«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
21.12.14
9.12.14
2.12.14
Sócrates II
Preso em Lisboa na manga do avião
Por fraude, branqueamento e corrupção.
3 dias à espera de medidas de coação
E agora sei lá quantos mais por prevenção.
Porreiro pá. Nada porreiro pá.
E para Presidente já não dá.
Não é mesmo nada porreiro pá.
20 milhões no Banco e casa em Paris
Recebi uma herança, mas que mal eu fiz?
Pobre António Costa fica por um triz.
Mas a Manuela Moura Guedes deve estar feliz.
Porreiro pá. Nada porreiro pá.
Levantamentos multibanco já não dá.
Não é mesmo nada porreiro pá.
Alguém desconfiou de tanta transação
O gerente da Caixa, chibou-se o cabrão
Aquilo era a mesada da minha mãezinha
Pra me pagar o curso ficou pobrezinha.
Porreiro pá. Nada porreiro pá.
A mãezinha a mesada já não dá.
Não é mesmo nada porreiro pá.
Na ala feminina a ler filosofia
Se ainda fosse PM ninguém se atrevia.
“Levanta-me esse rabo, sai da Valadares!”
Chegou uma visita, é outra vez o Soares.
Porreiro pá. Nada porreiro pá.
E o advogado diz que já foi “almoçá!”
Não é mesmo nada porreiro pá.
Dezembro a chegar, está um frio do cacete.
Compras de Natal só faço em Alcochete.
Não quero estar aqui na passagem de ano
Não aguento mais o cante alentejano.
Porreiro pá. Nada porreiro pá.
E para comentador já não dá.
Não é mesmo nada porreiro pá.(4x)
Para fechar marquises se calhar dá.
Sócrates I
0
Ao nosso querido Alentejo
Veio ter o bom do Sócras
Sempre foi bastante altivo
Mas agora está de cócras
Veio ter o bom do Sócras
Sempre foi bastante altivo
Mas agora está de cócras
Mas agora está de cócras
Pelas contas da mãezinha
Saiu-lhe o 44
No jogo da raspadinha
Pelas contas da mãezinha
Saiu-lhe o 44
No jogo da raspadinha
No jogo da raspadinha
Vários raspam à batota
Só sacana do Sócras
Calhou a pior bolota
Vários raspam à batota
Só sacana do Sócras
Calhou a pior bolota
Calhou a pior bolota
Do sobreiro da prisão
Mas resta muita cortiça
Ao tronco da corrupção
Do sobreiro da prisão
Mas resta muita cortiça
Ao tronco da corrupção
Ao tronco da corrupção
Andam muitos agitados
Se o Sócras sopra ao trombone
Acabam todos borrados
Andam muitos agitados
Se o Sócras sopra ao trombone
Acabam todos borrados
Acabam todos borrados
São todos a mesma trampa
Com a pata que os pariu
Quem é que ainda não viu
São todos a mesma trampa
Com a pata que os pariu
Quem é que ainda não viu
Acabam todos borrados
São todos a mesma trampa
Com a pata que os pariu
Quem é que ainda não viu
São todos a mesma trampa
Com a pata que os pariu
Quem é que ainda não viu
27.11.14
21.11.14
17.11.14
30.10.14
Fernando Pessoa e os Protocolos dos Sábios de Sião
O livro "Organizem-se! - A gestão segundo Fernando Pessoa" de Filipe S. Fernandes, editado pela Oficina do Livro, em 2007 e 2008, revela-nos a faceta quase desconhecida de Fernando Pessoa anti-judeu, ao divulgar o projecto editorial da Olissipo, no qual consta a edição dos Protocolos dos Sábios de Sião.
25.10.14
Lançamento do livro
"O relato das aventuras de o Puto, um herói anti-revolucionário que agitou Portugal nos anos pós-revolucionários, até ser preso e se ter evadido, escondendo-se, finalmente, em África, onde vive ainda hoje sob outra identidade.
Colocou bombas em embaixadas e sedes de partidos; sabotou instalações, atirou a matar; assistiu à morte do Padre Max e da sua companheira; conheceu os segredos de chefes militares e de políticos; encontrou-se com figuras do antigo regime e do novo regime; foi preso por várias vezes e outras tantas esteve em fuga — até organizar a maior evasão jamais vista numa penitenciária europeia, através de um túnel. O autor conta tudo neste livro, explosivamente tudo."
23.10.14
Gisela João - Madrugada Sem Sono. Poema de Goulart Nogueira
"Na solidão a esperar-te
Meu amor fora da lei
Mordi meus lábios sem beijos
Tive ciúmes, chorei
Despedi-me do teu corpo
E por orgulho fugi
Andei dum corpo a outro corpo
Só p'ra me esquecer de ti
Embriaguei-me, cantei
E busquei estrelas na lama
Naufraguei meu coração
Nas ondas loucas da cama
Ai abraços frios de raiva
Ai beijos de nojo e fome
Ai nomes que murmurei
Com a febre do teu nome
De madrugada sem sono
Sem luz, nem amor, nem lei
Mordi os brancos lençóis
Tive saudades, chorei."
20.10.14
17.10.14
16.10.14
14.10.14
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