21.8.09

Funeral de Tó Zé de Almeida

Terá lugar amanhã de manhã, às 10 horas, na Igreja de Nossa Senhora de Lurdes, sita na Rua António José de Almeida, em Coimbra, o funeral do nosso amigo e camarada Tó Zé de Almeida.
No final da missa de corpo presente, um dos seus amigos, José Campos e Sousa cantará "Avé Maria", "Pai Nosso" e a "Ceia".

Tó Zé de Almeida pela caneta de Nuno Rogeiro

Revista Sábado, 20.08.2008, p.51.

16.8.09

A morte de um Amigo e Camarada

A notícia circula desde quarta-feira na imprensa mas quase ninguém lhe deu importância.
A notícia do naufrágio dum barco a sete milhas náuticas da praia de Pedrogão não chama a atenção a ninguém até que se lê o "António José de Almeida, 59 anos, antigo professor de natação e proprietário da embarcação, registada na Figueira da Foz" e o alerta é dado junto dos amigos.
Hoje, ao final da manhã, recebi um telefonema do Manlius a perguntar se eu sabia algo do Tó Zé de Almeida tendo-lhe respondido negativamente e inquirindo-o, de imediato, da razão da pergunta. Então, o Manlius dispara: "recebi um e-mail com a notícia da agência Lusa sobre o naufrágio em Pedrogão e pelos dados só pode ser o Tó Zé".
Telefonemas e sms para amigos a perguntar se sabiam de alguma coisa mas a angustiosa dúvida persistia entre todos até que ao fim da tarde, o José Carlos, de novo, telefona-me e confirma que o náufrago era o Tó Zé! Ambos desligámos o telemóvel desolados.
Conheci o Tó Zé de Almeida na primeira sessão de homenagem ao nosso comum Amigo e Camarada Rodrigo Emílio, realizada no Salão Nobre da SHIP. Tinha sido "convocado" para declamar, juntamente, com mais três camaradas, Alberto Corrêa de Barros, Luís António Serra e Vítor Luís, poesia do Rodrigo Emílio a que acedeu com satisfação pela honra e porque o Rodrigo tudo merecia.
Voltei a revê-lo na segunda homenagem ao Rodrigo, novamente na SHIP, e durante o jantar conversamos sobre as suas aventuras e desventuras como combatente por Portugal e o exílio madrileno de Campamento.
Entre nós tinha nascido uma amizade - daquelas que parece que nos conheciamos desde sempre - e muita conversa telefónica, horas de conversa telefónica que enriqueceram a Portugal Telecom e a minha pessoa.
António José, como gostava que o tratassem, era um conversador extraordinário e de uma simpatia natural. Era a personificação da Simpatia.
Ficaram interrompidas as nossas conversas telefónicas até ao dia e a hora em que nos reencontrarmos todos. Tu, o Rodrigo e muitos mais. Nessa altura, reataremos a conversa.
Até breve!
P.S. - Será celebrada uma missa de 7.º dia por intenção, na Igreja de S. Bartolomeu, sita na Praça do Comércio, em Coimbra, terça-feira, dia 18, às 17 horas.

11.8.09

Chegou a vez de Josef Scheungraber

Um tribunal alemão condenou hoje o ex-oficial nazi, Josef Scheungraber, de 91 anos, a uma pena de prisão perpétua.
Israel não perdoa! Condenar um ancião de 91 anos a prisão perpétua é mais uma prova da fraternidade, da tolerância, da liberdade, dos direitos do homem.
Sessenta e cinco (65) anos depois é condenado!

Reportagem da homenagem a Couto Viana na SHIP


Reportagem da homenagem a António Manuel Couto Viana publicada nas páginas centrais do n.º 272/273 (Ano XXV, Agosto/Setembro de 2009) do Boletim Informativo da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Apresentação do livro: Nuno Álvares Pereira, a demanda do Mestre de Avis e a vida do Santo Condestável de Isabel Ricardo

Depois do lançamento na FNAC do Chiado, em Lisboa, vai ser apresentado na Feira do Livro da Nazaré, no dia 14 de Agosto de 2009, às 22:00 horas, o livro Nuno Álvares Pereira, a demanda do Mestre de Avis e a vida do Santo Condestável de Isabel Ricardo com a apresentação a cargo do Dr. Alexandre Patrício Gouveia, Presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota.

6.8.09

Mais um passo e outro passo

...o cerco em nome da liberdade e da segurança dos cidadãos!
Face à nova lei 32/2008 "A conservação e a transmissão dos dados (...) têm por finalidade exclusiva a investigação, detecção e repressão de crimes graves por parte das autoridades competentes", somos a partir de ontem "protegidos" pela vigilância nos telefones fixos, telemóveis (sms e mms), nas ligações à internet, na consulta das páginas que visitamos, o tempo que duram as comunicações. Ao que parece (?!), o conteúdos das comunicações telefónicas e dos e-mails não ficam abrangidos por esta norma jurídica, policial e judicial.
A pergunta é que deixo é esta: se o conteúdo de um e-mail, de uma conversa telefónica não ficam guardados, então, para que serve esta lei, que é nada mais do que a transposição de uma directiva da federasta União Europeia de 2006? Não será que nos estão a enganar?
A lenta e disfarçada escravização da sociedade vai, inexoravelmente, passo a passo e a compasso!

Livro: Os Druídas e os deuses celtas de Henri d`Arbois de Jubainville


A Zéfiro publicou um clássico da literatura celta. Os Druídas e os Deuses Celtas sob a forma de Animais são dois textos de Henri d`Arbois de Jubainville. São 156 páginas. Preço: 14,90€.

Urgente

É urgente, urgentíssimo, extirpar o cancro da mentalidade e do espírito burguês que vem atingindo o meio nacionalista.
Aqueles que se escudam em mentiras, em comodidades, em pretensas ameaças, em cobardias, são o espelho dessa mentalidadezinha e desse espíritozeco contrário ao do Militante, àquele que tem um Ideal, que tem uma Fé, que tem uma Certeza, - e que vai na sua defesa até ao fim do seu fim - porque prefere a via do Herói, do Combatente e do Guerreiro.
Prefere ser leão durante um dia a ser um cordeiro toda a vida.
Vamos declarar guerra ao burguesismo, já!!!

4.8.09

Livro: D. Nuno, Santo e Cavaleiro de Pedro Picoito


D. Nuno, Santo e Cavaleiro, é o título do livro infanto-juvenil do historiador Dr. Pedro Picoito com ilustrações de Sandra Bartolomeu editado pela Diel. São 22 páginas pelo preço 9€.
Os pedidos podem ser feitos a:
DIEL - Distribuidores e Livreiros, Lda
Av. Almirante Reis, 142 - 1º Dto
1150-023 LISBOA
Telef: 213 522 083
info@diel.pt

2.8.09

Leitura semanal

Área Nacional
Ciberpolítica

Odisseia
Os traidores sempre à espreita
A "Espanha eterna"

Um Homem das Cidades
Sabão humano - uma nódoa difícil de remover na história do holocausto judeu

Condestável
Inconformista
Pt No Media
Pt NovoPress
Revisionismo em Linha

António Sardinha e o iberismo maçónico

«... O internacionalismo maçónico contaminara-nos já desde atrás, com os soldados que serviram a fortuna de Napoleão e que no regresso nos empurravam francamente para a União Ibérica, saudada e propagada nas Lojas Peninsulares como o triunfo maior da causa da Liberdade. Só numa história escrita ao contrário, como a nossa anda, é que Gomes Freire pode figurar de mártir da Pátria. O militar valente, mas desnacionalizado, da epopeia napoleónica não era o único, porém. Os seus irmãos do triângulo simbólico enraizaram-se farta e fortemente no solo português, mal o senhor Intendente deixou de farejar por toda a Lisboa do começo do século findo os agentes perniciosos da grande conspiração universal que foi, na verdade, a Revolução. Pois da Maçonaria descende o nosso liberalismo, como da Maçonaria surgiu esta república, já adivinhada e procurada com entusiasmo de sentimento e oratória pelos homens de 1820...»(1)
«... Ontem o Liberalismo, agora a Democracia, não são senão as fachadas dum poder oculto que, no subsolo da política, a manobra a seu bel-prazer. Tal poder é o da Maçonaria, inimiga desde sempre de tudo quanto seja para Portugal o renascimento das suas velhas qualidades de fé e de disciplina. Maçónica na sua origem, é um engano supor-se que a revolução do Porto obedeceu a indignadas iras patrióticas contra a residência inglesa de Beresford e contra a demora da obstinada Corte no Rio de Janeiro. A demora da Corte no Rio de Janeiro, levando a uma acção de consciente imperialismo na América, como se deduz da campanha de Montevideu e como o demonstra abundantemente o notável historiador brasileiro Oliveira Lima no seu esplêndido estudo sobre D. João VI — a demora da Corte no Rio de Janeiro impôs-nos à Europa, disposta a abandonar-nos, e à nossa Corte, sem que por isso se molestasse a nossa aliada da véspera, — a Inglaterra. Se D. João VI não pesasse de além do atlântico com o seu vasto império colonial, nós teríamos sido miseravelmente retalhados pela Espanha e pela Grã-Bretanha nas decisões do Congresso de Viena. Ninguém mais do que Inglaterra, desejava pôr cobro à assistência do rei no Brasil, que nos estava valorizando internacionalmente. Tanto assim que se deve à Inglaterra o golpe decisivo na ruptura das duas partes do Reino Unido, colaborando activamente na emancipação do Brasil, igualado à Metrópole pela política sábia de D. João VI.
Por outro lado, as iras patrióticas flamejadas sobre a residência Inglesa são um efeito de pura retórica. A Regência combateu sempre Beresford, com D. Miguel Pereira Forjaz à frente, — D. Miguel Pereira Forjaz que organizara o país contra os franceses e que se mostrava um esteio seguro da influência contra-revolucionária da Santa-Aliança.
A Maçonaria serviu-se dessa capa, fácil de envergar pelo espírito indómito dos nossos soldados, a quem as Lutas Peninsulares haviam restituído muito da antiga fereza da raça. A prova está na circunstância dos clubes secretos pensarem primeiro em aliciar Beresford por intermédio da Viscondessa de Juromenha. Convencidos de que o marechal «era adverso à liberdade», só então é que resolveram maquinar a conjura, destinada à destruição da nossa ordem católica e monárquica, sob o pretexto duma insurreição de carácter nacionalista.
Não digo que as condições económicas fossem sorridentes. Saíramos duma guerra exaustiva, vítimas de três invasões que nos tinham custado o melhor da nossa força, tanto em população como em riqueza. Devagar nos íamos ressarcindo de tão longos e persistentes males. Não olharam a nada os nossos Regeneradores! Levantam uma bela manhãzinha no Porto o pendão de revolta, com vivas a uma «constituição mais liberal que a de Espanha», metendo-se ao caminho para Lisboa, onde o terreno se achava já preparado pela teimosia habilidosa das várias irmandades do triângulo-e-avental.
A solidariedade cosmopolita dos princípios da Revolução não é só do tempo presente. Vem de atrás e muito de atrás! Por semelhante a nossa Maçonaria facilitou a entrada de Junot em Lisboa, mandando mensageiros a Napoleão e dispondo-se a entregar-lhe com a dinastia o único penhor da independência pátria. A mesma solidariedade, jurada sobre as insígnias triangulares, debaixo do olho simbólico do Supremo Arquitecto do Universo, obriga Gomes Freire, traidor desde que espontaneamente se dedicou à fortuna de Bonaparte, a preparar a queda da dinastia de 1817, de acordo com conspiradores espanhóis, a cuja testa se encontrava o general Cabanes.
Esta é a genealogia da famosa Harmonia-Ibérica, que, no fundo, não é mais do que a República Federal da Ibéria, anunciada para depois da insurreição, agora malograda em Espanha, pelo Doutor Simarro, no convénio maçónico realizado em Paris a 2 de Julho passado (1917): declarou-se aí que, a triunfarem os revoltosos, a bandeira verde-vermelha seria imediatamente reconhecida como sendo a bandeira da Ibéria. Não se tratava senão da execução testamentária de Gomes Freire! Procuraram efectivá-la os homens de 1820. De facto é um maçon, D. José Pando, ministro da Espanha em Portugal, quem coadjuva e acoberta as cabalas dos conjurados. Conta-se até, que dois meses antes, chegara ao Porto o coronel Barreros com o fim de promover uma revolução em Portugal e prometendo auxílios do governo de Madrid. Parece que Fernandes Tomás não aceitou as propostas de Barreros. No entanto, ao rebentar o movimento do Porto, um corpo de exército espanhol avizinhou-se da nossa fronteira de Trás-os-Montes.
O mais interessante é que os jornais da época afirmaram (Diário do Governo, do Rio de Janeiro, de 22 de Abril de 1823) que Manuel Fernandes Tomás recebera de D. José Pancho cinco milhões de reais para levar a cabo a revolução, pondo-se depois em prática o plano traçado na Sociedade dos Regeneradores do Género Humano, fundada em Cadiz, à roda de 1812. Consistia esse plano na confederação ibérica, em que Portugal e Espanha se repartiriam em várias repúblicas inter-dependentes, da maneira seguinte: Bética-Ulterior, Bética Citerior, Galega, Navarra, Asturiana, Lusitânia-Ulterior e Lusitânia-Citerior, com a expressa condição de que os Algarves pertenciam à Bética Citerior. Passa singularmente, como vêem, no programa político dos Regeneradores do Género Humano, o programa daqueles que há umas dezenas de anos se foram de juntar até Badajoz. É o mesmo espírito que anima o livro do Senhor Magalhães Lima, La Fédération Ibérique. E para prova, no seu curioso livro Mi Missión en Portugal, Fernandez de los Rios assegura que nos arquivos secretos de Fernando VII, no Palácio de Madrid, existiam documentos comprovativos das aspirações unitaristas da Espanha durante o período vintistas».(2)

Notas:
1 – Na Feira dos Mitos, cap. " A «Carta»", pág. 85, 2,ª ed., Edições Gama, 1942.
2 – Ao Ritmo da Ampulheta, cap. "1820", pág. 50 e segts, Lvmen, Lisboa, Porto, Coimbra, Rio de Janeiro, 1925.

Bancocracia apátrida

O Público de 28.07.2009 noticia que o banqueiro-mór do BES defende a criação da Ibéria para defesa dos interesses, da cobiça, da gula desenfreada dos banksters.
Ainda diz que Portugal não pode continuar à beira-mar plantado. A verdade é que Portugal já não existe como país soberano e independente. Com a traição da descolonização racista desfizeram um império para cumprirem os desejos hegemónicos e imperialistas da ex-União Soviética e dos Estados Unidos. Reduziram-no a este rectângulo mais a Madeira e os Açores e ainda insatisfeitos "integraram-no", na Europa contra a vontade do povo português, prometendo fundos e rios de dinheiros, de felicidade, de prosperidade, de desenvolvimento económico nunca visto. O resultado está à vista!
Mas os objectivos mundialistas e maçónicos ainda não foram todos cumpridos. Falta a regionalização a que se seguirá a cereja no topo do bolo, o desejo desde 1820 - há dois séculos - da criação da República Federal da Ibéria que António Sardinha, o Mestre integralista, já denunciava em "Ao Ritmo da Ampulheta" e "Na Feira dos Mitos".

Eis a notícia:

1.8.09

Revista Sábado: As mentiras do caça-nazis por Rita Garcia


A Sábado publica no seu n.º 274 de 30 de Julho de 2009, nas páginas 62 e 64, este interessante texto, assinado por Rita Garcia, sobre a lenda negra do caça-nazis Simon Wiesenthal.
Embora não tenha revelações bombásticas, só reforça tudo o que se diz e sabe sobre o farsante "herói judeu", é uma uma recensão ao livro Hunting Evil de Guy Walters recentemente editado no Reino Unido.
Assim se desmonta e desmascara mais uma pretensa peça do holoconto.