«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
26.5.12
21.5.12
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29.4.12
Mais um que se está a tornar um anti-democrata!!!
Entrevista de José Mattoso ao jornal Público, Domingo, 29.04. 2012, págs. 10/11/12.
25.4.12
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28.3.12
Rodrigo Emílio: Presente! por Rui Teodósio
«Há muitas coisas do Rodrigo que nunca mais me vou esquecer, tive a honra de o conhecer durante a minha juventude e numa altura de intenso combate político, num tempo em que foi preciso abrir espaço para a direita revolucionária, e tive a honra de o acompanhar como arguido num processo político no mínimo polémico, o julgamento do M.A.N. pelo Tribunal Constitucional por crimes contra a constituição da República .Nunca mais me irei esquecer de muitas das suas palavras perante os juízes, mas há uma frase que de tempos a tempos me assalta o pensamento; foi a sua resposta à pergunta dos juízes:
- "Sr. Rodrigo Emílio, como caracteriza a Democracia?"
- " Sr. Dr. juiz, para mim, a Democracia é uma linha recta."
O Juiz intrigado pela sua resposta perguntou:
- "Uma linha recta, Sr. Rodrigo?"
A sua resposta foi pronta incisiva e cheia de vigor:
"Sim, Sr Dr. Juiz, uma linha recta, não tem principio, não tem fim e não tem ponta por onde se lhe pegue"
Foi até hoje a melhor definição de Democracia que já ouvi e resta contar-lhes que após esta resposta a gargalhada foi generalizada, jornalistas, assistência, tudo ficou a rir desalmadamente e até deu para reparar que um Juiz ou outro sorriam discretamente o que quase fez interromper a sessão.
É esta a imagem que me ficou do Rodrigo, um homem sem medos, sem papas na língua que sabia muito bem de onde vinha e para onde queria ir, um autêntico soldado/poeta Nacionalista, este homem é alguém, sem dúvida, a recordar e a dar a conhecer às gerações mais novas de Nacionalistas revolucionários, quer pelo seu trabalho quer pela sua atitude digna e tenaz perante uma classe politica que nos encaminha a passos largos para destruição da Nação.
Hoje acordei a pensar nele, daí a razão destas linhas (uma vez que é o aniversário da sua morte e ontem antes de me deitar estive a reler alguns dos seus versos) e pensei para comigo... afinal o Rodrigo não está morto... ele ainda marcha ao nosso lado, as suas palavras irão provavelmente para sempre me apoiar e dar alento para o dia de amanhã, para mim quando se grita o nome de Rodrigo Emílio ainda consigo ouvir ao longe uma voz que responde:
- PRESENTE!!!»
Rui Teodósio
Rodrigo Emílio, Presente! por Humberto Nuno Oliveira
Quis o meu amigo e camarada Humberto Nuno Oliveira não esquecer a data da morte física do nosso Rodrigo Emílio e presenteia todos: o Rodrigo, os amigos e camaradas com este belo testemunho.
Digo belo porque falar de um dos grandes vultos da Cultura Portuguesa, de um dos seus poetas maiores, de um mestre da Portugalidade, é falar do Belo!
Obrigado, Humberto!
Obrigado, Rodrigo!
Digo belo porque falar de um dos grandes vultos da Cultura Portuguesa, de um dos seus poetas maiores, de um mestre da Portugalidade, é falar do Belo!
Obrigado, Humberto!
Obrigado, Rodrigo!
Jornal O DiaboEdição n.º 1839
27.03.2012
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