A Cidade do Sossego
Os campos de concentração dos bons
Há 869 anos, Ourique
A Voz Portalegrense
António de Oliveira Salazar
António de Oliveira Salazar
A Banalidade do Mal
A Vida Quotidiana na Palestina
Abominação
A corrupção do Poder
Alma Pátria-Pátria Alma
Os crimes dos "bons"
Seis razões contra o acordo ortográfico
Racismo olímpico ou marxismo?
Caceteiro
Limpeza étnica
A Justiça é cega...
Demokratia
No horizonte, a mudança
As novas do multiculturalismo
A Batalha e o milagre de Ourique
Movimento Legitimista Português
A democracia é a hecatombe
Nova Frente
A diplomacia do pedinte
Farto de engolir palavras
Odisseia
"Chek list" da morte de uma Nação
Fim da linha para Karadzic
"O meu irmão é filho único"
O Pasquim da Reacção
Prudência como Virtude e a Reeducação do Professor Hess
Reverentia
Afinal em que ficamos?
A extradição
Desde ontem...
Último Reduto
O meu irmão é filho único
Um Homem das Cidades
A Odigo de Macover
Inconformista
Pt. No Media
Pt. Novopress
Revisionismo em Linha
«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
27.7.08
26.7.08
O regresso dos combatentes do Ultramar
Finalmente, inicia-se hoje o processo do regresso dos combatentes no Ultramar, enterrados nas ex-províncias ultramarinas portuguesas, mortos em combate, em missão de soberania e na defesa de Portugal.É o caso de três pára-quedistas mortos em Guidaje, na Guiné.
A ler: Diário de Notícias, Expresso, Público, Correio da Manhã, Diário Digital, Portugal Diário, Lusa, RTP e ver as reportagens da SIC e da RTP (1, 2, 3, 4).
A história da Marcelírica pelo Manlius
«(...) Eu vou contar um bocadinho da história que envolve este poema saga.
No café Avis, ali nos Restauradores reuniam-se diariamente algumas tertúlias literárias, político-literárias e/ou de maledicência. Também era (nas mesas da frente que davam para a Praça) o local de encontro dos sportinguistas.
Numa das mesas quem se sentava? Pois nem mais do que o bom do Tomás de Figueiredo, o muito nosso Goulart Nogueira e quantas vezes o Rodrigo Emílio.
E eu, "puto" por ali andava a circular entre as mesas, entre as conversas. Um dia (já em plena marcelice) ouço uma frase que me deixou banzado. Tomás de Figueiredo clamava: "este gajo (o Marcelo) ainda me vai fazer salazarista". Como sabem Tomás para além da sua costela monárquica (logo não perdoando a Salazar a República) tinha um contencioso também provocado pela prisão do seu filho às ordens da PIDE, por pertencer à célula cultural do PCP dirigida pelo Dias Coelho. Os pinotes que ele deu quando o seu rebento foi "dentro". Até Salazar foi metido ao barulho e cortesmente fez ver ao escritor que havia provas irrefutáveis da acção do pimpolho lá no partido. Mas nem assim. O ódio ficou para todo o sempre. Daí o meu espanto (e do Rodrigo, esse sim intímissimo de TF) pelo teor da frase.
Até que um dia em que se dizia de Marcelo o que Maomé não disse do toucinho, Tomás de Figueiredo rapa da caneta e no papel que cobria a mesa começou a escrever a primeira estrofe desta saga. Quando acabou leu-a em voz alta e voltando-se para o Goulart disse-lhe: vamos fazer uma desgarrada a 4 mãos. Continua tu.
E o Goulart continuou.
E nos dias que se seguiram lá saiam duas estrofes diárias, ora um, ora outro, passando a bola, com algumas maldades pelo caminho para tornar mais difícil a continuação.
E por fim, lá se considerou acabada a obra.
Logo alguns malfeitores aproveitaram para a passar à máquina, com original e 4 químicos. Saíram assim daquela forja algumas centenas de cópias. Foi um sucesso. Todos queriam a sua cópiazinha. Amândio que assistiu à sua manufactura fez distribuir largas dezenas de cópias. Natália Correia "exigiu" só para ela uma cinco cópias.
Marcelo teve conhecimento. Ficou danado. César Moreira Baptista, exigiu saber quem era o autor: pensou-se no Goulart, no Rodrigo, no Amândio, no António Lopes Ribeiro, etc. Só ninguém se lembrava do nosso Tomás de Figueiredo.
Houve ameaças de retaliação contra os presumíveis facínoras. Foi um fartum. Mário César Ferreira, escritor de mérito e Inspector da PIDE também foi metido ao barulho para investigar quem era o "facínora". E ele que estava na mesa contígua, na tertúlia ao lado, declarava alto e bom som que nem fazia ideia e (mais ainda) que não conseguia detectar (pelo género literário) o autor.
Enfim foi um forrobodó, que deixou a marcelagem toda em fúria.
E esta é a pequena história de uma saga (à mesa do Avis) plantada, com um grande gozo de todos a que ela assistiram.
Daí a minha muito grande pena da presumível perda (para todo o sempre) desta jóia da "poesia de escárnio e mal-dizer do século XX português. E ainda por cima escrita pelos dois vultos que lhe deram a forma e o conteúdo.»
No café Avis, ali nos Restauradores reuniam-se diariamente algumas tertúlias literárias, político-literárias e/ou de maledicência. Também era (nas mesas da frente que davam para a Praça) o local de encontro dos sportinguistas.
Numa das mesas quem se sentava? Pois nem mais do que o bom do Tomás de Figueiredo, o muito nosso Goulart Nogueira e quantas vezes o Rodrigo Emílio.
E eu, "puto" por ali andava a circular entre as mesas, entre as conversas. Um dia (já em plena marcelice) ouço uma frase que me deixou banzado. Tomás de Figueiredo clamava: "este gajo (o Marcelo) ainda me vai fazer salazarista". Como sabem Tomás para além da sua costela monárquica (logo não perdoando a Salazar a República) tinha um contencioso também provocado pela prisão do seu filho às ordens da PIDE, por pertencer à célula cultural do PCP dirigida pelo Dias Coelho. Os pinotes que ele deu quando o seu rebento foi "dentro". Até Salazar foi metido ao barulho e cortesmente fez ver ao escritor que havia provas irrefutáveis da acção do pimpolho lá no partido. Mas nem assim. O ódio ficou para todo o sempre. Daí o meu espanto (e do Rodrigo, esse sim intímissimo de TF) pelo teor da frase.
Até que um dia em que se dizia de Marcelo o que Maomé não disse do toucinho, Tomás de Figueiredo rapa da caneta e no papel que cobria a mesa começou a escrever a primeira estrofe desta saga. Quando acabou leu-a em voz alta e voltando-se para o Goulart disse-lhe: vamos fazer uma desgarrada a 4 mãos. Continua tu.
E o Goulart continuou.
E nos dias que se seguiram lá saiam duas estrofes diárias, ora um, ora outro, passando a bola, com algumas maldades pelo caminho para tornar mais difícil a continuação.
E por fim, lá se considerou acabada a obra.
Logo alguns malfeitores aproveitaram para a passar à máquina, com original e 4 químicos. Saíram assim daquela forja algumas centenas de cópias. Foi um sucesso. Todos queriam a sua cópiazinha. Amândio que assistiu à sua manufactura fez distribuir largas dezenas de cópias. Natália Correia "exigiu" só para ela uma cinco cópias.
Marcelo teve conhecimento. Ficou danado. César Moreira Baptista, exigiu saber quem era o autor: pensou-se no Goulart, no Rodrigo, no Amândio, no António Lopes Ribeiro, etc. Só ninguém se lembrava do nosso Tomás de Figueiredo.
Houve ameaças de retaliação contra os presumíveis facínoras. Foi um fartum. Mário César Ferreira, escritor de mérito e Inspector da PIDE também foi metido ao barulho para investigar quem era o "facínora". E ele que estava na mesa contígua, na tertúlia ao lado, declarava alto e bom som que nem fazia ideia e (mais ainda) que não conseguia detectar (pelo género literário) o autor.
Enfim foi um forrobodó, que deixou a marcelagem toda em fúria.
E esta é a pequena história de uma saga (à mesa do Avis) plantada, com um grande gozo de todos a que ela assistiram.
Daí a minha muito grande pena da presumível perda (para todo o sempre) desta jóia da "poesia de escárnio e mal-dizer do século XX português. E ainda por cima escrita pelos dois vultos que lhe deram a forma e o conteúdo.»
A Marcelírica: poema de Tomaz de Figueiredo e de Goulart Nogueira
Marcelo José das Neves,
Das Neves Alves Caetano.
Das Neves rima com greves
E Caetano com magano
E José, José, José
Rima bem com cambapé
Cambapé é uma rasteira
Igualzinha à tua asneira
Quiseste passá-la ao Botas,
Mas só achaste derrotas.
Apoiaste o reviralho,
Ó meu cara de trabalho,
Aumentaste a confusão,
Foste um doce pré traição.
Marcelo, mar de marmelo,
Marmelada de chinelo.
O chinó pré-contrabandista
Pré careca comunista.
Mais vale sê-lo, mais sê-lo
Que parecê-lo, Marcelo!
E tu, tens de cor velha,
Puseste a sala vermelha.
E selo, leva-o tu
Com pontapés no -ú-ú-ú
Sabes com que rima Alves?
Rima, Caetano, com talves.
Talves te espremas, marmelo,
Meu vento pífio amarelo.
Talves te sumas, ó Neves
Marcelo José das greves.
Talves te mirres, marmelo
Talves te rasgues, Marcelo,
Talves te cosas, ó Alves
Talves te escorras, talves,
Ó chupista ambicioso,
Ó presuroso inditoso,
Oportunista grevista,
O que tu queres é alpista.
Já te conhecem, Marcelo,
Melro de bico amarelo,
Ó candidato a chefinho,
Caneca de água com vinho.
Meu meias-tintas, bufão,
Catão-cotão, aldrabão.
Ó Neves, ó Neves, ó Neves
Dos graves modos, das greves,
Vê a asneira que cometes!
Não paras nessas retraites.
Tu vais caindo, caindo.
E vais aí ter! Que lindo!
Talves te desfaças todo,
A abrires-te desse modo.
Talves, talves, talves, talves.
Das Neves Marcelo Alves
Ó Alves José das Neves,
Alves Caetano das greves,
Marcelo Neves José
Lava a cara no bidé,
E onde hás-de lavá-la tu,
Ó Neves cara de Ubu?
Já te chamaram terrífico
Os que te chamam magnífico.
Hoje é a traição que te invoca,
Marcelo galinha choca.
Cacareja, à estudantada!
Que grande cacarejada!
Do arejo sai um odor
Cada vez pior, pior.
É cheiro russo e vermelho
E chamusco de chavelho.
É cheiro de foge o pé,
De escorregar, José,
De José Alves Marcelo,
E de foice com martelo,
De José Alves Caetano
De ratazana de cano
De Caetano Alves das Neves,
Dos passos falsos e breves,
Das breves podres carreiras,
Das moscas e das asneiras.
Carreiras ou correrias
Pra nos trazer porcarias,
Pra nos trazer – o doutor! –
Este cheirete, este odor.
Ó Caetano Alves das Neves,
Marcelo José das greves,
Das Neves Alves Caetano,
Ó Alves José do engano,
Marcelo, burro com sela,
Tóchinha, pequena vela,
Toucinho, magro presunto!
Marcelo cheira a defunto,
Marcelo cheira a grevista,
Cheira a peste, cheira a pista.
Depois de posta mamada,
Pões as mamas de criada,
Vais servir o comunismo,
Marcelo José Cinismo,
Marcelo José Compota,
Meu marmelada, anedota.
Pata, pita, peta, pé,
Marcelo Alves José,
Marcelo José Caetano,
Caetano José marçano,
Tanto importa, tanto faz,
Dito da frente pra trás,
Dito de trás pra diante,
É sempre o mesmo tratante.
Caetano José das Neves,
Castanha chulé das greves,
Alves Caetano Marcelo,
Alças de pano de adelo,
Das Neves Alves Caetano,
Comes-e-bebes, tutano,
Tétano, Alves e Calvos,
Marcelo, mas de papalvos,
Marcelo, chá de macela,
Macela, massa, mistela,
Maçudo, um, mamarracho,
Maço, mula, mala, tacho,
Alves Caetano das Neves,
José Marcelo das greves,
Marcelo Caetano Alves,
Talves que te sumas, talves.
Tomaz de Figueiredo e Goulart Nogueira.
Das Neves Alves Caetano.
Das Neves rima com greves
E Caetano com magano
E José, José, José
Rima bem com cambapé
Cambapé é uma rasteira
Igualzinha à tua asneira
Quiseste passá-la ao Botas,
Mas só achaste derrotas.
Apoiaste o reviralho,
Ó meu cara de trabalho,
Aumentaste a confusão,
Foste um doce pré traição.
Marcelo, mar de marmelo,
Marmelada de chinelo.
O chinó pré-contrabandista
Pré careca comunista.
Mais vale sê-lo, mais sê-lo
Que parecê-lo, Marcelo!
E tu, tens de cor velha,
Puseste a sala vermelha.
E selo, leva-o tu
Com pontapés no -ú-ú-ú
Sabes com que rima Alves?
Rima, Caetano, com talves.
Talves te espremas, marmelo,
Meu vento pífio amarelo.
Talves te sumas, ó Neves
Marcelo José das greves.
Talves te mirres, marmelo
Talves te rasgues, Marcelo,
Talves te cosas, ó Alves
Talves te escorras, talves,
Ó chupista ambicioso,
Ó presuroso inditoso,
Oportunista grevista,
O que tu queres é alpista.
Já te conhecem, Marcelo,
Melro de bico amarelo,
Ó candidato a chefinho,
Caneca de água com vinho.
Meu meias-tintas, bufão,
Catão-cotão, aldrabão.
Ó Neves, ó Neves, ó Neves
Dos graves modos, das greves,
Vê a asneira que cometes!
Não paras nessas retraites.
Tu vais caindo, caindo.
E vais aí ter! Que lindo!
Talves te desfaças todo,
A abrires-te desse modo.
Talves, talves, talves, talves.
Das Neves Marcelo Alves
Ó Alves José das Neves,
Alves Caetano das greves,
Marcelo Neves José
Lava a cara no bidé,
E onde hás-de lavá-la tu,
Ó Neves cara de Ubu?
Já te chamaram terrífico
Os que te chamam magnífico.
Hoje é a traição que te invoca,
Marcelo galinha choca.
Cacareja, à estudantada!
Que grande cacarejada!
Do arejo sai um odor
Cada vez pior, pior.
É cheiro russo e vermelho
E chamusco de chavelho.
É cheiro de foge o pé,
De escorregar, José,
De José Alves Marcelo,
E de foice com martelo,
De José Alves Caetano
De ratazana de cano
De Caetano Alves das Neves,
Dos passos falsos e breves,
Das breves podres carreiras,
Das moscas e das asneiras.
Carreiras ou correrias
Pra nos trazer porcarias,
Pra nos trazer – o doutor! –
Este cheirete, este odor.
Ó Caetano Alves das Neves,
Marcelo José das greves,
Das Neves Alves Caetano,
Ó Alves José do engano,
Marcelo, burro com sela,
Tóchinha, pequena vela,
Toucinho, magro presunto!
Marcelo cheira a defunto,
Marcelo cheira a grevista,
Cheira a peste, cheira a pista.
Depois de posta mamada,
Pões as mamas de criada,
Vais servir o comunismo,
Marcelo José Cinismo,
Marcelo José Compota,
Meu marmelada, anedota.
Pata, pita, peta, pé,
Marcelo Alves José,
Marcelo José Caetano,
Caetano José marçano,
Tanto importa, tanto faz,
Dito da frente pra trás,
Dito de trás pra diante,
É sempre o mesmo tratante.
Caetano José das Neves,
Castanha chulé das greves,
Alves Caetano Marcelo,
Alças de pano de adelo,
Das Neves Alves Caetano,
Comes-e-bebes, tutano,
Tétano, Alves e Calvos,
Marcelo, mas de papalvos,
Marcelo, chá de macela,
Macela, massa, mistela,
Maçudo, um, mamarracho,
Maço, mula, mala, tacho,
Alves Caetano das Neves,
José Marcelo das greves,
Marcelo Caetano Alves,
Talves que te sumas, talves.
Tomaz de Figueiredo e Goulart Nogueira.
25.7.08
Traição de Marcello Caetano
«Para mim, existiram vários factores, que levaram ao precipitar do 25 de Abril. Pelos contactos tidos, na altura, com o meu pai(1) e com o Eng. Santos e Castro(2), sabia-se estar em preparação, a nível político português, uma manobra de grande envergadura, ligada àquilo que estava a ser feito com o complexo de Sines. Esta estrutura destinava-se a destilar o petróleo de Angola, fugindo aos esquemas de produção controlada, de modo a oferecer ao mercado europeu um petróleo de custo extremamente mais baixo que o do mundo árabe. Assim Portugal passaria a ter um peso maior, a nível internacional.Daí poderiam advir numerosas contrapartidas, tais como condescendência política e diplomática, a nível internacional, em relação ao problema africano. Também com a baixa de preços poderia haver outra política de aquisições de material de guerra…» (p. 201)
«(…) Esse petróleo tornar-se-ia num reforço da capacidade de manobra de Portugal no mundo. Assim, nas nossas conversas chegámos à conclusão de que o facto de a oposição portuguesa acabar por ter, então, o apoio internacional e até meios financeiros de que terão passado a usufruir, foi exactamente a necessidade de contrariar essa grande manobra do governo português…
- Qual a razão do falhanço dessa estratégia?
Porque a nível internacional não interessava que Portugal viesse ter a poder económico. Que ficasse na CEE, mas na cauda da fileira… Tal não interessava, até aos países europeus: Portugal continuar a utilizar meios que a eles tinham sido negados, ou obrigados a isso.
- Passaram, então, a boicotar esse projecto…
Chegou a ser projectada uma acção, com o efectivo apoio da França, em relação à Guiné-Conakry, e não como a que tinha sido realizada, anos antes…
Encontrava-se também previsto o fornecimento do petróleo angolano à África do Sul, através de um pipe-line, que atravessaria o Sudoeste Africano (hoje Namíbia), com a contrapartida de fornecimento de material de guerra, incluindo aviões militares. Isso foi recusado por Marcello Caetano, por considerar não haver relações com um Governo racista.
- Mas muita gente pensava que estava a ser ultrapassado o timing, em relação às possíveis negociações a fazer para normalizar a situação naqueles territórios…
Para mim a negociação apenas devia ser efectuada numa situação de supremacia militar. Assim, quando um país não consegue ter os seus fornecimentos de material de guerra suficientes e não possui a força diplomática necessária, a negociação será sempre em seu prejuízo…» (p. 202)
Nuno Barbieri
1.º Tenente
In Manuel Maria Bernardo, Memórias da Revolução, Prefácio Editora, Lisboa, 2004.1.º Tenente
(1) - Refere-se ao ex-Director-Adjunto da DGS, Barbieri Cardoso.
(2) – Governador Geral de Angola até ao 25 de Abril e irmão do Coronel Gilberto Santos e Castro, fundador dos “Comandos” em Angola e, posteriormente, comandante da força da FNLA, apoiada por americanos e zairenses que, em 1975, invadiu Angola, com a intenção de ocupar Luanda.
(2) – Governador Geral de Angola até ao 25 de Abril e irmão do Coronel Gilberto Santos e Castro, fundador dos “Comandos” em Angola e, posteriormente, comandante da força da FNLA, apoiada por americanos e zairenses que, em 1975, invadiu Angola, com a intenção de ocupar Luanda.
24.7.08
O 25 de Abril e Marcello Caetano pelo general Silvino Silvério Marques
«O isolamento do Presidente do Conselho no Quartel do Carmo no dia 25, contra o que estava planeado no caso de emergência, o diálogo travado no Carmo (“Isto poder-se-ia ter evitado”, disse o gen. Spínola, “Não é altura para recriminações», respondeu o Presidente do Conselho), a ausência de ligações, naquele dia, com o Presidente e com os ministros mais responsáveis, são factos que confirmam aquilo que se ouviu de duas importantes fontes distintas: a revolução havia sido posta, pelos generais Spínola e Costa Gomes, à disposição do Presidente do Conselho que não aceitou encabeçá-la, nem se sabe tenha tomado disposições para a dominar. Isso justificaria a inacção do executivo e os comportamentos estranhos verificados naquele dia. O 25 de Abril teria sido pretexto para uma abdicação. O fácil sucesso teria resultado mais dessa circunstância do que da acção militar. E aproveitou, evidentemente, do prestígio e popularidade do gen. Spínola.» (pp. 242/243). General Silvino Silvério Marques
In «Portugal e agora?», Ed. do Templo, 1.ª edição, Lisboa, 1978.
Só até o Algarve: poema de Goulart Nogueira
SÓ ATÉ O ALGARVECaminhemos com decência,
E não em passo de alarve:
Vamos com V. Exª.
Mas somente até o Algarve…
Há distâncias desmedidas;
Não fomos feitos p`ra elas…
Não estamos para corridas,
A querer caçar estrelas.
Terra-a-terra, e não pivetes
Temos muita previdência.
Deixemo-nos de foguetes:
Caminhemos com decência.
Há p`ra aí boca taurina
E há pernaltas! – Só p`ra mofa… –
Nós temos a boca fina,
A perna curtinha e fofa…
Não somos galgo novato,
Nem um cavalo que escarve.
Nosso passo é moderato
E não o passo do alarve.
Temos os foles cansados;
Pode faltar-nos o ar…
Encargos muito pesados
Não pudemos sustentar.
Florir nas terras maninhas
É contra a nossa potência.
Para vénias… palmadinhas…,
Vamos com V. Exª.
Dar um giro cá na quinta
- Até faz bem à saúde!
E pôr ovos que dão tinta
De um oiro que nos ajude…
Depois saem pintainhos,
Brasis fora desse alarde…
Somos muito jeitosinhos,
Mas somente até o Algarve.
Goulart Nogueira
P.S. - Extraordinário poema crítico e caricatural a Marcello Caetano. Verdadeiro exemplo da Direita muito direitinha (veja-se a forma como está na fotografia!), dos interesses e interesseira, abrangente, inteligente, gorda, balofa, burguesa até mais não, cheia de peso, conta e medida, que não se excede mas que cede a tudo por 30 dinheiros.
Boletim Evoliano: A Acha
Já está online o terceiro número do Boletim Evoliano dedicado ao tema "Símbolos da Tradição - A Acha".23.7.08
Bastidores: O Mundo Português - Expo 1940
"Com a 16ª edição da Bastidores Luxury Magazine, oferta do primeiro fascículo de “Portugal de Outrora”, inteiramente dedicado ao “Mundo Português - Expo 1940”, com fotos inéditas da zona Belém antes, durante e o que ficou da exposição, ao tempo designada como “a maior exposição de todos os tempos".
Preço: 2,40€ mensais!
Uma pechincha!
Compra obrigatória!!!
O 25 de Abril e Marcello Caetano pela PIDE - II
«Por volta das 2 ou 3 horas da madrugada, recebi na minha residência um telefonema da DGS. Pedia-me que fosse buscar o presidente do Conselho de Ministros a casa, na Rua Duarte Lobo.(…) Quando cheguei a casa de Marcello Caetano, ele já estava à minha espera. Cumprimentei-o, trocámos algumas palavras de cortesia. Entrámos no carro. Disse-lhe que o conduziria à 1.ª Região Aérea, em Monsanto, para onde ele fora no 16 de Março e como de resto estava previsto para situações de emergência. Marcello disse-me que não queria ir para Monsanto e impôs o Carmo como destino.» (p. 159)
«Entrei com o carro no quartel, estacionei na parada. Fomos recebidos pelo comandante da GNR, general Adriano Pires, que estava à nossa espera. Percebi depois que Marcello Caetano lhe telefonara de casa, antes de eu lá chegar, informando-o que iria para ali.
Passei o dia todo ao lado do presidente do Conselho. Ou estava com ele no gabinete do comandante, ou estava à porta.
Telefonou aos chefes militares e a alguns ministros. Talvez uma hora depois, chegaram o Moreira Baptista, ministro do Interior, e Rui Patrício, ministro dos Negócios Estrangeiros. Este, mal me viu, perguntou-me quanto tempo mais era preciso para sufocar a rebelião. Eu disse-lhe que, por mim, era já, mas estava tudo nas mãos do presidente do Conselho…
Entretanto, Marcello recebeu um telefonema do almirante Ferreira de Almeida, comunicando-lhe que estava uma fragata no Tejo pronta a bombardear as tropas sublevadas no Terreiro do Paço. Todavia, Marcello deu-lhe ordens para não disparar. Nunca percebi! A rebelião tinha acabado ali… Telefonaram-lhe também os generais Kaúlza de Arriaga e Santos Costa, dizendo-lhe que tinham unidades da Força Aérea e do Exército prontas a acabar com a sublevação, mas a todas essas indicações Marcello respondia ou que não queria um banho de sangue, ou que ficassem a aguardar ordens suas. As horas foram passando e… nada! Marcello nunca deu ordens a ninguém para resistir ou contra-atacar.» (p. 160)
Diogo Albuquerque
Chefe de Brigada da DGS.
Chefe de Brigada da DGS.
In Bruno Oliveira Santos, Histórias Secretas da PIDE/DGS, Nova Arrancada, Lisboa, 2000.
22.7.08
O 25 de Abril e Marcello Caetano pela PIDE - I
«A PIDE ou o Governo já sabiam que ia ocorrer uma revolução a 25 de Abril?»«É claro que sabiam. Principalmente depois do golpe das Caldas, a 16 de Março, controlávamos todos os movimentos dos militares subversivos. Sabe o que nos enganou? Estávamos convencidos de que o general Spínola dominava a situação. É que o general Spínola ainda nos inspirava alguma confiança, não era comunista. Sabíamos que ia dar-se o 25 de Abril, o que não sabíamos é que o 25 de Abril teria o desfecho que teve…»
«Acha que Marcello Caetano pode ter combinado com Spínola o 25 de Abril?»
«Tenho praticamente a certeza. Na manhã do dia 25 o director da PIDE, major Silva Pais, estabeleceu um contacto com Marcello Caetano, que já estava no Quartel do Carmo, e acordaram que uma brigada da polícia iria buscar o presidente do Conselho. Eu, o Sílvio Mortágua, o Abílio Pires e o Agostinho Tienza fomos os escolhidos. Num carro seguiram o Mortágua, o Tienza e eu. O Pires foi no seu próprio carro, atrás de nós. Seguimos em dois carros para que, em caso de necessidade, um deles pudesse executar uma qualquer manobra de diversão. Íamos esperar o presidente do Conselho à Rua do Carmo. Existe uma ligação – eu não quero ser romanesco e dizer que há uma passagem secreta – entre o Quartel do Carmo e a Rua do Carmo. Essa ligação ainda deve existir hoje, concerteza. O major Silva Pais combinou o nosso encontro com Marcello Caetano para esse local. Seguindo as suas instruções, parámos o carro mais ou menos a meio da Rua do Carmo, uns metros acima dos pilares do elevador de Santa Justa. Como o Marcello nunca mais aparecia, eu disse aos outros para permanecerem ali, subi a Rua do Carmo, virei na Rua Garrett, subi a Calçada do Sacramento e apresentei-me no Quartel do Carmo. Fui recebido pelo comandante-geral da GNR, que me conduziu até ao Marcello. Disse-lhe que estávamos à sua espera na Rua do Carmo, de acordo com o que havia sido combinado com o major Silva Pais, e o Marcello respondeu-me que não era preciso porque já tinha tudo tratado com o general Spínola!...» (p. 151)
«Nunca recebemos na PIDE qualquer ordem para atacar o Salgueiro Maia e as tropas estacionadas no Carmo. O que se esperava, aliás, era que as tropas fiéis ao governo pusessem cobro àquela situação irregular. Não puseram… E repare que a GNR aquartelada no Carmo era, só por si, uma força, um esquadrão de Cavalaria que tinha certamente autometralhadoras e que, sem necessitar de mais ninguém, podia acabar com aquilo. O Marcello Caetano é que nunca permitiu que a PSP ou a GNR actuassem. Se tivesse dado ordens concretas à PSP ou à GNR nesse sentido, aquilo acabava tudo em cinco minutos.» (p. 153)
Óscar Cardoso
Inspector da PIDE/DGS.
Inspector da PIDE/DGS.
In Bruno Oliveira Santos, Histórias Secretas da PIDE/DGS, Nova Arrancada, Lisboa, 2000.
21.7.08
Revista Visão História: A queda de Salazar e a "primavera marcelista"
Fui um dos compradores do segundo número da Visão História por duas razões: uma pelo portfolio de Eduardo Gageiro, a outra pelas declarações de Mário Soares, de Pinto Balsemão e de Freitas do Amaral.Pela primeira vez, após sempre o ter negado, Mário Soares conta a forma como foi convidado a fazer parte da lista da Acção Nacional Popular: «Antes de as “eleições” serem marcadas, fui apresentado ao novo secretário-geral da União Nacional (esse e os outros nomes só mudaram depois das eleições), Melo e Castro, pelo antigo director de O Tempo e o Modo, o meu amigo António Alçada Baptista, que, quando eu já estava no exílio, aceitou ser o autor de um livro de “entrevistas” com Marcelo Caetano, ou seja, como lhe disse em Paris, “o António Ferro de Caetano”, com menos fôlego e originalidade. Melo e Castro convidou-me para jantar, no Grémio Literário. Com algum cuidado e vários rodeios chegou ao ponto que lhe interessava: convidou-me para figurar, em destaque, na lista concorrente (e obviamente ganhadora) da Acção Nacional Popular.» (p. 88)
Mário Soares refere-se às eleições de 1969, as primeiras sob o mandato de Marcello Caetano.
E mais conta: «Realmente, no primeiro Conselho de Ministros, Marcelo Caetano fez sair um breve comunicado, fixando num ano a minha pena de deportação, contando o tempo de prisão antes sofrido, em Caxias. O que significava que estaria de volta a Lisboa em Novembro, dias antes de meu pai completar 90 anos.
Foi a primeira medida concreta da chamada “Primavera marcelista”.»
Sobre o bispo vermelho do Porto: «Entretanto, o bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes, continuava proibido de entrar em Portugal, no seu exílio no Convento de Tormes, em Espanha, perto de Salamanca. Decidi ir, com a minha filha a conduzir e o meu amigo Raul Rego, então director do República, e sua esposa, visitá-lo, para lhe expressar a nossa solidariedade.» (p. 87).
Por seu lado, o bispo vermelho do Porto endereçou a Marcello Caetano, datada de 29 de Maio de 1969, uma carta que teve resposta de Marcello a 12 de Junho, na qual diz: «Pode vir para Fátima, como deseja, quando quiser. Peço-lhe porém que não se dirija ao Porto enquanto a Santa Sé não resolver a situação do administrador apostólico» (p.82) e que gostaria que o seu regresso «tivesse lugar após o acordo do Governo com a Santa Sé» (p.83).

O testemunho de Freitas do Amaral é interessante e relevante quando atesta como êxitos: «reduziu drasticamente (numa primeira fase) os cortes da Censura; permitiu o regresso do bispo do Porto, exilado em Roma, e do dr. Mário Soares, com residência fixa em S. Tomé» (p. 67) e finaliza o texto desta forma: «Assim, a Revolução não se fez contra Marcello Caetano – mas contra as políticas de Salazar, e apesar das correcções tentadas por Marcello Caetano (por serem insuficientes, não por serem erradas). Por isso considero que este não merecia ter acabado como acabou.» (p. 68)
Balsemão na entrevista prestada a Pedro Vieira, quando lhe é questionado «o que pretenderia Marcelo ao chamar os “liberais”? responde: «Numa primeira fase, na fase da Primavera, era encontrar gente não comprometida e até com algumas provas, mesmo limitadas, como era o meu caso, de não estar com o regime de Salazar. Gente que não era da oposição clássica, mas com algum afastamento em relação, que depois podia apoiá-lo para fazer as mudanças. O problema era África. O prof. Marcelo Caetano, de início, quis caminhar para uma Federação, que depois evoluísse para uma espécie de Commonwealth. Numa das últimas conversas com ele, eu disse: “Bom, e a Federação e todo esse projecto?” E a resposta foi: “Aonde é que isso já vai!” Nunca me hei-de esquecer desta frase.» (p. 78)
Pinto Balsemão foi convidado por Marcello para se candidatar à lista da União Nacional pelo distrito da Guarda e reconhece a existência de uma amizade familiar com a família Caetano. (p. 78)
N
o que diz respeito à Ala Liberal, escreve Marcello Caetano no seu livro Depoimento: «Assentei com o dr. Melo e Castro em tentar recrutar para as listas da União Nacional um núcleo forte de jovens da ala progressista moderada, garantindo-lhes liberdade de movimentos desde que aceitassem os princípios fundamentais comuns à lista em que haviam de ser propostos aos eleitores» (p. 71).Da Ala Liberal faziam parte: Sá Carneiro, Pinto Balsemão, Magalhães Mota, (estes três foram os fundadores do PPD), José Pedro Pinto Leite, Miller Guerra e Mota Amaral.
Duas outras e novas razões que me deixam satisfeito pela compra desta revista/lixo são: que os escrevinhadores de serviço, quais canetas de ouro, poderão vir a ser um dia Prémio Pullitzer, Prémio Nobel, Prémio Fernando Pessoa e que esta revista – sucessora (?) da revista História – demonstra às claras que Marcello Caetano foi um TRAIDOR ao Estado Novo e que passa a fazer parte - ao lado dos livros de Manuel Maria Múrias “De Salazar a Costa Gomes”, Nova Arrancada, Lisboa, 1998; de António José de Brito, “Sobre o Momento Político Actual”, ed, do Autor, Porto, 1969; e de Eduardo Freitas da Costa “Acuso Marcello Caetano”, Editorial Liber, Lisboa, 1975; - do libelo acusatório de traição aos princípios de Salazar e do Estado Novo confirmando as célebres e premonitórias de Alfredo Pimenta no seu opúsculo "Contra a Democracia”, pp. 6/7, Amigos do Agora!, 1949.:
«... O meu conceito de Democracia e a minha repugnância por este sistema absurdo de orgânica política, obrigam-me, por coerência mental e compreensão histórica, a desejar que o meu País não se deixe seduzir pelas fantasmagorias transparentemente interesseiras dos srs. Jorge Botelho Moniz e Marcelo Caetano, arautos da renovação democrática e da reconciliação na Democracia, e tenha sempre presentes os conceitos fundamentais expostos pelo sr. Presidente do Conselho no seu já famoso discurso de 7 de Janeiro deste ano, no Palácio da Bolsa, no Porto.»
Como Alfredo Pimenta os topava e já em 1949!!!
20.7.08
A semana marcelírica
Inicio amanhã uma série de postais a publicar durante esta semana sobre o traidor Marcello Caetano, uma baixa personalidade do Estado Novo.
Traidor ao ideário nacionalista e traidor na hora da entrega do poder ao "traidor traído" do general Spínola, o que só por si é a prática de um acto juridicamente ilegal e ilegítimo dado que Marcello era, apenas e só, Presidente do Conselho. Acima dele, estava o Presidente Almirante Américo Thomaz a quem deveria renunciar ao cargo. Não o fez por já estar feito com o monoculento Spínola, com quem desde a última semana de Março se vinha reunindo todas as noites.
Marcello abraçou, na sua juventude, o ideário do Integralismo Lusitano e foi o co-director da revista Ordem Nova, publicada entre Março de 1926 e Fevereiro de 1927.
Reconhecido mérito como Professor de Direito da cadeira de Direito Administrativo da Universidade de Lisboa, Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa (1940-1944), ministro das Colónias (1944-1947), presidente da Comissão Executiva da União Nacional (1947-1950), presidente da Câmara Corporativa (1950-1955), membro vitalício do Conselho de Estado (1952-1974), ministro da Presidência (1955-1958), reitor da Universidade de Lisboa (1962) é nomeado para o cargo - para a desgraça de Portugal - de Presidente do Conselho de Ministros, que exerceu entre 27 de Setembro de 1968 e 25 de Abril de 1974.
Reconhecido mérito como Professor de Direito da cadeira de Direito Administrativo da Universidade de Lisboa, Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa (1940-1944), ministro das Colónias (1944-1947), presidente da Comissão Executiva da União Nacional (1947-1950), presidente da Câmara Corporativa (1950-1955), membro vitalício do Conselho de Estado (1952-1974), ministro da Presidência (1955-1958), reitor da Universidade de Lisboa (1962) é nomeado para o cargo - para a desgraça de Portugal - de Presidente do Conselho de Ministros, que exerceu entre 27 de Setembro de 1968 e 25 de Abril de 1974.
Leitura semanal
A Cidade do Sossego
Ordinários
A ver se percebo, que eu sou um pouco limitado
Morangos
É tudo boa gente
A Voz Nacional
Chamam a isto kosher
Alma Pátria-Pátria Alma
Zangam-se as comadres
Manlius
Será que vão? Nã, não vão, não...
A "benevolente" do Parque Mayer
Facilitam, facilitam e eu tomei-lhe o gosto ...
Aprenderam com Bettencourt Rodrigues ...
Já toca a vez a todos e não só aos do costume ...
O menino sempre foi fresco ...
Ainda a luta contra os tiranetes do politicamente correcto
O Pasquim da Reacção
O Jornalismo de Agora
Reverentia
Fornos crematórios
Um Homem das Cidades
Seis milhões de judeus
Ben-Gurion - Devemos usar o terror, o assassínio e a confiscação da terra para libertar a Galileia da sua população árabe
McCain, Hillary e Barack Obama foram prestar tributo ao lóbi israelita
Inconformista
Pt-No Media
Pt. Novopress
Revisionismo em Linha
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Livro: Ir prò maneta de Vasco Pulido Valente
Para o bicentenário das Invasões Francesas, foi editado em 2007, pelo Aletheia Editores, este interessante livro da autoria de Vasco Pulido Valente, de 110 páginas, sobre a revolta portuguesa contra o exército napoleónico.
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