Quem sabe, sabe! Não é assim, caro Manlius?
Uma vez mais acertaste na mouche e, anos depois, voltas a ter razão. Uma vez mais, o tempo vem dar-te razão.
Como bem dizes, ele têm a faca e o queijo na mão. Podiam seguir a via da "justiça", argumentando com o perigo nazi-fascista que querem pôr em causa os direitos do homem, da mulher, da criança, dos animais e sei que lá que mais para proibirem a existência de um movimento ou de um partido nacionalista.
Tentaram a extinção do M.A.N. no Tribunal Constitucional que, segundo o Ministério Público, era um "movimento nazi-fascista-salazarista-racista". Depois, perceberam que o Movimento de Acção Nacional se tinha auto-extinguido.
Agora, é a vez do PNR. Como nada conseguem através do Tribunal de Contas, nem que o PNR se declare nazi-fascista-salazarista-racista caindo sob a alçada da Lei Celerada (vulgo lei anti-fascista) vão pela via mais subreptícia e indolor: a (fora-da-)lei dos partidos.
Uma vez mais acertaste na mouche e, anos depois, voltas a ter razão. Uma vez mais, o tempo vem dar-te razão.
Como bem dizes, ele têm a faca e o queijo na mão. Podiam seguir a via da "justiça", argumentando com o perigo nazi-fascista que querem pôr em causa os direitos do homem, da mulher, da criança, dos animais e sei que lá que mais para proibirem a existência de um movimento ou de um partido nacionalista.
Tentaram a extinção do M.A.N. no Tribunal Constitucional que, segundo o Ministério Público, era um "movimento nazi-fascista-salazarista-racista". Depois, perceberam que o Movimento de Acção Nacional se tinha auto-extinguido.
Agora, é a vez do PNR. Como nada conseguem através do Tribunal de Contas, nem que o PNR se declare nazi-fascista-salazarista-racista caindo sob a alçada da Lei Celerada (vulgo lei anti-fascista) vão pela via mais subreptícia e indolor: a (fora-da-)lei dos partidos.






A Menina e Moça foi para mim, durante o tempo decisivo da minha adolescência, o complemento do clima de entusiasmo e de generosidade, de gosto pelos grandes ideais e de pronto espírito de serviço que as aulas de formação, as colónias de férias e, acima de tudo, o curso de graduadas da M. P. F. (que frequentei entre o 4.º e 5.º anos do liceu) me habituaram a desejar e a querer viver. Mais tarde, durante a experiência, extremamente rica, de alguns anos em que pude colaborar nas aulas de formação moral e nacionalista, o mesmo espírito me foi trazido pela Menina e Moça, onde sempre gostei de reencontrar o ideal, sem mistura, da mocidade, e a disponibilidade, sem reserva, da época da vida em que o coração todo inteiro se dá.










