Clicar duplamente nas imagens para ampliar.
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
20.10.12
17.10.12
15.10.12
14.10.12
10.10.12
8.10.12
7.10.12
5.10.12
Traidores!
O povo português viu hoje na televisão o rosto de alguns traidores que estão reféns do seu pânico pelo que lhes possa acontecer.
As comemorações republicano-maçónicas decorreram este ano sob as ordens maçónicas da protecção, do medo, do pânico em vez de serem públicas e abertas a toda a gente. Nada disso, refugiaram-se, esconderam-se e ainda não satisfeitos vingaram-se no último feriado do dia traidor de 5 de Outubro de 1910 ao hastearem a Bandeira Nacional - parida pelos republicano-democráticos desse decénio - ao contrário.
Bando de canalhas, de traidores, de democratas!!!
As comemorações republicano-maçónicas decorreram este ano sob as ordens maçónicas da protecção, do medo, do pânico em vez de serem públicas e abertas a toda a gente. Nada disso, refugiaram-se, esconderam-se e ainda não satisfeitos vingaram-se no último feriado do dia traidor de 5 de Outubro de 1910 ao hastearem a Bandeira Nacional - parida pelos republicano-democráticos desse decénio - ao contrário.
Bando de canalhas, de traidores, de democratas!!!
3.10.12
1.10.12
26.9.12
20.9.12
19.9.12
Um general de generalidades

Li com enorme surpresa as declarações do agora General Almeida Bruno, próprias de um louco que vive num manicómio em auto-gestão como é o caso do nosso País.
A primeira vez que ouvi falar de João de Almeida Bruno, era ele tenente-coronel de Cavalaria, foi um dos signatários da entrega da Província Ultramarina de Cabo-Verde ao PAIGC, foi na altura membro do Conselho de Estado e um fiel do traidor spinolêndeo Spínola.
Resumindo e concluindo: este senhor general foi traidor à Pátria conforme o Art. 141.º do Código Penal então em vigor, além de ter sido um abrileiro que esteve na preparação do abrilesco dia 25.
Alguém acredita que as Forças Armadas farão alguma coisa pela Pátria e com isso perderem as altas regalias e prebendas que receberam depois da peca e ignóbil data?
Aquilo que fizeram sempre durante o século XX foram pronunciamentos militares. Ou seja, saíram à rua, discutiam com o seu “inimigo” a situação político-militar e faziam a contagem das armas. Ou seja, quando alguém apresentasse vantagem a nível de material, armas e balas, saía vitorioso e com isso a nova revolução. Foi o que fizeram no 25 de Abril, 11 de Março e 25 de Novembro!
Agora a andar a dar tiros, isso é perigoso porque pode-se morrer, ficar ferido é uma chatice, perde-se a carreira militar, coloca-se em risco a mulher e os filhos e… a Pátria que se lixe!
Mesmo na sua condição de funcionários públicos após a última Lei de Reorganização das Forças Armadas (em parvas) de utilização das Forças Armadas em operações contra a própria população, como força supletiva às Forças de Segurança – PSP e GNR – quando as mesmas forem incapazes de tomarem conta do recado. Ou seja perspectiva-se a possibilidade dada aos políticos (dependem nesse caso do Governo e não do Comandante Chefe – Presidente desta República) de usarem o aparelho militar para reprimir e atirar sobre o povo português.
Tudo isto em nome da ordem democrática, do povo, da (in)justiça, dos direitos do homem, da liberdade... claro está!
15.9.12
Subscrever:
Mensagens (Atom)





























