E acertava em cheio. O mesmo se passa com Amândio César. Por essa e outras razões aqui e agora se lembra, em jeito de justíssima homenagem, mais um proscrito da Cultura portuguesa. Logo, razão de fundo para não querer nem poder deixar passar em claro o vigésimo aniversário da morte de Amândio César.Conheci as suas vida e obras por mão própria - a poesia (Batuque de Guerra, Não posso dizer adeus às armas e País em fuga - Poemas de um tempo que foi, entre outras), a novela, o ensaio e não esquecendo a magnífica tradução da obra de Curzio Malaparte, Kaputt - e pela voz dos seus amigos de António José de Brito, de Rodrigo Emílio, Carlos Eduardo Soveral, António Manuel Couto Viana, Goulart Nogueira e Caetano de Mello Beirão.
Não tive o privilégio nem a honra de o ter conhecido pessoalmente o que me enriqueceria na vertente cultural dado ambos sermos admiradores de Robert Brasillach - sobre quem fez uma extraordinária resenha da obra literária do escritor francês e que foi publicada na revista Tempo Presente; de António Sardinha - que juntamente com Francisco da Cunha Leão prefaciou a Antologia Poética e muito especialmente do seu Amigo Alfredo Pimenta que honrou com vários estudos sobre o Mestre vimaranense e com a antologia poética "Alfredo Pimenta - Terra e Poesia". Amândio César, Presente!
























