A CIL convoca todos os seus numerosos membros, seis milhões também, conhecidos por Filhos da Memória do Holocausto Passado e Futuro para que se manifestem no percurso entre o Largo do Rato e Belém contra essa perigosa manifestação lampiónica que, exageradamente, qualificam de anti-semita.
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
31.7.08
Última hora - IV
A CIL convoca todos os seus numerosos membros, seis milhões também, conhecidos por Filhos da Memória do Holocausto Passado e Futuro para que se manifestem no percurso entre o Largo do Rato e Belém contra essa perigosa manifestação lampiónica que, exageradamente, qualificam de anti-semita.
Última hora - III
Última hora - II
Última hora - I
Será que o Prof. Silva vai mesmo celebrar o 5.º aniversário do Sexo dos Anjos?
O que terá feito de mal e/ou de errado o Manuel Azinhal?
Lá que anda num comprometido e comprometedor sossego blogosférico, isso anda!
30.7.08
29.7.08
28.7.08
Jornal de Notícias: Combatentes querem trazer mortos de África
O Jornal de Notícias de hoje, na página 4 noticia: «O Movimento Cívico de Antigos Combatentes está a promover um abaixo-assinado, por todo o país, pedindo a trasladação dos mortos da guerra do Ultramar. Só dessa forma, consideram, se fechará o ciclo da descolonização.A recolha de assinaturas teve início no passado dia 10 de Junho e é, no entender de José Nascimento Rodrigues, do Movimento Cívico de Combatentes, "uma nova luta sem armas". Para além do apoio de mais de duas dezenas de associações de antigos combatentes que, no terreno, estão a recolher as assinaturas, o Movimento Cívico - criado em 2006 - espera contar, em breve, com a participação da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) que, conta o responsável, "se mostrou sensível ao problema".
As pretensões do Movimento Cívico foram dadas a conhecer, ontem, no decorrer do quinto encontro de pára-quedistas em Fátima, iniciativa que contou com a participação de cerca de dois milhares de pessoas, entre actuais e antigos 'boinas verdes' e respectivos familiares.
José Nascimento Rodrigues explicou que "o sonho" de devolver às famílias os corpos dos "3.026 militares que pereceram em combate" e que estão "abandonados em cemitérios e campas em estado degradado" ganhou uma nova dimensão com a recente trasladação dos três últimos pára-quedistas, falecidos em 1973, na Guiné.
"As dificuldades terão que ser ultrapassadas porque sentimos que, no país, toda a gente está sensível para que este problema seja resolvido", afirmou, frisando que a vontade terá, agora, que partir do Governo português e dos governos dos países africanos de expressão portuguesa - Angola, Guiné e Moçambique. "Tem que haver muitas negociações e uma dose de boa-vontade para se conseguirem as autorizações necessárias para trazer esses corpos para cá", considerou.
Mas está optimista em relação aos resultados. "No espaço de quatro ou cinco anos, isso será possível", defende, acrescentando que o desejo do Movimento Cívico que representa é de que, "a 10 de Junho de 2012, essa situação possa estar resolvida".
As assinaturas, que poderão ascender a mais de 100 mil, serão entregues na Assembleia da República ainda este ano ou no início de 2009, explicou.»
Ao que parece, finalmente, tomaram a consciência de trazer para Portugal continental os combatentes que em solo das ex-províncias ultramarinas portuguesas morreram em combate e em defesa dos valores pátrios.
Podem estar certos que com isso "não se fechará o ciclo da descolonização". Pode ser, sim, o início do julgamento dos traidores da "descolonização exemplar" que passou a "descolonização possível" e que já no dizer de alguns (ir)responsáveis como Melo Antunes passou a "descolonização trágica"!
Anexo: Lista de recolha de assinaturas. Logo que completa, enviar p.f. para: Clica aqui para acederes ao ficheiro
Em suporte digital: m.civicoantigoscombatentes.2006@gmail.com
Em suporte físico: (Morada provisória):
Movimento de Antigos Combatentes - Rua Eleutério Teixeira, Nº10-A
2825-152 Monte de Caparica – Almada - Portugal
Esclarecimentos: Telef. 265 530 090 / Fax 265 236 756
Público: Qualquer cigano em Portugal dirá: primeiro sou cigano, depois sou português
No Público, na página 7, este texto assinado por Andreia Sanches. Tirem as vossas conclusões. E nós é que somos racistas!!!O investigador Pereira Bastos considera que um português cigano pouco tem a ver com um romeno cigano, por exemplo. "O que caracteriza os ciganos é a sua profunda adaptabilidade aos contextos locais, da Turquia, do Egipto, da República Checa, à Roménia... De tal maneira que praticamente não há coisas comuns."
Certo é que tanto o hino como a bandeira - bem como o Dia Internacional dos Roma/Ciganos (que se assinala a 8 de Abril) - foram oficializados no primeiro Congresso Mundial Cigano que teve lugar em Londres em 1971.
Segundo informação disponibilizada pelo Alto Comissariado para a Integração e Diálogo Intercultural (Acidi), hino, bandeira e dia internacional são aceites pela maioria das associações de ciganos - que constituem a minoria étnica mais importante e numerosa da Europa, com oito milhões de pessoas.
Há ainda o romani, uma língua derivada do sânscrito, base de uma grande quantidade de dialectos locais utilizados pelos ciganos de todo o mundo. "Mas não é nada certo que, se chegar aqui um húngaro a falar romani, consiga entender-se com o português", diz Pereira Bastos.
A variante mais falada na Península Ibérica é o caló. "Em Portugal, o caló mistura palavras portuguesas, espanholas, romani", explica Vítor Marques. "Por exemplo: 'pani' significa 'copo-de-água'."
Os ciganos sempre acreditaram numa entidade divina superior que tudo rege, tendo abraçado as várias religiões com que se depararam ao longo do tempo, ainda segundo informação do Acidi. Em Portugal, há ciganos católicos e evangélicos - sendo que as igrejas evangélicas ganharam grande força nos últimos anos dentro desta comunidade.»
O acordo EUA/MPLA e o petróleo de Cabinda
"O general Diogo Neto, que se encontrava em Angola nas vésperas da independência, diria: «Estive em Luanda até ao dia 8, altura em que fui evacuado. No dia anterior à minha partida as duas colunas estavam perto da capital, mas foram obrigadas a parar por pressões diplomáticas dos EUA. O consulado americano de Luanda encerrou no dia 2 ou 3 e um dos seus membros, que suponho da CIA, disse-me antes da sua partida que estava tudo combinado. Concluí que os americanos pretendiam chegar a um acordo com Neto sobre o petróleo de Cabinda»(1). Com efeito, uma delegação do MPLA, presidida por um dos seus máximos dirigentes, Mingas, insistiu especialmente em que eram óptimas as relações entre a companhia Gulf que explorava o crude de Cabinda e o seu Movimento(2). Este acordo do MPLA com os sectores petrolíferos americanos ainda se mantém. Almeida Santos, reflectindo sobre a posição dos EUA na fase final da descolonização, diria: «Kissinger entendeu que durante um período era preferível que viessem os soviéticos para ser uma vacina para o resto de África. Em termos de processo histórico, se o ocidente tivesse ficado em Angola a partir de 1974, o prestígio da URSS seria muito maior. Se tivessem passado toda a crise económica sob a influência ocidental, teríamos tido grandes dificuldades económicas e quem estaria hoje queimado seria o ocidente e o desejado seria a URSS. Agora sucede o contrário e agora é o ocidente o desejado.»(3)"1 – Fonte desconhecida.
2 – Documentos para a história da descolonização de Moçambique, Baluarte, n.º 1, Janeiro 1976, p. 6.
3 – Secretariado MFA, texto policopiado, 2 pp. Arquivo particular.
In Josep Sánchez Cervelló, A Revolução Portuguesa e a sua influência na transição espanhola (1961-1976), Assírio&Alvim, 1993, p. 280.
27.7.08
Leitura semanal
Os campos de concentração dos bons
Há 869 anos, Ourique
A Voz Portalegrense
António de Oliveira Salazar
António de Oliveira Salazar
A Banalidade do Mal
A Vida Quotidiana na Palestina
Abominação
A corrupção do Poder
Alma Pátria-Pátria Alma
Os crimes dos "bons"
Seis razões contra o acordo ortográfico
Racismo olímpico ou marxismo?
Caceteiro
Limpeza étnica
A Justiça é cega...
Demokratia
No horizonte, a mudança
As novas do multiculturalismo
A Batalha e o milagre de Ourique
Movimento Legitimista Português
A democracia é a hecatombe
Nova Frente
A diplomacia do pedinte
Farto de engolir palavras
Odisseia
"Chek list" da morte de uma Nação
Fim da linha para Karadzic
"O meu irmão é filho único"
O Pasquim da Reacção
Prudência como Virtude e a Reeducação do Professor Hess
Reverentia
Afinal em que ficamos?
A extradição
Desde ontem...
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O meu irmão é filho único
Um Homem das Cidades
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Revisionismo em Linha





