5.10.12

Traidores!

O povo português viu hoje na televisão o rosto de alguns traidores que estão reféns do seu pânico pelo que lhes possa acontecer.
As comemorações republicano-maçónicas decorreram este ano sob as ordens maçónicas da protecção, do medo, do pânico em vez de serem públicas e abertas a toda a gente. Nada disso, refugiaram-se, esconderam-se e ainda não satisfeitos vingaram-se no último feriado do dia traidor de 5 de Outubro de 1910 ao hastearem a Bandeira Nacional -  parida pelos republicano-democráticos desse decénio - ao contrário.
Bando de canalhas, de traidores, de democratas!!!

Conferência a não perder amanhã.


19.9.12

Um general de generalidades



Li com enorme surpresa as declarações do agora General Almeida Bruno, próprias de um louco que vive num manicómio em auto-gestão como é o caso do nosso País.
A primeira vez que ouvi falar de João de Almeida Bruno, era ele tenente-coronel de Cavalaria, foi um dos signatários da entrega da Província Ultramarina de Cabo-Verde ao PAIGC, foi na altura membro do Conselho de Estado e um fiel do traidor spinolêndeo Spínola.
Resumindo e concluindo: este senhor general foi traidor à Pátria conforme o Art. 141.º do Código Penal então em vigor, além de ter sido um abrileiro que esteve na preparação do abrilesco dia 25.

Alguém acredita que as Forças Armadas farão alguma coisa pela Pátria e com isso perderem as altas regalias e prebendas que receberam depois da peca e ignóbil data?
Aquilo que fizeram sempre durante o século XX foram pronunciamentos militares. Ou seja, saíram à rua, discutiam com o seu “inimigo” a situação político-militar e faziam a contagem das armas. Ou seja, quando alguém apresentasse vantagem a nível de material, armas e balas, saía vitorioso e com isso a nova revolução. Foi o que fizeram no 25 de Abril, 11 de Março e 25 de Novembro!
Agora a andar a dar tiros, isso é perigoso porque pode-se morrer, ficar ferido é uma chatice, perde-se a carreira militar, coloca-se em risco a mulher e os filhos e… a Pátria que se lixe!
Mesmo na sua condição de funcionários públicos após a última Lei de Reorganização das Forças Armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!

6.9.12

A carta olímpica e a extrema-direita.

O meu amigo e camarada Bruno Oliveira Santos achou por bem vir dar à estaca sobre esta lenda.
Fê-lo
aqui e no jornal O Diabo.

2.9.12

Exposição sobre o Modernismo Português

Uma exposição a não perder no Museu do Chiado, na Rua Serpa Pinto, em Lisboa, até ao próximo mês de Outubro!
Com Almada Negreiros, Francisco Franco, Leopoldo de Almeida, Eduardo Viana, António Soares, Mário Eloy e outras grandes figuras do Modernismo Português!

29.8.12

Loja de bom gosto


«Indiano irrita judeus com loja de roupa ‘Hitler’
A comunidade judaica da cidade indiana de Ahmedabad não gostou do nome dado a uma loja de roupa, que se chama ‘Hitler’, divulgou o site Gawker na terça-feira, citando a edição electrónica do 'The Times of India'.
"Como é que alguém pode homenagear alguém como Hitler, que é conhecido por ter morto milhões de cidadãos indefesos?", disse um membro da organização Friends of Israel, Nikitin Contractor.
Rajesh Shah, co-proprietário da loja, que abriu recentemente no bairro de Vastrapur, disse que foi apanhado de surpresa pelas reacções, pois não houve reclamações quando a faixa a anunciar "Hitler abre em breve" foi colocada, ficando exposta durante mais de um mês.
Relativamente ao nome da loja, Rajesh explicou que o avô do seu sócio era apelidado de Hitler por ser uma pessoa rigorosa.
"Até solicitarmos permissão para dar este nome à marca só tinha ouvido dizer que Hitler era um homem rigoroso. Só recentemente é que lemos mais sobre ele na internet", explicou.
Contudo, um cliente judeu alega que Rajesh e o sócio sabem perfeitamente quem foi o líder do regime nazi e o que fez, acusando-os de estarem a explorar a sua notoriedade para lucrar.
Aliás, a letra "i" vem acompanhada de uma suástica, símbolo do regime que levou a Alemanha a dar início à II Guerra Mundial.
Rajesh disse que está disposto a mudar o nome da loja, mas só se for compensado pelo dinheiro que já gastaram a registar o nome, a fazer o letreiro e a imprimir material promocional.»

28.8.12