o DN teve acesso.»
16.4.10
É preciso lata e desvergonha!
Descolonização: processo "foi exemplar" face a "condições" e Cabo Verde não deveria ter sido independente pela voz de um dos descolonizadores!
«Admitindo que "era muito difícil" que o caminho seguido não tivesse sido a independência, Mário Soares explicou que não explicitou "no momento exacto" o seu pensamento sobre o assunto porque interrompeu a sua participação directa no processo que conduziu à independência - "nessa altura eu já estava fora do combate", disse.»
«Admitindo que "era muito difícil" que o caminho seguido não tivesse sido a independência, Mário Soares explicou que não explicitou "no momento exacto" o seu pensamento sobre o assunto porque interrompeu a sua participação directa no processo que conduziu à independência - "nessa altura eu já estava fora do combate", disse.»
Ai sim? Então, onde estava no dia 26 de Agosto de 1974?
Mário Soares (ministro do Negócios Estrangeiros) foi um dos signatários do Acordo de Argel - com o PAIGC, reconhecendo a independência da Républica da Guiné Bissau e de Cabo Verde - para além de Almeida Santos (ministro da Coordenação Interterritorial), de Vicente de Almeida Eça (Alto-Comissário e capitão-de-mar-e-guerra) e Hugo dos Santos (major de infantaria), sendo aprovado no dia 27 pelo general Spínola (presidente da república) depois de ouvidos a Junta de Salvação Nacional, o Conselho de Estado e o Governo Provisório!
Mário Soares (ministro do Negócios Estrangeiros) foi um dos signatários do Acordo de Argel - com o PAIGC, reconhecendo a independência da Républica da Guiné Bissau e de Cabo Verde - para além de Almeida Santos (ministro da Coordenação Interterritorial), de Vicente de Almeida Eça (Alto-Comissário e capitão-de-mar-e-guerra) e Hugo dos Santos (major de infantaria), sendo aprovado no dia 27 pelo general Spínola (presidente da república) depois de ouvidos a Junta de Salvação Nacional, o Conselho de Estado e o Governo Provisório!
Pimba!
O Bispo Richard Williamson foi condenado por um tribunal alemão por negar o holocausto. Multa/preço: 10.000 euros!!!E o Vaticano não o condena por heresia?
Sobre o Caso Bispo Richard Williamson:
A limpeza cultural em França
«Os jovens intelectuais “não conformistas” dos anos trinta quiseram reagir contra o esgotamento conceptual e político da Action Française. (…) Apesar de agumas fórmulas retumbantes e das boas intenções, os “não conformistas” nunca foram capazes de se libertar de um misto de “porreirismo” de reminiscências maurrasianas e das vagas tentações de índole fascista. Tudo afogado na lamechice de um personalismo cristão que discursava até à exaustão sobre o Homem, essa abstracção insípida que o próprio Joseph de Maistre nunca tinha encontrado. Mais uma vez, as fraquezas conceptuais eram no entanto compensadas pelo talento de escritores excepcionais, León Daudet, Jacques Bainville, Paul Morand, Abel Bonnard, Céline, Drieu La Rochelle, Benoist-Méchin, Rebatet ou Brasillach.
Após 1945, as fraquezas do pensamento de direita foram ainda agravadas por duas depurações seguidas de uma persistente ostracização. O primeiro acto foi representado em 1944/1945, sob a égide do general De Gaulle, que enviou para o cadafalso e para a prisão uma plêiade de intelectuais, jornalistas, escritores e universitários de direita. A operação recomeçou a partir de 1960, no fim da guerra da Argélia, com menos ferocidade, mas sempre por iniciativa do mesmo personagem. Os beneficiários dela foram as diversas correntes do pensamento marxista. Depois disso passou a não ser admitido no debate público senão quem não incomodava.»
Após 1945, as fraquezas do pensamento de direita foram ainda agravadas por duas depurações seguidas de uma persistente ostracização. O primeiro acto foi representado em 1944/1945, sob a égide do general De Gaulle, que enviou para o cadafalso e para a prisão uma plêiade de intelectuais, jornalistas, escritores e universitários de direita. A operação recomeçou a partir de 1960, no fim da guerra da Argélia, com menos ferocidade, mas sempre por iniciativa do mesmo personagem. Os beneficiários dela foram as diversas correntes do pensamento marxista. Depois disso passou a não ser admitido no debate público senão quem não incomodava.»
In Dominique Venner, O Século de 1914 – Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX, Civilização Editora, 2009, págs. 441/442.
15.4.10
Portugal corre risco de falência económica
Para estes dois especialistas "nem os líderes da Grécia nem os de Portugal estão preparados para impor as políticas necessárias" e, no caso português, "não se está sequer a discutir cortes sérios".
Certos de que as políticas projectadas são insuficientes, Simon Johnson e Peter Boone antecipam que "Portugal e Grécia vão ter níveis de desemprego elevadíssimos nos próximos anos" e afirmam que "Portugal está esperançado que poderá sair desta situação pelo crescimento, mas isso só poderia acontecer com um extraordinário boom económico".
"Tenhamos dó dos políticos portugueses mais ponderados quando dizem que a probidade orçamental exige apertar o cinto mais cedo (...) Os políticos portugueses nada podem fazer senão esperar que a situação vá piorando para depois pedirem ajuda externa", declaram.»
Certos de que as políticas projectadas são insuficientes, Simon Johnson e Peter Boone antecipam que "Portugal e Grécia vão ter níveis de desemprego elevadíssimos nos próximos anos" e afirmam que "Portugal está esperançado que poderá sair desta situação pelo crescimento, mas isso só poderia acontecer com um extraordinário boom económico".
"Tenhamos dó dos políticos portugueses mais ponderados quando dizem que a probidade orçamental exige apertar o cinto mais cedo (...) Os políticos portugueses nada podem fazer senão esperar que a situação vá piorando para depois pedirem ajuda externa", declaram.»
O mundo moderno visto por Milan Kundera
“Quando vi na Checoslováquia as primeiras habitações sociais, julguei estar a ver a própria manifestação do horror comunista. Só mais tarde compreendi que o comunismo me mostrava, numa versão hiperbolizada ou caricatural, os traços comuns do mundo moderno. A mesma burocratização omnipresente. A luta de classes substituída pela arrogância das instituições com os utentes. A degradação do saber artesanal. A imbecil juvenofilia do discurso oficial. As férias organizadas em manadas. A fealdade do campo donde desaparecem as marcas da mão camponesa. A uniformização. E, entre todos esses denominadores comuns, o pior de todos: a falta de respeito pelo indivíduo e pela sua vida privada…
A experiência do comunismo afigura-se-me uma excelente introdução ao mundo moderno em geral; tornou-me mais sensível aos fenómenos absurdos que estamos prontos a ver aqui como sendo de uma inocente banalidade ou como um atributo necessário da Santa Democracia.”
A experiência do comunismo afigura-se-me uma excelente introdução ao mundo moderno em geral; tornou-me mais sensível aos fenómenos absurdos que estamos prontos a ver aqui como sendo de uma inocente banalidade ou como um atributo necessário da Santa Democracia.”
Milan Kundera, Les testaments trahis, Gallimard, Paris, 1993.
14.4.10
13.4.10
Jornalismo de referência
A revista Visão no seu último número (892) publica a tradução de um texto assinado por John Carlin que é um insulto à memória de Eugene Terre Blanche e à inteligência dos leitores.
"O que admira é que ninguém o tivesse morto antes" é o começo da rica peça jornalística com o arrazoado normal e natural, abrilhantando o último parágrafo desta forma: " Mas era um bêbado (...) nunca deixou de faltar ao respeito aos negros. Dois deles mataram-no, no sábado, tinha ele 69 anos."
Afinal, em que ficamos? Terre Blanche era ou não caloteiro com os seus empregados conforme foi logo avançada a tese de justificatória do seu assassinato?
Dias depois "descobriu-se" que a causa da morte teria sido abuso sexual.
Permitam-me que pergunte se o ex-líder do AWB fugia aos impostos e se essa não seria mais uma justificação para a sua chacina?
"O que admira é que ninguém o tivesse morto antes" é o começo da rica peça jornalística com o arrazoado normal e natural, abrilhantando o último parágrafo desta forma: " Mas era um bêbado (...) nunca deixou de faltar ao respeito aos negros. Dois deles mataram-no, no sábado, tinha ele 69 anos."
Afinal, em que ficamos? Terre Blanche era ou não caloteiro com os seus empregados conforme foi logo avançada a tese de justificatória do seu assassinato?
Dias depois "descobriu-se" que a causa da morte teria sido abuso sexual.
Permitam-me que pergunte se o ex-líder do AWB fugia aos impostos e se essa não seria mais uma justificação para a sua chacina?
12.4.10
Excelente ideia
Dois cidadãos britânicos, ligados ao ateísmo militante, pretendem prender Bento XVI por «crimes contra a humanidade» durante a sua visita ao Reino Unido.
Não há quem interne num hospital psiquiátrico estes ateístas militantes ou diletantes ou lá o que se julgam que são?
Prender um chefe de Estado era uma coisa engraçada, não era?
Por falar em crimes contra a humanidade, será que tiveram a mesma ideia com os representantes de Israel que massacram o povo palestiniano?
Não há quem interne num hospital psiquiátrico estes ateístas militantes ou diletantes ou lá o que se julgam que são?
Prender um chefe de Estado era uma coisa engraçada, não era?
Por falar em crimes contra a humanidade, será que tiveram a mesma ideia com os representantes de Israel que massacram o povo palestiniano?
Cosmocracia
«A cosmocracia é o novo rosto da democracia mundializada e cosmopolita. Qualquer homem de espírito é cosmopolita, bem entendido, no sentido em que, como os aristocratas europeus do século XVIII, está aberto ao diálogo com outras nações e de outras culturas. Do que se trata na cosmocracia é de uma coisa completamente diferente. Uma grande jurista francesa, cuja sensibilidade é bastante de esquerda, a senhora Mireille Delmas-Marty, captou bem essa realidade: “O mundo”, escreve ela, “é governado por uma plutocracia cosmopolita suficientemente flexível e ágil para marginalizar os Estados, os cidadãos e os juízes!” Entretanto, as classes dirigentes “ocidentais”, de qualquer espécie que sejam, políticos, homens de negócios, intelectuais, jornalistas, tinham sido progressivamente “desnacionalizadas”, perdendo qualquer sentimento forte de presença à sua nação. Essa evolução, preparada pela impregnação internacionalista do marxismo e pela irradiação do cosmopolitismo americano, nomeadamente no ensino superior, corresponde às grandes mutações dos anos 60 que viram triunfar um cocktail de reivindicações hedonistas ilimitadas e uma “cultura” de aviltamento herdada do anti-fascismo. No mundo dos negócios, as pessoas que absorveram a mentalidade transnacional e cosmopolita têm mais hipóteses de fazer carreira do que aquelas que sentem os laços nacionais. Por um efeito de heterotelia, os americanos, actores dessa globalização, são também em parte vítimas dela. As suas elites, ao adoptarem a mentalidade transnacional, também se desnacionalizaram e tornaram-se cosmocráticas, realizando de certa maneira a utopia wilsoniana.
A cosmocracia fabrica o homo economicus do futuro, o zombie, o homem novo, sem conteúdo, possuído pelo espírito do mercado (Montcorbier). O zombie multiplica-se sob os nossos olhos. É feliz, aparentemente. “O espírito de mercado sussurra-lhe que a felicidade consiste em satisfazer todos os seus desejos”. E dado que os seus desejos são os do mercado, só são suscitados para serem satisfeitos. O zombie é feliz na medida em que não pensa e não sofre. Se pensar, já não é um zombie.
Um dos instrumentos privilegiados para garantir o domínio cosmocrático é a exploração do sentimento de culpabilidade colectiva dos europeus e o seu pendor compassivo proveniente da herança cristã. A “vitimologia” tornou-se o sistema de legitimação de uma sociedade pouco legítima. Para fazer esquecer o que tem de contestável, instaura-se como tribunal permanente de um passado criminalizado. Mata dois coelhos de uma cajadada só. Ao denunciar os “crimes” do passado ou os de ditaduras exóticas, atribui a si própria, sem grandes custos, um certificado de moralidade. E sugere, por comparação, que, apesar da sua corrupção e das suas taras, ainda é, mesmo assim, a mais moral, portanto, a melhor.
Como, no entanto, se manifestem algumas resistências a que chama “populismo” no newspeak cosmocrático, foi um traço de génio ir buscar antigos comunistas, ex-militantes de 68 e sucessores seus, reciclados na glorificação do mercado ou do altermundialismo, na sua versão paleo-esquerdista, para constituírem o clero inquisitorial da religião da humanidade, o novo ópio do povo, cujas missas solenes assentam no futebol. É uma religião que tem as suas tábuas da lei com os direitos do homem, por outras palavras, os direitos do zombie (Montcorbier). Tem os seus dogmas e os seus braços seculares. Persegue o Mal: ser diferente, cultivar o espírito crítico ou não se deixar enganar pelo humanismo moralizador.»
In Dominique Venner, O Século de 1914 – Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX, Civilização Editora, 2009, págs. 444/445/446.
A cosmocracia fabrica o homo economicus do futuro, o zombie, o homem novo, sem conteúdo, possuído pelo espírito do mercado (Montcorbier). O zombie multiplica-se sob os nossos olhos. É feliz, aparentemente. “O espírito de mercado sussurra-lhe que a felicidade consiste em satisfazer todos os seus desejos”. E dado que os seus desejos são os do mercado, só são suscitados para serem satisfeitos. O zombie é feliz na medida em que não pensa e não sofre. Se pensar, já não é um zombie.
Um dos instrumentos privilegiados para garantir o domínio cosmocrático é a exploração do sentimento de culpabilidade colectiva dos europeus e o seu pendor compassivo proveniente da herança cristã. A “vitimologia” tornou-se o sistema de legitimação de uma sociedade pouco legítima. Para fazer esquecer o que tem de contestável, instaura-se como tribunal permanente de um passado criminalizado. Mata dois coelhos de uma cajadada só. Ao denunciar os “crimes” do passado ou os de ditaduras exóticas, atribui a si própria, sem grandes custos, um certificado de moralidade. E sugere, por comparação, que, apesar da sua corrupção e das suas taras, ainda é, mesmo assim, a mais moral, portanto, a melhor.
Como, no entanto, se manifestem algumas resistências a que chama “populismo” no newspeak cosmocrático, foi um traço de génio ir buscar antigos comunistas, ex-militantes de 68 e sucessores seus, reciclados na glorificação do mercado ou do altermundialismo, na sua versão paleo-esquerdista, para constituírem o clero inquisitorial da religião da humanidade, o novo ópio do povo, cujas missas solenes assentam no futebol. É uma religião que tem as suas tábuas da lei com os direitos do homem, por outras palavras, os direitos do zombie (Montcorbier). Tem os seus dogmas e os seus braços seculares. Persegue o Mal: ser diferente, cultivar o espírito crítico ou não se deixar enganar pelo humanismo moralizador.»
In Dominique Venner, O Século de 1914 – Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX, Civilização Editora, 2009, págs. 444/445/446.
11.4.10
9.4.10
Cá por umas coisas...
Primeiro-ministro israelita boicota cimeira nuclear nos Estados Unidos
"Face aos rumores de que o Egipto e a Turquia pretendiam instar o Estado judaico a assinar o Tratado de Não Proliferação nuclear (TNP) – o que obrigaria, pelo menos, a algumas explicações sobre a jamais reconhecida existência de armamento atómico em Israel –, Netanyahu optou por estar ausente, foi confirmado por fonte do executivo, citada pela agência noticiosa britânica Reuters.
Israel é consensualmente dada pelos peritos, e oficiosamente entendida em muitos países, como a única nação dotada de armamento nuclear no Médio Oriente, mas o país nunca o confirmou nem negou."
Israel é consensualmente dada pelos peritos, e oficiosamente entendida em muitos países, como a única nação dotada de armamento nuclear no Médio Oriente, mas o país nunca o confirmou nem negou."
7.4.10
A maravilha racista na África do Sul
Livro: A lenda de Sigurd e Gudrún de J. R. R. Tolkien
Em Novembro de 2009, as Publicações Europa-América tiveram o ensejo de editar mais uma excelente obra de Tolkien: A lenda de Sigurd e Gudrún.«Há muitos anos, J. R. R. Tolkien compôs a sua própria versão, agora publicada pela primeira vez, da grande lenda da antiguidade nórdica, em dois poemas intimamente relacionados, a que deu os títulos de «O Lai dos Volsungos» e «O Lai de Gudrún».
Em «O Lai dos Volsungos» conta-se a história do grande herói Sigurd, o assassino de Fáfnir, o mais famoso dos dragões, de cujo tesouro se apoderou, o despertar da valquíria Brynhild, que dormia rodeada por uma muralha de chamas, e o noivado dos dois. Após a chegada de Sigurd à corte dos grandes príncipes niflungos (ou nibelungos), o herói desperta o amor mas também o ódio da feiticeira dos Niflungos, versada nas artes mágicas.Em cenas de grande intensidade dramática, troca de identidade, paixões frustradas, ciúmes e disputas amargas, as tragédias de Sigurd e Brynhild, de Gunnar, o Niflungo, e Gudrún, sua irmã, atingem o auge com a morte de Sigurd às mãos dos seus irmãos de sangue, o suicídio de Brynhild e o desespero de Gudrún.
Em «O Lai dos Volsungos» conta-se a história do grande herói Sigurd, o assassino de Fáfnir, o mais famoso dos dragões, de cujo tesouro se apoderou, o despertar da valquíria Brynhild, que dormia rodeada por uma muralha de chamas, e o noivado dos dois. Após a chegada de Sigurd à corte dos grandes príncipes niflungos (ou nibelungos), o herói desperta o amor mas também o ódio da feiticeira dos Niflungos, versada nas artes mágicas.Em cenas de grande intensidade dramática, troca de identidade, paixões frustradas, ciúmes e disputas amargas, as tragédias de Sigurd e Brynhild, de Gunnar, o Niflungo, e Gudrún, sua irmã, atingem o auge com a morte de Sigurd às mãos dos seus irmãos de sangue, o suicídio de Brynhild e o desespero de Gudrún.
Em «O Lai de Gudrún» é contado o seu destino depois da morte de Sigurd, o casamento, contra a sua vontade, com Atli (ou Átila), governante dos Hunos, o assassinato dos seus irmãos, os senhores niflungos, e a sua vingança hedionda.Sendo a sua versão inspirada, principalmente, no estudo atento das antigas poesias norueguesas e islandesas conhecidas como Edda Poética (e no posterior trabalho em prosa, a Völsunga Saga), J. R. R. Tolkien utilizou estâncias curtas cujos versos conservam em inglês os exigentes ritmos aliterativos e a intensa energia dos poemas da Edda.»
N.º de páginas: 314.
PVP: 23,50€.
N.º de páginas: 314.
PVP: 23,50€.
6.4.10
Livro: A Marinha em África de John P. Cann


A Prefácio lançou mais um livro de John P. Cann, depois do êxito editorial de A Contra-Subversão em África, cuja leituras se recomendam.
N.º de páginas - 326.
PVP - 19,50€
«Entre 1961 e 1974, a Marinha portuguesa executou ou contribuiu para a execução de todas estas missões. Estendeu a presença portuguesa activa, da costa para o interior, ao longo dos rios e no caso de águas interiores fechadas, transportar embarcações por terra até essas áreas, para aí as utilizar. A partir de bases e depósitos judiciosamente situados, a Marinha estabeleceu e assegurou linhas de comunicação em apoio das populações próximas e remotas e das operações militares. Transportou consigo importante poder de fogo para apoio, que em operações conjuntas com os outros ramos, multiplicou o seu efeito. Efectuou com eficácia várias operações para lá das fronteiras, neutralizando a presença dos guerrilheiros nos santuários. A Marinha portuguesa adaptou-se bem à guerra que tinha de travar e tornou-se uma “marinha de águas interiores”, eficaz. Aprendeu bem na execução e afinou continuamente os seus procedimentos, como se tornou evidente no estudo da adaptação à nova doutrina e aos novos conceitos operacionais. Esta evolução ainda é mais notável pelo facto de a Marinha portuguesa não só ter apreendido a lutar num novo tipo de guerra, com sucesso, mas também por ter conseguido suportar, simultaneamente, responsabilidades adicionais na NATO, provocadas pela retirada da França da Aliança, além de novos encargos operacionais. Para uma marinha em desenvolvimento, cuja acção se estendia do Atlântico Norte ao seu vasto empenhamento em África, em teatros muito distantes entre si, as suas realizações foram verdadeiramente notáveis.» (Pág. 80)
4.4.10
Eugene Terreblanche - Presente!
Eugène Ney Terre'Blanche 31.01.1941
03.04.2010
1.4.10
Agencia de Noticias Nacionales Hispanoamérica entrevista Pedro Varela
O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição. Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos.
Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
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