28.3.07

Celebrar a Obra de Rodrigo Emílio




























Neste dia 28 de Março, três anos que são passados da morte do Amigo, Camarada e Mestre Rodrigo Emílio celebro, aqui e agora, toda a sua obra editada.
A sua presença é permanecente e permanente. Graças, também, à sua obra!
Com o Rodrigo aqui vamos cara al sol e de braço ao alto!

27.3.07

Já fumega...

O Dragão promete lançar trezentas e dezasseis labaredas.
Passem pelo
Dragoscópio e verão que vamos ter uma Páscoa/Pesah... quentinha.
Não se excitem! Não tem nada a ver com fornos pois o Dragão não usa gás!

No Nova Frente

O BOS no seu melhor:A crise dos 41;Misericórdia;Abc do jornalismo à Pravda;Vencidos & vesgos.

No Manlius: a nossa desgraça (se ganhar...)

É um lugar comum dizer que uma imagem vale mais que mil palavras.
Pois o Manlius prefere não uma mas
quatro imagens. Palavras para quê?
Sarkozy será o próximo presidente da França e as fotos são a prova disso mesmo. Voilà!

N`A Voz Portalegrense: A força de um lóbi.

A força de um lóbi.
Para ler, pensar e meditar.

No Combustões

Leitura obrigatória:
a ressaca eleitoral
barriga de queijo da Serra tipo-amanteigado falante

N`O Diabo: Que “ganda” injustiça! por Walter Ventura

Que “ganda” injustiça!

Estava eu muito quentinho aqui sentado ao computador quando voz amiga me diz, via telefónica, que Salazar acabara de sair vencedor nesse concurso pacóvio e retorcido que se metera a averiguar qual o maior de todos os portugueses.
Eu cá, já aqui o disse, não votara no concursinho de D. Maria Elisa que, apesar de ter Contente no apelido, deve estar tristíssima – e se calhar, a braços com um sarilho nutrido por se ter metido em cavalarias que não conseguiu controlar a contento, passe o pleonasmo. Bem. Não votei mas foi como se votasse. Fiz batota. Ciente da aleivosia que a nossa TV andava a congeminar, deixei que outrém utilizasse o meu telefone para dar mais um votozinho a Oliveira Salazar. Acho que não foi lá muito decente mas, que querem? A corrupção chama mais corrupção e eu também tenho os meus podres.
De qualquer das formas, o resultado do concurso, apesar da forma como foi manipulado, não me tirou o sono. Qualquer que fosse o resultado, a insónia não me bateria à porta e, quando estou com pouca vontade de dormir, tenho até receita infalível: sento-me frente à televisão, de preferência ante um desses canais por cabo que passam pepineiras em sessão contínua como os “piolhos” de outrora e é trigo limpo – ao fim de cinco minutos ferro a galhada com galhardia. Bem sei que acordo todo torcido e com o espinhaço feito num oito mas a verdade é que durmo como um justo. E o espinhaço torcido, como vocências bem sabem, é coisa a que estes alegres trinta últimos anos já nos habituaram – a isso e aos sapos que devem engolir-se inteiros.
Na verdade, o que este resultado conseguiu foi espantar-me. Por um lado, contava com a mobilização maciça das gentes dessa admirável e elegantérrima senhora que dá pelo nome de D. Odete Santos. Malta que eu acreditava tanto mais mobilizável quanto maior o perigo de vencer esse tenebroso homem de Santa Comba que, como se sabe, cometeu todos os pecados mortais de que há memória. Depois, pensei cá com os meus botões, a maralha catita que votara nos noventa excluídos, na “final”, tratariam de votar útil para impedir o desastre. Dos que haviam votado Salazar na “primeira volta”, acreditei haver alguns arrependidos e outros já cansados com o esforço medonho. Depois, a retirada da possibilidade de votar via internet – não vislumbro outra razão para terem acabado com ela – afastaria um lote nada despiciendo de emigrantes para os quais a votação telefónica ficaria demasiado cara. Finalmente, como se sabe, a “defesa” coubera a um cidadão que, como teve o cuidado de lembrar, nunca foi salazarista. Pior ainda, apesar de não ter cometido erros de maior, o homem é um tanto monocórdico e a atirar para o chato e o povo, embora sereno, gosta de folclore.
A somar a tudo isto, é sabido, salvo em cabecinhas como a de D. Odete Santos e quiçá a do afamado historiador Rosas e apaniguados, não há por aí nenhum movimento de “estrema direita” – excepção feita (segundo leio na “press” local), a esse grupo em vias de desagregação que dá (ainda), pelo nome de CDS, PP ou lá o que é e aqueloutro, que quase nem chega a ser grupo, encabeçado pelo admirável senhor Manuel Monteiro. Ora, um e outro poderão ter muitos defeitos mas culpados de salazarismo, mesmo que moderado, é que eles não são. Assim, como o nosso primeiro poderá testemunhar – se é que já tem na algibeira todas as polícias e demais serviços de informação, de espiões e de bufos sortidos – não há em Portugal nenhum movimento que se aproxime das doutrinas salazaristas que os derrotados desta noite desconhecem (as doutrinas, claro), e que a maioria dos votantes também. Votos, portanto, só de gente anónima e desgarrada.
Como se chegou, então, a tão incomensurável desastre?
Pois não sei.
Mas, conforme tenho lido em jornais “de referência”, em doutos estudos assinados por cabeças do melhor que por aí há, a coisa explica-se por o bom povo andar ressabiado com a pouca vergonha que já vai muito além do adro, porque não acredita nestes políticos e porque, se não tem ainda fome, já lhe começa a faltar o pouco de manteiga que lhe lubrifique a côdea amarga.
Verdade, verdadinha, que se olharmos à volta, a tese tem pernas para andar. Isso e a certeza da probidade do velho estadista que nunca se deixou tentar, como agora tanto se vê a cada virar de esquina.

«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente. Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre. Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano».
Assim disse António de Oliveira Salazar, num discurso proferido no Porto, em 1949.
E toda a gente, por mais que as televisões tentem retorcer os factos (e como, à margem do concurso, a televisão andou, durante as últimas semanas, cheia de Salazar e de Estado Novo, visto segundo a cartilha oficial do momento, na tentativa soez de conseguir resultado mais jeitoso), sabem que esta é a verdade.
Triste – e essa uma das razões por que me recusei entrar neste carnaval – é ver Salazar quase ao lado de Cunhal. O Homem que defendeu Portugal no seu todo, na continuidade da sua História, a dividir votos com essa figura patética que queria não só retalhá-lo como entregar, aos seus senhores cada parcela sagrada da Pátria. E imagino o que se terá dito sem corar, nesta noite tão aziaga, por parte daqueles que saudando a História, a Epopeia e sei lá mais o quê, achavam que Salazar deveria perder para os tartufos que sempre se bateram contra a Nação e a sua História mas que, da boca para fora, consideram coisa muitíssimo importante.
Walter Ventura
In O Diabo, n.º 1577, pág. 18, 27.03.2007

GP 41%: relação dos artigos na imprensa

Eis a relação dos artigos publicados na imprensa. É só rir!!!
Correio da Manhã:
65.290 votam em Salazar
Salazar é o Grande Português
Diário Digital:
Salazar vence «Grandes Portugueses» na RTP1
BE exige explicações à RTP por «farsa» que «entronizou» Salazar
Diário de Notícias:
Comunistas e bloquistas revoltados com a RTP
O ano zero do neo-salazarismo
Salazar e a Eur Ota
Salazar, mito e saudade
António Barreto e António Salazar
Salazar e Lúcia reunidos na RTP
O passado revisitado
Cortem-lhe a cabeça
Jornal de Notícias:
Espectadores da RTP elegem ditador Salazar o maior português de sempre
Um pequeno sinal de protesto político
Portugal Diário:
Salazar, o bom ou o mau?
«É assim que as ditaduras surgem»
«Há indícios de que alguma coisa está para mudar»
Salazar é mesmo o melhor?
Salazar é o «Grande Português»

26.3.07

GP 41%


Eis a relação dos comentários - dos nazis/fascistas/salazaristas/xenófobos/racistas que votaram em Salazar - a respeito da vitória estrondosa de Salazar e do espectáculo hilariante que foi o último Grandes Portugueses.
Uma noite em que já não me ria tanto à custa desta gentinha ridícula. Obrigado, malta.
Alma Pátria

Post-Scriptum: Tudo somado, dá o resultado de 41%! São 65 290 votos do total de menos de 160 mil votantes.

Grandes Portugueses: dúvidas

Será que a D. Odete vai apresentar um requerimento no Tribunal Constitucional e pedir que o concurso seja declarado nulo porque "a apologia do fascismo é proibida pela Constituição"?
Querem ver que a D. Elisa vai parar a tribunal acusada de defender e propagandear o fascismo e nós seremos arrolados como testemunhas de defesa?
Aguardam-se os próximos desenvolvimentos... democráticos.

Toma lá que é democrático: 41%

Contra todas as tentativas de manipulação, contra as sondagens de última hora e contra o seu próprio "defensor", Jaime Nogueira Pinto, o resultado foi de 41%!

Salazar visto por Jaime Nogueira Pinto

QUE NUNCA TENHAMOS DE O CHORAR

Nunca fui um salazarista, pelo menos na acepção corrente do termo. Cumpre explicar porquê, pois adivinho laivos de escândalo nalguns, e acrescentar, que talvez venha um dia a sê-lo. Não posso dizer que fui salazarista na medida em que não fui, nem sou incondicional de ninguém. Só da minha Fé e das minhas Ideias. De Deus e dos Valores. E se é bom guardar a lucidez e o espírito crítico perante os grandes deste mundo, tenho uma certa pena por não ter sentido aquela devoção cega a um Chefe, a dádiva sem limites, a gloriosa loucura da abdicação de nós, que faz as grandes fidelidades, os grandes e silenciosos sacrifícios.
Posto isto, traçadas que são as fronteiras e situações, não tenho dúvidas em falar dum Homem que vi pela primeira vez no dia da sua morte e a quem então beijei as mãos; e falar, dizendo um pouco do muito de que deveria ser dito, sem pretender fazer análises, mas apenas, com humildade e respeito, dar testemunho.
Salazar é para mim e para os da minha geração (os que pensamos, cremos e queremos por igual medida) nascidos depois da Segunda Guerra, formados nos anos sessenta quando a Europa e o Ocidente, se arrependeram e culparam do melhor que foram, o Homem das apostas contra a Decadência, da Vontade inflexível perante os factos, ao serviço constante da Verdade. É Vida. Exemplo. Raiz. Deus, as Pátrias, os outros homens assim: que vivam para os seu ministério, a privarem-se das coisas que para o comum (e não só) importam: um Lar, uma Família, Filhos, bens palpáveis, pequenas ou grandes não interessa, mas de sua pertença exclusiva, afectos certos, que são nossos, se fazem e se perpetuam, que são esperança, e depois razão, e depois vínculo, e continuidade, só nossos, por um certo tempo e num certo espaço. Ele a tudo isto renunciou. Confundindo-se num dado instante com sua Missão e Serviço, com o Poder e o Estado, renunciou a tudo, ganhando tudo. Escolheu, como grande que era, senhor de sua vida e de seu Futuro. E as opções são difíceis, não pelo que se segue, mas pelo que se deixa para trás...
Há tanto de singular neste Homem: a coerência, a fidelidade, a si e suas ideias, o sentido da hierarquia e da permanência, o modo sóbrio, o querer inquebrantável. Na Grécia seria talvez um Sábio, em Roma um cidadão dos que geriam a República até ao fim dos dias, se abriam as veias perante a iniquidade do Príncipe; na Idade Média a meditar sobre a História de Deus ou, chanceler zeloso do Bem Comum, a exorcizar maus sacerdotes. Um grande na Renascença, obscuro em Setecentos; e não o vejo senão no seu Vale de Lobos no «estúpido século XIX».
Mas a Providência deu-o a nós, em nosso Tempo. Penso, com Huxley, que as coisas mais importantes são a Graça e a Predestinação. E aí conta para mim (e hoje para quase todos...) o Salazar de Abril de 61, o Salazar da Resistência, o Salazar imperturbável perante a imensidade dos obstáculos e dos trabalhos. Lembro-me, da noite em que em breves palavras nos explicou porque íamos fazer a guerra, porque íamos para um tempo de sangue e lágrimas: Angola.
E Angola para além da tragédia concreta era um símbolo do que de maior tem o País e a gente. Era o Bojador, as Tormentas, a Índia, a História, o Sangue, o Império, o Futuro. Angola era um desafio, uma encruzilhada. Chegava o nosso tempo. Éramos postos à prova. Éramos livres de partir ou ficar. De perder ou sair vitoriosos. Ele não hesitava. Era um Homem de Deus que pode significar ser um Homem de Estado, na mais nobre e grande acepção. Falou o que era preciso e como era preciso. Sem dramatizar nem minimizar. Foi, como diria o Pessoa, o Homem-Média, a soma de nós todos e dos melhores. Alma da Raça. Intérprete e íamos ficar criados.
A grandeza daquele velho, que sabia pôr em pé um Povo, que sabia tocar clarim, que sabia traduzir as Razões por que os outros podem e devem morrer. E eu, que tinha quinze anos e admirava os condottieris que arriscavam fisicamente a pele, os grandes chefes de guerra e aventura que morrem jovens e em combate e são enterrados à luz de archotes, compreendi que se pode ser Herói aos setenta anos, num gabinete de trabalho, em silêncio, entre papéis e livros, ensinando a boa administração, a viver habitualmente.
E talvez devo-o a Salazar. Como lhe devo o reforço da convicção que sempre tive de ser a Verdade uma categoria independente do tempo, do lugar, dos números, dos votos, das opiniões, das penas, dos riscos, da morte! E ter preservado esta terra, mantendo-a grande e partida pelo mundo.
E este orgulho em ser Português, em pertencer aos únicos que desafiaram e venceram a ofensiva dos ventos da História, e uma herança que temos oportunidade de conservar e dar aos nossos filhos, uma Nação plena de espaços e aventura, onde a vida ainda não é contabilizada e planificada à maneira dum corpo sem vontade ou alma.
Era um grande senhor, duma estirpe que vai sendo rara. Tinha a consciência da Razão de Estado, do Poder como coisa rara, que vem de Deus e só a Ele, a cada instante, e na hora última se deve dar contas. Que não pode ser profanado, nem malbaratado, nem estar à mercê da rua, dos grupos de interesses, dos fluxos da opinião. Sabia que governar não era agradar mas servir. Não descia ao povo, não o adulava (nem aos poderosos, aliás...) não o cultivava. Mas o Povo compreendia-o, guardava-lhe respeito e amor, e, mais, para o fim, uma grande ternura; não o culpava dos males e erros que em seu tempo, como em todos houve, e que foram graves. Porque todo o humano tem limites, até o génio.
Salazar morreu numa manhã de Verão, dum dia de sol que foi belo e ele já quase não viu. A essa hora em Angola, em Moçambique, na Guiné, os Portugueses batiam-se pelo que ele se bateu e mostrou ser mais importante que a vida de cada um. No décimo ano da Defesa, tínhamos vencido, graças à sua Acção, o pior inimigo: a Dúvida.
Creio que, como nos ensinou tão bem, não devemos chorá-lo. Eu sou contra os elogios fúnebres e tal, por paradoxo que pareça, é uma das razões porque escrevo sobre Salazar.
Ele vive agora entre nós, em sua Obra. Ele vive em suas Palavras e seus Actos, que aqui estão e hão-de ficar, se formos dignos deles e os soubermos preservar.
Só devemos chorar os mortos se os não merecermos. Só devemos chorar Salazar, se por nosso desânimo, medo, fraqueza, inércia, por nossa culpa, Portugal for mais pequeno que o que nos legou; se o erro, a mentira, o oportunismo, a decadência, a abdicação triunfarem; se a integridade da soberania for atingida e, se a Nação perecer, então sim, devemos chorar o Homem, porque lhe desbaratámos a Obra, e viveu e morreu em vão.
Mas tal não há-de suceder. Agora que ele se foi definitivamente, o Futuro de todos pertence mais a cada um. Tomemos pois em nossas mãos o que ficou, o que é bom e merece amor. E vamos amar mais e querer com mais força o que está por fazer. E vamos continuá-lo. E merecê-lo. Para que nunca tenhamos de o chorar.

Jaime Nogueira Pinto
In Política, n.º 14/15, 15/30.07.1971, pág. 3.
In "Para um retrato de Salazar – Breve In Memoriam", Lisboa, Festa do Natal de Cristo, 1971, págs., 59 a 64.

24.3.07

Florentine Rost Van Tonningen: Presente!


A única referência numa publicação portuguesa deve-se à revista Justiça & Liberdade, n.º 4, 1998, onde foi publicada uma entrevista a esta extraordinária Senhora nacional-socialista e holandesa, falecida hoje.
Vêmo-la junto da campa de seu irmão - num cemitério alemão de guerra, situado em Ysselsteyn, no sudoeste da Holanda -, o primeiro holandês a oferecer-se como voluntário para as SS.

23.3.07

No Horizonte: o diário secreto do Eng.º

O Horizonte revela em primeira mão - uma grande surpresa - o diário secreto do Engenheiro, onde este põe a nu os seus mais secretos, íntimos e fundos pensamentos e reflexões bem como a influência de Salazar no seu pensamento e na acção.
Uma peça notável!

No Nova Frente: Maria Elisa anti-fascista

O BOS dá azo ao seu último grande trabalho de investigação jornalística e histórica.
Maria Elisa na Costa da Caparica assume a posição (de)missionária anti-colonialista.
Vale(u) bem a pena. Oh, se vale(u)!
Elisa-ué, Elisa-uá!

Reis Torgal contra a vitória de Salazar no Grandes Portugueses

O Público, na sua edição online de hoje, faz referência a um artigo do historiador Reis Torgal, o mesmo que anda a tentar convencer a Câmara Municipal de Santa Comba Dão de desistir rapidamente e em força do Museu Salazar.
Nesse artigo publicado no Diário de Coimbra, Reis Torgal faz uma profissão de fé anti-salazarista e democrática, coisas de um investigador do calibre do dr. Torgal.
Leiam porque é de rir.

21.3.07

A/C: todos os antifascistas


O Diário de Notícias publica hoje um texto intitulado "Salazar foi um bom homem que olhou por nós".
Alerto todos os antifascistas que é imperioso evitar a vitória de Salazar no concurso "Os grandes portugueses", o tal que era para ser de mero entretimento e que provocou muita insónia, dores de cabeça, mal-estar, desespero, ataques de democratite e demais efeitos secundários, todos de cariz nervoso.
Entretanto, sugiro que o jornal, o editor e o autor do artigo sejam condenados ao abrigo da lei-antifascista.

No Nova Frente: Óbidos de mercador

Como não podia deixar de ser o BOS não fez óbidos de mercador e ouviu o pedido do Pedro Guedes.
Como bónus, temos uma balada.

Manlius: recordando François Duprat

No Manlius: recordando François Duprat.