
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
30.11.11
29.11.11
28.11.11
25.11.11
20.11.11
Mais dados sobre a traição de Jorge Jardim em Moçambique
«(…) O que Jorge Jardim desejava era que o novo Governo tivesse metade de elementos da Frelimo e que a outra metade fosse constituída por elementos por si escolhidos entre as forças vivas de Moçambique que nele acreditavam. Fiquei espantado com a sua aceitação dos elementos que tinham aterrorizado populações indefesas durante os últimos dez anos.» (P. 211)«(…) No dia anterior estivera em Nampula, com o colega Bruce Loudon do Daily Telegraph de Londres. “É um jornalista muito especial”, disse o Luiz. “Tinha uma ligação bem conhecida com muitos políticos e militares antes do 25 de Abril”. Perguntei-lhe qual seria, agora, o seu relacionamento com o MFA.
- Tens de te lembrar, Giancarlo, que em 1973, quando o Jorge Jardim e os zambianos jogaram a cartada de “Wiriamu”, foi o Bruce Loudon e o fotógrafo francês Patricke “qualquer coisa” que apoiou o plano deles. Lixaram o coronel Videira e outros oficiais superiores mas, mais importante, forçaram o Jaime Neves a colaborar com os revoltosos por este ter sido ameaçado com um Conselho de Guerra no futuro.» (P. 149)
- Tens de te lembrar, Giancarlo, que em 1973, quando o Jorge Jardim e os zambianos jogaram a cartada de “Wiriamu”, foi o Bruce Loudon e o fotógrafo francês Patricke “qualquer coisa” que apoiou o plano deles. Lixaram o coronel Videira e outros oficiais superiores mas, mais importante, forçaram o Jaime Neves a colaborar com os revoltosos por este ter sido ameaçado com um Conselho de Guerra no futuro.» (P. 149)
Livro: A Cauda do Escorpião. Giancarlo Coccia


A Dinalivro editou em Junho deste ano este testemunho do jornalista italiano Giancarlo Coccia, "A Cauda do Escorpião - O Adeus a Moçambique", sobre os vergonhosos acontecimentos da traição e do abandono da província ultramarina de Moçambique pelos abrileiros que em Lisboa conspiravam a favor dos planos mundialistas e soviéticos a troco de... salvarem a pele por meia dúzia de escudos!
N.º de páginas - 376
P.V.P. - 24€.
N.º de páginas - 376
P.V.P. - 24€.
4.11.11
Completamente de acordo!
"Como escreveu há dias o Miguel Castelo-Branco, os palermas riram-se de Salazar e da cultura do aforrozinho. Era para eles uma visão campónia e atrasada, incompatível com os seus projectos desenvolvimentistas. Prometeram-nos a Europa, a felicidade, a abundância e dinheiro a rodos. O resultado deste programa extraordinário tem feito os títulos da imprensa. Estamos cada vez mais pobres: na verdade, falidos e mal pagos. Destruídas a agricultura, a pesca e a indústria, dependemos da ajuda externa, sem a qual morreríamos de fome e inanição. Vamos sobrevivendo ligados à máquina da troika, que é quem manda. No estrangeiro, experimento todos os dias a vergonha de ser português. Chegou a hora de apontar o dedo ao regime. Ou acabamos nós com ele, ou há-de a besta fatalmente acabar connosco. "
2.11.11
Lucien Rebatet. Prof. António José de Brito
LUCIEN REBATET
Depois do triunfo da cruzada democrática de 1939-45, a categoria dos “escritores malditos” recebeu um dos consideráveis reforços. Um dos países que mais se distinguiu na especialidade foi, sem dúvida, a França dos direitos do homem, da liberdade, da igualdade e da fraternidade.
Os anos, contudo, passaram e os furores pouco a pouco atenuaram-se, embora não tenham desaparecido. Já não se fuzila com toda a naturalidade o herético e com lastimável frouxidão condena-se apenas à obscuridade e ao silêncio. E, por vezes, vozes surgem a defendê-lo e a dar-lhe uma relativa absolvição. Na maior parte dos casos, a defesa e a absolvição consistem em apresentá-lo como um frouxo, dominado, por hesitações a caminho de passar para o outro lado da barricada – só que não teve tempo.
No entanto, de entre os malditos, há um de nível supremo, para o qual, - salvo raríssimas excepções – não há perdão nem piedade possíveis. É o caso de Lucien Rebatet. Drieu La Rochelle e Robert Brasillach já vão recuperando, muito atenuadamente, conforme se compreende, o direito de cidade. Rebatet, não, continua a ser um repulsivo, um abjecto, à máxima potência.
Por certo alguns traços caracteriológicos da sua personalidade não o tornam em extremos atraente. Durante o julgamento não mostrou a intransigente coragem de Robert Brasillach ou de Pierre Antoine Cousteau. E, após, a saída da prisão patenteou um certo amolecimento.
Apesar de tudo, não deixou jamais de merecer o qualificativo “d`étonnant garçon” conforme o classificou o autor dessa bela e delicada evocação de “Notre Avant Guerre”.
Diga-se, desde já, que as suas ambições literárias, corporizou nos romances “Les épis mûrs” e, sobretudo, em “Les Deux Étendarts”, não me parecem atingidas. Excelentes críticos consideram essas obras, em especial a última, como textos marcantes do século vinte. Na minha modesta opinião, “Les Deux Étendarts”, tem demasiada teologia e metafísica para uma obra de ficção e demasiada ficção para o que possui de teológico e metafísico. Quanto a “Les épis mûrs”, a grande exibição de conhecimentos técnicos de músicas faz quase desaparecer a estrutura da narrativa.
O que julgo uma obra-prima no género são “Les Décombres”. Grande êxito durante a Ocupação e, depois da chamada “libération”, alvo de pudicas, escandalizadas e virtuosas refutações. Trata-se de um mero panfleto político, dir-me-ão. Panfleto político, com certeza, mas não um “mero” panfleto político.
São seiscentas e sessenta e quatro páginas explosivas, em que se mesclam invectivas frementes, caricaturas implacáveis, ataques furibundos, sátiras impiedosas, demolições sem par, enquadradas numa atmosfera de irrespeito e cólera.
Trata-se de uma espécie de vendaval a que está, imanente um patriotismo frustrado, bem como um revolucionarismo intomável.
A decadência francesa, testemunhada na maior e mais vergonhosa das derrotas, põe Rebatet fora de si. Na sua exaltação aplica o ferro em brasa à ferida, com a esperança de fazer desaparecer as causas da catástrofe terrível.
Na reedição, inserida nas “Mémoires d`un fasciste”, ele suprimiu algumas partes por motivos de gratidão pessoal perfeitamente respeitáveis. Pela minha parte prefiro os Décombres sem insinuações, na sua força impiedosa e terrível. Claro que nem sempre Rebatet é duma justiça perfeita. No tocante a Maurras, se aponto justeza deficiências na sua acção política, esqueceu que o passivo foi amplamente superado pelo activo. Sem Maurras, talvez não houvesse pensamento anti-democrático visível na Europa.
Em 1969 veio a público, “Une Histoire de la Musique” apaixonada e apaixonante, evidenciando a imensa cultura do escritor. Mero diletante seria atrevimento meu se formulasse reparos de fundo. Apenas uma breve anotação.
Assevera Rebatet que Richard Strauss detestava o regime nacional-socialista. Talvez se baseie em declarações feitas ou atribuídas pelo admirável criador do “Cavaleiro da Rosa” depois de 1945. A verdade é que, nas já citadas “Mémoires d`un Fasciste”,
Rebatet o mostra, no Festival Mozart em Viena, organizado por aquele regime, recebendo os representantes franceses com toda a naturalidade. E os seus oitenta anos foram festejados em toda a Alemanha, com felicitações de Hitler e tudo o mais.
Adiante, porém.
Sob o pseudónimo de François Vinneuil, Rebatet mostrou-se um excelente crítico de cinema. Recentemente foram reeditados alguns dos seus artigos com o título “Quatre ans de cinema (1940-1944)".
Ao ler essa compilação voltaram à minha memória algumas das grandes produções da época, que é considerada a idade de ouro do écran francês.
Não havia em tal obra grandes referências a películas alemãs. Em todo o caso, aparecem as considerações que ele consagrou a três admiráveis produções germânicas: a “Cidade Dourada”, o “Barão Aventureiro” e “Opereta”.
Na primeira, um deslumbrante colorido fazia esquecer a banalidade da história (uma jovem camponesa seduzida). Na segunda, a cor alia-se à mais extraordinária fantasia, acompanhadas pela estupenda interpretação de Hans Albert.
Quanto à “Opereta”, permitam-me algumas notas pessoais. Quando – há que anos! – vi o filme, fiquei desiludido. Esperava algo predominantemente musical, com relevo para os grandes compositores do género, entre eles Franz Lehar. A leitura do artigo de Rebatet fez-me hoje mudar de opinião. Mau grado o título, tratava-se apenas da história de um grande métteur en scène (a expressão francesa é a que parece mais adequada) na Viena do século XIX, que acaba por triunfar, nesse ambiente delicioso de despreocupação, alegria e pitoresco. Com um grande fair play, o nacional-socialismo permite a ressurreição e, em certa medida, a reabilitação desse período decerto porque, apesar de toda a sua frivolidade, mostrava grande qualidade do teatro ligeiro germânico e o mérito dum labor incessante, para além de intrigas de bastidores e rivalidades pessoais.
Lucien Rebatet, embora, tardiamente, permitiu-me ver com outros olhos a “Opereta”. Graças lhe sejam dadas, a ele, o maldito entre os malditos.

António José de Brito
Os anos, contudo, passaram e os furores pouco a pouco atenuaram-se, embora não tenham desaparecido. Já não se fuzila com toda a naturalidade o herético e com lastimável frouxidão condena-se apenas à obscuridade e ao silêncio. E, por vezes, vozes surgem a defendê-lo e a dar-lhe uma relativa absolvição. Na maior parte dos casos, a defesa e a absolvição consistem em apresentá-lo como um frouxo, dominado, por hesitações a caminho de passar para o outro lado da barricada – só que não teve tempo.
No entanto, de entre os malditos, há um de nível supremo, para o qual, - salvo raríssimas excepções – não há perdão nem piedade possíveis. É o caso de Lucien Rebatet. Drieu La Rochelle e Robert Brasillach já vão recuperando, muito atenuadamente, conforme se compreende, o direito de cidade. Rebatet, não, continua a ser um repulsivo, um abjecto, à máxima potência.
Por certo alguns traços caracteriológicos da sua personalidade não o tornam em extremos atraente. Durante o julgamento não mostrou a intransigente coragem de Robert Brasillach ou de Pierre Antoine Cousteau. E, após, a saída da prisão patenteou um certo amolecimento.
Apesar de tudo, não deixou jamais de merecer o qualificativo “d`étonnant garçon” conforme o classificou o autor dessa bela e delicada evocação de “Notre Avant Guerre”.
Diga-se, desde já, que as suas ambições literárias, corporizou nos romances “Les épis mûrs” e, sobretudo, em “Les Deux Étendarts”, não me parecem atingidas. Excelentes críticos consideram essas obras, em especial a última, como textos marcantes do século vinte. Na minha modesta opinião, “Les Deux Étendarts”, tem demasiada teologia e metafísica para uma obra de ficção e demasiada ficção para o que possui de teológico e metafísico. Quanto a “Les épis mûrs”, a grande exibição de conhecimentos técnicos de músicas faz quase desaparecer a estrutura da narrativa.
O que julgo uma obra-prima no género são “Les Décombres”. Grande êxito durante a Ocupação e, depois da chamada “libération”, alvo de pudicas, escandalizadas e virtuosas refutações. Trata-se de um mero panfleto político, dir-me-ão. Panfleto político, com certeza, mas não um “mero” panfleto político.
São seiscentas e sessenta e quatro páginas explosivas, em que se mesclam invectivas frementes, caricaturas implacáveis, ataques furibundos, sátiras impiedosas, demolições sem par, enquadradas numa atmosfera de irrespeito e cólera.
Trata-se de uma espécie de vendaval a que está, imanente um patriotismo frustrado, bem como um revolucionarismo intomável.A decadência francesa, testemunhada na maior e mais vergonhosa das derrotas, põe Rebatet fora de si. Na sua exaltação aplica o ferro em brasa à ferida, com a esperança de fazer desaparecer as causas da catástrofe terrível.
Na reedição, inserida nas “Mémoires d`un fasciste”, ele suprimiu algumas partes por motivos de gratidão pessoal perfeitamente respeitáveis. Pela minha parte prefiro os Décombres sem insinuações, na sua força impiedosa e terrível. Claro que nem sempre Rebatet é duma justiça perfeita. No tocante a Maurras, se aponto justeza deficiências na sua acção política, esqueceu que o passivo foi amplamente superado pelo activo. Sem Maurras, talvez não houvesse pensamento anti-democrático visível na Europa.Em 1969 veio a público, “Une Histoire de la Musique” apaixonada e apaixonante, evidenciando a imensa cultura do escritor. Mero diletante seria atrevimento meu se formulasse reparos de fundo. Apenas uma breve anotação.
Assevera Rebatet que Richard Strauss detestava o regime nacional-socialista. Talvez se baseie em declarações feitas ou atribuídas pelo admirável criador do “Cavaleiro da Rosa” depois de 1945. A verdade é que, nas já citadas “Mémoires d`un Fasciste”,
Adiante, porém.
Sob o pseudónimo de François Vinneuil, Rebatet mostrou-se um excelente crítico de cinema. Recentemente foram reeditados alguns dos seus artigos com o título “Quatre ans de cinema (1940-1944)".
Ao ler essa compilação voltaram à minha memória algumas das grandes produções da época, que é considerada a idade de ouro do écran francês.Não havia em tal obra grandes referências a películas alemãs. Em todo o caso, aparecem as considerações que ele consagrou a três admiráveis produções germânicas: a “Cidade Dourada”, o “Barão Aventureiro” e “Opereta”.
Na primeira, um deslumbrante colorido fazia esquecer a banalidade da história (uma jovem camponesa seduzida). Na segunda, a cor alia-se à mais extraordinária fantasia, acompanhadas pela estupenda interpretação de Hans Albert.
Quanto à “Opereta”, permitam-me algumas notas pessoais. Quando – há que anos! – vi o filme, fiquei desiludido. Esperava algo predominantemente musical, com relevo para os grandes compositores do género, entre eles Franz Lehar. A leitura do artigo de Rebatet fez-me hoje mudar de opinião. Mau grado o título, tratava-se apenas da história de um grande métteur en scène (a expressão francesa é a que parece mais adequada) na Viena do século XIX, que acaba por triunfar, nesse ambiente delicioso de despreocupação, alegria e pitoresco. Com um grande fair play, o nacional-socialismo permite a ressurreição e, em certa medida, a reabilitação desse período decerto porque, apesar de toda a sua frivolidade, mostrava grande qualidade do teatro ligeiro germânico e o mérito dum labor incessante, para além de intrigas de bastidores e rivalidades pessoais.
Lucien Rebatet, embora, tardiamente, permitiu-me ver com outros olhos a “Opereta”. Graças lhe sejam dadas, a ele, o maldito entre os malditos.

António José de Brito
30.10.11
23.10.11
15.10.11
6.10.11
26.9.11
Livro: D. Sebastião, o Elmo e Alcácer-Quibir. Rainer Daehnhardt

PVP: 36,90€
São 240 páginas a cores e em papel couché!
Encomenda já disponível na Editora com 10% desconto - 33,21€
Contacto: apeiron.edicoes@gmail.com e Apeiron Edições.
São 240 páginas a cores e em papel couché!
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Contacto: apeiron.edicoes@gmail.com e Apeiron Edições.
Sinopse: Dom Sebastião é uma figura histórica única, para todo o Mundo-Outrora-Português, que ainda se mantém ligado através da língua e cultura de Camões.Desde o Brasil até Macau, surge um entusiasmo crescente pelo aparecimento do elmo usado por este monarca luso, na Batalha denominada “DOS TRÊS REIS”, por, supostamente, três Reis nela terem perdido a vida. Dois foram Rei Mouros e um Português.
Nunca se chegou a saber ao certo se Dom Sebastião caiu em combate, ou apenas desapareceu. Facto é, que se trata do único monarca do Mundo Português perdido numa batalha. Isto teceu lendas e mitos a seu respeito, que o elevaram ao pedestal da adoração, como se de um Santo se tratasse.
Há 250 milhões de pessoas no mundo que falam português. Necessitam de ser informadas sobre os espantosos resultados que os exames feitos ao seu elmo nos revelaram.
Hoje, temos provas que nos esclarecem perguntas, nunca antes colocadas. Também se levantam novas questões, que futuras gerações terão de investigar.
Perante os novos conhecimentos, obtidos através do estudo das feridas presentes no elmo de Dom Sebastião, considero o acesso a dados até há pouco desconhecidos, sendo um dever cívico compartilhá-los com todos os que com a sua lusa origem se identificam.
Nunca se chegou a saber ao certo se Dom Sebastião caiu em combate, ou apenas desapareceu. Facto é, que se trata do único monarca do Mundo Português perdido numa batalha. Isto teceu lendas e mitos a seu respeito, que o elevaram ao pedestal da adoração, como se de um Santo se tratasse.
Há 250 milhões de pessoas no mundo que falam português. Necessitam de ser informadas sobre os espantosos resultados que os exames feitos ao seu elmo nos revelaram.
Hoje, temos provas que nos esclarecem perguntas, nunca antes colocadas. Também se levantam novas questões, que futuras gerações terão de investigar.
Perante os novos conhecimentos, obtidos através do estudo das feridas presentes no elmo de Dom Sebastião, considero o acesso a dados até há pouco desconhecidos, sendo um dever cívico compartilhá-los com todos os que com a sua lusa origem se identificam.
Museu Luso-Alemão
20.9.11
Pedro Guedes da Silva no Expresso do Ocidente
Pedro Guedes da Silva em mais um Expresso do Ocidente.
15.9.11
Cá por umas coisas...
Os utilizadores da AppStore em França deixaram de ter acesso a uma aplicação que consistia numa listagem de personalidade classificados como sendo judias ou não judias
A aplicação «Judeu ou Não Judeu» apenas esteve disponível 48 horas mas gerou uma elevada polémica o que levou a empresa a retirar a mesma.
A Apple alegou que a retirada desta aplicação da sua loja online se ficou a dever ao facto de a mesma desrespeitar a legislação francesa.
A aplicação consistia numa listagem de 3.500 personalidades de religião judaica, que eram depois classificadas de acordo com vários critérios. O criador da aplicação é um jovem judeu e a mesma está disponível em vários países, incluindo os EUA, onde não foi levantada nenhuma polémica em torno da mesma.
A aplicação «Judeu ou Não Judeu» apenas esteve disponível 48 horas mas gerou uma elevada polémica o que levou a empresa a retirar a mesma.
A Apple alegou que a retirada desta aplicação da sua loja online se ficou a dever ao facto de a mesma desrespeitar a legislação francesa.
A aplicação consistia numa listagem de 3.500 personalidades de religião judaica, que eram depois classificadas de acordo com vários critérios. O criador da aplicação é um jovem judeu e a mesma está disponível em vários países, incluindo os EUA, onde não foi levantada nenhuma polémica em torno da mesma.
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