Pintura de António Soares«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
10.6.08
10 de Junho, Dia da Raça
Parafraseando o Manlius no seu magnífico, esclarecido e esclarecedor texto A propósito do 10 de Junho, este é "o Dia de Todos os Verdadeiros e Leais Portugueses". O nosso 10 de Junho é o Dia de Portugal - do único e verdadeiro Portugal de 1140, de 1640, de 1926 - e nunca o Portugal dos traidores: Conde Andeiro (1385); Cristóvão de Moura (1580); Miguel de Vasconcelos (1640); Gomes Freire de Andrade (1817); D. Pedro, o Imperador do Brasil (1832); da I república (Afonso Costa, Machado dos Santos, entre muitos outros); da II república (Jorge Botelho Moniz, Henrique Galvão, Humberto Delgado, Marcello Caetano); da III república (António de Spínola, Costa Gomes, Mário Soares, Álvaro Cunhal, Melo Antunes, Almeida Santos, entre muitos e muitos outros) - ferido de morte em 1820, entrou em coma em 1974, agravou o seu estado comatoso 1985 e estando, este ano, está às portas da morte.Os nossos Portugueses são os nossos Reis das Dinastias Afonsina e de Aviz e a sua Ínclita Geração, D. Nuno Álvares Pereira, João das Regras, João Pinto Ribeiro, Duarte de Almeida (O Decepado), D. Sebastião, Luís Vaz de Camões, D. Miguel I, José Joaquim Sousa Reis (O Remexido), Gil Eanes, Bartolomeu Dias, Diogo Cão, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, D. Francisco de Almeida, D. João de Castro, Hermenegildo Capelo, Roberto Ivens, Serpa Pinto, António Maria Cardoso, Vítor Cordon, Paiva de Andrade, Mouzinho de Albuquerque, João de Almeida, Teixeira Pinto, Caldas Xavier, João de Azevedo Coutinho, António Ennes, Aires de Ornelas, Paiva Couceiro, Sidónio Pais, Salazar, Fernando Pessoa, António Ferro e todos os combatentes/defensores por um Portugal muito Antigo, Moderno e Eterno.
9.6.08
Solidariedade

Começa hoje uma farsa num tribunal português.
Aqui expresso a minha solidariedade a António Balbino Caldeira face à desvergonha do processo bem como ter de passar pelo vexame de aturar os acusadores.
8.6.08
Leitura semanal
A Cidade do Sossego
Episódios da grande guerra patriótica
Desculpas
Demokratia
António Costa e Rui Rio serão os próximos primeiros-ministros
Embuste e parolice
Falangista Campense
82 anos do 28 de Maio de 1926
Fascismo em Rede
Solidariedade com o Portugal Profundo
Jantar das Quartas
E apressou-se a indicar o inimigo comum
Manlius
Lá querer, queria
Quem se mete com... leva...
Carlos Eduardo de Soveral
Carlos Eduardo do Soveral - 2
Mensagem oportuna
A “patetice” segundo a patética Clotária
Mote para Motim
Bilderberg 2008 (4): António Costa e Rui Rio - os próximos líderes?
O Sexo dos Anjos
Um julgamento do regime?
Pt-No Media
O diário de Goebbels de 1945: o ano do fim.
Um homem das Cidades
Quem tem nas mãos o monopólio do poder financeiro mundial?
Como se lança um concurso para um TGV
Inconformista
Revisionismo em Linha
Episódios da grande guerra patriótica
Desculpas
Demokratia
António Costa e Rui Rio serão os próximos primeiros-ministros
Embuste e parolice
Falangista Campense
82 anos do 28 de Maio de 1926
Fascismo em Rede
Solidariedade com o Portugal Profundo
Jantar das Quartas
E apressou-se a indicar o inimigo comum
Manlius
Lá querer, queria
Quem se mete com... leva...
Carlos Eduardo de Soveral
Carlos Eduardo do Soveral - 2
Mensagem oportuna
A “patetice” segundo a patética Clotária
Mote para Motim
Bilderberg 2008 (4): António Costa e Rui Rio - os próximos líderes?
O Sexo dos Anjos
Um julgamento do regime?
Pt-No Media
O diário de Goebbels de 1945: o ano do fim.
Um homem das Cidades
Quem tem nas mãos o monopólio do poder financeiro mundial?
Como se lança um concurso para um TGV
Inconformista
Revisionismo em Linha
7.6.08
Na Sábado: Ajuda psicológica
Uma linha telefónica anti-nazi ou quando o telefona toca!Um exemplo de denúncia de familiares ao bom e velho estilo estalinista!
Quem aprende nunca esquece...
5.6.08
Jansenista e os insultos a Degrelle
Fui alertado por um camarada e amigo sobre um textículo difamatório sobre Léon Degrelle da responsabilidade de um ex-militante do Movimento Nacionalista, cujo nome de guerra é Jansenista a que alguns chamam Joãosionista.Ora, este ex-camarada - se é que alguma vez o foi - pois, o simples facto de ter militado no Movimento Nacionalista e colaborado no órgão do MN, Renovação, não o faz camarada ad aeternum mas isso são outras histórias e com trinta anos!
Ora, este senhor blogueiro é useiro e vezeiro, em lançar uns dislates e diatribes e, agora, a última foi sobre Degrelle tentando insultá-lo, injuriá-lo com os epítetos de "mitómano", "psicopata" e "demagogo".
Ao que parece, fez a leitura de "As Benevolentes" de Jonathan Littel, mas recomendo-lhe que faça a leitura de "Le Sec et l`Humide", um livro nojento e abjecto onde o Jansenista atingirá o delírio literário!
Não me surpreende que o tenha feito, pois vindo de quem vem é natural. Preocupante, sim, seria se fizesse o elogio de Degrelle e do Rexismo.

Sugiro que Joãosionista consulte o site Léon Degrelle e leia, se puder, se quiser, se souber, obras como "Almas Ardiendo", "Mi camino de Santiago" - nas quais Degrelle aborda a Espiritualidade - e "Léon Degrelle - firma y rubrica (entrevistas recolhidas para a TV francesa para os "Dossiers Noirs" por Jean-Michel Charlier)" recentemente reeditado com o título "Léon Degrelle. Autoretrato de un fascista", também disponíveis em DVD.

Relativamente a Degrelle ser ou não ser o Tintim, sugiro a leitura de "Tintin, mon copain", editado em França, sem autorização de sua Mulher e ao qual a Fundação Hergé se apressou a demarcar-se da Verdade - negando a amizade de Hergé com Degrelle -, pois era insuportável que Tintim fosse o fascista, o voluntário da Divisão Wallonie SS a quem Hitler disse uma vez, logo após o receber da sua chegada do cerco de Tcherkassy, a 17 de Fevereiro de 1944, que se tivesse um filho, gostaria que fosse como ele!
4.6.08
"Charros" mais fortes contribuem para a violência e o abandono escolar
Ao cuidado do Bloco de Esquerda, do SOS Racismo e do Prof. Silva:
"A violência nas escolas e o alto nível de abandono escolar em Portugal podem estar relacionados com o consumo de "charros" mais fortes, devido ao maior índice do princípio activo da canabis, segundo o presidente da Associação Portugal Livre das Drogas.
Em declarações à Agência Lusa, Manuel Pinto Coelho referiu que actualmente se encontra entre cinco a 25 por cento de tetrahidrocanabinol (THC) nos denominados "charros", enquanto anteriormente a percentagem do princípio activo da canabis rondava os dois a três por cento. Por isso, o responsável garante não fazer sentido a diferenciação entre drogas duras e leves."
É urgente pôr o Dr. Manuel Pinto Coelho na cadeia ou no exílio e demiti-lo de presidente da Associação Portugal Livre das Drogas.
Estas coisas não se dizem publicamente!
"A violência nas escolas e o alto nível de abandono escolar em Portugal podem estar relacionados com o consumo de "charros" mais fortes, devido ao maior índice do princípio activo da canabis, segundo o presidente da Associação Portugal Livre das Drogas.
Em declarações à Agência Lusa, Manuel Pinto Coelho referiu que actualmente se encontra entre cinco a 25 por cento de tetrahidrocanabinol (THC) nos denominados "charros", enquanto anteriormente a percentagem do princípio activo da canabis rondava os dois a três por cento. Por isso, o responsável garante não fazer sentido a diferenciação entre drogas duras e leves."
É urgente pôr o Dr. Manuel Pinto Coelho na cadeia ou no exílio e demiti-lo de presidente da Associação Portugal Livre das Drogas.
Estas coisas não se dizem publicamente!
Alegre e a realidade democrática
Fala quem e do que sabe!
Mas, os portugueses têm alguma solução neste rotativismo político (PS ou PSD) que lhes é democraticamente imposto?
O que o senhor poeta de Argel não diz é que a culpa é da democracia e do regime democrático do qual é um digno representante e que agasalha uma simpática pensão abrilina!
Mas, os portugueses têm alguma solução neste rotativismo político (PS ou PSD) que lhes é democraticamente imposto?
O que o senhor poeta de Argel não diz é que a culpa é da democracia e do regime democrático do qual é um digno representante e que agasalha uma simpática pensão abrilina!
Literatura pedófila
Fui a uma estação dos CTT para receber uma encomenda de livros. Enquanto (des)esperava, dei uma olhadela pela banca de cd`s e de livros expostos.
"A curiosidade cultural", como dizia o nosso Rodrigo Emílio, levou-me a deitar os olhos a dois livrecos que atestam (?!!!) ser para crianças.
Cheguei, logo e na hora, à conclusão que tais livros são uma violentação e violação da inteligência infanto-juvenil que só poderão provocar verdadeiros traumas psicológicos e stress pós-traumático para os quais nem Freud teria resposta.
Acho graça como o Prof. Silva ainda se escandaliza e se preocupa com o nível cultural da juventude bem como do seu desinteresse e/ou desprezo pela democracia.
Basta passar o olho por estes dois livrinhos desinformadores, manipuladores, falsificadores e mentirosos da História de Portugal para tirarmos as conclusões rapidamente e em força!
Aqui ficam alguns exemplos:
«Chegado à liderança, uma das suas primeiras preocupações foi tentar saber quem estava com ele e quem estava contra ele. Para o apoiar, foi criada a União Nacional, que passou a ser o único partido autorizado pelo Governo, e a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE).
Além disso, e para que não houvesse contestação, Salazar ordenou que se fizese propaganda, isto é, publicidade a tudo o que de bom o seu Governo fazia. Pouco tempo depois, em 1933, foi escrita uma nova Constituição que instituiu um novo regime - o Estado Novo - que se orientava por princípios tradicionais, como a Igreja, a Pátria e a Família.
Esta nova Constituição voltou a insistir na Censura Prévia, que tinha por objectivo limitar a liberdade de expressão. Assim, os jornais passaram a ser obrigados a enviar à Comissão de Censura quatro cópias de cada página, sendo que o o censor ou impedia a publicação da notícia ou aprovava a publicação com cortes. Tinha começado a saga do "lápis azul", que riscou notícias, fados, peças de teatro e livros, apagou anúncios publicitários, caricaturas e pinturas de parede» (pág. 12).
«Foi sobretudo a partir do fim dos anos trinta que os portugueses deixaram de ter liberdade para falar sobre o que se passava no seu país. Quem arriscava era perseguido, torturado e preso, tal como aconteceu com muita gente nas décadas de cinquenta e sessenta. Muitos foram enviados para o campo de concentração do Tarrafal, situado na Ilha cabo-verdiana de Santiago, onde eram isolados, deixados ao abandono sem quaisquer condições, torturados, chegando mesmo a morrer.» (pág. 18)
«Todos os que não concordavam com Salazar viveram momentos de terror, como conta Louzã Henriques, que quando foi preso era apenas um estudante de medicina». (pág. 25)
Passemos, agora, a outro livro que é a continuação do anterior.
«E, no início dos anos sessenta, os protestos aumentaram mesmo de tom.
Esta década começou com um episódio digno de um filme de acção: a fuga do forte de Peniche de uma dezena de militantes do Partido Comunista Português, entre os quais o dirigente Álvaro Cunhal. Mas a operação antifascista mais espectacular foi mesmo a tomada de assalto do paquete Santa Maria, que foi noticiada no mundo inteiro, chamando a atenção para os males da ditadura salazarista.» (pág. 7)
«A revolta contra a oupação portuguesa foi crescendo lentamente, mas a verdade é que até ao início dos anos sessenta o descontentamento ainda não tinha dado muitos problemas ao governo de Salazar, embora naquela altura grande parte dos países europeus (como a França, a Bélgica e a Alemanha) já tivessem declarado a independência das suas colónias. Em Portugal, contudo, continuava a fazer-se o inverso: incentivava-se a população portuguesa a ir para as colónias com a promessa de ali fazerem grandes fortunas.
Mas já se sabia que a paz entre as colónias e a metrópole não ia durar muito. Em 1961, as províncias ultramarinas iniciaram movimentos de guerrilha contra a ocupação portuguesa e criaram organizações nacionalistas, como a União dos Povos de Angola (UPA) e o Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA).» (pág. 13)
"A curiosidade cultural", como dizia o nosso Rodrigo Emílio, levou-me a deitar os olhos a dois livrecos que atestam (?!!!) ser para crianças.
Cheguei, logo e na hora, à conclusão que tais livros são uma violentação e violação da inteligência infanto-juvenil que só poderão provocar verdadeiros traumas psicológicos e stress pós-traumático para os quais nem Freud teria resposta.
Acho graça como o Prof. Silva ainda se escandaliza e se preocupa com o nível cultural da juventude bem como do seu desinteresse e/ou desprezo pela democracia.
Basta passar o olho por estes dois livrinhos desinformadores, manipuladores, falsificadores e mentirosos da História de Portugal para tirarmos as conclusões rapidamente e em força!
Aqui ficam alguns exemplos:
«Chegado à liderança, uma das suas primeiras preocupações foi tentar saber quem estava com ele e quem estava contra ele. Para o apoiar, foi criada a União Nacional, que passou a ser o único partido autorizado pelo Governo, e a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE).Além disso, e para que não houvesse contestação, Salazar ordenou que se fizese propaganda, isto é, publicidade a tudo o que de bom o seu Governo fazia. Pouco tempo depois, em 1933, foi escrita uma nova Constituição que instituiu um novo regime - o Estado Novo - que se orientava por princípios tradicionais, como a Igreja, a Pátria e a Família.
Esta nova Constituição voltou a insistir na Censura Prévia, que tinha por objectivo limitar a liberdade de expressão. Assim, os jornais passaram a ser obrigados a enviar à Comissão de Censura quatro cópias de cada página, sendo que o o censor ou impedia a publicação da notícia ou aprovava a publicação com cortes. Tinha começado a saga do "lápis azul", que riscou notícias, fados, peças de teatro e livros, apagou anúncios publicitários, caricaturas e pinturas de parede» (pág. 12).
«Foi sobretudo a partir do fim dos anos trinta que os portugueses deixaram de ter liberdade para falar sobre o que se passava no seu país. Quem arriscava era perseguido, torturado e preso, tal como aconteceu com muita gente nas décadas de cinquenta e sessenta. Muitos foram enviados para o campo de concentração do Tarrafal, situado na Ilha cabo-verdiana de Santiago, onde eram isolados, deixados ao abandono sem quaisquer condições, torturados, chegando mesmo a morrer.» (pág. 18)
«Todos os que não concordavam com Salazar viveram momentos de terror, como conta Louzã Henriques, que quando foi preso era apenas um estudante de medicina». (pág. 25)
Passemos, agora, a outro livro que é a continuação do anterior.

«E, no início dos anos sessenta, os protestos aumentaram mesmo de tom.
Esta década começou com um episódio digno de um filme de acção: a fuga do forte de Peniche de uma dezena de militantes do Partido Comunista Português, entre os quais o dirigente Álvaro Cunhal. Mas a operação antifascista mais espectacular foi mesmo a tomada de assalto do paquete Santa Maria, que foi noticiada no mundo inteiro, chamando a atenção para os males da ditadura salazarista.» (pág. 7)
«A revolta contra a oupação portuguesa foi crescendo lentamente, mas a verdade é que até ao início dos anos sessenta o descontentamento ainda não tinha dado muitos problemas ao governo de Salazar, embora naquela altura grande parte dos países europeus (como a França, a Bélgica e a Alemanha) já tivessem declarado a independência das suas colónias. Em Portugal, contudo, continuava a fazer-se o inverso: incentivava-se a população portuguesa a ir para as colónias com a promessa de ali fazerem grandes fortunas.
Mas já se sabia que a paz entre as colónias e a metrópole não ia durar muito. Em 1961, as províncias ultramarinas iniciaram movimentos de guerrilha contra a ocupação portuguesa e criaram organizações nacionalistas, como a União dos Povos de Angola (UPA) e o Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA).» (pág. 13)
«Na hora da despedida, as famílias amontoavam-se no cais a acenar com lenços e a ver o navio partir, carregando rapazes mal armados e mal alimentados para uma missão que duraria, no mínimo, dois anos.» (pág. 16)
«A Guerra de África foi uma experiência muito traumatizante para o nosso país, não só porque morreram muitos soldados, mas também porque houve muitos que regressaram estropiados.» (pág. 18)
«A Guerra de África foi uma experiência muito traumatizante para o nosso país, não só porque morreram muitos soldados, mas também porque houve muitos que regressaram estropiados.» (pág. 18)
Fico-me por estes brilhantes, criteriosos e imparciais exemplos da autoria de Paula Cardoso Almeida que a QuidNovi escarrapachou.
Não há dúvida, criança sofre!!!
3.6.08
Blogonovela no Manlius: A Cilinha
O meu bom Amigo e Camarada Manlius começou hoje uma blogonovela, daquelas histórias engraçadas sobre a vida de Cilinha. Garanto-vos que é de não perder, sendo a visada alvo de factos da sua vida real.Tudo isto por causa de um livro publicado este ano - mais um, sobre o Estado Novo e uma das suas organizações, o Movimento Nacional Feminino - editado pela Esfera dos Livros sobre "Cecília Supico Pinto - o rosto do Movimento Nacional Feminino", onde a páginas tantas se encontra um insulto a um dos maiores vultos da Cultura portuguesa - Carlos Eduardo de Soveral - na altura, Subscretário de Estado da Educação Nacional sob o governo de Salazar, entre Maio de 1961 e Dezembro de 1962 -. O insulto, a injúria, o adjectivo "pateta" é proferido por Cilinha no livro cuja autora é Mestra em Estudos sobre as Mulheres pela Universidade Aberta de Lisboa, investigadora do Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais e licenciada em História pela Universidade de Coimbra, a dr.ª Sílvia Espírito Santo, nascida em Leiria e professora do ensino secundário.

Ora, a Mestra tem uma tese de mestrado sobre o M.N.F., que publicaria, em 2003, na editora Livros Horizonte sob o título "Adeus, até ao teu regresso - o Movimento Nacional Feminino na Guerra Colonial (1961-1974)".
Nós, seus amigos e camaradas aqui estamos para defender as suas Honra e Dignidade - se bem que Carlos Eduardo de Soveral o dispense, pois quem conhece a sua vida e obra(s), sabe que assim é - e denunciar este infame e soez ataque a um - dos nossos - Mestre e Amigo.
Um reparo: então, a "titi" Cilinha ao chamar "pateta" a um Subsecretário de Estado do governo de Salazar não está a denegrir o Presidente do Conselho que dizia "adorar" e o governo de Portugal daquela altura, ao ter no seu seio um "pateta"?
Olhem, sabem que mais?
Cilices, patetices e demais ...ices!
Nós, seus amigos e camaradas aqui estamos para defender as suas Honra e Dignidade - se bem que Carlos Eduardo de Soveral o dispense, pois quem conhece a sua vida e obra(s), sabe que assim é - e denunciar este infame e soez ataque a um - dos nossos - Mestre e Amigo.
Um reparo: então, a "titi" Cilinha ao chamar "pateta" a um Subsecretário de Estado do governo de Salazar não está a denegrir o Presidente do Conselho que dizia "adorar" e o governo de Portugal daquela altura, ao ter no seu seio um "pateta"?
Olhem, sabem que mais?
Cilices, patetices e demais ...ices!
2.6.08
1.6.08
Sobre Marcello Caetano
«Olá amigos
Por vezes é difícil dar opinião sobre os meandros da política. A verdade nem sempre é a verdade real.
Sobre o Dr. Marcelo Caetano tem sido postadas neste nosso “ponto de encontro” ideias divergentes.
Não pretendo entrar nessa diferença de opiniões porque embora tenha opinião, tenho dúvidas sobre o assunto. Aliás o Dr. Marcelo Caetano já não se pode defender.
Mas coisas aconteceram que considero muito estranhas.
Por exemplo:
Porque Marcelo Caetano insistiu em ir para o Carmo quando o chefe de brigada da DGS que o foi buscar a casa o aconselhou a ir para outro local que era considerado mais seguro? Porquê, Marcelo Caetano já no quartel do Carmo, recusou ser resgatado pela PIDE? Todo o esquema estava montado e ele recusou. Porquê?
Marcelo iniciou-se na política em 1940 seguindo a ideologia do Estado Novo, exerceu cargos de alta responsabilidade, foi Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa, Ministro das Colónias e Presidente da Câmara Corporativa e Ministro da Presidência.
Mas era do conhecimento geral que Marcelo Caetano se distanciou de Salazar em 1958.
Também era sabido que tinha à sua volta gente muito chegada, que eram declaradamente de esquerda.
Sobre o Dr. Marcelo Caetano tem sido postadas neste nosso “ponto de encontro” ideias divergentes.
Não pretendo entrar nessa diferença de opiniões porque embora tenha opinião, tenho dúvidas sobre o assunto. Aliás o Dr. Marcelo Caetano já não se pode defender.
Mas coisas aconteceram que considero muito estranhas.
Por exemplo:
Porque Marcelo Caetano insistiu em ir para o Carmo quando o chefe de brigada da DGS que o foi buscar a casa o aconselhou a ir para outro local que era considerado mais seguro? Porquê, Marcelo Caetano já no quartel do Carmo, recusou ser resgatado pela PIDE? Todo o esquema estava montado e ele recusou. Porquê?
Marcelo iniciou-se na política em 1940 seguindo a ideologia do Estado Novo, exerceu cargos de alta responsabilidade, foi Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa, Ministro das Colónias e Presidente da Câmara Corporativa e Ministro da Presidência.
Mas era do conhecimento geral que Marcelo Caetano se distanciou de Salazar em 1958.
Também era sabido que tinha à sua volta gente muito chegada, que eram declaradamente de esquerda.
Para complementar os conhecimentos sobre o Dr. Marcelo Caetano e para quem esteja interessado, recomendo a consulta do site:
Os melhores cumprimentos
Artur Silva - Santarém»
Nota: Com a devida vénia ao Sr. Artur Silva e ao Salazar, o obreiro da Pátria de onde este pertinente texto foi retirado.
Artur Silva - Santarém»
Nota: Com a devida vénia ao Sr. Artur Silva e ao Salazar, o obreiro da Pátria de onde este pertinente texto foi retirado.
Leitura semanal
Alma Pátria-Pátria Alma
Bilderberg convenção anual
A Cidade do Sossego
28 de Maio
Memoriais
E, mesmo assim, continua o culto do assassino
A Voz Portalegrense
Pela Ibéria das Nações
Caceteiro
República Futebolística Portuguesa
Demokratia
Uma descoberta do acaso?
Dragoscópio
Holocoiso patenteado
O enviado especial
Jantar das Quartas
Acreditem, que é verdade
Legião Vertical
Muralha III
Manlius
Os pós...
Odisseia
Cry freedom!
A área nacional definha
Reverentia
Tardou mas não faltou...
Um Homem das Cidades
Bergen-Belsen - ein Erholungslager?
Inconformista.info
Revisionismo em Linha
Bilderberg convenção anual
A Cidade do Sossego
28 de Maio
Memoriais
E, mesmo assim, continua o culto do assassino
A Voz Portalegrense
Pela Ibéria das Nações
Caceteiro
República Futebolística Portuguesa
Demokratia
Uma descoberta do acaso?
Dragoscópio
Holocoiso patenteado
O enviado especial
Jantar das Quartas
Acreditem, que é verdade
Legião Vertical
Muralha III
Manlius
Os pós...
Odisseia
Cry freedom!
A área nacional definha
Reverentia
Tardou mas não faltou...
Um Homem das Cidades
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Revisionismo em Linha
31.5.08
Terrorismo literário infantil
José Jorge Letria, ex-militante do PCP e actual do PS, que foi vereador da Cultura (!!!) na Câmara de de Cascais, editou A Coragem do General Sem Medo, dado à estampa pela Campo das Letras. Trata-se da história - mal contada - da morte do general Humberto Delgado contada às crianças, com ilustrações de Evelina Pereira.
Mais uma forma de propaganda, de mentira, de falsificação lançada sobre as crianças.
Será que não percebem que nem as crianças querem saber destas historietas?
O imaginário infantil e juvenil é o do Herói!
Mais uma forma de propaganda, de mentira, de falsificação lançada sobre as crianças.
Será que não percebem que nem as crianças querem saber destas historietas?
O imaginário infantil e juvenil é o do Herói!
De volta e em grande forma
Aí está, de regresso ao passado com vista ao futuro, o Dragoscópio!
Querem provas?
Leiam Holocoiso patenteado e O enviado especial.
Querem provas?
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