«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
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16.6.15
30.1.15
A iniciativa par(a)lamentar do Retorno de judeus expulsos. O problema da reaquisição da nacionalidade portuguesa pelos judeus sefarditas.
Agora, só faltam as indemnizações!!!
A iniciativa do CDS/PP pela mão de José Ribeiro e Castro redundou como não poderia deixar de ser em êxito e em traição!
"Grupo Parlamentar do CDS-PP
PERGUNTAS (parlamentares)
[entrada: 10MAI10]
Assunto: Retorno de judeus expulsos. O problema da reaquisição da nacionalidade portuguesa pelos judeus sefarditas.
Destinatário: Ministro da Justiça e ao Ministro da Administração Interna
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República
Considerando que:
(a) Fui abordado por representantes da comunidade de judeus sefarditas, residentes no estrangeiro, que desejam poder recuperar a nacionalidade portuguesa que foi a de seus antepassados.
(b) Os judeus sefarditas foram expulsos de Portugal ou forçados ao exílio a partir das perseguições de finais do século XV, continuando a considerar-se e a referir-se a si mesmos como “judeus portugueses” ou “judeus da Nação portuguesa”.
(c) Presentemente, constituem um grupo pequeno, tendo alguns membros cidadania israelita, sendo que a maioria vive no Brasil na maior parte do tempo e correspondendo quase todos a indivíduos com educação de nível superior, em geral profissionais liberais e que, na maioria, falam mais do que o português.
(d) Há muitos judeus sefarditas que aspiram a recuperar a nacionalidade portuguesa, de que se encontram privados mercê da expulsão e/ou exílio forçado dos seus antepassados.
(e) A Espanha – que fez expulsões similares às ocorridas em Portugal – já adoptou legislação, desde 1982, que permite a naturalização dos judeus sefarditas de origem espanhola ao fim de dois anos de residência em Espanha, à semelhança da norma aplicável a um conjunto limitidado de origens específicas. E, em 2008, adoptou a possibilidade por “carta de natureza” e atribuiu a nacionalidade espanhola, independentemente de residência, a judeus sefarditas, mercê unicamente de um conjunto de indicadores objectivos (apelidos, idioma familiar) e competente certificação pelo rabino da comunidade.
(f) Os judeus sefarditas interessados em recuperar a nacionalidade portuguesa sublinham que outros países, como a Grécia, já adoptaram legislação de reaquisição de nacionalidade por judeus expulsos e seus descendentes e que a própria Alemanha o fez, face à tragédia mais recente.
(g) Portugal é dos poucos países, senão o único, que não dispõe de normas para reaquisição de nacionalidade pelos descendentes de judeus expulsos.
Assim, tendo presente as normas constitucionais e regimentais aplicáveis, O Deputado do CDS-PP, abaixo-assinado, vem por este meio requerer ao Ministro da Justiça e ao Ministro da Administração Interna, por intermédio de Vossa Excelência, nos termos e fundamentos que antecedem, a resposta às seguintes perguntas:
1. Tem conhecimento da situação e desta aspiração dos judeus sefarditas de origem portuguesa?
2. Considera que é possível atender a sua pretensão de reaquisição da nacionalidade portuguesa, no quadro da lei e da regulamentação vigentes? Por que modo?
3. Não havendo legislação vigente que possa satisfazer a aspiração dos judeus sefarditas de origem portuguesa, está aberto a que possa ser adoptada proximamente? Concorda nomeadamente com a adopção em Portugal de um regime de naturalização dos judeus sefarditas originários de Portugal simlar ao que já vigora na vizinha Espanha?
Palácio de São Bento, 10 de Maio de 2010
O deputado:
José Ribeiro e Castro."
17.4.14
22.4.13
18.4.13
Entrevista do historiador Keith Lowe.
Uma entrevista esclarecida e esclarecedor de Keith Lowe à revista Le Figaro Histoire n.º 7 (Março de 2013).
17.4.12
10.2.12
14.1.12
9.1.12
10.9.11
Em nome da (des)ordem democrática
Há dias Paulo Portas reforçava as ideias e as palavras de Passos Coelho segundo as quais não irão ser permitidas alterações da ordem pública por desordem e caos social que a fome e o desespero provocarão.
Ora, estes senhores prevêem que no futuro - e bem a curto prazo - rebentará o caos social devido ao esmagamento dos impostos que recaem nos mini-bolsos dos portugueses.
Já Sócrates - em 2009 - previu isso mesmo e preveniu o regime democrático - porque é o que está em causa e o Bloco Central (PS-PP-PSD) bem o sabe - com a nova Lei de reorganização das forças armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!
A Nova Ordem Mundial a isso obriga!
Ora, estes senhores prevêem que no futuro - e bem a curto prazo - rebentará o caos social devido ao esmagamento dos impostos que recaem nos mini-bolsos dos portugueses.
Já Sócrates - em 2009 - previu isso mesmo e preveniu o regime democrático - porque é o que está em causa e o Bloco Central (PS-PP-PSD) bem o sabe - com a nova Lei de reorganização das forças armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!
A Nova Ordem Mundial a isso obriga!
2.9.11
Vandalismo em nome da superioridade moral da democracia
Os defensores da apregoada democracia, liberdade de expressão, direitos do homem, da igualdade vandalizaram a campa de Salazar.
Como diz Mário Soares, tudo em nome da da superioridade moral da democracia.
Já cá faltava o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão defender a remoção do memorial porque "o memorial é motivo de conflitos e pode ser foco de problemas."
Em nome da cobardia, é preferível retirar o memorial para evitar conflitos e defende, este senhor, a criação do Museu!!!
19.3.11
Contra factos não há argumentos
Em 1945, os discursos e declarações oficiais dos "Libertadores", declaravam:
Lutamos por defender o direito dos pequenos países a viver as suas próprias vidas (Winston Churchill);
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Lutamos pelo cumprimento da palavra dada, e contra a violação dos tratados internacionais (Sir Anthony Eden);
Lutamos pela Democracia (Winston Churchill);
Lutamos pela substituição da força bruta pela lei como arbítrio entre as nações (Lord Halifax);
Lutamos na defesa da nossa própria segurança (Sir Anthony Eden);
Lutamos na defesa do direito dos povos a dispor de si mesmos (Franklin Delano Roosevelt).
Prometida a Paz, a Liberdade na vitória ali(en)ada aqui temos, decorridos estes decénios, democraticamente cumpridos - à lei da bomba - os preceitos demo(nio)cráticos!
14.3.11
3.2.11
Livro: O Lóbi de Israel e a política externa dos Estados Unidos

A Tinta da China editou um livro bastante recomendável salvo umas, poucas, tiradas infelizes sobre o holocausto, os Protocolos Sábios de Sião que se calhar não permitiriam a publicação do livro O Lóbi de Israel e a política externa dos Estados Unidos.
Número de Páginas - 608.
P.V.P. - 29€
Número de Páginas - 608.
P.V.P. - 29€
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