18.1.08

José Campos e Sousa e EmCanto

No próximo dia 26 de Janeiro José Campos e Sousa (en)cantará - juntamente com a vozes de Filipa Galvão Telles e de António Tinoco (que também irá declamar), acompanhados à Guitarra Portuguesa por José Maria Torre do Valle - na Quinta de S.José, na Castanheira do Ribatejo.
Este jantar/concerto servirá para evocar as mortes de S.A.R. o Rei D. Carlos e do Princípe D. Luís Filipe neste ano do centenário do trágico Regicídio.
Entre os poetas cantados estarão Rodrigo Emílio, Fernando Tavares Rodrigues e José Alberto Boavida (Dinis Diogo).
A inscrição para o jantar/concerto (35€ por pessoa) terá de ser feita até ao dia 22 de Janeiro para o contacto da Exma. Sr.ª D. Mariana Bobone Mira, TLM 91 909 50 90 ou pelo mail mbobonemira@yahoo.com.br.
A não perder!

16.1.08

Campeonato revisionista

Será que os autores e os historiadores revisionistas vão fazer um campeonato sobre as penas de prisão e as indemnizações (vulgo, roubo) a que foram humanitariamente sujeitos?

Site de Alain Guionnet suspenso!

O site de Alain Guionnet foi "suspenso" pelo tribunal.
Assim, funciona a censura democrática e a liberdade de expressão.

Por enquanto, pode encontrá-lo aqui.

Wolfgang Frohlich novamente preso!


O engenheiro químico austríaco Wolfgang Frohlich foi condenado pela justiça democrática a quatro anos de prisão por não acreditar no holocausto e assim condenado pela terceira vez à prisão.
O seu "crime" foi ter enviado cartas para membros do parlamento austríaco e para o Papa Benedito XVI, denunciando o Holocausto como uma "mentira Satânica”, referiu a agência de notícias APA.
Ora, caro sr. Wolfgang Frohlich, isso não se faz. Então, para além de não acreditar no holocausto, remete cartas para deputados do parlamento austríaco e para o Papa a incomodá-los?
Depois de
David Irving, Ernst Zündel, Robert Faurisson, Siegfried Verbeke, Sylvia Stolz, quem será o próximo?
Os autores revisionistas são vítimas da tão apregoada cantilena da igualdade, liberdade, fraternidade, dos direitos do homem, da liberdade de expressão.
Quem nega a fé e o dogma da nova religião é blasfemo!

Exterminador implacável

O agente secreto Staphylococus aureus anda à solta pelos Estados Unidos a exterminar homossexuais. Este agente é extremamente perigoso, tipo "Wanted dead or alive", e tem como alvo os homossexuais, o que demonstra a sua tara homofóbica e xenófoba dado que só ataca vítimas no EUA!
Aguardemos em jubilosa esperança que seja encontrado e levado para o corredor da morte sem que antes seja levado a tribunal e condenado por crimes contra a humanidade, contra os direitos do homem e da mulher.
Sabe-se que este agente tem tatuado no seu braço esquerdo uma cruz suástica e que são conhecidas as suas tendências nazi-fascistas.

14.1.08

Justiça democrática em acção


Depois de Ernst Zündel ter sido condenado a cinco anos de prisão, agora foi a vez da sua advogada, a Sr.ª Dr.ª Sylvia Stolz, de 44 anos, devido às suas alegações finais do julgamento de Ernst Zündel, ter sido condenada a três anos e meio de prisão e proibida de exercer advocacia durante cinco anos.
Esta condenação da Sr.ª Dr.ª Sylvia Stolz reflecte, da sua parte, uma falta de (juris)prudência e o tribunal em nome da lei demonstra a tolerância da sua justiça, nomeadamente pelo direito ao trabalho!

8.1.08

Outras Perdas: James Bacque

Voltando ao tema da "libertação" da Europa às mãos dos "cruzados da democracia", lembro o livro de James Bacque, "Outras Perdas", editado pela Edições ASA em 1995.

"Os planos delineados ao mais alto nível dos governos dos EUA e da Grã-Bretanha em 1944 expressavam a determinação de destruir de uma vez por todas a Alemanha como potência mundial, reduzindo-a a uma economia rural, conquanto isso significasse a fome para milhões de civis (...) Amplificado por uma burocracia militar complacente, o ódio de Eisenhower deu origem ao horror dos campos da morte que não encontram paralelo na história militar americana. A despreocupada indiferença revelada pelos oficiais do SHAEF (Supreme Headquarters Allied Expeditionary Force) perante as catastróficas consequências desse ódio constitui o mais doloroso aspecto do envolvimento do exército americano (...) Para se ter uma ideia da dimensão desse horror, bastará atentar-se no facto de que essas mortes excederam largamente o total de baixas sofridas pelo exército alemão no Ocidente entre Junho de 1941 e Abril de 1945." (Dr. Ernest F. Fisher Jr., coronel na reserva do exército dos EUA, no Prefácio d` "Outras Perdas" de James Bacque).

6.1.08

After the Reich: um livro sobre os crimes aliados


"Os cruéis ocupantes aliados" é um trabalho assinado por Patricia Meehan e publicado no caderno P2 do "Público", de hoje, sobre o livro After the III Reich, a ser editado em Inglaterra no próximo mês.

"Giles MacDonogh quis mostrar a vivência dos alemães na derrota. E conseguiu. Mas também atraiu novas atenções para os actos questionáveis da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos durante a ocupação. Execuções encenadas (ou não), espancamentos, violações, milhares de militares e civis transportados em camiões de gado ou mortos à fome e ao frio. A Segunda Guerra Mundial vista do outro lado."

«Mesmo antes da capitulação da Alemanha, comunidades inteiras de alemães que tinham vivido no exterior do Reich, muitas vezes durante gerações, foram desenraizados à força de armas; no total, entre 13 e 16 milhões de pessoas foram expulsas das suas casas.Roubados, espancados, esfomeados, velhos, mulheres e crianças foram forçadas a caminhar para ocidente ou a amontoar-se em veículos de transporte de gado nos quais por vezes gelavam até à morte. Um membro do Parlamento descreveu na Câmara dos Comuns as expulsões como "fazendo milhões de pessoas atravessar a Europa como um Belsen arrepiante". MacDonogh conduz o leitor ao longo destas terríveis deslocações, quase aldeia por aldeia, descrevendo uma medonha migração.»

«Na Primavera de 1945, cerca de 40.000 prisioneiros morreram à fome e ao frio nos 12 centros de detenção ao ar livre que os americanos haviam erguido para alojarem cerca de um milhão de homens. Os prisioneiros, escreve MacDonogh, "haviam sido empurrados para vastos recintos ao ar livre perto das margens do Reno descritas como "áreas de concentração" ou "PWTE - Recintos Temporários para Prisioneiros de Guerra"". Os americanos tinham-lhes queimado as roupas e por isso eles não tinham nada que os protegesse dos elementos. Abril e Maio de 1945 foram particularmente frios e chuvosos, e havia muita neve. Os soldados eram forçados a passar por isto em recintos abertos e sem tendas. MacDonogh escreve: "Muitos deles abriram covas no solo com uma colher ou uma lata ou o que tivessem à mão, mas, com a chuva constante, o terreno amolecia e todas as noites essas covas desabavam e as pessoas que aí tinham procurado abrigo ficavam soterradas. Não se passava uma noite sem que morressem homens nesses locais."»

Um documento sobre a "libertação" e a desnazificação na Alemanha feita pelos Ali(en)ados!

A Pintura de James Archer

Pintor escocês

Leitura semanal

Dragoscópio
Contos do vigário

Legião Patriótica
Rudolf Hess, Cavaleiro do Ideal
O caso Rudolf Hess
Apontamentos sobre Julius Evola
O Fascismo na história do pensamento
A minha honra é a minha fidelidade
A um jovem que pretende triunfar

Horizonte
Drieu

Manlius
A minha (atrasada) Prenda de Natal
Rodrigo Emílio e o Natal
Comunicado da viúva

O Fogo da Vontade
Da religião demo-humanitarista
O inexorável suicídio da Europa
O crepúsculo da raça branca

Último Reduto
Sugestão ao meu amigo Zé Pinto Coelho

Revisionismo em linha

3.1.08

Abril de 1989: centenário de Hitler em Madrid







Quis o Flávio Gonçalves festejar o meu ano blogosférico e deu-me uma grande alegria com este filme da manifestação improvisada à porta do cinema Benlliure depois da Cedade ter conseguido alugar o cinema para se comemorar o centenário de Hitler. Chamo a vossa atenção, pois no último em que fala Thies Christophersen, entre os vários manifestantes, está o Rodrigo Emílio aos 23s e aos 05mins.43s!