Jornal O Diabo. 24.03.2015
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
18.3.15
16.3.15
Goulart Nogueira - Presente
Faleceu ontem o nosso Mestre Goulart Nogueira. O seu funeral será amanhã na Igreja Paroquial de Campia, às 17h, em Vouzela. Aqui vos deixo este poema da sua autoria:
"DESPEDIDA
Aqui vos deixo, pois, meu testamento.
Amei. Sofri, Fui homem. Quis ser mais.
Vós todos que me ledes e passais!
Sabei que esta existência é sofrimento.
E viver é forçado isolamento,
Desejar cem mil bens hoje irreais…
Cantores! E os que ris! E os que chorais!
Vinde ouvir a Verdade entregue ao vento!
Os entes são a dor. Mundo é prisão,
Apelo, anseio, cruz, separação,
Feito para merecer felicidade.
E eu não suporto agora tais cadeias!
Ninguém me entende o coração e as veias…
Eu me diluo… Adeus!
Eis a Verdade.
Amei. Sofri, Fui homem. Quis ser mais.
Vós todos que me ledes e passais!
Sabei que esta existência é sofrimento.
E viver é forçado isolamento,
Desejar cem mil bens hoje irreais…
Cantores! E os que ris! E os que chorais!
Vinde ouvir a Verdade entregue ao vento!
Os entes são a dor. Mundo é prisão,
Apelo, anseio, cruz, separação,
Feito para merecer felicidade.
E eu não suporto agora tais cadeias!
Ninguém me entende o coração e as veias…
Eu me diluo… Adeus!
Eis a Verdade.
Goulart Nogueira."
4.3.15
3.3.15
27.2.15
25.2.15
24.2.15
21.2.15
15.2.15
6.2.15
70.º aniversário do assassinato de Robert Brasillach
Faz hoje 70 anos que a Democracia em França pela mão de De Gaulle assassinou com pelotão de fuzilamento Robert Brasillach.
3.2.15
2.2.15
O Mosteiro dos Jerónimos – Arte, Memória e Identidade
"O Mosteiro dos Jerónimos é um dos monumentos portugueses mais emblemáticos que, ao grande valor artístico, soma uma dimensão simbólica de identidade colectiva, quer nacional, quer intercontinental, como espelho de um dos momentos mais marcantes da história da humanidade. A abertura de novos mundos ao mundo, selada pela aventura da expansão marítima, à qual os portugueses emprestaram a sua iniciativa, talento e coragem, exprime-se de forma magistral no engenho e na perícia dos artistas que ergueram o imponente edifício.
No momento em que se assinalam 30 anos da classificação do Mosteiro dos Jerónimos como Património Mundial, o estudo agora publicado faz uma leitura integrada da obra de arte, colocando em evidência as circunstâncias que condicionaram, quer a sua construção, quer o seu significado, assim como as diversas vivências que conheceu ao longo dos séculos. Porque nenhum outro monumento acompanhou tão de perto a nossa História, enquanto palco privilegiado de iniciativas, acontecimentos e consagrações."
2013
1ª Edição
Livro de capa dura
ISBN 9789896582432 | 228 págs.
47,17€
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