20.3.08

Salazar, outra vez!

E não o deixam em paz! Pudera, dá tanto lucro!
Mais um livrinho sobre Salazar, da autoria de Paulo Marques, que faz parte dos “Cadernos Biográficos de Personalidades Portuguesas do Século XX», editado pela Parceria A.M. Pereira e pelo jornal Público, com 72 págs.

18.3.08

Adolf Eichmann

Segundo o Diário de Notícias, no artigo intitulado "O arquitecto do Holocausto que terá ajudado a salvar 800 judeus", afirma que Adolf Eichmann, membro das SS assassinado em 1962 em Israel após ter sido raptado - por um comando da Mossad - da Argentina para a Terra Prometida, ajudou a salvar centenas de judeus!
Como prémio, foi enforcado em Israel poucos minutos depois da meia-noite de 1 de Junho de 1962, na prisão de Ramla, perto de Telavive.

«Israel foi à Argentina buscar o ex-oficial nazi, que julgou e executou em 1962.
O homem que ficou conhecido como o "Arquitecto do Holocausto" afinal pode ter ajudado a salvar centenas de judeus. Segundo o Sunday Times, Adolf Eichmann, o oficial nazi que deportou centenas de milhares de judeus para os campos de concentração, terá protegido o director de um hospital judaico onde 800 judeus - membros da elite e mulheres de alemães não-judeus na maioria - encontraram refúgio em Berlim.»

François Duprat: 18 de Março de 1978 - 2008

A 18 de Março de 1978, François Duprat é assassinado devido a uma explosão de uma bomba no seu automóvel.
Trinta anos depois não o esquecemos.
François Duprat: Présent!
Lembro um magnífico texto evocativo do Manlius: Recordando François Duprat.

A outra face do 25 de Abril

A OUTRA FACE DO 25 DE ABRIL

Em 1941, Franklim Delano Roosevelt endereçou uma carta ao Kremlin (carta que o Le Figaro publicou em 7/2/51) onde, a dado passo, afirmava: «... quanto à África, será preciso dar à Espanha e a Portugal compensações pela renúncia dos seus territórios ultramarinos, para um melhor equilíbrio mundial.
Os Estados Unidos instalar‑se‑ão aí por direito de conquista e reclamarão inevitavelmente alguns pontos vitais para a zona de tutela americana. Será mais do que justo. Queira transmitir a Estaline, meu caro senhor Zabrusky, que, para o bem geral e para o aniquilamento de Reich, lhe cederemos as colónia africanas se ele refrear a sua propaganda na América e cessar a interferência nos meios liberais.»
Porquê Portugal e as suas províncias ultramarinas? Terá sido apenas mais um Yalta?
Para a compreensão destas questões, transcrevemos uma passagem muito interessante de Washington Observer de 15/1/75: «A verdadeira razão da rápida mudança da situação na África Austral reside no plano Rockfeller, Rotschild e Oppenheimer, que prevê a criação de um super‑governo económico na parte sul de continente africano. Este plano implica a integração em um todo económico de Angola, Zaire, Zâmbia, Zimbawe, Sudoeste Africano, Moçambique e República da África do Sul. Ente plano vai permitir que a Gulf Oil Corporation (propriedade dos Rockfeller) explore em exclusivo o petróleo de Cabinda, com igual .proveito da URSS, de Cuba e de Angola. Foi esta associação, aparentemente sui generis, que, em 1973, tomou a decisão de mudar o curso dos acontecimentos em Portugal e suas colónias «para um melhor equilíbrio mundial».
Em princípios de 1973, realizou‑se em Paris uma conferência convocada pelo PCP, na qual todos ou prementes da esquerda portuguesa se comprometeram a levar a cabo uma sublevação em Portugal, o mais tardar até 1975. Estavam presentes a PCP, a Acção Socialista Portuguesa e cerca de uma dezena de militares, católicos progressistas e representantes da Maçonaria. Esteve Igualmente presente uma delegação de PCUS, com instruções e poderes para assumir compromissos financeiras.
«Nesta conferência ficou acordado o reforço das infiltrações marxistas nas forças armadas portuguesas e elaborado um plano para a intensificação do terrorismo nas províncias ultramarinas. O sucesso da revolução implicaria a instalação na metrópole de um regime democrático a caminho do socialismos e poria termo à guerra colonial.» — Faits et Idées, de Agosto de 1976.
«A independência da Guiné, de Angola e de Moçambique seria concedida aos movimentos terroristas de obediência comunista, sem condições políticas ou económicas nem indemnizações. Ou colonos deveriam ser repatriados a expensas de Portugal.» — Liquidação do Ultramar, Jornal Português de Economia e Finanças, 1980.
O n.º 2 de Agosto de 1976 de Newsletter de Bouton, numa reportagem de John C. Wahnon, refere a celebração em Paris de um acorde entre «... os secretários‑gerais do PCP e de PS, juntamente com membros de outro partidos, para estudar a possibilidade de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das forças armadas portuguesas, no sentido de estruturar um movimente capaz de derrubar o governo português. O PS tomou o comando da subversão enquanto que o PCP financiou ao operação. Moscovo, a fonte desses fundos, só impôs uma condição: a independência imediata de todas ao colónias portuguesas e a transferência imediata das respectivas soberanias, sem eleições para os movimentos pré‑russos.»
O acordo final respeitante «condições impostas pela União Soviética foi amainado por cinco comunistas e quatro socialistas e constava de duas cláusulas:
1.ª - Entrega de dinheiro. A URSS contribuiria inicialmente com 2 milhões de dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o governo português.
2.ª - Compromisso. O PCP e o PS comprometiam‑se a dar a independência, imediata às colónias, representadas na reunião respectivamente pelo PAIGC, MPLA e Frelimo.
Em Setembro desse mesmo ano, o PCP e o PS subscreveram um comunicado em que afirmavam ser objectivo das forças democráticas portuguesas pôr termo à guerra colonial, propondo imediatamente negociações com vista à independência dos povos de Angola, Guiné e Moçambique.
Entretanto em Julho tinha‑se formado o Movimento dos Capitães que logo nesse Outono abandonou as suas reivindicações iniciais para lhe dar um cariz nitidamente político. Este segunda programa foi redigido por Melo Antunes e revisto e aprovado por uma comissão composta por Vasco Gonçalves, Franco Charais, Costa Brás e Vítor Alves.
Em 15 de Abril de 1974, D. António Ferreira, Geres encontrou‑se em Roma com o cardeal Villot e regressa a Lisboa com a garantia de que a solução spinolista é bem vista por Sua Santidade o Papa Paulo VI (o judeu oculto Montini).
Nesse mesmo dia, em Madrid, Spínola recebe de Arias Navarro, chefe do governo espanhol, a promessa de neutralidade.
No que respeita à NATO, Thorsten Anderssen, director da Lisnave, é o intermediário nas negociações com Joseph Luns.
Nos dias 19, 20 e 21, reuniram‑se no hotel Mont d`Arbois numerosos membros da Trilateral e de Club de Bildberger para reflectir sobre a revolução que se preparava para Portugal. O hotel pertence ao barão de Rotschild e situa‑se em Mégeve, França. Num anexo de mesmo hotel reuniram‑se na mesma altura e com a mesma agenda representantes da RFA, EUA, NATO, Itália e revoltosos portugueses. Reunião idêntica decorreu no castelo de Gyminich, perto de Bona, e reuniu os ministros dos Negócios Estrangeiros da CEE.
No dia 22, um grupo de 15 «turistas» portugueses chegaram a Badajoz e foram conduzidos em viaturas oficiais espanholas ao aeroporto internacional de Barajas, Madrid. Cada um deles era portador de uma carta lacrada de Spínola, e nos aeroportos de Paris, Bruxelas, Roma, Haia, Berna, Londres, Cidade do Cabo, Luanda, Lourenço Marques, Bissau, Brasília, Dacar e Nova Iorque, são recebidos por «representantes de diversas sociedades internacionais». As cartas destinam‑se aos Ministros dos Negócios Estrangeiros ou no caso das colónias aos representantes do governo de Lisboa, mas com ordem de apenas seres entregues no dia 25 de Abril.
No dia 23, Spínola tem à sua disposição um sistema permanente de comunicação com todos os seus mensageiros, por intermédio de uma embaixada europeia e com o apoio de um iate especial, de seu nome Apolo, posto à sua disposição e fundeado no Tejo.
Nesse mesmo dia, unidades da NATO entram em Lisboa, a pretexto de manobras integradas nas operações
Dawn Patrol 74.
Quanto à situação político‑militar nas colónias pós‑25 de Abril, Kissinger e Gromyko assinam um acordo secreto estabelecendo a neutralidade dos Estados Unidos face à presença cubana e de material cubano em Angola, a troco da neutralidade soviética em Portugal. Tal acordo permite à Gulf Oil prosseguir a exploração petrolífera em Cabinda, com benefício para a URSS, Cuba, MPLA e para a própria Gulf Oil.

Sobre a situação militar nas províncias ultramarinas antes da Revolução dos Cravos, remetemos tal esclarecimento para o general Silvino Silvério Marques, que no seu livro África ‑ Vitó­ria Traída, afirma apenas o seguinte:«Em Angola, a guerra estava a caminho de ser, prática e definitivamente, ganha económica, sócio‑politica e militarmente. A subversão ti­nha igualmente os dias contados em Moçambique. Na Guiné, a situação modificar‑se‑ia. Iss­o seria a sucesso da política ultramarina portuguesa.»
A revolução do 25 de Abril não foi uma revolta de povo contra a ditadura nem contra uma guerra colonial perdida. Foi sim mais uma vitória da fria estratégia dos mundialis­tas, que teve o seu epílogo numa madrugada de Abril mas que começara muito antes, com a primavera da marcelice e a consequente assalto ao poder da incontável caterva de pu­lhas, bandidos e com alguns inocentes úteis à mistura.
Franco Vale

In Último Reduto, n.º 6, 1984, págs. 8/9.

16.3.08

Montségur: 16 de Março de 1244 - 2008

Em 1207, o Papa Inocêncio III decreta a cruzada contra os cátaros.
Montségur, o último e o mais simbólico reduto do Catarismo, cai a 16 de Março de 1244. Os últimos duzentos resistentes, perfeitos (pastores da Igreja cátara que tinham recebido o consolamentum e conhecidos por "Homens-bons") e crentes são queimados vivos no Campo dos Cremados, no sopé da montanha e cerca de quatrocentos cátaros são levados para Carcassone onde uns são enforcados e outros queimados vivos!
Um dos exemplos destes criminosos massacres da cruzada cristã - que durou trinta e sete anos - ocorre a 21 de Julho de 1209 em Béziers, onde "aterrorizados com a irrupção refugiam-se nas igrejas. Um dos barões pergunta ao grão-prior como distinguir os hereges. O abade respondeu: «Matai-os a todos! Deus reconhecerá os seus!»"
Montségur, 16 de Março de 1244 - 2008.
"De 700 em 700 anos, o loureiro reverdecerá!"



Leitura semanal

Caceteiro
Selecção natural
Ferenc Szalasi

Dragoscópio
Puxar os cordelinhos

Fascismo em rede
José António en el Valle de los Caídos

Gladius
Histórias saxónicas

Legião Vertical
A Acha (excerto)
Seremos soldados...

Manlius
Soluções? Claro que há soluções
Viagem ao fundo do génio

Fez hoje 45 anos...

Odisseia
Imigrante ambiental

Os veencidos da vida
Salazar, o abandono

Revisionismo em linha

15.3.08

O 25 de Abril, Mário Soares e o PCP

Segundo notícia da RTP, foi publicado em Portugal um documento secreto da antiga União Soviética sobre a revolução "portuguesa", o papel de Mário Soares e a certeza da vitória do PCP nas legislativas de 1976 que a União Soviética tinha.
Assim, já se compreende um texto da autoria de Franco Vale intitulado "A outra face do 25 de Abril" que irei publicar dentro de dias.

Pierre Drieu La Rochelle: 15 de Março de 1945

"Je cherche dans le socialisme de forme européenne, le fascisme, cette nouvelle aristocratie."

Lembro aqui e agora os dois postais publicados no ano passado.

14.3.08

9.3.08

Leitura semanal

Alma Pátria-Pátria Alma
O eterno código do soldado

Dragoscópio
Holocausto involuntário

Manlius
Confessaram...
Pensamento do dia
Ando muito pessimista

Portas do Cerco
Os heróis portugueses

O Fogo da Vontade
Porquê no Kosovo?

Reverentia
Pedro Varela
A "estória" da treta

Voz Portalegrense
Nos 25 anos da morte de Hergé

Revisionismo em linha

Robert Brasillach: Léon Degrelle e o futuro do Rex

Título: Léon Degrelle e o futuro do Rex
Autor: Robert Brasillach
Formato: A5
Páginas: 66
Preço: 4 €
Descrição: Brasillach visita várias vezes o líder valão entre 1934 e 1935, mostrando um interesse vivo pelo Movimento Rexista, que estava avançando a passos gigantescos para o poder por vias democráticas. Nas páginas de «Je Suis Partout», Brasillach e os seus colaboradores não cessavam de aclamar Degrelle como o líder que esperavam. Tal como a Alemanha tinha Adolf Hitler ou a Itália Mussolini, a França e a Bélgica tinham Degrelle. Em Outubro de 1936 consagraram-lhe um número especial da revista e em Dezembro Brasillach publica o seu «Léon Degrelle et l'Avenir du Rex», composto na sua maior parte por uma recompilação dos seus artigos jornalísticos em torno do grande líder valão.

Uma magnífica iniciativa das
Edições Falcata que assim homenageiam Robert Brasillach e Léon Degrelle.
Um livro que todos devem ler para conhecerem o Rexismo, Léon Degrelle e Robert Brasillach.

8.3.08

Papa Bento XVI defende a conversão dos judeus!

Segundo o Portugal Diário, o Papa Bento XVI defende a conversão dos judeus!

Uma delegação do grande rabinato de Jerusalém vai reunir-se na próxima semana com representantes do Vaticano, em Roma, para debater a celebração da Missa de Sexta-Feira Santa, cujo texto papal, controverso, defende a conversão dos judeus, escreve a Lusa.
Para o grande rabino de Roma, Riccardo di Segni, o texto «constitui um obstáculo ao diálogo entre judeus e cristãos», noticiou esta quinta-feira a agência católica Ecclesia.
O presidente da Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, cardeal Walter Kasper, reconheceu que a nova oração de Sexta-Feira pelos judeus, redigida por Bento XVI, tem causado «preocupações».
A reunião na Santa Sé surge em resposta a várias reacções do mundo hebraico perante a decisão do Papa, que alterou a oração de Sexta-Feira Santa pelos judeus, contida no Missal Romano de 1962, cujo uso foi «liberalizado» em Julho do ano passado.
O texto cita uma passagem da Carta de São Paulo aos Romanos, segundo a qual «todo o Israel será salvo» depois da entrada da «totalidade dos gentios» na Igreja.
A oração do Missal anterior ao Concílio Vaticano II, publicada no pontificado de João XIII, já não incluía a expressão «pérfidos judeus», embora pedisse a oração dos fiéis para que Jesus retirasse dos seus corações «a cegueira» e a «obscuridão».
O novo texto de Bento XVI pede a oração pelos judeus para que Jesus «ilumine o seu coração», para que reconheçam em Deus «o salvador de todos os homens» e todo o povo de Israel «seja salvo».

Segundo a agência católica Ecclesia o Vaticano convoca representantes judeus.
Reacções à nova oração de Sexta-feira Santa levam a Santa Sé a examinar problemas que podem travar diálogo conjunto
Uma delegação do grande rabinato de Jerusalém vai reunir-se com representantes da Santa Sé, no Vaticano, durante a próxima semana para discutir a questão da celebração da Missa de Sexta-Feira Santa no rito de São Pio V, que faz menção à conversão dos judeus, anunciou o Cardeal Walter Kasper.
No final do encontro, o Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, divulgará um texto sobre o assunto.
O Cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, reconheceu que a nova oração de Sexta-feira Santa pelos judeus, redigida por Bento XVI, tem suscitado “preocupações”.
Para o grande rabino de Roma, Riccardo Di Segni, o texto "constitui um obstáculo ao diálogo entre judeus e cristãos".
"Com o texto do Cardeal Bertone espero que se esclareça o assunto, para superar qualquer irritação", assegurou D. Kasper.
A iniciativa do Vaticano é uma resposta a várias reacções do mundo hebraico perante decisão de Bento XVI, que modificou a oração de Sexta-feira Santa pelos judeus, contida no Missal Romano de 1962, cujo uso foi “liberalizado” com o Motu proprio Summorum Pontificum, em Julho de 2007.
O Oremus et pro Iudaeis do Missal anterior ao Concílio Vaticano II, publicado no pontificado de João XIII, já não incluía a expressão “pérfidos judeus”, mas pedia a oração dos fiéis para o Senhor retirasse dos seus corações “a cegueira” e a “obscuridão”.
O novo texto de Bento XVI pede a oração pelos judeus para que o Senhor “ilumine o seu coração” para que reconheçam em Jesus “o salvador de todos os homens” e todo o povo de Israel “seja salvo”, citando uma passagem da Carta de São Paulo aos Romanos onde se pode ler que "que todo o Israel será salvo" após a entrada da "totalidade dos gentios" na Igreja.
O texto habitualmente utilizado nas nossas igrejas, a oração do novo Missal Romano, aprovado por Paulo VI após o Concílio Vaticano II, reza “pelo povo judeu, para que Deus nosso Senhor, que falou aos seus pais pelos antigos Profetas, o faça progredir no amor do seu nome e na fidelidade à sua Aliança”.

7.3.08

Livro: Moçambique - voo para a liberdade

O lançamento do livro "Moçambique - Voo para a Liberdade" da autoria de Jorge Cruz Galego, editado pela Associação de Comandos, vai ser na próxima Quinta-feira, dia 13, no Aeroporto de Lisboa, no 5.º piso do local das Partidas, às 18 horas.
A apresentação da obra fica a cargo do Comandante Armando Cró Braz.
Trata-se de uma das últimas grandes aventuras de portugueses do Império a contas com o Destino.


«Nos anos conturbados do início da década de setenta, reinava em Moçambique a confusão, o medo e o descontentamento entre todos os que foram surpreendidos com a descolonização anacrónica.
(...) Esta é a narrativa do planeamento, execução e fuga colectiva de seis aviões concretizada durante as comemorações do primeiro aniversário da Independência de Moçambique, para evitar a nacionalização da Empresa a que pertenciam.
Foi a opção entre o ”regresso envergonhado” e o “abandono com dignidade”.

Mousinho de Albuquerque

Mousinho de Albuquerque

Pintura de Columbano

3.3.08

Pessoa EmCanto

No dia 8, às 20 horas na Quinta de São João do Marco, na Castanheira do Ribatejo (EN 1, km 29).
A inscrição (35€) deverá ser feita até ao dia 2 de Março para a Exma. Sr.ª D. Maria Bobone Mira: telem - 91 909 50 90 ou para o email mbobonemira@yahoo.com.br.
Uma rectificação: não vai haver colaboração de João Maria Torre do Vale na guitarra portuguesa que será substituído por Ricardo Mota no violoncelo.

2.3.08

Da saudação de Rodrigo Emílio a Léon Degrelle

Quis e bem o Engenheiro lembrar o dia do 64.º aniversário de nascimento do Rodrigo Emílio com uma carta que este teria escrito a Léon Degrelle.
O que o Rodrigo escreveu foi um texto que leu cara a cara, de olhos nos olhos a Degrelle no dia do seu 82.º aniversário, dia 16 de Junho de 1988, na casa madrilena do comandante da Divisão SS Wallonie e dessa visita de honra fez uma crónica e reportagem intitulada "Léon Degrelle ou o soldado conhecido".
Mon général:
Je tiens à vous dire qu`il fait beau de vous connaître en propre personne. En faisant votre connaissance, j`accomplis le tout premier rêve de ma vie. C`est à dire que j`atteins maintenant le sommet le plus haut de mon existence. Vous voir, vous regarder, vous parler, vous entendre, le fait de vous pouvoir surtout serrer les mains - vos mains de guerrier et vos mains d`artiste et d`écrivain, tout aussi vaillantes, d`ailleurs, et tout aussi heröiques que celles du combattant -, tout ça tient pour moi du mythe même; et ce qui plus est: du mythe vécu.
Je ne peux pas m`empêcher non plus d`éprouver une sorte de frisson historique tout en me souvenant que vos mains - que je viens d`avoir l`honneur de serrer - ont été serrées par celles du Führer, juste vingt-quatre heures avant que je suis né. Votre dernier rendez-vous avec Hitler a eu lieu le 17 Février 1944, n`est-ce pas?
Eh bien. Je suis né le 18 Février 1944.
Cela revient à dire que je suis donc entré dans la vie, juste à l`heure, juste au moment òu on voudrait mieux d`en sortir. Déjà il commençait à être trop tard, sans doute, pour arriver dans ce monde...
En español, le quiero agradecer enfin el sencillo hecho de haber nacido, mi general.
Rodrigo Emílio

Último Reduto, n.º 12, Setembro de 1994 (ano XI), pág. 12.