11.8.09

Chegou a vez de Josef Scheungraber

Um tribunal alemão condenou hoje o ex-oficial nazi, Josef Scheungraber, de 91 anos, a uma pena de prisão perpétua.
Israel não perdoa! Condenar um ancião de 91 anos a prisão perpétua é mais uma prova da fraternidade, da tolerância, da liberdade, dos direitos do homem.
Sessenta e cinco (65) anos depois é condenado!

Reportagem da homenagem a Couto Viana na SHIP


Reportagem da homenagem a António Manuel Couto Viana publicada nas páginas centrais do n.º 272/273 (Ano XXV, Agosto/Setembro de 2009) do Boletim Informativo da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Apresentação do livro: Nuno Álvares Pereira, a demanda do Mestre de Avis e a vida do Santo Condestável de Isabel Ricardo

Depois do lançamento na FNAC do Chiado, em Lisboa, vai ser apresentado na Feira do Livro da Nazaré, no dia 14 de Agosto de 2009, às 22:00 horas, o livro Nuno Álvares Pereira, a demanda do Mestre de Avis e a vida do Santo Condestável de Isabel Ricardo com a apresentação a cargo do Dr. Alexandre Patrício Gouveia, Presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota.

6.8.09

Mais um passo e outro passo

...o cerco em nome da liberdade e da segurança dos cidadãos!
Face à nova lei 32/2008 "A conservação e a transmissão dos dados (...) têm por finalidade exclusiva a investigação, detecção e repressão de crimes graves por parte das autoridades competentes", somos a partir de ontem "protegidos" pela vigilância nos telefones fixos, telemóveis (sms e mms), nas ligações à internet, na consulta das páginas que visitamos, o tempo que duram as comunicações. Ao que parece (?!), o conteúdos das comunicações telefónicas e dos e-mails não ficam abrangidos por esta norma jurídica, policial e judicial.
A pergunta é que deixo é esta: se o conteúdo de um e-mail, de uma conversa telefónica não ficam guardados, então, para que serve esta lei, que é nada mais do que a transposição de uma directiva da federasta União Europeia de 2006? Não será que nos estão a enganar?
A lenta e disfarçada escravização da sociedade vai, inexoravelmente, passo a passo e a compasso!

Livro: Os Druídas e os deuses celtas de Henri d`Arbois de Jubainville


A Zéfiro publicou um clássico da literatura celta. Os Druídas e os Deuses Celtas sob a forma de Animais são dois textos de Henri d`Arbois de Jubainville. São 156 páginas. Preço: 14,90€.

Urgente

É urgente, urgentíssimo, extirpar o cancro da mentalidade e do espírito burguês que vem atingindo o meio nacionalista.
Aqueles que se escudam em mentiras, em comodidades, em pretensas ameaças, em cobardias, são o espelho dessa mentalidadezinha e desse espíritozeco contrário ao do Militante, àquele que tem um Ideal, que tem uma Fé, que tem uma Certeza, - e que vai na sua defesa até ao fim do seu fim - porque prefere a via do Herói, do Combatente e do Guerreiro.
Prefere ser leão durante um dia a ser um cordeiro toda a vida.
Vamos declarar guerra ao burguesismo, já!!!

4.8.09

Livro: D. Nuno, Santo e Cavaleiro de Pedro Picoito


D. Nuno, Santo e Cavaleiro, é o título do livro infanto-juvenil do historiador Dr. Pedro Picoito com ilustrações de Sandra Bartolomeu editado pela Diel. São 22 páginas pelo preço 9€.
Os pedidos podem ser feitos a:
DIEL - Distribuidores e Livreiros, Lda
Av. Almirante Reis, 142 - 1º Dto
1150-023 LISBOA
Telef: 213 522 083
info@diel.pt

2.8.09

Leitura semanal

Área Nacional
Ciberpolítica

Odisseia
Os traidores sempre à espreita
A "Espanha eterna"

Um Homem das Cidades
Sabão humano - uma nódoa difícil de remover na história do holocausto judeu

Condestável
Inconformista
Pt No Media
Pt NovoPress
Revisionismo em Linha

António Sardinha e o iberismo maçónico

«... O internacionalismo maçónico contaminara-nos já desde atrás, com os soldados que serviram a fortuna de Napoleão e que no regresso nos empurravam francamente para a União Ibérica, saudada e propagada nas Lojas Peninsulares como o triunfo maior da causa da Liberdade. Só numa história escrita ao contrário, como a nossa anda, é que Gomes Freire pode figurar de mártir da Pátria. O militar valente, mas desnacionalizado, da epopeia napoleónica não era o único, porém. Os seus irmãos do triângulo simbólico enraizaram-se farta e fortemente no solo português, mal o senhor Intendente deixou de farejar por toda a Lisboa do começo do século findo os agentes perniciosos da grande conspiração universal que foi, na verdade, a Revolução. Pois da Maçonaria descende o nosso liberalismo, como da Maçonaria surgiu esta república, já adivinhada e procurada com entusiasmo de sentimento e oratória pelos homens de 1820...»(1)
«... Ontem o Liberalismo, agora a Democracia, não são senão as fachadas dum poder oculto que, no subsolo da política, a manobra a seu bel-prazer. Tal poder é o da Maçonaria, inimiga desde sempre de tudo quanto seja para Portugal o renascimento das suas velhas qualidades de fé e de disciplina. Maçónica na sua origem, é um engano supor-se que a revolução do Porto obedeceu a indignadas iras patrióticas contra a residência inglesa de Beresford e contra a demora da obstinada Corte no Rio de Janeiro. A demora da Corte no Rio de Janeiro, levando a uma acção de consciente imperialismo na América, como se deduz da campanha de Montevideu e como o demonstra abundantemente o notável historiador brasileiro Oliveira Lima no seu esplêndido estudo sobre D. João VI — a demora da Corte no Rio de Janeiro impôs-nos à Europa, disposta a abandonar-nos, e à nossa Corte, sem que por isso se molestasse a nossa aliada da véspera, — a Inglaterra. Se D. João VI não pesasse de além do atlântico com o seu vasto império colonial, nós teríamos sido miseravelmente retalhados pela Espanha e pela Grã-Bretanha nas decisões do Congresso de Viena. Ninguém mais do que Inglaterra, desejava pôr cobro à assistência do rei no Brasil, que nos estava valorizando internacionalmente. Tanto assim que se deve à Inglaterra o golpe decisivo na ruptura das duas partes do Reino Unido, colaborando activamente na emancipação do Brasil, igualado à Metrópole pela política sábia de D. João VI.
Por outro lado, as iras patrióticas flamejadas sobre a residência Inglesa são um efeito de pura retórica. A Regência combateu sempre Beresford, com D. Miguel Pereira Forjaz à frente, — D. Miguel Pereira Forjaz que organizara o país contra os franceses e que se mostrava um esteio seguro da influência contra-revolucionária da Santa-Aliança.
A Maçonaria serviu-se dessa capa, fácil de envergar pelo espírito indómito dos nossos soldados, a quem as Lutas Peninsulares haviam restituído muito da antiga fereza da raça. A prova está na circunstância dos clubes secretos pensarem primeiro em aliciar Beresford por intermédio da Viscondessa de Juromenha. Convencidos de que o marechal «era adverso à liberdade», só então é que resolveram maquinar a conjura, destinada à destruição da nossa ordem católica e monárquica, sob o pretexto duma insurreição de carácter nacionalista.
Não digo que as condições económicas fossem sorridentes. Saíramos duma guerra exaustiva, vítimas de três invasões que nos tinham custado o melhor da nossa força, tanto em população como em riqueza. Devagar nos íamos ressarcindo de tão longos e persistentes males. Não olharam a nada os nossos Regeneradores! Levantam uma bela manhãzinha no Porto o pendão de revolta, com vivas a uma «constituição mais liberal que a de Espanha», metendo-se ao caminho para Lisboa, onde o terreno se achava já preparado pela teimosia habilidosa das várias irmandades do triângulo-e-avental.
A solidariedade cosmopolita dos princípios da Revolução não é só do tempo presente. Vem de atrás e muito de atrás! Por semelhante a nossa Maçonaria facilitou a entrada de Junot em Lisboa, mandando mensageiros a Napoleão e dispondo-se a entregar-lhe com a dinastia o único penhor da independência pátria. A mesma solidariedade, jurada sobre as insígnias triangulares, debaixo do olho simbólico do Supremo Arquitecto do Universo, obriga Gomes Freire, traidor desde que espontaneamente se dedicou à fortuna de Bonaparte, a preparar a queda da dinastia de 1817, de acordo com conspiradores espanhóis, a cuja testa se encontrava o general Cabanes.
Esta é a genealogia da famosa Harmonia-Ibérica, que, no fundo, não é mais do que a República Federal da Ibéria, anunciada para depois da insurreição, agora malograda em Espanha, pelo Doutor Simarro, no convénio maçónico realizado em Paris a 2 de Julho passado (1917): declarou-se aí que, a triunfarem os revoltosos, a bandeira verde-vermelha seria imediatamente reconhecida como sendo a bandeira da Ibéria. Não se tratava senão da execução testamentária de Gomes Freire! Procuraram efectivá-la os homens de 1820. De facto é um maçon, D. José Pando, ministro da Espanha em Portugal, quem coadjuva e acoberta as cabalas dos conjurados. Conta-se até, que dois meses antes, chegara ao Porto o coronel Barreros com o fim de promover uma revolução em Portugal e prometendo auxílios do governo de Madrid. Parece que Fernandes Tomás não aceitou as propostas de Barreros. No entanto, ao rebentar o movimento do Porto, um corpo de exército espanhol avizinhou-se da nossa fronteira de Trás-os-Montes.
O mais interessante é que os jornais da época afirmaram (Diário do Governo, do Rio de Janeiro, de 22 de Abril de 1823) que Manuel Fernandes Tomás recebera de D. José Pancho cinco milhões de reais para levar a cabo a revolução, pondo-se depois em prática o plano traçado na Sociedade dos Regeneradores do Género Humano, fundada em Cadiz, à roda de 1812. Consistia esse plano na confederação ibérica, em que Portugal e Espanha se repartiriam em várias repúblicas inter-dependentes, da maneira seguinte: Bética-Ulterior, Bética Citerior, Galega, Navarra, Asturiana, Lusitânia-Ulterior e Lusitânia-Citerior, com a expressa condição de que os Algarves pertenciam à Bética Citerior. Passa singularmente, como vêem, no programa político dos Regeneradores do Género Humano, o programa daqueles que há umas dezenas de anos se foram de juntar até Badajoz. É o mesmo espírito que anima o livro do Senhor Magalhães Lima, La Fédération Ibérique. E para prova, no seu curioso livro Mi Missión en Portugal, Fernandez de los Rios assegura que nos arquivos secretos de Fernando VII, no Palácio de Madrid, existiam documentos comprovativos das aspirações unitaristas da Espanha durante o período vintistas».(2)

Notas:
1 – Na Feira dos Mitos, cap. " A «Carta»", pág. 85, 2,ª ed., Edições Gama, 1942.
2 – Ao Ritmo da Ampulheta, cap. "1820", pág. 50 e segts, Lvmen, Lisboa, Porto, Coimbra, Rio de Janeiro, 1925.

Bancocracia apátrida

O Público de 28.07.2009 noticia que o banqueiro-mór do BES defende a criação da Ibéria para defesa dos interesses, da cobiça, da gula desenfreada dos banksters.
Ainda diz que Portugal não pode continuar à beira-mar plantado. A verdade é que Portugal já não existe como país soberano e independente. Com a traição da descolonização racista desfizeram um império para cumprirem os desejos hegemónicos e imperialistas da ex-União Soviética e dos Estados Unidos. Reduziram-no a este rectângulo mais a Madeira e os Açores e ainda insatisfeitos "integraram-no", na Europa contra a vontade do povo português, prometendo fundos e rios de dinheiros, de felicidade, de prosperidade, de desenvolvimento económico nunca visto. O resultado está à vista!
Mas os objectivos mundialistas e maçónicos ainda não foram todos cumpridos. Falta a regionalização a que se seguirá a cereja no topo do bolo, o desejo desde 1820 - há dois séculos - da criação da República Federal da Ibéria que António Sardinha, o Mestre integralista, já denunciava em "Ao Ritmo da Ampulheta" e "Na Feira dos Mitos".

Eis a notícia:

1.8.09

Revista Sábado: As mentiras do caça-nazis por Rita Garcia


A Sábado publica no seu n.º 274 de 30 de Julho de 2009, nas páginas 62 e 64, este interessante texto, assinado por Rita Garcia, sobre a lenda negra do caça-nazis Simon Wiesenthal.
Embora não tenha revelações bombásticas, só reforça tudo o que se diz e sabe sobre o farsante "herói judeu", é uma uma recensão ao livro Hunting Evil de Guy Walters recentemente editado no Reino Unido.
Assim se desmonta e desmascara mais uma pretensa peça do holoconto.

31.7.09

Crítica de Urbano Tavares Rodrigues ao livro: Que é que eu tenho, Maria Arnalda? de Couto Viana

O talento narrativo de António Manuel Couto Viana, a beleza e o rigor da sua escrita, a sua vastíssima cultura, o esplendor da sua ironia estão sempre presentes neste saborosíssimo livro de contos, que ele próprio, no título, define como pícaros. E são-no, de facto não tanto pela sujeição às regras da picaresca espanhola – a itinerança, a condição servil do narrador e o seu despojo vocabular, na esteira do Lazarillo ou do Gusmán de Alfarache, mas essencialmente no burlesco, no grotesco, na soltura verbal em que prima.
Fabulosos contos que nos põem a rir às escâncaras e em que admiramos mais uma vez o profundo conhecimento que o autor tem da sua «cidadezinha» (Viana do Castelo) e dos costumes, pechas, fraquezas das suas gentes.
A maioria dos contos situa-se ou na transição da monarquia para a república ou na primeira metade do séc. XX e mostra-nos as manias e as «partidas» de senhoras da decorosa burguesia e as figuras dos tolos, maníacos, doidos da aldeia, vítimas da sua ingenuidade em cenas por vezes delirantes de comicidade como a dos cornos do pretendente a maçon ou a do maluquinho dos comboios. Não se esquece mais a caganeira do chefe de Estado e sua digníssima esposa depois de ingerirem no banquete oficial que a cidadezinha lhes oferece os gostosos «badamecos» cujo segredo é uma substância cuja receita as suas criadoras não divulgam e que, desde que se carregue a dose, pode ter efeito laxante.
O all right de satisfação erótica de Hermengarda de Fermentelos e do Nuninho das bonecas, as andanças dos velhos Ford Anglia, trocados, esquecidos, roubados, pelas ruas de Lisboa e pelas esquadras de polícia, as peripécias do enterro do «Côdeas» e as manigâncias do Toninho, tudo neste livro ressume graça e poder inventivo, mas a mais assombrosa história que atinge o auge do inesperado burlesco, é de facto essa obra-prima do conto inimaginável
Que é que eu tenho, Maria Arnalda?
A coroa de glória do António Manuel Couto Viana contista. Um texto de antologia, que fica na literatura portuguesa.
O poeta, o ensaísta, o dramaturgo, o encenador de múltiplos talentos, é um ficcionista de primeira linha.

Urbano Tavares Rodrigues
2009

30.7.09

Livro: O Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira de José Carvalho

A Via Occidentalis editou O Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira da autoria de José Carvalho, com o prefácio do Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, bem como a Nota Pastoral do Episcopado Português sobre a Canonização. Ao longo das 114 páginas encontram-se variadíssimas ilustrações a cores e a preto e branco. PVP - 18,90€

24.7.09

Livro: São Nuno de Portugal do Padre Januário dos Santos


Dado à estampa pela Editorial Missões, de Cucujães, da autoria do Padre Januário dos Santos, profusamente ilustrado por Agonia Sampaio e com várias fotografias ao longo das 192 páginas publicadas em Novembro de 2008.
O pedido deve ser feito para:

Editorial Missões
Apartado 40
3721-908 Cucujães

Telefone - 256 899 170

23.7.09

Livro: Lugares Mágicos de Portugal de Paulo Pereira



Livro interessante dado à estampa pela Temas e Debates/Círculo de Leitores que, ao longo das 246 páginas, nos dá informações e análises curiosas sobre diversos monumentos como o Mosteiro da Batalha, o Convento do Carmo ou o Mosteiro de Alcobaça não esquecendo a tumulária de D. Pedro e Inês de Castro. PVP: 25€.

22.7.09

O que é a democracia

"Segundo Aristóteles: o regime em que a multidão erguida em tirano se deixa dominar por alguns declamadores. A definição é eternamente verdadeira, mas talvez mais frisante e sem dúvida mais pitoresca, é a daquele ironista estudante de Coimbra, num acto de direito político: - é a forma de governo implantada pelos revolucionários civis, entendendo-se por revolucionário civil todo o patife e todo o malandro que arrisca a pele das costas para alargar a pele da barriga."
In Ordem Nova, n.º 2, Abril de 1926, pág. 58.

21.7.09

Livro: Novos Cátaros para Montségur de Saint-Loup



Em Novembro de 2003, a Hugin Editores publicou uma das grandes obras de Saint-Loup. São 304 páginas de uma intensa, apaixonante e dramática leitura.

Magnífica apresentação de Pierre Vial sobre Saint-Loup, as suas obras, em particular, Novos Cátaros para Montségur.