«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
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22.4.13
21.9.10
Diário de Notícias: cadáveres no armário um Brueghel anti-semita

«"Vae victis!" A expressão que Tito Lívio colou aos lábios do lendário chefe gaulês Breno mantém o seu sentido inalterado apesar da passagem dos séculos. "Ai dos vencidos!" E os artistas que colaboram com as ditaduras arriscam-se a ser apagados para sempre.
Uma das mais recentes vítimas da sua ideologia foi o desenhador belga Willy Vandersteen (1913-1990), criador de uma vasta obra quase desconhecida em Portugal, mas a quem Hergé chamou o Brueghel da Banda Desenhada. Os filhos descobriram agora que era ele o autor dos desenhos anti-semitas publicados, durante a II Guerra Mundial, sob o pseudónimo de Kaproen. A obra irá ser editada, no próximo ano, pela Standaard Uitgeverij e, graficamente, pelo que se conhece, talvez seja curiosa.»
Uma das mais recentes vítimas da sua ideologia foi o desenhador belga Willy Vandersteen (1913-1990), criador de uma vasta obra quase desconhecida em Portugal, mas a quem Hergé chamou o Brueghel da Banda Desenhada. Os filhos descobriram agora que era ele o autor dos desenhos anti-semitas publicados, durante a II Guerra Mundial, sob o pseudónimo de Kaproen. A obra irá ser editada, no próximo ano, pela Standaard Uitgeverij e, graficamente, pelo que se conhece, talvez seja curiosa.»
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