«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
28.7.14
A Lista parcial dos navios negreiros do tráfico de escravos e os seus proprietários
A Lista parcial dos navios negreiros do tráfico de escravos e os seus proprietários e tal como vasta documentação respeitante à História do Comércio de Escravos da América, encontram-se no Instituto Carnegie de Tecnologia de Pittsburg, Pensilvânia.
22.7.14
Ódio racial judeu
"Mordechai Kedar, um professor de Literatura Árabe na Universidade de Bar-Ilan e antigo membro dos serviços secretos israelitas, invocou o seu conhecimento da mentalidade palestiniana para recomendar, num programa de rádio, a violação de mulheres palestinianas como forma de fazer pensar duas vezes os seus familiares que se sintam tentados a cometer atentados suicidas. O próprio entrevistador distanciou-se imediatamente do que acabava de ouvir.
As palavras exactas de Mordechai Kedar, citadas no site do Alternative Information Center (AIC), de Jerusalém, são as seguintes: "A única coisa que pode deter um bombista suicida é saber que, em caso de captura [de quem? - a tradução inglesa não é clara], a sua irmã ou a sua mãe serão violadas".
Fonte: RTP
20.4.13
28.6.11
Pensamentos de Alexis Carrel
“A criação dum escol é de capital importância. Nenhum dos homens modernos possui bastante inteligência e coragem para enfrentar os grandes problemas da civilização. (…) A sociedade precisa de super-homens, uma vez que não é capaz de se dirigir, e uma vez que a civilização do Ocidente foi abalada até aos seus alicerces.” Editora Educação Nacional, 1959.
Tal organismo dedicar-se-á ao serviço dos indivíduos pertencentes às raças que geraram a civilização do Ocidente, da qual fazem parte. O seu centro será na Europa.”
Idem, idem, págs. 20/21.
1.2.11
31.12.10
Isto não é racismo, oh SOS racismo?
Manifesto contra relações entre judias e árabes
Um grupo de 27 mulheres, esposas de rabis israelitas, lançou um apelo para que as mulheres judias não se envolvam sentimentalmente com árabes.
Uma carta distribuída pela organização Lehava insta as mulheres judias para que "não se relacionem com árabes, não trabalhem em locais onde árabes também o façam e não se voluntariem para o serviço militar com eles".
As signatárias afirmam que os árabes utilizam por vezes nomes hebraicos e sabem "ser educados" mas avisam: "Assim que vos têem ao seu alcance, nas suas aldeias, sob controlo completo, tudo se torna diferente: as vossas vidas nunca mais serão as mesmas e a atenção que procuram será substituída por insultos, abusos físicos e humilhações".
"Os vossos avós nunca sonharam que um dos seus descendentes, apenas por um acto, venha a obliterar gerações futuras do povo judeu", conclui o manifesto.O manifesto é a última de uma série de várias iniciativas governamentais, religiosas e civis em Israel no sentido de evitar relações sentimentais "mistas".
28.12.10
21.12.10
A miscenização segundo Jack London
25 de Janeiro de 1916
Caro Spiro:
Respondo à tua carta de 24 de Dezembro de 1915. Em primeiro lugar, dizes que a minha principal proposta racial em The Mutiny of the Elsinore não te parece muito clara. Depois, queres que ta exponha em todos os pormenores.
Ninguém pede a outra pessoa que se curve perante esse alguém. As pessoas ou se curvam, ou não se curvam. Ou se sentem nessa disposição, ou então ninguém as pode forçar
Deus detesta os rafeiros. Na Natureza, não há lugar para os mestiços. Os de mais puro sangue, quando se cruzam com outros, produzem rafeiros. Se se cruzar um garanhão Shire com uma égua comum, obtém-se um cavalo cruzado. Cruze-se um espécime puro de galgo com um espécime puro de bulldog, e obtém-se um animal híbrido. Aparentemente, quanto maior for a pureza das estirpes originais, mais se acentua a hibridização que se verifica quando essas estirpes são cruzadas com outras.
Consulta toda a história da humanidade em todas as eras e verificarás que o mundo sempre pertenceu à estirpe pura e nunca aos mestiços. Desafio-te a fazê-lo. Lê a tua história da raça humana. Lembra-te, a natureza não permite que os híbridos sobrevivam… ou, melhor dizendo, a natureza não permite que os híbridos consigam subsistir.
Não vale a pena falares-me dos gregos. Não há gregos nenhuns. Tu não és grego. Os gregos morreram há dois mil anos, quando se misturaram com outros. Só porque há muita gente a falar grego, isso não quer dizer que sejam gregos puros. Só porque há muita gente a falar italiano, isso não quer dizer que sejam romanos. Os gregos foram fortes enquanto não se misturaram. Gozavam de poder, tinham obra feita, cultura, espírito criativo e individualidade, quando se miscegeneram procriando com a escumalha das raças conquistadas, apagaram-se e desde então limitaram-se a desempenhar um papel desprezível na história do mundo. Isto é verdade também para os romanos; é verdade para os lombardos; é verdade para os fenícios; é verdade para os caldeus; é verdade para os egípcios; não é verdade para os ciganos, que se mantiveram puros. Não é verdade para os chineses, não é verdade para os japoneses, não é verdade para os alemães, não é verdade para os anglo-saxões. Não é verdade para os iaquis do México. É verdade para os quinze milhões de mestiços do México; é verdade para os mestiços que habitam a maior parte das Índias Ocidentais, que habitam a América do Sul e Central do Cabo Horn ao Rio Grande. É verdade para os hindus mestiçados.
Lê a tua história. Está tudo nas prateleiras. E vê se me encontras um caso em que possas cruzar um galgo com um bulldog e obter algo que não seja híbrido. Lê a tua história. Descobrirás nas prateleiras. E encontra-me uma raça que tenha conservado o poder da sua civilização, cultura e criatividade depois de se mestiçar. Lê a tua história e tenta descobrir qualquer vestígio de uma raça romana pura, de uma raça grega pura, de uma raça hindu pura."
Cartas de Jack London, Antígona Editora , 2001, págs. 364/367.
29.10.10
Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV
«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da Banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a Igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o Comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o Comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o Racismo...
O Racismo, na concepção nacional-socialista, é a defesa da Alemanha contra o Judaísmo - não contra o Judaísmo como religião, mas contra o Judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O Catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o Catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o Judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um Judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um Judeu - Rathenau; e num Socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, em seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.




