A artista plástica Gabriela Marques da Costa ofereceu para a Capela da SHIP esta magnífica e simbólica pintura, da sua autoria, que assim enobrece este novo local de culto e de homenagem permanente a este Herói e Santo de Portugal.«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
25.5.10
São Nuno de Santa Maria, pintura de Gabriela Marques da Costa
A artista plástica Gabriela Marques da Costa ofereceu para a Capela da SHIP esta magnífica e simbólica pintura, da sua autoria, que assim enobrece este novo local de culto e de homenagem permanente a este Herói e Santo de Portugal.24.5.10
20.5.10
Capela votiva a São Nuno de Santa Maria
A Sociedade História da Independência de Portugal, ao abrigo das Cerimónias do Dia da SHIP, vai inaugurar a capela votiva a São Nuno de Santa Maria, no próximo dia 24 de Maio, às 17 horas, no Palácio da Independência, sita ao Largo de São Domingos, n.º 11, em Lisboa.17.5.10
15.5.10
13.5.10
12.5.10
10.5.10
Livro: Mouzinho de Albuquerque de António Pires Nunes
7.5.10
Do túnel da Luz ao do Marquês de Pombal
3.5.10
Sábado: António José Seguro convidado da maçonaria

Revista Sábado, n. 312, p.22, 22.04.2010
Deixei há meses este texto denunciador de António Sardinha sobre o iberismo maçónico cujo projecto dura há noventa anos e que permanece actual como o prova a notícia da Sábado.
2.5.10
Alphonse de Chateaubriand (25.03.1877 – 02.05.1951)
1.5.10
30.4.10
Joana d`Arc (06.01.1412 — 30.05.1431)


A Zéfiro editou este curioso e interessante estudo sobre a grande heroína francesa, Joana d`Arc.
N.º de págs. - 302. PVP - 17,90.
29.4.10
Moscovo divulga provas sobre massacre de Katyn
«Primeiro-ministro polaco sublinhou necessidade de ser divulgada a maioria dos documentos que permanece secreta
O Presidente Dmitri Medvedev afirmou ontem que a divulgação de documentos soviéticos envolvendo de forma directa o ditador José Estaline e outros elementos da cúpula comunista no massacre de mais 22 mil oficiais e dirigentes políticos da Polónia, na floresta de Katyn em 1940, era um "dever" para com este país e para com a comunidade internacional.
Os documentos estão disponíveis no sítio dos arquivos federais russos (http://www.rusarchives.ru/). Entre estes encontra-se uma nota do chefe da polícia secreta soviética à época, Lavrenti Beria, assinada pelo punho de Estaline e de mais três dirigentes do Kremlin. As assinaturas sancionam a execução dos "nacionalistas e contra-revolucionários" polacos.
Medvedev tornou claro que a decisão foi tomada para não subsistirem dúvidas sobre a autoria do massacre dos polacos prisioneiros pelo Exército Vermelho após a invasão de 17 de Setembro de 1939, em resultado do pacto germano-soviético. Desde então, o massacre de Katyn tem sido um ponto de atrito entre Moscovo e Varsóvia.
"Que todas as pessoas possam ver por si (...) quem tomou a decisão de matar os oficiais polacos", declarou Medvedev. "As assinaturas estão lá, bem visíveis", disse o Presidente russo, que explicou ter dado ordens para que mais documentos sejam entregues aos polacos. Existem, segundo a associação russa Memorial dedicada à denúncia dos crimes do regime soviético, mais de 180 volumes de documentos sobre a investigação do sucedido em Katyn; a maioria permanece secreta. A investigação foi realizada pelas autoridades russas entre 1990 e 2004. Alguns documentos já foram entregues à Polónia e estavam disponíveis para consulta de historiadores.
O gesto de Moscovo foi saudado com frieza pelo primeiro-ministro polaco Donald Tusk. Este reconheceu o carácter "simbólico" da decisão, em especial para a opinião pública russa, mas sublinhou a necessidade de ser divulgada a documentação ainda secreta.»
O Presidente Dmitri Medvedev afirmou ontem que a divulgação de documentos soviéticos envolvendo de forma directa o ditador José Estaline e outros elementos da cúpula comunista no massacre de mais 22 mil oficiais e dirigentes políticos da Polónia, na floresta de Katyn em 1940, era um "dever" para com este país e para com a comunidade internacional.
Os documentos estão disponíveis no sítio dos arquivos federais russos (http://www.rusarchives.ru/). Entre estes encontra-se uma nota do chefe da polícia secreta soviética à época, Lavrenti Beria, assinada pelo punho de Estaline e de mais três dirigentes do Kremlin. As assinaturas sancionam a execução dos "nacionalistas e contra-revolucionários" polacos.
Medvedev tornou claro que a decisão foi tomada para não subsistirem dúvidas sobre a autoria do massacre dos polacos prisioneiros pelo Exército Vermelho após a invasão de 17 de Setembro de 1939, em resultado do pacto germano-soviético. Desde então, o massacre de Katyn tem sido um ponto de atrito entre Moscovo e Varsóvia.
"Que todas as pessoas possam ver por si (...) quem tomou a decisão de matar os oficiais polacos", declarou Medvedev. "As assinaturas estão lá, bem visíveis", disse o Presidente russo, que explicou ter dado ordens para que mais documentos sejam entregues aos polacos. Existem, segundo a associação russa Memorial dedicada à denúncia dos crimes do regime soviético, mais de 180 volumes de documentos sobre a investigação do sucedido em Katyn; a maioria permanece secreta. A investigação foi realizada pelas autoridades russas entre 1990 e 2004. Alguns documentos já foram entregues à Polónia e estavam disponíveis para consulta de historiadores.
O gesto de Moscovo foi saudado com frieza pelo primeiro-ministro polaco Donald Tusk. Este reconheceu o carácter "simbólico" da decisão, em especial para a opinião pública russa, mas sublinhou a necessidade de ser divulgada a documentação ainda secreta.»
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