13.12.07

Razão tem o Manlius

Quem sabe, sabe! Não é assim, caro Manlius?
Uma vez mais
acertaste na mouche e, anos depois, voltas a ter razão. Uma vez mais, o tempo vem dar-te razão.
Como bem dizes, ele têm a faca e o queijo na mão. Podiam seguir a via da "justiça", argumentando com o perigo nazi-fascista que querem pôr em causa os direitos do homem, da mulher, da criança, dos animais e sei que lá que mais para proibirem a existência de um movimento ou de um partido nacionalista.
Tentaram a extinção do M.A.N. no Tribunal Constitucional que, segundo o Ministério Público, era um "movimento nazi-fascista-salazarista-racista". Depois, perceberam que o Movimento de Acção Nacional se tinha auto-extinguido.
Agora, é a vez do PNR. Como nada conseguem através do Tribunal de Contas, nem que o PNR se declare nazi-fascista-salazarista-racista caindo sob a alçada da Lei Celerada (vulgo lei anti-fascista) vão pela via mais subreptícia e indolor: a (fora-da-)lei dos partidos.

Democracia a quanto obrigas

Tardou mas chegou. O Tribunal Constitucional vai declarar a extinção dos partidos com menos de 5.000 militantes.
A mim parece-me bem porque é uma primeira medida para a extinção da partidocracia e da democracia em Portugal.
O que me parece-me mal é que fique pelo número ridículo e inconstitucional de cinco mil militantes. Acho que devia extingui-los a todos e criar um partido único e democrata, o Partido Democrático Português honrando assim Afonso Costa.
Pensem bem. Em vez do sistema democrático financiar os "partidos com assento na Assembleia da República" e respectivos deputados assim acaba - também - com tudo e o Palácio de S. Bento pode ser vendido para a construção de uma zona luxuosa, um novo hipermercado ou um novo casino em Lisboa.
Resumindo e concluindo, a democracia e os partidos políticos funcionam a numerus clausus.
Estamos com uma clausura democrata ou democracia enclausurada.

Post Scriptum - Por acaso, esta sadia medida anti-democrática não tem nada a ver com o crescimento do PNR, pois não?

Ontem, hoje e sempre!



12.12.07

No Expresso: Um cientista português no coração do nazismo

Leni Riefenstahl em DVD

Leni Riefenstahl editada em português através de dois documentários impressionantes pelas suas imagens: "O Triunfo da Vontade" e "Olympia - Deuses no Estádio". A edição é da Cameo Media.
O duplo DVD custa 24,95€.
É de aproveitar.

Declarações de Udo Voigt, líder do NPD

O líder do partido alemão NPD, Udo Voigt, declarou em entrevista ao canal de TV público ARD que: "O número de seis milhões de mortos não pode estar certo. No máximo, 340.000 pessoas morreram em Auschwitz. Os judeus sempre falam que mesmo que um único judeu tenha morrido, seria um crime porque ele era judeu. Há, porém, uma diferença entre pagar por seis milhões (de mortos) e por 340.000".
"Assim, a unicidade deste grande crime, ou suposto grande crime, já não existe mais", acrescentou Udo Voigt nesta entrevista concedida a jornalistas iranianos e transmitida pela ARD.
Voigt, também, exigiu a restituição "da Pomerânia, da Prússia ocidental, da Prússia oriental e da Silésia, pouco importa que seja Königsberg (Kaliningrad), Danzig (Gdansk) ou Breslau (Wroclaw)". "Todas essas cidades são alemãs, e exigimos a liberdade de exercer nossos direitos sobre elas", afirmou.

11.12.07

Boletim Evoliano n.º 2


À vossa disposição em papel, html ou em pdf o n.º 2 do Boletim Evoliano que se caracteriza pela qualidade. Excelente número.

10.12.07

Olha quem fala!

“Quando a Directora da Menina e Moça me pediu algumas palavras para este número comemorativo do XX aniversário, senti que não podia deixar de responder a esse convite. Não que essa resposta me fosse ditada por uma mera cortesia para com as responsáveis da M. P. F., que respeito e admiro. Não que a ela me movesse o gosto, sempre renovado, de ver as próprias ideias ou sentimentos reduzidos à forma objectiva de caracteres tipográficos. Um único motivo me torna presente nas colunas desta revista. Esse motivo é a gratidão muito viva por tudo o que através da M. P. F., eu pude aprender, consciencializar e tornar bem concreto na vida quotidiana.
A Menina e Moça foi para mim, durante o tempo decisivo da minha adolescência, o complemento do clima de entusiasmo e de generosidade, de gosto pelos grandes ideais e de pronto espírito de serviço que as aulas de formação, as colónias de férias e, acima de tudo, o curso de graduadas da M. P. F. (que frequentei entre o 4.º e 5.º anos do liceu) me habituaram a desejar e a querer viver. Mais tarde, durante a experiência, extremamente rica, de alguns anos em que pude colaborar nas aulas de formação moral e nacionalista, o mesmo espírito me foi trazido pela Menina e Moça, onde sempre gostei de reencontrar o ideal, sem mistura, da mocidade, e a disponibilidade, sem reserva, da época da vida em que o coração todo inteiro se dá.
Sobretudo, veio-nos através da M. P. F. (eu não sei mais distinguir entre o que me veio através da Menina e Moça e o que veio através das outras actividades da Organização) a repulsa pela mediocridade consentida e o gosto das coisas duras, que me têm tornado a vida uma difícil mas apaixonante aventura. E, como pano de fundo de toda a formação que na M. P. F. recebi, veio-me a certeza, ao mesmo tempo empírica e mal documentada, da existência de uma vocação própria da Mulher no mundo, base natural em que mais tarde havia de assentar a minha vocação ao serviço da Igreja Universal.
É por isso que eu gostaria de dizer a todas as meninas e moças da geração de hoje que não fechem os ouvidos ao apelo de altura e de sonho que a M. P. F. nelas quer despertar. Que não encolham os ombros, numa pretensão de experiência céptica das pessoas e das coisas, quando a M. P. F. as convida à generosidade e a ocuparem o seu lugar no mundo. Que não se alheiem com desprezo daquelas que procuram ajudá-las a viver a etapa maravilhosa da adolescência. Que não tenham medo de ser diferentes no meio da massa indiferenciada que a civilização do nosso tempo tem produzido.”

In “Mocidade Portuguesa Feminina”, Irene Flunser Pimentel,
Esfera dos Livros, 2007, pág. 204.

Livro: Mocidade Portuguesa Feminina

Sob a chancela da Esfera dos Livros, Mocidade Portuguesa Feminina é um álbum extraordinário em matéria documental e iconográfica. Com 240 páginas profusamente ilustradas e o preço de 40€ é um livro que merece fazer parte da biblioteca de qualquer estudioso da temática.

7.12.07

Livro: Berlim, vida ou morte

Berlim, vida ou morte é um relato épico feito pelo coronel SS Miguel Ezquerra Sanchez que nos conta toda a odisseia na defesa da Europa.
Editado pela Atomic Books é um livro que vale a pena ler para se conhecerem os feitos da Europa Heróica.

Eis a capa da 1.ª edição portuguesa de 1947.

6.12.07

Gerd Honsik condenado a 18 meses de prisão

Gerd Honsik, autor revisionista, foi condenado pelo Supremo Tribunal "austríaco" a penar 18 meses na prisão por negar o holocausto em 1992.
Honsik foi detido em Málaga, no sul de Espanha a 24 de Agosto deste ano e extraditado para a Áustria em 4 de Outubro 2007 a fim de ser julgado pela "Justiça" democrática no seu país natal.


5.12.07

Vamos repôr o nome à Ponte Salazar

Está em circulação através de Salazar, o obreiro da Pátria o abaixo-assinado: «VAMOS REPÔR O NOME À PONTE SALAZAR
Meus amigos, vai sendo tempo de dizermos!
É urgente que as gerações não cresçam sobre a mentira; se para si a verdade histórica é importante; se o nome dos nossos maiores tem alguma importância histórica; se a justiça é elemento importante e determinante; se a verdade deve fazer parte de um Estado de Direito; Então, lute pela verdade!
Preencha e devolva-nos o impresso.
Clique aqui»

Pela minha parte, subscrevo que nome de Salazar, o grande Português, seja reposto mesmo contra a vontade do mesmo que nunca quis que a Ponte fosse inaugurada com o seu nome.

4.12.07

Os meus 35 anos com Salazar / Micas e Salazar

Vi o documentário "Micas e Salazar" transmitido na SIC Notícias no programa "Grande Reportagem".
A Senhora D. Maria da Conceição de Melo Rita deixa-nos um testemunho extraordinário sobre Salazar. Um depoimento comovido e comovente, verdadeiro e sincero que só honra e dignifica a depoente e o visado.
O documentário é o reflexo do seu livro "Os meus 35 anos com Salazar", cuja compra e leitura vivamente recomendo e que já vai na 4.ª edição.
A sua fidelidade é-nos deixada ao longo do livro. Na última página afirma: "Mas a sombra do homem de quem recebi a benesse de iluminar a minha existência não desapareceu. Foi o meu porto seguro. É um referencial que permanece. Até ao fim."
Para a Senhora D. Maria da Conceição de Melo Rita a sua honra chama-se fidelidade e não há que esquecer que serviu Salazar e não se serviu de Salazar.
O S do cinto da Mocidade Portuguesa não significava Salazar como erradamente muita gente pensava. O S era de Servir.
A Senhora D. Maria da Conceição de Melo Rita, uma grande Senhora, prestou um enorme serviço à História de Portugal com estas suas declarações.
Bem haja!

Na SIC Notícias: Micas e Salazar

Transmitido na SIC no domingo passado, logo a seguir ao Jornal da Noite, o documentário "Micas e Salazar" vai hoje para o ar na SIC Notícias, às 23 horas.

Virgem do Graal