«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
28.4.10
Mussolini visto por Winston Churchill em 1927
“O génio romano, personificado por Benito Mussolini, o maior legislador vivo, mostrou a diversas nações que se pode resistir ao comunismo; traçou o caminho que uma nação pode seguir quando é dirigida com coragem. Com o regime fascista, Mussolini estabeleceu uma orientação central que os países empenhados na luta contra o comunismo não deveriam já hesitar em tomar como exemplo. Se fosse italiano, tenho a certeza de que teria apoiado Mussolini do princípio ao fim. É uma palermice pensar que o regime italiano não assenta numa base popular ou que não se mantém no poder com o consentimento activo da grande maioria da população italiana. Fiquei fascinado, como muitos outros, pelo comportamento muito simples de Mussolini, pela calma e a serenidade que mantém apesar de tantas responsabilidades e tantos perigos. É evidente que não pensa senão no bem-estar duradouro do povo italiano, tal como o concebe, e não atribui a mínima importância a considerações de menor peso. Está a fazer do seu país uma potência aceite e respeitada no mundo. A Itália redescobre a grandeza imperial do passado.”Declaração à imprensa, em Janeiro de 1927,
por Winston Churchill, ministro das Finanças britânico.
In Dominique Venner, O Século de 1914 – Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX, Civilização Editora, 2009, pág. 217.
Nota: Curioso é Mussolini ter sido assassinado por dois agentes secretos do MI6 a 28 de Maio de 1945, às ordens de Churchill como o prova Giorgio Pisanò no livro "Gli ultimi cinque secondi di Mussolini".
Mussolini: 65.º aniversário do seu assassinato.
29.07.1883 - 28.04.1945
Sobre o Duce: Il Duce.Net, Il Ventennio Fascista, Storia del Fascismo e Ferlandia Predappio.
27.4.10
26.4.10
Para ler, pensar e actuar
Já leram e ouviram?
Os comentários do Prof. António José de Brito aos livros Império, Nação e Revolução e Folhas Ultras?A entrevista de Riccardo Marchi à Antena 1?
25.4.10
25 de Abril de 1974 por Joaquim Paço d`Arcos
25 de Abril de 1974
Duzentos capitães! Não os das caravelas
Não os heróis das descobertas e conquistas,
A Cruz de Cristo erguida sobre as velas
Como um altar
Que os nossos marinheiros levavam pelo mar
À terra inteira (Ó esfera armilar. Que fazes tu hoje nessa bandeira?)
Ó marujos do sonho e da aventura,
Ó soldadesca nossa antiga glória,
Por vós o Tejo chora,
Por vós põe luto a nossa História!
Duzentos capitães! Não os de outrora...
Duzentos capitães destes de agora, (pobres inconscientes)
Levando hilares, ufanos e contentes
A Pátria à sepultura,
Sem sequer se mostrarem compungidos
Como é dever de soldados vencidos.
Soldados que sem serem batidos
Abandonaram terras, armas, bandeiras.
Populações inteiras
Pretos, brancos, mestiços (Milagre português da nossa raça)
Ao extermínio feroz da populaça.
Ó capitães traidores dum grande ideal
Que tendo herdado Portugal
Longínquo e ilimitado como o mar
Cuja bandeira, a tremular,
Assinalava o infinito português
Sob a imensidade do céu
Legais a vossos filhos um Portugal pigmeu.
Um Portugal em miniatura,
Um Portugal de escravos
Enterrado num caixão d’ apodrecidos cravos!
Ó tristes capitães ufanos da derrota,
Ó herdeiros anões de Aljubarrota,
Para vossa vergonha e maldição
Vossos filhos mais tarde ocultarão
Os vossos apelidos d’ignomínia...,
Ó bastardos duma raça de heróis,
Para vossa punição
Vossos filhos morrerão
Espanhóis!
10 de Junho de 1975 (antigamente Dia da Raça)
Joaquim Paço D’ Arcos
Duzentos capitães! Não os das caravelas
Não os heróis das descobertas e conquistas,
A Cruz de Cristo erguida sobre as velas
Como um altar
Que os nossos marinheiros levavam pelo mar
À terra inteira (Ó esfera armilar. Que fazes tu hoje nessa bandeira?)
Ó marujos do sonho e da aventura,
Ó soldadesca nossa antiga glória,
Por vós o Tejo chora,
Por vós põe luto a nossa História!
Duzentos capitães! Não os de outrora...
Duzentos capitães destes de agora, (pobres inconscientes)
Levando hilares, ufanos e contentes
A Pátria à sepultura,
Sem sequer se mostrarem compungidos
Como é dever de soldados vencidos.
Soldados que sem serem batidos
Abandonaram terras, armas, bandeiras.
Populações inteiras
Pretos, brancos, mestiços (Milagre português da nossa raça)
Ao extermínio feroz da populaça.
Ó capitães traidores dum grande ideal
Que tendo herdado Portugal
Longínquo e ilimitado como o mar
Cuja bandeira, a tremular,
Assinalava o infinito português
Sob a imensidade do céu
Legais a vossos filhos um Portugal pigmeu.
Um Portugal em miniatura,
Um Portugal de escravos
Enterrado num caixão d’ apodrecidos cravos!
Ó tristes capitães ufanos da derrota,
Ó herdeiros anões de Aljubarrota,
Para vossa vergonha e maldição
Vossos filhos mais tarde ocultarão
Os vossos apelidos d’ignomínia...,
Ó bastardos duma raça de heróis,
Para vossa punição
Vossos filhos morrerão
Espanhóis!
10 de Junho de 1975 (antigamente Dia da Raça)
Joaquim Paço D’ Arcos
Dia da Traição
A 25 de Abril prometeram ao povo português três D: Democracia - Desenvolvimento - Descolonização.Hoje, garantem-nos: Déficit - Dívida - Desemprego.
Cambada de traidores e de mentirosos!
Como escreveu Rodrigo Emílio:
"25 de Abril, peca data
Em que só traidores agem
E cobardes sem contagem
E uma data de acéfalos cheios de lata..."
Sobre a peca data pode ler:
23.4.10
Agora, é o Eanes!
"Ramalho Eanes diz que 25 de Abril fracassou nas aspirações
Em entrevista à rádio Antena 1, emitida hoje, na íntegra, às 10h, Ramalho Eanes sustenta que a descolonização «não foi a melhor, muito longe disso».
«Foi a possível», frisa, acrescentando que «se fez o que se pôde» atendendo à «situação que se vivia no momento», em Portugal e no mundo.
Ramalho Eanes reconhece que, passados 36 anos, o 25 de Abril «não conseguiu responder às aspirações justas e fundadas e aos interesses legítimos da maioria dos portugueses», suscitando a «situação perversa» de que o poder, enquanto «instituição» democraticamente eleita, «não funciona, porque a sociedade não sabe fazê-la funcionar de maneira correcta»."
«Foi a possível», frisa, acrescentando que «se fez o que se pôde» atendendo à «situação que se vivia no momento», em Portugal e no mundo.
Ramalho Eanes reconhece que, passados 36 anos, o 25 de Abril «não conseguiu responder às aspirações justas e fundadas e aos interesses legítimos da maioria dos portugueses», suscitando a «situação perversa» de que o poder, enquanto «instituição» democraticamente eleita, «não funciona, porque a sociedade não sabe fazê-la funcionar de maneira correcta»."
22.4.10
21.4.10
Apresentação d`Antologia Poética de Rodrigo Emílio
Apresentação a cargo do Dr. José Valle de Figueiredo em Tondela, amanhã, dia 22, às 18H, na Biblioteca Municipal, integrada na Feira do Livro organizada pela Câmara Municipal de Tondela.Está de parabéns a Associação Cultural Areias do Tempo por mais esta iniciativa cultural cuja Antologia Poética inclui colaborações de António Manuel Couto Viana com uma brilhante Carta-Prefácio e a extraordinária Introdução de Bruno Oliveira Santos.
São 294 páginas de cultura lusíada pelo preço de 10€!
Os pedidos devem ser feitos para: areiasdotempo@gmail.com
Céline, sempre!
A propósito do último livro de Céline editado em França, Lettres, a Nouvelle Revue d`Histoire entrevistou François Gibault, biógrafo e presidente da Société d` Études Céliniennes. N.º de de páginas: 2029. PVP: 66,50 €.
Pode encomendar na Amazon.fr e na Priceminister.


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Ler, aprender, pensar e guardar
Da responsabilidade de Dominique Venner este magnífico n.º 47 da NRH. 20.4.10
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