«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
24.1.15
Um Borbón é sempre... Borbón!
Capa de revista gay com a devida autorização e vénia da Família Real borbónica!
Na excelente linha(gem) do Rei Afonso XIII que na sua fuga precipitada de Madrid para Cartagena, deixou a Rainha sem a avisar em Madrid... Isto foi em 1931.
Mais um muro...
Neste caso não há problema de volumetria quanto ao Plano Director Municipal (PDM) nem proibição do arame farpado.
Fonte: Jornal de Notícias
Fonte: Jornal de Notícias
19.1.15
18.1.15
Pivot da CNN demitido por uma palavra de crítica a Israel
«Jim Clancy, um dos rostos mais populares da CNN, deixou na sexta feira a cadeia televisiva por ter twittado uma palavra, interpretada como sendo crítica para Israel: "Hasbara".
Além de ter posto termo a uma carreira de 34 anos na CNN, Clancy encerrou ou viu ser-lhe encerrada, na quinta feira, a sua conta de twitter. Segundo o diário israelita Haaretz, nem a CNN nem Clancy explicaram formalmente a demissão, mas esta ocorreu na sequência de uma série detweets em que o jornalista foi parte activa.
Além de ter posto termo a uma carreira de 34 anos na CNN, Clancy encerrou ou viu ser-lhe encerrada, na quinta feira, a sua conta de twitter. Segundo o diário israelita Haaretz, nem a CNN nem Clancy explicaram formalmente a demissão, mas esta ocorreu na sequência de uma série detweets em que o jornalista foi parte activa.
A série começou em 7 de Janeiro com um tweet de Clancy, referindo-se ao assassínio de 12 jornalistas e outros trabalhadores do semanário humorístico Charlie Hebdo, em que o pivot da CNN afirmava: "Os cartoons NUNCA troçaram do profeta. Eles troçaram dos COBARDES que tentaram deturpar a sua palavra. Tomem atenção".
Clancy foi imediatamente interpelado por Oren Kessler, o vice-director de investigação de uma intitulada "Fundação para a Defesa das Democracias", com um pedido de explicações sobre o significado destas frases, e respondeu com uma única palavra, seguida de ponto de interrogação: “Hasbara?”
A palavra hebraica designa as explicações dadas pelo Governo israelita para justificar a sua política, ao sabor da razão de Estado, e lançando mão dos mais sofisticados recursos de relações públicas. E foi o uso dessa palavra que desencadeou uma bola de neve de argumentações e contra-argumentações polémicas que aparentemente conduziram ao afastamento de Clancy.
Num dos tweets posteriores, Clancy afirmou que "vozes pró-israelitas tentam convencer-nos de que os cartoonistas eram realmente anti-muçulmanos".
Numa outra réplica, o pivot da CNN foi claramente muito mais longe, lançando à conta chamada Human Rights News o desafio: "Vocês e toda a equipa da Hasbara têm de conseguir algum aleijado [cripple] para pôr à cabeça do rebanho". Com isso, colocou-se também sob o fogo da crítica de organizações representativas de pessoas portadoras de deficiência, que criticaram o uso do termo pejorativo cripple.»
Resultado de um inquérito
"Uma pesquisa realizada pela empresa britânica YouGov para a Campanha contra o Antissemitismo revelou que 45% dos cidadãos do Reino Unido possuem algum tipo de opinião antissemita.
De acordo com os responsáveis pela sondagem, divulgada nesta quarta-feira, embora a situação na Grã-Bretanha ainda não esteja no mesmo nível de outros países da Europa, os resultados apresentados são preocupantes, pois, se o antissemitismo não for reduzido a zero, ele continuará crescendo e pressionando a população judaica do Reino Unido dentro do seu próprio país.
Entre as visões negativas em relação aos judeus nesse levantamento, realizado entre o final do ano passado e o início deste ano, chama a atenção o fato de que pelo menos um quarto dos britânicos considera que os judeus se preocupam mais com dinheiro do que os não judeus, que 20% acreditam que os judeus são menos leais à sua pátria europeia e que mais de 12% acham que os judeus utilizam o Holocausto como um meio de ganhar a simpatia dos outros.
Segundo o Congresso Judaico Europeu, a Grã-Bretanha é o segundo país da Europa que abriga mais judeus, quase 270 mil, atrás apenas da França. No resto do mundo, só Israel, Estados Unidos e Canadá possuem populações judaicas maiores."
"Uma pesquisa realizada pela empresa britânica YouGov para a Campanha contra o Antissemitismo revelou que 45% dos cidadãos do Reino Unido possuem algum tipo de opinião antissemita.
De acordo com os responsáveis pela sondagem, divulgada nesta quarta-feira, embora a situação na Grã-Bretanha ainda não esteja no mesmo nível de outros países da Europa, os resultados apresentados são preocupantes, pois, se o antissemitismo não for reduzido a zero, ele continuará crescendo e pressionando a população judaica do Reino Unido dentro do seu próprio país.
Entre as visões negativas em relação aos judeus nesse levantamento, realizado entre o final do ano passado e o início deste ano, chama a atenção o fato de que pelo menos um quarto dos britânicos considera que os judeus se preocupam mais com dinheiro do que os não judeus, que 20% acreditam que os judeus são menos leais à sua pátria europeia e que mais de 12% acham que os judeus utilizam o Holocausto como um meio de ganhar a simpatia dos outros.
Segundo o Congresso Judaico Europeu, a Grã-Bretanha é o segundo país da Europa que abriga mais judeus, quase 270 mil, atrás apenas da França. No resto do mundo, só Israel, Estados Unidos e Canadá possuem populações judaicas maiores."
17.1.15
23.12.14
A magnífica Torre de Belém
Edição da Verso da História este magnífico livro de Arte, de Cultura, de Portugalidade e de
Beleza!
"A torre de Belém é uma das obras-primas da História da
Arte que desde 1983 foi classificada como Património da Humanidade, sendo um
dos monumentos mais representativos de Lisboa. Considerando que em 2014 se
assinalam os quinhentos anos do começo da construção da torre de Belém,
afigura-se-nos de toda a pertinência promover uma edição cuidada sobre este
ícone de Lisboa tanto numa perspectiva histórica como estética, além de que são
muito escassas as obras disponíveis no mercado sobre este monumento. Neste volume
encontram-se mais de uma centena de ícones em que se apresentam desde gravuras
e desenhos até selos e rótulos que foram sendo produzidos desde o século XIX e
revelam bem a evolução do marketing e do design que recorreu à imagem deste
monumento. A iniciativa desta edição é da maior oportunidade não apenas por
razões estéticas e de coleccionismo mas também porque o seu conteúdo é
revelador da grande atenção que a torre de Belém suscitou em vários meios desde
os artísticos até os económicos, filatélicos e publicitários."
PVP - 29,95€
Ano de edição - 2014
Número de páginas - 152
Encadernação - Capa Mole
ISBN – 9789898657817
21.12.14
9.12.14
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