Parsifal e a Demanda do Graal (1912)Ferdinand Leeke
Pintor alemão
1859 - 1925
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
Parsifal e a Demanda do Graal (1912)
A economia e a democracia estão em grande pujança.
“Os que têm lido a história daquela época sabem que a batalha de Cangas de Onis foi o primeiro elo dessa cadeia de combates que, prolongando-se através de quase oito séculos, fez recuar o Corão para as praias de África e restituiu ao Evangelho esta boa terra de Espanha, terra, mais que nenhuma, de mártires. Na batalha de junto de Auseba foram vingados os valentes que pereceram nas margens do Chrysus; porque mais de vinte mil sarracenos viram pela última vez a luz do Sol naquelas tristes solidões. Mas, nesse dia de punição, esta devia abranger assim os infiéis, como os que lhes haviam vendido a pátria e que ainda vinham disputar a seus irmãos a dura liberdade de que gozavam nas brenhas intratáveis das Astúrias.
A Cavalo de Ferro decidiu - em boa hora - dar à estampa as 256 páginas de "Fome" do escritor norueguês e Prémio Nobel de 1920, Knut Hamsun.
Foi através de António Manuel Couto Viana que tive conhecimento desta nova edição de Páginas Minhotas de Alfredo Pimenta a cargo da Opera Omnia dado à estampa em 2007. São 295 páginas que retratam o sangue e o solo minhotos.