«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
20.8.08
Holocausto em banda desenhada
O Jornal de Notícias refere que «Três dos maiores nomes dos comics norte-americanos juntaram-se para contar em banda desenhada o caso de Dina Babbitt, uma sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz.»
A sorte desta sobrevivente - mais uma que sobreviveu e que está com uma saúde de ferro com os seus 85 anos de idade - foi que foi salva pelo Dr. Mengele porque esta «Dina, nascida Gottliebova, foi levada como prisioneira para Auschwitz em 1943, devido à sua origem judia, tendo escapado à morte por ter pintado um painel com uma cena do filme "Branca de Neve e os 7 anões", na zona destinada às crianças. O seu talento despertou a atenção de Joseph Mengele, tristemente célebre pelas experiências com seres humanos, que forçou Dina - em troco da vida da mãe - a fazer retratos que captassem o exacto tom da pele dos ciganos, aspecto que era parte da sua teoria sobre a sua inferioridade em relação à raça ariana. As pinturas - onze, no total - perderam-se aquando da libertação do campo pelas tropas soviéticas, em 1945.»
Por sorte, vá-se lá saber como «Em 1963, seis dos retratos foram propostos ao Museu Memorial de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, que compraria ainda uma sétima tela anos mais tarde, todas assinadas "Dina 1944".»
Esta pintora tem tentado reaver os seus retratos mas quer o Museu quer o governo polaco têm mantido uma intransigência verdadeiramente anti-semita ao não devolverem os quadros à autora.
Estas verdadeiras obras de arte deveriam ter o título de "Dina, a Branca de Neve e os dois ladrões (Museu e o governo)"!
A sorte desta sobrevivente - mais uma que sobreviveu e que está com uma saúde de ferro com os seus 85 anos de idade - foi que foi salva pelo Dr. Mengele porque esta «Dina, nascida Gottliebova, foi levada como prisioneira para Auschwitz em 1943, devido à sua origem judia, tendo escapado à morte por ter pintado um painel com uma cena do filme "Branca de Neve e os 7 anões", na zona destinada às crianças. O seu talento despertou a atenção de Joseph Mengele, tristemente célebre pelas experiências com seres humanos, que forçou Dina - em troco da vida da mãe - a fazer retratos que captassem o exacto tom da pele dos ciganos, aspecto que era parte da sua teoria sobre a sua inferioridade em relação à raça ariana. As pinturas - onze, no total - perderam-se aquando da libertação do campo pelas tropas soviéticas, em 1945.»
Por sorte, vá-se lá saber como «Em 1963, seis dos retratos foram propostos ao Museu Memorial de Auschwitz-Birkenau, na Polónia, que compraria ainda uma sétima tela anos mais tarde, todas assinadas "Dina 1944".»
Esta pintora tem tentado reaver os seus retratos mas quer o Museu quer o governo polaco têm mantido uma intransigência verdadeiramente anti-semita ao não devolverem os quadros à autora.
Estas verdadeiras obras de arte deveriam ter o título de "Dina, a Branca de Neve e os dois ladrões (Museu e o governo)"!
Mais um filmezeco de propaganda barata
Deverá estrear o filme "Inglorius bastards", do realizador Quentin Tarantino, em Maio de 2009, no Festival de Cinema de Cannes.
Enquanto os críticos alemães opinam que este filme representa um regresso aos tempos mais cruéis da propaganda de guerra anti-alemã, por seu lado Tarantino conclui que a película é sobre tudo menos guerra, e muito menos sobre a Alemanha.
Ora, ao que parece, um dos momentos épicos do filme é quando um oficial americano diz perante os seus comandados: "Todo o homem que está abaixo de mim deve-me cem cabeleiras de nazis, arrancadas das cabeças de cem nazis mortos. Matá-los é o nosso propósito".
O Jornal de Notícias refere que «A história retrata um grupo de criminosos de guerra que são transportados pela Europa durante a Segunda Guerra Mundial. O comboio onde viajam é atacado por nazis e apenas sobrevivem os malfeitores, que encetam uma fuga para a Suíça. No caminho, decidem acabar com todos os nazis que lhes apareçam à frente, com muito sangue e, espera-se, muito detalhe pormenorizado de golpes e batalhas violentas.»
Tarantino segue à risca a cartilha dos filmes sobre a II Guerra Mundial, cuja regra e premissa é aquela que o alemão/nazi bom é o alemão/nazi morto.
Um filmezeco de propaganda barata cujo orçamento é muito caro e elevado.
Enquanto os críticos alemães opinam que este filme representa um regresso aos tempos mais cruéis da propaganda de guerra anti-alemã, por seu lado Tarantino conclui que a película é sobre tudo menos guerra, e muito menos sobre a Alemanha.
Ora, ao que parece, um dos momentos épicos do filme é quando um oficial americano diz perante os seus comandados: "Todo o homem que está abaixo de mim deve-me cem cabeleiras de nazis, arrancadas das cabeças de cem nazis mortos. Matá-los é o nosso propósito".
O Jornal de Notícias refere que «A história retrata um grupo de criminosos de guerra que são transportados pela Europa durante a Segunda Guerra Mundial. O comboio onde viajam é atacado por nazis e apenas sobrevivem os malfeitores, que encetam uma fuga para a Suíça. No caminho, decidem acabar com todos os nazis que lhes apareçam à frente, com muito sangue e, espera-se, muito detalhe pormenorizado de golpes e batalhas violentas.»
Tarantino segue à risca a cartilha dos filmes sobre a II Guerra Mundial, cuja regra e premissa é aquela que o alemão/nazi bom é o alemão/nazi morto.
Um filmezeco de propaganda barata cujo orçamento é muito caro e elevado.
19.8.08
O plano secreto entre Israel e Angola: o envio de judeus falashas
O extinto jornal Tal&Qual publicava, há 15 anos atrás, esta curiosa e interessante notícia assinada por Ribeiro Cardoso e que passo a transcrever na íntegra.
«O plano foi negociado secretamente – e prevê a instalação de colónias-modelo em Angola. Judeus negros vão chegar ao ritmo de 100 mil por ano. Serve às duas partes: Israel resolve um problema e Luanda esfrega as mãos de contente.
Milhares de judeus negros, que há poucos anos foram da Etiópia para Israel, preparam-se para “invadir” o sul de Angola. Mais concretamente, o Cuando Cubango, que pode virar o “celeiro de África”. Para que isso aconteça falta apenas que a situação no terreno o permita – e já não deve faltar muito, pois Telavive, Washington e Pretória estão apostados nisso mesmo. E Luanda está de acordo, pois claro.
O compromisso foi assinado há alguns meses e mantido em rigoroso segredo. E não prevê apenas judeus negros nem exclusivamente o Cuando Cubango. Isso é só numa primeira fase. Atendo ao que se está a passar no Médio Oriente e ao que se passou nos países de Leste, Israel prepara-se para mandar judeus para Angola ao ritmo de 100 mil ano.
Na sequência de contactos que se iniciaram quase por acaso há cerca de quatro anos e acabaram no estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países (ver caixa), Israel mostrou disponibilidade e interesse em avançar com projectos comuns de desenvolvimento agro-pecuário.
À fome juntava-se a vontade de comer. Isto é, tudo se conjugava para que o acordo se efectuasse e tivesse êxito – Telavive tinha o know how e muita gente para colocar o plano de pé (cada vez há mais judeus do Leste a quererem ir para Israel), mas não tinha terra; Angola, por sua vez, tinha terra a dar com um pau, mas não possuía técnicos nem experiência no campo da agro-pecuária.
No que ao Cuando Cubango respeita – uma área semi-desértica duas vezes maior que Portugal – foi elaborado um grandioso projecto de aproveitamento das águas dos rios que permitirá a irrigação permanente do solo e duas colheitas anuais.
Para que o projecto possa ir para a frente falta, porém, resolver um “pequeno” pormenor: acabar a guerra. Nem mesmo aos judeus falashas – os judeus negros que há alguns anos atrás, com o acordo do então presidente Mengistu, Israel transferiu em massa da Etiópia – estão dispostos a avançar para as terras prometidas do Cuando Cubango enquanto os canhões continuarem a ter voz.
Ora, as eleições foram um sinal de esperança – mas no final não passaram de um pesadelo. E com o comportamento da UNITA chegou ao fim o tempo das dúvidas, das hesitações, do jogo duplo de algumas potências sempre atentas e/ou envolvidas no conflito – pelo menos ao que parece.
De acordo com as informações recolhidas pelo T&Q em meios diplomáticos, a cooperação de Telavive com Luanda, nomeadamente nos campos militar e das informações, tornou-se a partir daí mais profunda: a Mossad, há muito instalada discretamente no terreno, deu indicações preciosas que evitaram a tomada do aeroporto de Luanda pelos homens de Savimbi; os conselheiros militares israelitas desembarcaram em maior número na capital angolana; e nos céus de Angola há agora alguns experimentados pilotos judeus.
Ao mesmo tempo, e a provar que algo de fundamental mudou na guerra Angola, Pretória está em sintonia com os seus amigos israelitas – e o satélite americano que até há pouco estava ao serviço da UNITA dá agora informações ao governo de Luanda, permitindo que a artilharia e a aviação das FAA atinjam em cheio os seus objectivos.
É neste contexto que, embora por enquanto apenas em sectores muito restritos, começa a falar-se com algum pormenor do acordo Israel-Angola. Um acordo que, pelas suas implicações e dada a situação internacional existente, pode revelar-se decisivo para o desfecho da guerra angolana.
Mas o mais curioso de tudo é que o interesse dos judeus por Angola não é novo. No tempo da I República, a Organização Mundial Sionista, com sede em Viena, apresentou uma proposta concreta ao Governo português para “a compra do Estado de Angola” (sic). E mais tarde, na segunda metade dos anos 30, numa iniciativa a que a Sociedade das Nações foi alheia, Stefan Zweig veio a Portugal, ao que consta, com idêntica finalidade. Nessa altura havia já muitos judeus perseguidos na Alemanha e Angola foi uma das hipóteses avançadas para terra prometida.
Por uma dessas ironias em que a História é fértil, ainda que de contornos diferentes e com actores que então nem pensavam subir ao palco – os judeus negros da Etiópia – podemos estar hoje a assistir àquilo que não foi possível concretizar meio século atrás.
Ribeiro Cardoso»
In Tal&Qual, 03.09.1993.
Israel, o racismo contra os falashas e Angola
O Diário de Notícias editou ontem uma notícia sobre mais um protesto dos judeus falashas em Israel.
Pensava que este problema racista já estava resolvido com a ida dos judeus falashas da Etiópia para Angola, concretamente para o Cuando-Cubango conforme o acordo secreto assinado entre Rui Mingas e Colette Avidal que assim serviria de uma Terra Prometida para os judeus pretos, dado que Israel não os aceita.
Entre os benefícios para o governo angolano, atente-se na contribuição militar de Israel com treino militar, serviço de informações, o desembarque de “conselheiros” militares israelitas, a aparição de pilotos judeus na guerra tribal, a mudança do satélite americano ao serviço da UNITA para o MPLA, o que nos leva a concluir que este acordo contribuiu para a vitória do MPLA sobre a UNITA.
Ou terá sido mera co(he)incidência?
Pensava que este problema racista já estava resolvido com a ida dos judeus falashas da Etiópia para Angola, concretamente para o Cuando-Cubango conforme o acordo secreto assinado entre Rui Mingas e Colette Avidal que assim serviria de uma Terra Prometida para os judeus pretos, dado que Israel não os aceita.
Entre os benefícios para o governo angolano, atente-se na contribuição militar de Israel com treino militar, serviço de informações, o desembarque de “conselheiros” militares israelitas, a aparição de pilotos judeus na guerra tribal, a mudança do satélite americano ao serviço da UNITA para o MPLA, o que nos leva a concluir que este acordo contribuiu para a vitória do MPLA sobre a UNITA.
Ou terá sido mera co(he)incidência?
A morte de 007
O Correio da Manhã publica a sentença de morte do agente secreto mais conhecido do mundo pelas suas bondgirls. Agora, o MI5 passa a ter os bondboys.
«Os homossexuais já podem ser espiões do MI5 (serviços de segurança internos do Reino Unido). Depois de no passado ter sido proibido o seu recrutamento, passaram agora a ser oficialmente bem-vindos à profissão de James Bond. A ponto de o MI5 estar a colaborar, neste processo, com o principal lóbi homossexual britânico.
De acordo com o jornal ‘The Sunday Times’, os serviços secretos internos contrataram o principal grupo de pressão do movimento gay britânico, o Stonewall, para o recrutamento de homossexuais. Além disso, este lóbi compromete-se ainda a desempenhar um trabalho de assessoria sobre a criação de um ambiente laboral que ajude os funcionários homossexuais a declararem abertamente a sua condição e a sentirem-se cómodos.»
Por cá, espera-se que o SIS contrate o apoio do Opus Gay, Panteras Rosa, Grupo Lilás, Clube Safo, ILGA e coisas afins.
Os tempos homofóbicos acabaram. Chegaram novos tempos aos serviços secretos!
Sugiro que passem a denominarem-se SSG (Serviços Secretos Gay)! Oh, larilas...!
17.8.08
Leitura semanal
Alma Pátria-Pátria Alma
Conselheiros militares israelitas na Geórgia
Dragoscópio
Babelúrgicos pedagogos
O caso Cáucaso
Nova Frente
A Procriação
Reverentia
Sempre a pensar no nosso bem
Um Homem das Cidades
Geórgia - A América pretende confrontar a Rússia?
Inconformista
Pt No Media
Pt NovoPress
Revisionismo em Linha
Conselheiros militares israelitas na Geórgia
Dragoscópio
Babelúrgicos pedagogos
O caso Cáucaso
Nova Frente
A Procriação
Reverentia
Sempre a pensar no nosso bem
Um Homem das Cidades
Geórgia - A América pretende confrontar a Rússia?
Inconformista
Pt No Media
Pt NovoPress
Revisionismo em Linha
16.8.08
Falas, levas!
O Jornal de Notícias anuncia que a senhora doutora juíza Amália Morgado, ex-líder do Tribunal de Instrução Criminal do Porto foi condenada pelo Conselho Superior de Magistratura por declarações feitas numa entrevista ao Jornal de Notícias em 10 de Setembro do ano passado .
O Conselho Superior de Magistratura instaurou um inquérito. Convertido em processo disciplinar, chegou a ser proposta a aplicação de 25 dias de multa. Mas, após a contestação da visada, foi decidido aplicar uma pena de 12 dias, por violação dos deveres de "reserva", de "respeito para com colegas" e de "criar no público confiança na Justiça". A multa equivale a 12 dias de ordenado, mas a decisão ainda deverá ser alvo de recurso para o plenário do Conselho Superior de Magistratura.
Assim vai a justiça... à lei da rolha!
O Conselho Superior de Magistratura instaurou um inquérito. Convertido em processo disciplinar, chegou a ser proposta a aplicação de 25 dias de multa. Mas, após a contestação da visada, foi decidido aplicar uma pena de 12 dias, por violação dos deveres de "reserva", de "respeito para com colegas" e de "criar no público confiança na Justiça". A multa equivale a 12 dias de ordenado, mas a decisão ainda deverá ser alvo de recurso para o plenário do Conselho Superior de Magistratura.
Assim vai a justiça... à lei da rolha!
15.8.08
Salazar ataca na internet
Como muito bem diz o jotinha-mór - surpreendido com este acto verdadeiramente anti-democrático, lesador da liberdade de expressão democrática e da tolerância democrática - a JSD vai tentar descobrir os responsáveis.
Esta tentativa laranjinha da descoberta dos responsáveis faz-me pensar que não foi apenas Salazar que sozinho atacou esse espaço internético e que poderá ter tido o apoio da Pide.
As averiguações já se iniciaram. Neste momento, investiga-se se Salazar faz parte do programa Novas Oportunidades, onde no qual presumivelmente aprendeu a arte informática; depois será consultada a lista de compradores desse super-computador, o Magalhães para se verificar se o seu nome consta da lista fazendo uma busca intensiva e exaustíssima em tudo que conste os nomes António, Oliveira e Salazar.
A JSD vai pedir uma série de audiências: ao Prof. Silva, à Assembleia da República - para que esta nomeie uma comissão de inquérito -, à Procuradoria Geral da República, à Polícia Judiciária, à Direcção Central contra o Banditismo, ao SIS, ao Ministério Público para que se investigue até às últimas consequências este perigosíssimo ataque que deixou a JSD em estado de alerta laranja!
A rapaziada jota anda numa excitação anti-salazarista à procura de todas as pistas, o que vai contribuir para que a próxima fornada se possa declarar traumatizada, combatente anti-fascista, vítimas de Salazar e da Pide tendo o direito a um subsídio de sobrevivência e de resistência anti-fascista.
O site tem estado debaixo de uma vigilância nunca vista. Diante de cada monitor está um snipper do GOE com ordem para matar, após a Brigada de Minas e Armadilhas ter inspeccionado computador por computador, monitor por monitor a ver se estava armadilhado.
Vários psicólogos, psiquiatras e funcionários da Segurança Social têm tido debates e mesas, mais ou menos, redondas onde aludem ao perigo que este ataque pode provocar nas (de)mentes jota-democratas que poderão ser afectadas por um stress pós-traumático.
Entretanto, todos os computadores do PSD, da JSD e dos TSD foram examinados e não foi detectado algum virús anti-democrático embora nos corredores das sedes alaranjadas conste que o troiano Salazar já está infiltrado no sistema informático e que de momento está oculto.
Dada esta possibilidade foi instalado o filtro anti-Salazar mas a sua fiabilidade não é garantia de segurança, pois como se viu, Salazar voltou a aparecer aos portugueses 38 anos depois do seu desaparecimento.
Entretanto, apurou-se que os pretensos "erros" que constam do texto da mensagem deixada por Salazar não se podem classificar como erros ortográficos ou gralhas dado já estarem ao abrigo do Novo Acordo Hortográfico.
As investigações continuam...
Esta tentativa laranjinha da descoberta dos responsáveis faz-me pensar que não foi apenas Salazar que sozinho atacou esse espaço internético e que poderá ter tido o apoio da Pide.
As averiguações já se iniciaram. Neste momento, investiga-se se Salazar faz parte do programa Novas Oportunidades, onde no qual presumivelmente aprendeu a arte informática; depois será consultada a lista de compradores desse super-computador, o Magalhães para se verificar se o seu nome consta da lista fazendo uma busca intensiva e exaustíssima em tudo que conste os nomes António, Oliveira e Salazar.
A JSD vai pedir uma série de audiências: ao Prof. Silva, à Assembleia da República - para que esta nomeie uma comissão de inquérito -, à Procuradoria Geral da República, à Polícia Judiciária, à Direcção Central contra o Banditismo, ao SIS, ao Ministério Público para que se investigue até às últimas consequências este perigosíssimo ataque que deixou a JSD em estado de alerta laranja!
A rapaziada jota anda numa excitação anti-salazarista à procura de todas as pistas, o que vai contribuir para que a próxima fornada se possa declarar traumatizada, combatente anti-fascista, vítimas de Salazar e da Pide tendo o direito a um subsídio de sobrevivência e de resistência anti-fascista.
O site tem estado debaixo de uma vigilância nunca vista. Diante de cada monitor está um snipper do GOE com ordem para matar, após a Brigada de Minas e Armadilhas ter inspeccionado computador por computador, monitor por monitor a ver se estava armadilhado.
Vários psicólogos, psiquiatras e funcionários da Segurança Social têm tido debates e mesas, mais ou menos, redondas onde aludem ao perigo que este ataque pode provocar nas (de)mentes jota-democratas que poderão ser afectadas por um stress pós-traumático.
Entretanto, todos os computadores do PSD, da JSD e dos TSD foram examinados e não foi detectado algum virús anti-democrático embora nos corredores das sedes alaranjadas conste que o troiano Salazar já está infiltrado no sistema informático e que de momento está oculto.
Dada esta possibilidade foi instalado o filtro anti-Salazar mas a sua fiabilidade não é garantia de segurança, pois como se viu, Salazar voltou a aparecer aos portugueses 38 anos depois do seu desaparecimento.
Entretanto, apurou-se que os pretensos "erros" que constam do texto da mensagem deixada por Salazar não se podem classificar como erros ortográficos ou gralhas dado já estarem ao abrigo do Novo Acordo Hortográfico.
As investigações continuam...
14.8.08
Em nome da pax judaica e americana
O Jornal de Notícias informa que «Os EUA frustraram os planos israelitas para preparar um ataque contra o Irão, noticiou, esta quarta-feira, o jornal israelita "Haaretz". "A Administração norte-americana rejeitou um pedido israelita para equipamentos militares e apoio, que melhoraria a capacidade de Israel para atacar as instalações nucleares iranianas".»«"A disputa israelo-americana sobre um ataque militar contra o Irão surgiu na última visita do presidente (George W. Bush) a Jerusalém, em Maio", acrescenta o "Haaretz". Na ocasião, o primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, e o seu ministro da Defesa, Ehud Barak, teriam solicitado equipamentos militares avançados a Bush, o que "fez Washington pensar que Israel planeava atacar o Irão nos próximos meses". Para compensar a rejeição em vender os equipamentos solicitados, os EUA terão oferecido a Israel a venda de outro arsenal militar, como nove aviões Super Hércules e radares avançados, e ajuda para o desenvolvimento dos sistemas antimísseis israelitas Arrow 3 e Iron Dome."»
O presidente Bush é de uma generosidade incrível! Para evitar que o Irão fosse bombardeado - em nome da Paz, claro está! - ofereceu a Israel arsenal militar como aviões e radares.
O presidente Bush é de uma generosidade incrível! Para evitar que o Irão fosse bombardeado - em nome da Paz, claro está! - ofereceu a Israel arsenal militar como aviões e radares.

Só por esta atitude humanitária merece o próximo Prémio Nobel da Paz!
Face a esta generosa e compensatória oferta Israel viu reforçado - ainda mais! - o seu poder bélico e deve ter prometido que não atacará o Irão nos próximos... dias!
Provavelmente, Israel atacará uns dias antes da eleição de Obama como presidente dos States de forma a garantir, uma vez mais, o "seu" incondicional apoio a um bombardeamentozito cirúrgico do Irão.
Face a esta generosa e compensatória oferta Israel viu reforçado - ainda mais! - o seu poder bélico e deve ter prometido que não atacará o Irão nos próximos... dias!
Provavelmente, Israel atacará uns dias antes da eleição de Obama como presidente dos States de forma a garantir, uma vez mais, o "seu" incondicional apoio a um bombardeamentozito cirúrgico do Irão.
13.8.08
Conversões em concurso televisivo
O Diário de Notícias anuncia um novo tipo de conversão. Em vez dos convertidos/concorrentes lerem "Como se converter em 12 lições", têm um programa actual, completamente inovador, tipo novas oportunidades.
«O Channel 4, no Reino Unido, está a emitir um reality show com um conceito controverso: converter os participantes ao cristianismo, noticia o El Mundo. O programa, intitulado Make Me a Christian ("Torna-me cristão", em português), é da responsabilidade do reverendo George Hargreaves.»
«Este não é um projecto pioneiro. O mesmo canal já realizou o formato Make Me a Muslim ("Torna-me muçulmano"), em que seis participantes viveram de acordo com a religião islâmica.»
Aguarda-se que os próximos projectos sejam Make me a Jewish e Make me a Gay.
Já é sabido que Make me a Nazi, Make me a Fascist e Make me a Racist foram proibidos. Cá por umas coisas...
Sondagem
Se acha que se deve acabar com
o casamento, vote 1.
o divórcio, vote 2.
a banca, vote 3.
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O divórcio e a banca
O Correio da Manhã faz notícia - devia ser primeira página - sobre a má relação do divórcio com a banca e diz que «Os divórcios são responsáveis por um terço do incumprimento à Banca em Portugal.»
«Olhando para o valor do total do crédito malparado nos primeiros cinco meses do ano, 2,59 mil milhões de euros, o fim do casamento responde por mais de 800 milhões de euros de dívidas incobráveis, o que representa mais de dois milhões de euros por dia.
Em 2006, data dos últimos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram decretados 23 935 divórcios.»
De três, uma: ou se acaba com o casamento, ou se acaba com o divórcio ou se acaba com os bancos. Pela minha parte, acho que se deve acabar com os bancos!
Vejo esta relação sem crédito e muito malparada!
Vai acabar mal! Ai, isso vai!
«Olhando para o valor do total do crédito malparado nos primeiros cinco meses do ano, 2,59 mil milhões de euros, o fim do casamento responde por mais de 800 milhões de euros de dívidas incobráveis, o que representa mais de dois milhões de euros por dia.
Em 2006, data dos últimos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foram decretados 23 935 divórcios.»
De três, uma: ou se acaba com o casamento, ou se acaba com o divórcio ou se acaba com os bancos. Pela minha parte, acho que se deve acabar com os bancos!
Vejo esta relação sem crédito e muito malparada!
Vai acabar mal! Ai, isso vai!
SMS como fonte de prova
O Correio da Manhã avisa que «as mensagens escritas, também conhecidas por SMS, servem como prova na Justiça.»
Ler para crer o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa.
Ou é de mim ou o número de divórcios vai explodir.
Ler para crer o Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa.
Ou é de mim ou o número de divórcios vai explodir.
12.8.08
A Rua Prometida - Lisbon/Gaza Strip, Europe`s West Coast

Desta vez a promessa não veio de Abraão, de Isaac e de Jacob. O «Ministério dos Negócios Estrangeiros e o da Administração Interna negam ter participado neste projecto.»
O Expresso anuncia que a divina promessa veio directamente da «Câmara Municipal de Lisboa (CML), em Março de 2006, a pedido dos diplomatas israelitas. Carmona Rodrigues, então presidente da autarquia, diz não se recordar do acordo. Foi a ex-vereadora da Mobilidade, Marina Ferreira, quem deu a luz-verde, por proposta da Direcção Municipal da Protecção Civil, Segurança e Tráfego. "Havia graus preocupantes de segurança. Tentámos uma solução de compromisso que não pusesse em causa a vida normal de Lisboa".»
O Expresso anuncia que a divina promessa veio directamente da «Câmara Municipal de Lisboa (CML), em Março de 2006, a pedido dos diplomatas israelitas. Carmona Rodrigues, então presidente da autarquia, diz não se recordar do acordo. Foi a ex-vereadora da Mobilidade, Marina Ferreira, quem deu a luz-verde, por proposta da Direcção Municipal da Protecção Civil, Segurança e Tráfego. "Havia graus preocupantes de segurança. Tentámos uma solução de compromisso que não pusesse em causa a vida normal de Lisboa".»
A preocupação e o zelo da ex-vereadora da Mobilidade (?!!!) foram comoventes até às lágrimas cujo resultado para a vida normal da cidade de Lisboa e dos lisboetas redundou nisto:
«O trânsito cortado na rua António Enes (cruzamento com a Filipe Folque)», «Na zona das avenidas novas, em Lisboa, ninguém fica indiferente à barreira de segurança instalada há quatro meses em frente ao edifício da Embaixada de Israel. Duas cancelas automáticas e vários pilares antibombas, vigiados por agentes da PSP e da Mossad (a 'secreta' israelita), impedem a passagem de veículos numa das zonas mais movimentadas da cidade.»
«A rua não foi fechada aos peões, mas os lojistas queixam-se de que os clientes passaram a ter receio de circular no meio do aparato securitário. "Vou fechar a minha loja de antiguidades no final do ano. Desde que montaram as cancelas, isto está às moscas", queixa-se António Rodrigues. Ele garante que os restaurantes e as garagens das redondezas vão seguir o mesmo caminho. "Já enviámos cartas de protesto para a autarquia. Nada. Vamos pedir ajuda ao provedor de Justiça", desabafa o comerciante que não se conforma com a perda de vinte lugares de estacionamento para o pessoal da embaixada. "Seremos lisboetas de segunda?"»
Os lojistas e os moradores escusam de andar a correr para a Provedoria, para a Procuradoria Geral da República e instituições afins. Enviem uma carta de protesto - a ser entregue pela sra. Marina Ferreira - ao Hamas e/ou ao Hezbollah a reclamar dos danos que estão a sofrer. Sempre é uma possibilidade mais rápida - com a vantagem que a imprensa mundial ficaria conhecedora do protesto - e que daria a Lisboa uma projecção mundial extraordinária, pois ficaria conhecida como Lisbon/Gaza Strip in Europe`s West Coast!!!
Por que razão a Câmara Municipal de Lisboa não propõe - já! - um acordo de geminação com a Faixa de Gaza?

Checkpoint Enes
11.8.08
Show off policial
O Jornal de Notícias reporta-nos este episódio policial digno de um filme cómico como "A Academia da Polícia", made in Hollywood!
O título merecido seria: "Quatro carros, oito polícias, uma mãe e duas filhas"
«Hoje, quinta-feira, por volta das dezasseis horas, compareceram na Rotunda da Boavista quatro carros patrulha e nada menos do que oito agentes da PSP com a tarefa de identificarem uma mulher que presumivelmente teria furtado um objecto numa loja das imediações.
A referida mulher, com cerca de trinta anos, era acompanhada de duas filhas pequenas, uma delas ainda transportada em carrinho de bebé.
O cenário foi tão dramático que uma das viaturas da autoridade policial fez parte do percurso da rotunda em contra-mão. Depois de identificada e porque se recusou a acompanhar os (muitos) agentes a uma esquadra, a senhora foi mandada em paz.»
Um reparo: uma pessoa não se pode negar a dirigir-se a uma esquadra sob ordem policial sob pena de incorrer no crime de desobediência à autoridade momento a partir do qual o polícia pode dar voz de prisão!
Não será que a polícia meteu água pela barba neste caso, subindo no ridículo de um dos seus carros ter feito a Praça Mouzinho de Albuquerque (rotunda da Boavista) em sentido contrário às 16h e percebido que tinha cometido um erro?
Chamem a polícia, ahahah!!!
«Hoje, quinta-feira, por volta das dezasseis horas, compareceram na Rotunda da Boavista quatro carros patrulha e nada menos do que oito agentes da PSP com a tarefa de identificarem uma mulher que presumivelmente teria furtado um objecto numa loja das imediações.
A referida mulher, com cerca de trinta anos, era acompanhada de duas filhas pequenas, uma delas ainda transportada em carrinho de bebé.
O cenário foi tão dramático que uma das viaturas da autoridade policial fez parte do percurso da rotunda em contra-mão. Depois de identificada e porque se recusou a acompanhar os (muitos) agentes a uma esquadra, a senhora foi mandada em paz.»
Um reparo: uma pessoa não se pode negar a dirigir-se a uma esquadra sob ordem policial sob pena de incorrer no crime de desobediência à autoridade momento a partir do qual o polícia pode dar voz de prisão!
Não será que a polícia meteu água pela barba neste caso, subindo no ridículo de um dos seus carros ter feito a Praça Mouzinho de Albuquerque (rotunda da Boavista) em sentido contrário às 16h e percebido que tinha cometido um erro?
Chamem a polícia, ahahah!!!
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