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2.2.15

O Mosteiro dos Jerónimos – Arte, Memória e Identidade


"O Mosteiro dos Jerónimos é um dos monumentos portugueses mais emblemáticos que, ao grande valor artístico, soma uma dimensão simbólica de identidade colectiva, quer nacional, quer intercontinental, como espelho de um dos momentos mais marcantes da história da humanidade. A abertura de novos mundos ao mundo, selada pela aventura da expansão marítima, à qual os portugueses emprestaram a sua iniciativa, talento e coragem, exprime-se de forma magistral no engenho e na perícia dos artistas que ergueram o imponente edifício. 
No momento em que se assinalam 30 anos da classificação do Mosteiro dos Jerónimos como Património Mundial, o estudo agora publicado faz uma leitura integrada da obra de arte, colocando em evidência as circunstâncias que condicionaram, quer a sua construção, quer o seu significado, assim como as diversas vivências que conheceu ao longo dos séculos. Porque nenhum outro monumento acompanhou tão de perto a nossa História, enquanto palco privilegiado de iniciativas, acontecimentos e consagrações."
Editora: Caleidoscópio 
2013 
1ª Edição 
Livro de capa dura 
ISBN 9789896582432 | 228 págs.
47,17€

23.12.14

A magnífica Torre de Belém

Edição da Verso da História este magnífico livro de Arte, de Cultura, de Portugalidade e de Beleza!

"A torre de Belém é uma das obras-primas da História da Arte que desde 1983 foi classificada como Património da Humanidade, sendo um dos monumentos mais representativos de Lisboa. Considerando que em 2014 se assinalam os quinhentos anos do começo da construção da torre de Belém, afigura-se-nos de toda a pertinência promover uma edição cuidada sobre este ícone de Lisboa tanto numa perspectiva histórica como estética, além de que são muito escassas as obras disponíveis no mercado sobre este monumento. Neste volume encontram-se mais de uma centena de ícones em que se apresentam desde gravuras e desenhos até selos e rótulos que foram sendo produzidos desde o século XIX e revelam bem a evolução do marketing e do design que recorreu à imagem deste monumento. A iniciativa desta edição é da maior oportunidade não apenas por razões estéticas e de coleccionismo mas também porque o seu conteúdo é revelador da grande atenção que a torre de Belém suscitou em vários meios desde os artísticos até os económicos, filatélicos e publicitários."
PVP - 29,95€
Ano de edição - 2014
Número de páginas - 152
Encadernação - Capa Mole

ISBN – 9789898657817

8.10.14

Filme de Hollywood com Mussolini é descoberto nos EUA

"Um filme intitulado The Eternal City, produzido no Verão de 1923 pelo americano Samuel Goldwyn e com Benito Mussolini no elenco, foi descoberto nos Estados Unidos e será projectado esta terça-feira em Itália, no Festival de Cinema Mudo de Pordenone.
Segundo o diário Il Messaggero, o filme foi rodado menos de um ano depois de Mussolini e o seu Partido Nacional Fascista marcharem sobre Roma, o que resultaria na sua tomada do poder em Itália.
Há muito dado como perdido, talvez por ser politicamente embaraçoso, The Eternal City foi encontrado nos arquivos do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) por uma investigadora, Giuliana Muscio. Do filme restam apenas as duas últimas bobines, equivalentes a 28 minutos.
Por que é que a América democrática se deixou seduzir com pelo fascista Mussolini? Porque, explica Muscio no catálogo do festival, “em 1923 um filme que glorificava Mussolini e o fascismo não era para Hollywood uma tomada de posição tão desconcertante quanto possa parecer a posteriori”. As paradas fascistas pareciam feitas para o grande ecrã, o ditador era visto como um herói popular e o seu anticomunismo deve ter parecido uma garantia mais do que suficiente a Goldwyn.
Realizado por George Fitzmaurice (que viria a trabalhar com Rudolph Valentino em O Filho do Sheik e com Greta Garbo), The Eternal City adapta um best-seller homónimo do escritor vitoriano Hall Caine, um melodrama que tem como pano de fundo as convulsões políticas que abalam Itália na segunda metade do século XIX.
Nesta adaptação cinematográfica rodada em Roma, a história é actualizada para o presente, com fascistas e comunistas a lutarem entre si pelo controlo de Itália. Mussolini limita-se a fazer de si próprio. Na cena final, ele é visto no seu gabinete no Palácio de Veneza, concedendo uma amnistia ao herói do filme, acusado de um crime político, deixando-o livre para se juntar à mulher que ama. O “Duce” terá autorizado as filmagens com a condição de que o filme tivesse um cunho pró-fascista. “De resto, os americanos olhavam com interesse para a figura de um jovem líder que estava a pôr ordem no país, tido como um homem de acção, sem conotações negativas”, explicou Giuliana Muscio ao Messaggero.

Em 1933, a Columbia Pictures lançou o “documentário” Mussolini Speaks, supervisionado pelo próprio, em que o líder fascista é retratado como um herói e salvador da pátria. Na altura, a Columbia anunciou nas páginas da Variety que o filme estava a ser um sucesso nos cinemas porque encontrava eco junto "de americanos de gema" e poderia ser "a resposta às necessidades da América"."

Fonte: "Público"

29.9.14

Hoje

Concerto de Outono da Universidade de Lisboa e Concerto Comemorativo do 1.º Aniversário da Freguesia de Alvalade.
Reprodução da peça clássica, executada pelo Coro Sinfónico Lisboa Cantat e pela Banda da Força Aérea Portuguesa. Esta interpretação contará também com a participação de três solistas convidados: a soprano Ana Paula Russo, o tenor Carlos Monteiro e o barítono Diogo Oliveira.

29 Setembro | 21h30 | Entrada livre, limitada à lotação da sala.