«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
22.5.13
20.5.13
Combater por Portugal
Neste colóquio, os sobreviventes da guarnição da Lancha “Vega”, que combateu e foi afundada em Diu em 1961 pela União Indiana, irão fazer um relato emocional, na primeira pessoa, das experiências vividas e do testemunho dos que pereceram nesse dia combatendo pela Pátria.
Seguidamente, o Major António Lobato, prisioneiro do PAIGC entre 1963/70, falará da sua experiência, das circunstâncias da sua captura, de como resistiu a sete anos de cativeiro e como foi libertado na operação Mar-Verde em 1970.
A fechar este colóquio o Major-General Avelar de Sousa, falará da sua experiência recente nos teatros actuais da Bósnia e Angola.
11.5.13
Congresso Mundial Judaico quer proibir partidos nacionalistas na Europa!
Líderes do Congresso Mundial Judaico (WJC) exigiram aos gobierno europeus que fizessem uso de todas as medidas legais, incluído a proíbição, para responder ao crescente apoio popular dos partidos nacionalistas na Europa.
O WJC acredita que foi a falta de "acções apropiadas e enérgicas por parte dos demócratas alemães" que levaram à instauração do regime NacionalSocialista, pelo que este temor foi um motivo para exigir aos "parlamentos e gobiernos das naciones de Europa para promulgar e cumprir as leis, frente às ameaças de violência, ódio e insultos racistas e à negação do Holocausto".
Outro bispo que não acredita no dogma do holoconto e vai acabar excomungado.
"El Holocausto es una invención de los judíos"
Un obispo polaco considera que es "un arma propagandística".
El obispo de Cracovia y ex portavoz de la Conferencia Episcopal Polaca, monseñor Tadeusz Pieronek, manifestó el domingo en una entrevista que los judíos han utilizado el Holocausto como "arma propagandística" y que "el Holocausto es una invención suya". Posteriormente, como suele ocurrir en estos casos acudió a la televisión polaca para señalar que había sido manipulado.
Además, agregó que el no había autorizado la publicación de la entrevista a los responsables de la 'web' pontifex.roma, donde luego aparecía. "Está claro que la mayor parte de los muertos en campos de concentración eran judíos, pero también había católicos", añadió.
En la entrevista, Pieronek señala que "no hay derecho a que se apropien de la tragedia para hacer propaganda". Y añadió, en referencia a la celebración el miércoles de una jornada de conmemoración del Holocausto, que también debería celebrar días en recuerdo de las víctimas del comunismo o de los cristianos perseguidos.
Indignación en la comunidad judía
Así, el ex presidente de la comunidad judía de Roma, Leone Passerman, afirmó estar "alucinado" por las declaraciones, sobre todo, porque "proceden de un miembro de la jerarquía eclesial".
27 de Janeiro, dia de Memória do Holocausto
Resolução da Assembleia da República n.º 10/2010
Consagra o dia 27 de Janeiro como dia de Memória do Holocausto.
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, o seguinte:
1 — Associar-se à comemoração internacional lembrando e homenageando a memória das vítimas que pereceram.
2 — Assumir o compromisso de promover a memória e a educação sobre o Holocausto nas escolas e universidades, nas nossas comunidades e outras instituições, para que as gerações futuras possam compreender as causas do Holocausto e reflectir sobre as suas consequências.
3 — Reafirmar a aspiração comum da humanidade a uma justiça e compreensão mútua de forma a evitar futuros actos de genocídio.
1 — Associar-se à comemoração internacional lembrando e homenageando a memória das vítimas que pereceram.
2 — Assumir o compromisso de promover a memória e a educação sobre o Holocausto nas escolas e universidades, nas nossas comunidades e outras instituições, para que as gerações futuras possam compreender as causas do Holocausto e reflectir sobre as suas consequências.
3 — Reafirmar a aspiração comum da humanidade a uma justiça e compreensão mútua de forma a evitar futuros actos de genocídio.
Aprovada em 28 de Janeiro de 2010.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
10.5.13
5.5.13
4.5.13
Declarações de João Ferreira do Amaral ao jornal “i”
«Aquilo que devia ser feito, não quero dizer que possa ser feito, não tenho grandes ilusões em relação às elites portuguesas, era decidir a saída a um nível muito restrito para manter o segredo e depois, no dia em que fosse anunciado o período transitório, em que seriam tomadas medidas de excepção, tomadas essas medidas a decisão devia ser ratificada pelo parlamento. Para mim não está em causa que tenhamos de sair do euro, de uma forma ou outra vamos ter de sair, a não ser que aconteça um milagre de iluminação na zona euro. O que está em causa é a forma de sair. Ou preparamos a saída ou seremos forçados a fazê-lo com custos muito maiores para a população.»
«Penso que sim, podemos assistir a uma ruptura política grave. Vai ser um choque muito grande as pessoas perceberem que esta situação está para durar. Prometeram-lhes que se cumpríssemos este programa as coisas iam mudar e os resultados não aparecem, nem podem aparecer, porque estes programas estão mal concebidos.»
«Houve uma acumulação de erros. Não tínhamos nada que antecipar a destruição de parte do sector agrícola, houve erros graves, mas a moeda única ultrapassou-os a todos. Não tínhamos de pôr o país numa trajectória que era insustentável. Se fizermos uma lista da forma como encaramos o processo de integração europeia, verificamos que houve erros bastante graves, por exemplo a forma como encarámos a adesão dos países de Leste em 2004. A Comissão Europeia, que fez o estudo do impacto do alargamento nos outros países mostrou que a economia portuguesa era das mais afectadas, mas isso não impediu as autoridades portuguesas de dizerem alegremente que estavam muito satisfeitas com o alargamento a Leste, e quando muito terem exigido meia dúzia de patacos de compensação. Não íamos bloquear o alargamento, mas poderíamos ter exigido condições muito diferentes para poder compensar o impacto negativo.»
22.4.13
21.4.13
20.4.13
Seis milhões...
The New York Call, Monday, January 2, 1922, p.2
New York Herald, March 5, 1916, section III, p.10.
Carregue duplamente nas imagens para ampliar.
18.4.13
Entrevista do historiador Keith Lowe.
Uma entrevista esclarecida e esclarecedor de Keith Lowe à revista Le Figaro Histoire n.º 7 (Março de 2013).
17.4.13
Mazagan (Tant qu’il nous reste de l’eau). Letra de Rui Falcão de Campos e música de José Campos e Sousa
Mazagan (Tant qu’il nous reste de l’eau)
«Malgré la poudre dans l’air
Et malgré nos vies en jeu
Nous nous faisons des mémoires
Rage au cœur et ventre creux.
Qu’est-ce que deux doigts de foudre
Qu’est-ce qu’un petit doigt de feu
Et qu’est-ce que la mer à boire
Lorsqu’on n’a pas froid aux yeux?
Nous restons unis et fiers
Et nous le prenons d’en haut
Tant qu’il nous reste de l’air
Tant qu’il nous reste de l’eau
Car l’espérance et l’enfer
Nous sont deux frères jumeauxi
Tant qu’il nous reste de l’air
Tant qu’il nous reste de l’eau
Parmi les flammes et le sang
Parmi les deuils et la cendre
Au mépris des convenances
Hors de question de nous rendre
C’est que nous n'avons qu’une âme
C’est à laisser ou à prendre
C’est une question de confiance
Les maures devront attendre.
Nous ne crierons pas misère
La foi nous tiendra au chaud
Tant qu’il nous reste de l’air
Tant qu’il nous reste de l’eau
Nous restons unis et fiers
Et nous le prenons d’en haut
Tant qu’il nous reste de l’air
Tant qu’il nous reste de l’eau»
(Entre 1559 et 1769, sept générations de portugais ont enduré le cercle de la citadelle de Mazagan par les sultans du Maroc.
Ce poème rappelle ce fait d’armes sans égal dans l’histoire militaire.
La résistance indomptable de 210 années consécutives s’est terminée par la signature d’un traité de paix.
La garnison invaincue est partie avec armes et bagages en direction du Brésil, pour y établir la ville de Nova Mazagão).
15.4.13
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