La Nouvelle Revue d`Histoire, n.º 65.
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
27.3.13
22.3.13
16.3.13
Fórum sobre a Língua portuguesa
Cartaz do Fórum sobre a língua portuguesa, a realizar no próximo dia 20 de Março, quarta-feira na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Auditório 1 - Torre B
Av. Berna, 26 - C
9.3.13
3.3.13
24.2.13
Quem fala assim...
“Jaime Neves não era um político, mas acabou por ter uma grande influência política…
Libertou as forças democráticas que acabaram, infelizmente, por nos trazer ao lamaçal actual. Chamar democracia a isto?! O que acontece é que milhões de portugueses são forçados a votar em um de dois fabianos, que, por sua vez, foram escolhidos por umas dezenas de milhar de militantes do PS e do PSD. É consabido que estes militantes, regra geral, são gente medíocre. Tirando a intriga, a bajulação e o repetir a tal “tabuada” partidária, pouco sabem fazer. Mas, neste tempo estranho em que o socialismo é para os ricos e o capitalismo para os pobres, o primeiro-ministro também não passa de uma espécie de capataz do Grande Dinheiro, da manada de financeiros, da matilha de banqueiros.”
Entrevista de Rui de Azevedo Teixeira ao jornal O Diabo, p. 8, 12.02.2013.
23.2.13
Günter Deckert e Sylvia Stolz
Esta foto, tirada em 2 de Janeiro deste ano, mostra o ex-professor Günter Deckert a entrar de novo na prisão que orwelianamente se chama (conforme mostra o cartaz) "Instituição de execução de Justiça da cidade de Mannheim". Tendo sido condenado a 5 anos e meio de prisão por ter traduzido do inglês para a língua alemã o relatório científico escrito pelo técnico americano de construção de câmaras de gás, Leuchter, e cumprido a sentença na íntegra, acabou por ser agora de novo condenado por ter traduzido outro trabalho, desta vez de um técnico italiano, para a língua alemã. Desta vez para 6 meses de prisão que começou a cumprir instantes depois desta foto (e está a cumprir neste momento). Falta mencionar que foi expulso do ensino na RFA com anulação de direito a pensão por ter feito a tradução acima mencionada. Deckert está a despedir-se de uma senhora frente à prisão alemã.
Esta senhora é a ex-advogada, Sylvia Stolz. Ela era uma simples advogada que recebeu uma obrigação de uma defesa oficiosa de Ernst Zündel, um alemão residente no Canada onde deu conferências e publicou artigos pondo em causa a versão oficial acerca das câmaras de gás. Zündel foi sistematicamente perseguido pela "Anti-Defamation-League" judaica americana, mas ilibado no Canadá. Descontentes com este resultado mandaram-lhe uma bomba pelo correio que explodiu no exame levado à efeito pela polícia e incendiaram-lhe a casa que ardeu na sua totalidade. Refugiou-se nos USA onde acabou por ser preso e expulso para a RFA. Tendo chegado à RFA foi de novo acusado e julgado.
Deram-lhe esta senhora como advogada oficiosa. Ela meteu-se a fundo na questão das acusações que lhe fizeram e viu que tinham pernas de barro, pura prepotência estatal. Defendeu o seu constituinte apresentando todos os erros no processo e todas as faltas de provas nas acusações. Foi então presa na própria sala do julgamento e imediatamente metida na prisão por ter defendido seu constituinte demais. Foi acusada de não se ter distanciado o suficiente do ponto de vista intolerável do réu. Foi condenada a três anos e meio de prisão que cumpriu na íntegra. Quando saiu da prisão recebeu nova sentença, desta vez da expulsão da Ordem dos Advogados, não podendo exercer mais a sua profissão.
Dias depois foi à prisão de Mannheim para dar um aperto de mão de despedida solidária a Gunter Deckert, quando este teve de entrar de novo na prisão. Esta foto tanto demonstra a prepotência estatal baseada na manutenção de uma mentira como a inquebrável atitude dos defensores da verdade na Alemanha que se sujeitam a tudo, mas não arredam um milímetro da prioridade da verdade sobre a mentira!
Esta senhora é a ex-advogada, Sylvia Stolz. Ela era uma simples advogada que recebeu uma obrigação de uma defesa oficiosa de Ernst Zündel, um alemão residente no Canada onde deu conferências e publicou artigos pondo em causa a versão oficial acerca das câmaras de gás. Zündel foi sistematicamente perseguido pela "Anti-Defamation-League" judaica americana, mas ilibado no Canadá. Descontentes com este resultado mandaram-lhe uma bomba pelo correio que explodiu no exame levado à efeito pela polícia e incendiaram-lhe a casa que ardeu na sua totalidade. Refugiou-se nos USA onde acabou por ser preso e expulso para a RFA. Tendo chegado à RFA foi de novo acusado e julgado.
Deram-lhe esta senhora como advogada oficiosa. Ela meteu-se a fundo na questão das acusações que lhe fizeram e viu que tinham pernas de barro, pura prepotência estatal. Defendeu o seu constituinte apresentando todos os erros no processo e todas as faltas de provas nas acusações. Foi então presa na própria sala do julgamento e imediatamente metida na prisão por ter defendido seu constituinte demais. Foi acusada de não se ter distanciado o suficiente do ponto de vista intolerável do réu. Foi condenada a três anos e meio de prisão que cumpriu na íntegra. Quando saiu da prisão recebeu nova sentença, desta vez da expulsão da Ordem dos Advogados, não podendo exercer mais a sua profissão.
Dias depois foi à prisão de Mannheim para dar um aperto de mão de despedida solidária a Gunter Deckert, quando este teve de entrar de novo na prisão. Esta foto tanto demonstra a prepotência estatal baseada na manutenção de uma mentira como a inquebrável atitude dos defensores da verdade na Alemanha que se sujeitam a tudo, mas não arredam um milímetro da prioridade da verdade sobre a mentira!
16.2.13
4.2.13
3.2.13
Os "manos" abriram nova loja
Chama-se Loja George Washington e surge, no seio da maçonaria, como a substituta e sucessora da polémica Loja Mozart 49 – que chegou a ser das mais influentes lojas maçónicas do pais e que integrava, entre outros, elementos dos serviços secretos, do grupo Ongoing e da política.
Esta nova loja foi criada na terça-feira e tem como venerável (líder) António Saraiva, presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, que integrava a Mozart.
«Fez-se finalmente a consagração da nova loja», explicou ao SOL fonte da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), obediência dos maçons regulares e que integra estas duas lojas. A consagração realizou-se na nova sede da GLLP, em Telheiras.
Desde que veio a público o escândalo sobre uma teia de ligações perigosas na Mozart – entre os serviços secretos, a Ongoing, e políticos, nomeadamente do PSD – que a direcção da GLLP planeava criar uma nova loja para esvaziar a outra. Aliás, numa carta enviada no ano passado a todos os maçons, o grão-mestre, José Moreno, convidou alguns «irmãos» da Loja Mozart a sair, apelando ao seu «bom senso» para que tomassem a melhor decisão que protegesse o bom nome da maçonaria.
«Entretanto, muitos afastaram-se ou saíram da Mozart para outras lojas, nomeadamente para a Brasília e a Abade Correia. Só alguns ficaram», nota a mesma fonte, sublinhando que agora, com a criação da George Washington e o esvaziamento da Mozart, podem estar criadas as condições para que a «GLLP possa abater colunas» a esta última (termo maçónico que significa encerrar a loja).
Para a Loja George Washington, refere a mesma fonte, não transitaram elementos da Ongoing nem dos serviços secretos, mas sim diplomatas, empresários e pessoas com ligações à política: «Será poderosa, uma vez que o venerável é um homem com poder». Além disso, serão deslocados irmãos de outras lojas e recrutados novos membros. Entre os ‘irmãos’ que mudaram da Mozart, estará Nuno Manalvo, ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais.
Silva Carvalho de regresso
No entanto, um maçon que pertence à Mozart garantiu ao SOL que esta loja ainda «está bem activa», tendo 17 dos 42 membros que existiam quando há um ano rebentou a polémica. Mas outra fonte garante que há o risco da «Mozart ficar sem quorum» para reunir.
Um dos elementos activos na Mozart será Jorge Silva Carvalho. Segundo um ‘irmão’, o antigo director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) – que se afastou depois de ser acusado de usar a Mozart para um projecto de ambição pessoal – já terá regressado à maçonaria, tendo participado em cinco sessões maçónicas. Neste momento, o venerável da Mozart é Rogério Tavares, um advogado, e Silva Carvalho ocupará a função de guarda interno.
Na Mozart, permanecem o coronel Francisco Rodrigues, que foi director de um departamento das ‘secretas’, e Neto da Silva, ex-deputado do PSD. E em Novembro passado entrou Alcides Guimarães, ex-candidato a grão-mestre. Já o líder da Ongoing, Nuno Vasconcelos, não tem aparecido nas sessões maçónica, vivendo actualmente a maior parte do tempo no Brasil.
Longe das sessões maçónicas da Mozart estão os políticos que viram os seus nomes envolvidos na polémica – como o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, e Paulo Miguel Santos, deputado do mesmo partido.
Fonte: Sol
28.1.13
Obra inédita de António Manuel Couto Viana apresentada em Ponte de Lima
«António Manuel Couto Viana que demonstrou desde sempre grande apreço por Ponte de Lima, pela paisagem, pelas gentes e pela gastronomia, confiou ao Pelouro da Cultura do Município de Ponte de Lima, um inédito intitulado "Para uma geografia literária do Alto Minho".
Na obra, que nos dá a conhecer os poetas e os prosadores mais relevantes do entre Minho e Lima, figuram alguns dos poetas e prosadores (ficcionistas, ensaístas, historiadores ou jornalistas) limianos: António Feijó, Luís Correia Caldeira, João Marcos e Cláudio Lima, António Vieira Lisboa, Delfim Guimarães, José Sousa Vieira, Luís Dantas, Amândio Dantas, Fátima Meireles, José Ernesto Costa, David Xaile, Natividade Silva, Conde d'Aurora, Cardeal Saraiva, Conde de Bertiandos, Lima Bezerra, Pereira de Freitas, General Norton de Matos, António Ferreira, António Matos Reis, Cruz Cerqueira, Adelino Tito de Morais, João Pimenta, Francisco Guimarães, Alberto de Sousa Machado, Carlos Gomes, José Cândido Martins.
Conforme vontade expressa de António Manuel Couto Viana, vai proceder-se à edição e divulgação desta obra póstuma, preciosa para a região, que pretende homenagear, uma vez mais, o autor assinalando os 90 anos do seu nascimento. O Município de Ponte de Lima contribui, desta forma, para que as suas obras não fiquem esquecidas nas estantes das bibliotecas, à espera da mão que as descubra, dos olhos que as leiam, da inteligência e a sensibilidade que lhes dê o devido apreço.
O lançamento da obra "Para uma geografia literária do Alto Minho" terá lugar no próximo dia 24 de janeiro, dia em que António Manuel Couto Viana completaria o seu 90º aniversário, às 18h00, no auditório da Biblioteca Municipal, precedido da abertura da exposição biobibliográfica intitulada "António Manuel Couto Viana: vida e obra". A apresentação da obra estará a cargo de Cláudio Lima e contará com a presença de Juan Soutullo, filho do homenageado.»
27.1.13
Concerto de José Campos e Sousa, no lançamento do livro “Antologia Poética de Rodrigo Emílio”.
Concerto de José Campos e Sousa ao vivo, em homenagem a Rodrigo Emílio, no lançamento do livro “Antologia Poética de Rodrigo Emílio”, na Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a 20 de Fevereiro de 2010.
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