17.7.08

90 anos depois: o assassinato da Família Imperial Russa

Na fileira da frente, da esquerda para a direita: Grande Princesa Olga, o czar Nicolau, Grande Princesa Anastácia, Príncipe Alexei e a Grande Princesa Tatiana. Ao fundo, as Grandes Princesas Maria e Alexandra.
Faz hoje 90 anos que toda a Família Romanov foi assassinada pelos bolcheviques/comunistas em Ekaterinburg em nome da liberdade soviética, que durante a sua vigência assassinou cem milhões de pessoas.

Notícias do País Real


A ler: Eleições Viciadas?

As Publicações Dom Quixote deram à estampa o livro "Eleições Viciadas?" baseado na investigação da vigarice eleitoral das eleições autárquicas de 2001 e demonstra como se fabrica um vencedor e um vencido. Para ler com toda a atenção as 264 páginas o que vem comprovar a minha teoria que não vale a pena ir a votos a não ser que seja para chatear os demo(nio)cáticos.

"Por um voto se ganha, por um voto se perde. As eleições autárquicas de 2001 representaram o fim de um ciclo político. Por uma vantagem de 856 votos na noite eleitoral, o PSD foi a principal força política na capital e Pedro Santana Lopes tornou-se presidente da Câmara Municipal, no lugar do socialista João Soares, contribuindo para a demissão do primeiro-ministro António Guterres. As suspeitas de fraude eleitoral levaram o Ministério Público a investigar e, por fim, a encontrar indícios, «se não de uma conduta intencionalmente falseadora da verdade eleitoral, pelo menos grosseiramente negligente do desempenho das funções de membro da assembleia de apuramento geral».
Este livro é o resultado de uma análise exaustiva dos documentos eleitorais dessa votação e da recolha de depoimentos de autarcas e pessoas ligadas à campanha de Lisboa. Da sua leitura, sobressairão numerosas discrepâncias reveladoras de um processo de escrutínio eleitoral – desde o recenseamento até à publicação dos resultados em Diário da República – significativamente permeável a erros, à adulteração, intrusão ou intenção dolosa de alterar o sentido de voto dos eleitores, eventuais actos que tornam impossível afirmar com segurança quem, efectivamente, ganhou as eleições de 2001 em Lisboa."

16.7.08

Pintura de Arthur Rackham: Freya

Um valente par de genes anti-democráticos

O Manlius descobriu dois valentes pares de genes anti-democráticos. Até a estrutura molecular se está a marimbar para a democracia. Maldita ciência!
Que ricos pares são esses? Nada mais nada menos que os "Mahoma" e "5HTT".
O artigo “Genetic Variation in Political Participation”, da co-autoria de James H. Fowler, Laura A. Baker, Christopher T. Dawes foi publicado no n.º 2, volume 102, de Maio do corrente ano no Journal The American Political Science Review.
Como bem diz o Manlius são genes a precisar de "reeducação" ao abrigo da manipulação genética.
Os democratas manipuladores têm que tratar este intrincado caso anti-democrático. Uma aberração da genética que têm de ser posta na boa ordem democrática!

15.7.08

Pintura de W. T. Maud: Cavalgada das Valquírias

Cavalgada das Valquírias
W. T. Maud

Livro a ler: Operación Hagen


Acabo de ler mais uma extraordinária narração da autoria de Felipe Botaya: "Operación Hagen", do mesmo autor de "Antártida, 1947 - La guerra que nunca existió", - que aqui comentei - editada pelas Ediciones Nowtilus (Doña Juana I de Castilla 44, 3.ºC, 28027 Madrid - España, 2007), que ao longo das 304 páginas nos prende inteiramente a atenção.
A novela começa com a solicitação por carta enviada pela Embaixada americana a Stefan Dörner, para que este recebesse dois representantes militares do departamento de assuntos militares estrangeiros.
Stefan Dörner, foi um Generalmajor da Luftwaffe que participou no projecto Hagen, tema que os dois militares americanos queriam debater, conversar, filmar e gravar.
Stefan Dörner, pertenceu ao FliegerKorps VIII (Grupo Aéreo Von Richtoffen), foi um dos ases da Luftwaffe e foi responsável pela formação dos pilotos de caça de aviões a reacção em vez dos aviões a hélice - uma arma revolucionária naquele tempo – para fazer face à superioridade aérea aliada com os seus bombardeamentos dia e noite sobre a Alemanha.
Dörner é convocado para uma reunião em Berlim a ter lugar no Ministério do Ar, onde toma conhecimento do programa Uranorium, programa oficial de energia nuclear e de outros dois programas – estes secretos - que a cargo da estrutura industrial das SS, sob o comando do general SS Hans Kammler.
Nesse encontro é divulgada a existência de uma bomba atómica que deverá ser lançada – inicialmente sobre Nova Iorque, a exemplo do que aconteceu com a bomba lançada na batalha de Kursk, na Rússia – sendo decidido que o novo alvo será Tunguska, na região siberiana soviética.
O ás da aviação alemã é convidado a visitar todas as instalações secretas do projecto Uranorium, na Turíngia e na Hungria tomando conhecimento da existência de armas secretas como misséis, aviões, computadores e as quatro bombas atómicas já desenvolvidas pelos cientistas alemãs e que faziam parte da operação Wagner: Hagen, Valquíria, Wotan e Siegfried.
Dirige-se ao Protectorado da Boémia-Morávia para testar o avião Heinkel He 177 V38, que irá bombardear Tunguska, e conhece as fábricas da Skoda onde foram criados e desenvolvidos os aviões circulares, mais conhecidos por OVNIS, chegando a voar num tendo tido um encontro surpresa com uma formação de bombardeiros ingleses, os Lancaster nos céus franceses de Marselha.
De regresso a Berlim tem a segunda e última reunião com Hitler, com os generais
Adolf Galland e Hans Kammler e nessa reunião é decidido o bombardeamento atómico de Tunguska a ter lugar na noite de 21 para 22 de Dezembro no seguimento do planeado contra-ataque alemão nas Ardenas às tropas anglo-americanas.
É também decidido um teste com outra bomba atómica, a Valquíria, na ilha de Rügen, no Mar Báltico, a 12 de Outubro de 1944, na presença de um
emissário especial de Mussolini, o jornalista italiano do Corriere della Sera, Luigi Romersa.
Após o teste de Rügen, Adolf Galland telefona a Dörner dizendo-lhe que o contra-ataque nas Ardenas tinha fracassado e que se dirigisse para Oslo para dar início à sua missão e que se ele falhasse duas bombas atómicas seriam lançadas: uma nas Ardenas e outra em Nova Iorque.
Dörner cumpre a sua missão e a 23 de Fevereiro de 1945, às 08:56 é lançada a bomba atómica Hagen sobre Tunguska como tentativa de persuasão e de dissuasão do avanço soviético e aliado na Alemanha.
Terminada a conversa, Stefan Dörner pergunta a Williams quem são? Sabia que não eram americanos e que só podiam ser agentes israelitas. Williams, aliás, Nathan Katzenberg responde que são agentes secretos d` ”Os Filhos da Aliança” e que tinham como missão descobrir e obter o testemunho de Dörner e assassiná-lo pois a história oficial, a verdade oficial tinha que continuar vigente. É então que Salomon Rubin dispara sobre o peito de Dörner, assassinando-o a sangue frio e à queima-roupa.

14.7.08

13.7.08

Leitura semanal

A Cidade do Sossego
Mussolini
Felizmente não era nazis

Dragoscópio
Acriomancia VI - Social, mas não socialista

Fascismo em Rede
Leon Degrelle (1), (2)

Jantar das Quartas
Para o caso de ninguém ter reparado

Manlius
Hoje descobri o porquê...
Os iconoclastas
Estranhos conúbios...
O Che Che das t shirts
Vivendo no inferno

Último Reduto
Verão 2008 - Turismo Aventura e actividades radicais

Um Homem das Cidades
Seis milhões de Judeus

Inconformista

Pt No Media

Revisionismo em Linha

O menino de ouro enganou-se!

O Sol descobriu que o eng. Sócrates enganou-se nas obras e custos.
«O primeiro-ministro deu informações incorrectas ao Parlamento sobre as novas concessões rodoviárias. José Sócrates afirmou na AR que estavam em causa «1.316km de estradas», mas a verdade é que o Governo já lançou concursos para a concessão de 2.470km.»

Que grande coisa!
Qual é o problema?
O homem não se pode enganar? Só é engenheiro!
Não é caso virgem: o outro Engenheiro, António Guterres não disse aos jornalistas para fazerem as contas do PIB?
Não sejam mesquinhos e chatos.
Deixem o "menino de ouro" trabalhar em paz e sossego!
Não foi ele que disse: "só sei que nada sei"?

O caso de Loures e o PCP

Jerónimo de Sousa considerou, este sábado, que os recentes confrontos em Loures, «só por si, não justificariam» chamar ao Parlamento Rui Pereira, como pediu o CDS-PP. Para o comunista, enquanto existirem problemas económicos e sociais, a violência vai continuar.

Tu lá saberás, ex-metalúrgico Jerónimo, porque não se justifica chamar o ministro da Administração Interna.
Como não foram os nazis-fascistas-salazaristas-racistas-xenófobos-homofóbicos julgo que qualquer bom democrata não encontra razão para chamar o ministro à "casa da democracia" e esclarecer que tudo não passa - como já dito pela imprensa - de um mero problema de má vizinhança.
É (re)conhecido que entre cidadãos nómadas (ciganos) e cidadãos de origem africana (pretos) não houve, não há, não haverá, - para todo o sempre - nunca, jamais questões raciais, porque ambas as etnias não são racistas.

O que pensará o SOS Racismo disto?
Tudo se resolve com
20 mil euros para prevenção da delinquência juvenil e com a magnífica decisão do tribunal em libertar os dois jovens detidos, após estes terem exlicado tudo bem explicadinho, para não haver mais perturbação da ordem pública democrática e do estado de Direito.
Resumindo e concluindo: esta pequena rixa de vizinhos não é caso para alarme embora tenha sido considerada, a nível governamental, "anormal" e "gravíssima". Uns exagerados!

Escandaloso: Casa dos Bicos para Fundação Saramago


Lisboa, 12 Jul (Lusa) - A Câmara de Lisboa discute quarta-feira uma proposta do presidente, António Costa (PS), para a cedência do edifício municipal da Casa dos Bicos para a instalação da Fundação José Saramago, que incluirá a biblioteca do escritor.
O protocolo a celebrar entre a autarquia lisboeta e a Fundação José Saramago prevê a cedência da Casa dos Bicos por um período de dez anos, renovável, disse à Lusa fonte do gabinete do presidente da Câmara.
A Casa dos Bicos poderá albergar a biblioteca do Prémio Nobel da Literatura, composta por vário milhares de exemplares, e disporá de uma loja, espaço para exposições e colóquios.
Caso a Câmara aprove o acordo, o protocolo entre a autarquia e a fundação será celebrado "muito em breve" em Lisboa, "com a presença do próprio escritor".
Depois de António Costa ter proposto a José Saramago a cedência da Casa dos Bicos, prosseguiram negociações entre os vereadores da Cultura, Rosalia Vargas (PS), e Finanças, Cardoso da Silva (PS), e os administradores da fundação, Pilar del Rio e José Sucena.
O edifício, situado no Campo das Cebolas, construído em 1523 por D. Brás de Albuquerque, acolhe actualmente serviços do departamento de Cultura da Câmara.
A autarquia ficará responsável pelas "pequenas obras" necessárias à adaptação das instalações, ficando a fundação encarregue das despesas de funcionamento e responsável por manter as instalações em boas condições.
ACL.
Lusa.

Só sei e só consigo dizer: ESCANDALOSO!

Big Brother versão automóvel chipado

Aos poucos e poucos o cerco para a escravatura vai-se apertando, ninguém critica e até batem palmas!
Agora, vamos ter um pópó todo chipado! E não se pode ter um todo kitado ou de tunning!

10.7.08

Livro: Enfermeiras Pára-Quedistas 1961-2002 de Luís Grão

Dado à estampa em 2006 pela Prefácio Editora, este livro da autoria de Luís Grão que serviu de comemoração do 50.º aniversário da criação das Tropas Pára-Quedistas Portuguesas.
A criação das tropas pára-quedistas portuguesas e a sua integração na Força Aérea deve-se ao General Kaúlza de Arriaga que na sua qualidade de Subsecretário de Estado da Aeronáutica criou o quadro de enfermeiras pára-quedistas para a assistência dos feridos e casos de urgência nos meios de evacuação e como refere o General Kaúlza de Arriaga “o comportamento irrepreensível e os grandes e excelentes serviços que as enfermeiras pára-quedistas foram prestando, nas guerras de África, a favor do Exército, da Armada, da Força Aérea e de Civis, todos rapidamente convenceram e conquistaram. Foi a confirmação do sucesso. (p. 27)
A ideia da formação do Corpo de Enfermeiras Pára-Quedistas em Portugal dá-se em 1956, quando a Senhora D. Isabel Bandeira de Mello (Rilvas), foi a primeira mulher portuguesa a saltar de pára-quedas. Um dos sonhos desta pára-quedista era a criação de um Corpo de médicos e enfermeiras pára-quedistas e tentou junto de do general Kaúlza de Arriaga o apoio deste para a concretização do seu sonho, o que levou Kaúlza a reunir-se com Salazar para a apresentação do projecto que ao fim de duas reuniões, Salazar assinou a legislação proposta pelo Subsecretário da Aeronáutica.
Foram contactadas as escolas de enfermagem de todo o país incluindo as religiosas, especialmente a Escola de Enfermagem Franciscana Missionárias de Maria de onde sairiam dez enfermeiras voluntárias e uma da Escola de S. Vicente de Paulo para o 1.º Curso de Enfermeiras Pára-Quedistas de entre os doze Cursos decorridos entre 1961 e 1974.
A 23 de Agosto de 1961 apresentam-se no Comando da 2.ª Região Aérea, em Luanda, em trânsito para o Destacamento Avançado das Tropas Pára-Quedistas (Luanda), as alferes enfermeiras pára-quedistas Maria Arminda e Maria Ivone que iriam tomar parte na Operação Canda.
O Curso de Enfermeiras Pára-Quedistas tem o seu fim no ano da desgraça de 1974 e última missão de serviço deu-se em Agosto e Setembro de 1976 na participação de evacuação de civis da província ultramarina de Timor para Lisboa.
A sentença de morte é dada pelo Decreto-Lei n.º 309/80 de 19 de Agosto que determina a extinção do pára-quedismo militar e o Conselho da Revolução viria a decretar a extinção total em 17 de Julho de 1980 com a promulgação e ordem de publicação, datada de 5 de Agosto e assinada pelo então Presidente da República, Ramalho Eanes.
Assim, deu-se a transição do pessoal militar permanente privativo do Corpo de Tropas Pára-Quedistas e mais tarde viria a ser extinta para ser criado o Comando das Tropas Aerotransportadas e da Brigada Aérea Independente.
Durante os treze anos, de 1961 a 1974 foram ministrados 12 cursos de enfermeira pára-quedistas, frequentados por 126 candidatas, das quais 47 conseguem alcançar as suas asas de pára-quedistas, embora só 46 tenham ingressado no quadro orgânico.
Com a excepção de duas enfermeiras todas as restantes foram empenhadas em inúmeras missões em zonas operacionais de combate.
Sofreram e lutaram bravamente, como valentes soldados que eram, empunhando como armas apenas as que a medicina lhes confiava.
Há a destacar a trágica morte, na Guiné, da Furriel Graduada Enfermeira Maria Celeste Ferreira da Costa ao ser atingida pela hélice de um Dornier 27, quando se preparava para embarcar e a Furriel Graduada Enfermeira Maria Cristina Justino da Silva, ferida em combate na região de Mueda, em Moçambique, em missão de evacuação de feridos em combate.
Estas senhoras eram as fadas dos soldados, os anjos caídos do céu e as heroínas que têm direito a lugar de Honra na memória dos socorridos e da Pátria que tanto e sempre honraram.

Enfermeiras Pára-Quedistas Portuguesas


9.7.08

Livro: Retratos ignorados de D. Sebastião por Bernardo da Gama Lobo Xaxier

A Principia deu a lume esta curiosa e muito interessante obra da autoria do Dr. Bernardo da Gama Lobo Xavier que merece a atenção daqueles que se interesse sobre a figura de D. Sebastião, - essa "maravilha fatal da nossa idade" no dizer do nosso Poeta, Luís de Camões -, onde o autor analisa os quadros ignorados - para não os adjectivar de mal conhecidos ou de desconhecidos - expostos na florentina Galeria dos Uffizi, em Itália; as gravuras de Vieira Lusitano, um quadro da casa de antiguidades, Câmara dos Azuis, bem como uma análise à lápide funerária de D. Sebastião no Mosteiro dos Jerónimos.
Ao longo das 96 páginas em papel couché, o autor vai dissertando sobre os quadros e sobre D. Sebastião.
Uma obra obrigatória.