«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome.
Descer as pontes da fortaleza - jamais!»
Alfredo Pimenta,
in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
2.10.07
As desventuras fascistas do Dr. Júdice
Diz o meu amigo e camarada Walter Ventura - no postal anterior - que o Rodrigo Emílio tinha acertado ao dizer que o Dr. Júdice (Zé Miguel para os amigos e camaradas) "jamais poria os pés no nosso antro". Julgo que o Rodrigo quereria referir-se ao MAP pois o Dr. Júdice - defensor de Aristides de Sousa Mendes no concurso "Grandes Portugueses" - teve um devaneio militante e diletante pela Cooperativa Cidadela coimbrã onde faria editar, em 1972, na "Colecção Antologias Cidadela" - sob a sábia e sabedora direcção de Goulart Nogueira - este livro, de 268 páginas, sobre os pensamentos de José António Primo de Rivera e que lhe valeu uma estadia "reeducacional" de um mês em Caxias. Felizmente, dirá o ex-bastonário da Ordem dos Advogados e militante laranjinha do PSD, pois entrou fascista e saiu democrata. É um verdadeiro case study para a reabilitação prisional portuguesa. Um sucesso único e ímpar! Há, também, a não esquecer a polémica que teve com Rodrigo Emílio na revista "Política" sobre a "Proto-História da Guerra de Espanha", em finais de 1973 e inícios de 1974, onde levou uma grande, paciente e apostolada ensaboadela doutrinária do Rodrigo Emílio.
1 comentário:
Anónimo
disse...
Reparem bem com quem o Júdice se associou no seu luxuoso gabinete de advocacia e compreenderão o porquê da defesa do vendedor de vistos.
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Reparem bem com quem o Júdice se associou no seu luxuoso gabinete de advocacia e compreenderão o porquê da defesa do vendedor de vistos.
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