19.10.07

James Watson: a sanha continua!

James Watson, Prémio Nobel da Medicina em 1962, para além de ter visto cancelada - contra a sua vontade - a conferência no Museu de Ciência de Londres e no Bristol Festival of Ideas foi, agora, afastado das suas funções no Laboratório a que preside.
Eu não tinha apostado? E isto não fica por aqui!

18.10.07

Boicote a James Watson

Eis a primeira reacção às declarações de James Watson ao "Sunday Times":

«Cancelada palestra de cientista que advoga menor inteligência negros

O Museu de Ciência de Londres anunciou hoje o cancelamento de uma palestra de James Watson, cientista Prémio Nobel cujos comentários polémicos sobre a "inferior inteligência de negros" em relação a brancos causaram condenação geral.
Watson é presidente do laboratório nova-iorquino Cold Spring Harbor e também director científico da Fundação Champalimaud, cuja presidente, Leonor Beleza, disse hoje à Agência Lusa que "não comenta" as afirmações em causa.(...)»

Esta é a reacção da consciência universal (democrática, claro está), dos campeões da superioridade moral da democracia e de outras lérias!
Próximo passo: boicote económico/financeiro ao Laboratório Cold Spring Harbor e a demissão da presidência.
Vale uma aposta?

17.10.07

James Watson ao ataque

James Watson, Prémio Nobel da Medicina é racista e homófobo! Leiam o Público, que transcreve algumas declarações prestadas ao Sunday Times, e percebem logo porquê! Eu digo mais: "Elementar, caro Watson".

«James Watson, Nobel da Medicina em 1962, um dos homens responsáveis pela descoberta da estrutura molecular do ADN, a dupla hélice da vida, precursor da genética, acredita que os negros são menos inteligentes que os brancos. As suas declarações, publicadas num trabalho no “Sunday Times”, de domingo passado, estão a envolver o cientista, mais uma vez, numa acesa polémica.
Não é a primeira vez que James Watson, já com 79 anos e responsável pelo prestigiado laboratório de Cold Springs, suscita polémica com as suas declarações politicamente incorrectas. Em 1997 afirmou, também numa entrevista ao britânico “Telegraph”, que, se um dia se descobrisse que a homossexualidade está gravada nos genes, então que as mães de bebés com esses genes deveriam ter o direito de abortar: “Disse que deviam ter esse direito porque quase todas gostavam um dia de ter netos”, recordou agora na entrevista de domingo do “Sunday Times”.
Agora Watson, que se prepara para publicar mais um livro (“Avoid boring people: lessons from a life in Science”), e que anseia pelo dia em que os cientistas deixem a tarefa de falar politicamente correcto... para os políticos, defende que, geneticamente, os brancos são mais inteligentes que os negros. “Toda a nossa política social está baseada no facto da inteligência deles [dos africanos] ser a mesma que a nossa. Mas todas as experiências dizem que não é bem assim”, afirma, para depois acrescentar: “Quem tenha que lidar com empregados negros sabe que isto não é verdade”.(...)»

Sondagem sobre o Nacional-Socialismo

O Diário Digital anuncia hoje o resultado de uma sondagem a ser publicada amanhã no semanário Stern.
Pelos resultados assustadores, terríficos, aterradores é de prever uma nova desnazificação em solo alemão.
Então, não é que 62 anos depois do fim da II Guerra Mundial, da desnazificação e da depuração ainda há gente que vê aspectos positivos no Nacional-Socialismo?
Para além desta nova desnazificação, proponho a realização de novas excursões a Auschwitz, novos filmes e livros em quantidades mega-industriais porque a propaganda ainda não fez o efeito total.
E depois admirem-se daquelas criancinhas da Margem Sul, em pleno deserto, andaram a espalhar o terror nazi-fascista com t-shirts do Hitler nem digam que a culpa é dele!
«Alemanha: 25% dos alemães vêem aspectos positivos no nazismo

Cerca de 25% dos alemães consideram que o nacional-socialismo tinha aspectos positivos, revela uma sondagem que será publicada na edição de quinta-feira do semanário Stern.
Apesar de 70% dos entrevistados terem respondido «não» ao serem questionados sobre se consideravam que o nacional-socialismo teve algo de positivo, como, por exemplo, a construção de estradas ou a promoção da família, outros 25% responderam que «sim».
A aprovação do nazismo é mais elevada entre os mais velhos, ou seja, aqueles que viveram o regime. Entre os maiores de 60 anos, 37% disseram ver coisas positivas no Governo de Adolph Hitler.
Aquele apoio cai para 15% entre as pessoas entre 45 e 59 anos e para 5% entre os menores de 45 anos.
A sondagem foi realizada entre 12 e 13 de Outubro com 1.003 pessoas.»

Adolf Hitler: Discursos 1939-45

Adolf Hitler
Discursos 1939-1945
Tomo I
466 págs., 16x24 cms, P.V.P.: 30 €
Tomo II
236 págs., 16x24 cms, P.V.P.: 20 €

Livro: Hitler, mi amigo de juventud de August Kubizek

1ª edição, 415 págs, 15x21 cms., Barcelona.
PVP: 25 euros

14.10.07

Mestre Lima de Freitas - XXIII

Estudo para D. Sebastião

Acrílico sobre madeira, 1987.
Museu Grão-Vasco, Viseu.

O Julgamento: a mentira em exibição

Aí está a versão tuga e abrileira da manipulação e da propaganda do cinema - foleiro, rasca, mentiroso e falso. Em exibição está "O Julgamento" que "mostra" as torturas da Pide e, logo por azar, não é que dois grandes resistentes anti-fascistas como Saldanha Sanches (ex-PCP e ex-MRPP) e Edmundo Pedro (ex-LUAR) comentaram que: “as cenas de tortura são exageradas”; "nunca ouvi relatos de espancamentos em tipos nus”, ou “nos anos 70, a PIDE já não queria matar. Nem deixar vestígios físicos da violência."
Quem pagou e financiou esta falsificação, esta mentira - não é barata! - este filme da treta?
"O filme tem um orçamento de cerca de um milhão de euros, conta com a participação financeira do Instituto do Cinema e Audiovisual e tem co-produção da TVI, que irá exibir o filme no próximo ano, num formato de mini-série de três episódios e também na versão em longa-metragem."
Depois do filmezeco "Julgamento", vai transitar em julgado um filme sobre o Tarrafal, esse tenebroso campo de concentração salazarista/fascista?
Já agora, que tal um filme sobre as sevícias praticadas pelo Copcon durante o PREC e as prisões com os mandatos de captura em branco feitas sob as ordens de Otelo Saraiva Carvalho?

Leitura semanal

Alma Pátria - Pátria Alma:
A verdade por trás do problema da Birmânia

A Voz Portalegrense:
SLB/Boião de cultura

Dragoscópio:
Sem direito nem avesso
Delitos inexpiáveis


Horizonte:
Na morte de João Coito

Manlius:
Eu procuro, tu procuras, ela procura(dora)
A Ténia
Os impolutos

Mote para Motim:
O Presidente do Irão e os Judeus Ortodoxos

11.10.07

Sousa Mendes: e insistem, insistem...

Desgostosos com o vergonhoso terceiro lugar do concurso "Grandes Portugueses", uma data de fabianos persistem e insistem na farsa Sousa Mendes.
Primeiro, foi o livro, "A Injustiça - O caso Sousa Mendes". Agora, é a peça de teatro "
A Desobediência". Mas a coisa não fica por aí, vai ser criado um blogue e será levado a efeito um ciclo de conferências sobre o vendedor de passaportes mais conhecido neste país onde um dos conferentes fará a sua profissão de fé no holocausto, como será o caso do seu "defensor", o Dr. Júdice.
Toda esta encenação terá como palco o Teatro da Trindade, em Lisboa.
Sugestão: para garantir um êxito rotundo e tremendo peçam o patrocínio da Mac Donalds e assim despejam os alunos das nossas escolas no teatro, com bilhetes à borla, livro à borla e debaixo do braço, coca-cola e batatas fritas à borla.
Lembrem-se que andam pela Margem Sul uns rapazinhos em idade escolar com umas t-shirts com a imagem de Hitler e assim fazem "pedagogia democrática".

P.S. - Aqui estão os postais editados sobre este negociador de passaportes:

Mestre Lima de Freitas - XXII

Até a fim do mundo

Água-forte a duas cores. 1986.

Livro: Português Suave - Arquitecturas do Estado Novo

Procurava na loja da Torre de Belém um livro sobre a Torre de Belém. Pura e simplesmente não há! Um dos monumentos portugueses mais emblemáticos não tem "direito" a um livro, a um trabalho sério sobre essa extraordinária obra de arte manuelina.
Encontrei na dita loja este livro, de 243 páginas, editado em 2003, pelo IPPAR, com o preço de 18€, e da autoria do arquitecto José Manuel Fernandes que me surpreendeu pelo seu conteúdo documental e fotográfico.
Deixo aqui o Breve Introito (página 9):

«A arquitectura portuguesa desempenhou um papel importante e significativo ao longo do século XX, no quadro da sociedade nacional, nela participando activamente e ajudando a caracterizar o país no seu processo de afirmação, de crescente urbanização e de procurada modernização.
Contrastantes nos conteúdos e desiguais na qualidade, mas sempre expressivas e intensas, as várias fases da arquitectura portuguesa que atravessaram estes cem anos foram do ecletismo ao modernismo, do neotradicional ao moderno militante, da pós-modernidade à dimensão internacional dos seus autores.
Uma das mais polémicas, complexas e importantes destas fases históricas – situada cronològicamente bem no coração do século – foi sem dúvida a da chamada Arquitectura do Estado Novo, popularizada pela expressão de arquitectura do «Português Suave», que se desenvolveu por todo o país – e seus prolongamentos coloniais de então – sobretudo pelas décadas de 1940 e de 1950. Sucedendo a uma dinâmica época de modernismo internacionalista, a qual se afirmara no arranque do novo regime político instaurado em 1926, foi essencialmente um fruto desse novo processo político, social e cultural, espelhando muitos dos seus defeitos e virtudes.
Representou de algum modo – como a arte dominantemente social e colectiva que é a arquitectura sempre espelha – as aspirações, os limites, os temas e as necessidades desse período, e é essa uma das facetas que a torna interessante para nós, hoje, passado meio século desde a sua criação e desenvolvimento.
Vamos pois aqui ensaiar a análise destas Arquitecturas do Estado Novo (ainda plurais), no vulgo do «Português Suave», nos seus vários aspectos. Começaremos por as enquadrar introdutoriamente, e ao seu tempo histórico, no contexto mais geral e panorâmico da arquitectura portuguesa do século XX; de seguida, iremos apresentar as suas imagens arquetípicas e fulcrais, e mais significativas; depois, desenvolveremos o seu processo de criação, com as referências aos antecedentes mais próximos, à formação de modelos, à sua própria «invenção» formal e espacial, e finalmente à sua estruturação em tipos e funções.»

9.10.07

Petição por S.A.R. Rei D. Carlos I e Príncipe D. Luís Filipe

«A 1 de Fevereiro de 1908, pelas 17:20 horas, no Terreiro do Paço junto à esquina com a Rua do Arsenal, foram assassinados o Rei Dom Carlos I e o Príncipe Real Dom Luís Filipe.
Este acontecimento trágico, geralmente reconhecido como um dos mais marcantes da História de Portugal, merece bem ser evocado com a imparcialidade e a clarividência que a distância de um século já permitem.
Sem menosprezo das legítimas opiniões pessoais de cada um dos Portugueses acerca do regime actualmente vigente, consideramos importante e oportuno assinalar o centenário do Regicídio.

Na verdade, trata-se de condenar um acto de terrorismo contra um Chefe de Estado legitimamente empossado e contra o seu sucessor constitucionalmente consagrado, acto planeado e perpetrado sem manifestação de vontade ou participação da esmagadora maioria de um Povo de índole pacífica e tolerante.
Assim, ao abrigo do artigo 52º da Constituição da República Portuguesa e nos termos da Lei n.º43/90, de 10 de Agosto, vêm os signatários solicitar a V.ª Ex.ª o seguinte:
1 - que o dia 1 de Fevereiro de 2008, centenário do Regicídio, seja decretado dia de Luto Nacional;
2 - que às 17:20 horas desse dia seja cumprido um minuto de silêncio, em homenagem a um dos maiores Chefes de Estado de Portugal e ao seu sucessor constitucionalmente consagrado.»


El-Rei D. Carlos com o Seu Estado-Maior
Pintura do Mestre Carlos Reis

P.S. Recebido por email.

Mestre Lima de Freitas - XXI

Cegadas nas ruínas do Carmo

Acrílico sobre madeira. 1986.

Alameda Digital n.º 9



Já está online o n.º9 sobre o tema "Ideologias: passado, presente e futuro."
Eu já li e recomendo. Façam o mesmo!

7.10.07

Mestre Lima de Freitas - XX

Jardim das Hespérides

Acrílico sobre tela. 1986.

Leitura semanal

A Voz Portalegrense:
Revisonismo

Dragoscópio:
Dos pigmeus aos homúnculos
República da bandalheira
Não são contas do nosso rosário


Linha do Horizonte:
Israel e os terroristas
As ajudas dos EUA a Israel

Manlius:
Brasillach e a sua obra - 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8.
Documento para a História
Erros nossos, má fortuna

Mneme:
História

Alerta do SOS Racismo sobre o terror nazi-fascista

O SOS Racismo alertou para o perigo de miúdos (não são jovens!) em idade escolar entre os 14 e 15 anos de idade andarem a espalhar o terror nas escolas da Margem Sul - o tal deserto descoberto pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino - com t-shirt`s com a imagem de Hitler.
Gostava de conhecer essa t-shirt para analisar a imagem do Führer a ver se a imagem é simpática ou antipática. Passo a explicar, a questão da imagem é importante porque se mostrar um Hitler histérico, com cara de anormal ou coisa do género, a abrir as portas das câmaras de gás ou os fornos crematórios com uma lata de Ziklon B nas mãos, julgo que essa t-shirt poderá ser vendida sem qualquer problema e até ser promovida em larga escala a sua venda.
Agora se a imagem for simpática, isto é, mostrar momentos com a HitlerJugend ou com a BDM aí, sim, deverá ser proibida e apreendida.
Sugiro que o SOS Racismo promova uma campanha de oferta de uma t-shirt vermelha com a estrela comunista e a imagem do Che Guevara a fumar um puro habano.
Realmente, é falta de gosto que alunos em idade escolar façam demonstrações de terror no deserto linesco e que com este frio vistam t-shirts nazis. É urgente uma campanha desnazificadora junto desses rapazinhos bastando para isso umas sessões da Lista de Schindler, do Shoah e outros grandes filmes desnazificadores!
P.S. - Será que o SOS Racismo pensou em oferecer camisinhas em vez das t-shirts?

4.10.07

Tratado Europeu: o embuste ocultado

O meu amigo e camarada Humberto Nuno Oliveira dará uma conferência no próximo sábado sobre a Eurolândia que está a ser "cozinhada" pelos eurocratas. A não perder!