27.6.07

Notas Soltas por Eng. Francisco Ferro - II

Do meu bom Amigo Sr. Eng. Francisco Ferro recebi estas Notas Soltas que passo a publicar com toda a amizade.

“Notas Soltas
1. Segundo informações seguras, o Porto comemorou mais uma vez o aniversário da Revolução Nacional de 28 de Maio, e também em Lisboa, por iniciativa do NEOS, se evocou a data que marcou o fim da I República. Por mim, junto-me a quantos sabem que “o passado é o futuro que amanhece” e que quem despreza o passado não possui legitimidade para construir o futuro.

2. Gostei muito das declarações de Mário Lino sobre o “deserto” da Margem Sul: não há cidades, nem escolas, nem hospitais, nem hotéis, nem indústria, nem comércio e nem sequer gente. Seria uma grande injustiça não reconhecer as capacidades de estadista e de comunicador do M. O. P., aliás, igualmente patentes em alguns dos seus pares do elenco governamental. O resto, o resto é apenas o despeito da oposição reaccionária e anti-democrática que tenta minar a nossa democracia socialista.

3. A cidade de Setúbal foi escolhida este ano para as cerimónias do 10 de Junho, dia de Portugal e de Camões, símbolo universal da Pátria. Entre as habituais condecorações, o P.R. escolheu D. Manuel Martins para lhe entregar a Ordem de Cristo.
Trata-se de um bispo que disse, há vários anos, que a Igreja devia ser “vermelha, controversa e de esquerda”, o que significa que não pensa o que diz; por maior que seja o respeito pelos critérios e decisões do P. R., não posso esconder um sentimento de profunda tristeza, embora já tenha havido condecorações ainda mais discutíveis.
Vivemos num momento de grandes preocupações, mas anima-me a esperança de que um dia em que os agraciados sejam de novo, “os melhores de todos nós”, como acontecia antes de Abril.
Francisco Ferro"

No Manlius: a saga de Karl Wissemann

Andam atentos à postagem do Manlius sobre o Karl Wissemann?
De que estão à espera?
A saga continua...

21.6.07

Solstício de Verão


Quando a flor florir
e a erva luzir com a vida maravilhosa dos insectos
e a seiva espessa das folhagens retribuir os cantos das aves
o ar que respires trará ao teu coração um sangue mais rico
mais rico do que o perfume da rosa, do zumbido da abelha
do santo calor que penetra a terra embriagada de fecundidade
alegria do verão
certeza do verão.

Eis que da fogueira sobe a chama triunfante
que iluminará a noite até ao abrasar da manhã próxima
o mesmo calor arde nos nossos corações
a mesma luz brilha nos nossos olhos
a mesma vontade arde nos nossos corações
a mesma esperança brilha nos nossos espíritos
alegria do fogo
certeza do fogo.

A flor floriu
as aves cantaram
sobe a grande chama da alegria
sobem no céu do Ocidente as chamas da esperança
sobe triunfante, do mais profundo do nosso ser,
o sangue dos nossos antepassados
a sua fé exaltante e generosa
alegria da vida
certeza da vida.

Jean Favre

In "Os Solstícios - História e Actualidade", Jean Mabire - Pierre Vial, Hugin Editores, 1995, pág. 154.

A Pintura de Arnold Böcklin - II

(19 de Outubro de 1827 - 16 de Janeiro de 1901)

16.6.07

Última hora: Portugal ataca Israel!!!!

Hoje, em pleno estádio Euroborg, na cidade holandesa de Groningen, Portugal disparou quatro misséis sobre Israel tendo provocados danos, até agora, desconhecidos.
Um dos responsáveis, o comandante José Couceiro, já partiu para Jerusalém onde irá pedir perdão no Muro das Lamentações. Assim, aproveitará o facto de Portugal não ter conseguido atingir o seu objectivo: ser campeão europeu de sub-21!
O Dr. Madaíl, Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, ainda não se pronunciou sobre este ataque anti-semita!
A FIFA, a UEFA e as Nações Unidas ainda não se pronunciaram sobre este holocausto - o mais grave depois do reinado de D. João III - sendo certo que Portugal será condenado a pagar uma indemnização a Israel.
O Prof. Silva, Presidente da República, deverá ir ao Yad Vaschem pedir perdão às vítimas enquanto o Dr. Gama, Presidente da Assembleia da República, deverá deslocar-se à Sinagoga de Lisboa para apresentar - no minímo - um pedido de desculpa à comunidade judaica portuguesa!

O caso Portugal Profundo/António Caldeira

Chegou a perseguição política à blogosfera.
O primeiro alvo é o
Portugal Profundo da autoria e responsabilidade do jornalista António Caldeira.
Os campeões da liberdade de expressão, dos direitos do homem e de outras tretas avançam com um processo judicial contra António Caldeira com o propósito de o silenciar só porque se deu ao trabalho de investigar o curriculum vitae do Eng. Sócrates. Na realidade, é bem capaz de estar a pagar a factura de outra investigação sua: o dossier da Casa Pia.
Alertado para este caso através do
Último Reduto, do Sexo dos Anjos, do Nova Frente (com um postal genial!) e da Voz Portalegrense, o caso deixou de se limitar à blogofera para saltar para as páginas dos "jornais de referência" como o Sol e o Expresso.
Daqui envio o meu abraço de solidariedade para o Sr. Dr. António Caldeira na certeza que não quebrará nunca com esta reles campanha persecutória de que é alvo.

Sugestão para a edilidade alfacinha

A pensar no futuro da Câmara Municipal de Lisboa deixo aqui uma sugestão aos candidatos autárquicos.
Acabado de saber pelo
Sol que a lista socialista do próximo presidente está disposta a ceder o Salão Nobre para "casamentos" homosexuais então porque não abrir várias salas onde possam funcionar:
um novo casino,
uma sala de meninas e de senhoras,
uma sala de meninos e de senhores,
uma sala de transexuais,
uma sala de pedófilos,
uma sala de chuto,
uma sala de cheiro,
uma sala de swing,
um bar,
um multibanco,
e uma loja do SLB.
Assim, solucionaria o eterno buraco financeiro e daria para financiar outras actividades e associações como a ILGA, o SOS Racismo... e sei lá que mais!
Julgo que a Associação Nacional de Municípios, a ILGA, o SOS Racismo, o BE e todos os partidos democráticos não se oporão e até talvez se lembrem de me dedicarem a sala do bar como Sala Nonas.
Que vos parece?

15.6.07

Lembrando Degrelle

O meu amigo e camarada Manlius evoca hoje Léon Degrelle com Léon - 101 anos de um Homem onde faz referência a um jantar - a 20 de Abril de 1989, dia do centenário do nascimento de Hitler - para o qual Degrelle e sua encantadora mulher foram convidados e no qual tive o sortilégio de estar presente após termos passado horas fascinantes e celestiais. Sim, com Degrelle, estava no sétimo céu! - em casa de Degrelle a ouvir os relatos épicos da Europa combatente e heróica.
O Manlius diz e bem que o jantar decorreu no Restaurante Botín, que é o restaurante mais antigo do mundo. Desse jantar divino, guardo religiosamente esta carta do Botín com a dedicatória de Degrelle: "En souvernir d`une heureuse soirée au Botín
!"
Desse dia - duplamente - mágico guardo a memória de ter tido a honra, o prazer, o privilégio e a alegria de conhecer Léon Degrelle.
Até sempre, meu general!

Léon Degrelle ou o soldado conhecido por Rodrigo Emílio

LÉON DEGRELLE OU O SOLDADO CONHECIDO

Crónica e reportagem de Rodrigo Emílio

Eran las cinco de la tarde: eran las cinco en punto de la tarde en todos los relojes de Madrid, quando adregámos arribar ao objectivo por nós tão longamente demandado e desde sempre apetecido.
Como que por obra ou efeito sortílego de um passe encantatório, ali estávamos finalmente a bater ao mais almejado dos ferrolhos e a ver o Sésamo dos sésamos abrir, de par em par, os seus batentes, para se descerrar senhorialmente à nossa passagem, e assim nos franquear o acesso e facultar a nossa entrada no templo do último deus terrestre a que rendemos culto - um culto aturado, incondicional, de todas as horas.
Sim, pessoal! Num lance como de mágica, tinha a gente pela frente nada mais nada menos do que Léon Degrelle.
Para nós, eram anos, anos e mais anos de anelante e esperançada expectativa que ali, e por uma vez, se saciavam: Ver Degrelle - e morrer!
Da sua parte, esperava-nos, porém, uma efusiva lição de vivacidade, de vida e de aventura fruidinhas em cheio e testadas em pleno.
Por muito incrível que fosse ou parecesse, ele ali estava, enfim, a toda a estatura, diante de nós - a acolher-nos como príncipe gentilíssimo e camarada de sempre, a introduzir-nos com primores de requinte ateniense e com suma afabilidade no mais privado do seu reduto, a reservar-nos, em regime de exclusivo, o direito de admissão e internamento no perímetro mais estreito da sua intimidade, bref: a consentir que portugueses, duas ou três vezes mais novos do que ele, mas infinitamente menos joviais, e todos criados desde cedo - ou desde sempre! - na escola da mais acendrada admiração pelo anfitrião, lhe servir disfrutassem da honra de lhe poderem servir de guarda-de-honra no dia solar dos seus oitenta e mais dois anos - ele, logo ele, vejam lá!, que é só, sem favor, e segue, para todos os efeitos, o mor colosso da Europa heróica e combatente de 40, o senhor da guerra e da grandeza da guerra guerreado, sem tréguas nem quartel, pela mesquinha pequenez da paz a qualquer preço, o mito vivo e redivivo da irresistível cruzada contra a escarpa soviética, o portento supremo da campanha da Rússia e de mil outros espantosos exploits, o titâ, por excelência, da derrota mundial e das horas de aluimento e derrocada que se seguiram, o depositário, legatário e transmissor privilegiado da chama, da fé e do charme arianos e da fidelidade ao Führer, o agente inquebrantável da transição da Europa de anteontem para A de depois de amanhã, ali estava ele, de súbito, em pessoa, ao nosso alcance - e ao nosso inteiro dispôr, imaginem só!
Avidamente questionado por nós, Degrelle não se fez rogado: abriu logo de caminho e sem demora o livro de História da sua memória de homem-de-armas e chamou a desfolhá-lo o homem-de-letras, igualmente incomparável, que mora em si, para que o mesmo o recitasse à notre égard, de cor e salteado e de uma ponta à outra.
E começou de contar, então, Léon Degrelle, a saga de uma existência estreme e palpitante, de uma vida repleta e simplesmente fabulosa - a sua vida, pois; a sua existência - que vale, toda ela, por uma longa longa-metragem semeada de assombros e prodígios, quero eu dizer: por um filme das arábias, cheio de acção e de suspense, repassado de magia - e à prova de confrontos; que vale, em tudo, e sobretudo, e ao fim e ao cabo, por uma grande e desgarradora canção de gesta, em suma.
O arco narrativo do excurso transpôs-nos - e transportou-nos -, acto contínuo, da Valónia rural e profunda de princípios do século ao advento e marcha triunfal das propostas políticas consubstanciadas na(s) vaga(s)-de-fundo do Rex, e daí ao ponto de viragem e sem retorno do toque-a-reunir nos campos de batalha propriamente ditos.
Fazendo, sempre, grand état, e um superior e permanente alarde, do seu extraordinário rex-appeal, o nosso apaixonante e apaixonado interlocutor enunciou então as razões de fundo - razões de peso, todas elas - que ao diante o compeliriam a sacrificar a sua aura e o seu prestígio de líder carismático de âmbito doméstico (com créditos por demais firmados e uma situação de futuro garantido num raio de acção assaz reduzido e numa esfera de influência de curto alcance) e a de todo em todo abdicar de fazer carreira, no quadro egoísta, e acanhado por de mais, da Bélgica natal, para passar preferentemente a habitar um destino de recorte epopaico e amplamente europeu.
O toque-de-clarim de Adolf Hitler tivera o sestro de mobilizar, assim por dentro que por fora, o maior e o melhor dos seus destinatários: afinal, o único ser da Terra que o Führer consideraria como moldado, talhado e criado à sua imagem e semelhança, e cem-por-cento digno d`Ele. E, todavia, ninguém como Degrelle - não cessou de o sublinhar ele próprio - fez valer, tão a peito, a sua condição de belga carnal - de belga genuíno - junto dos altos-comandos alemães, recusando-se por sistema a aceitar ou a acatar servilmente os diktaten dos mesmos e a desempenhar assim o passivo papel de plantão ou de faxina, senão de oficial-de-dia ou de oficial-às-ordens do pangermanismo.
Evocadas, de seguida, as circunstâncias - as coordenadas de tempo e de lugar, entenda-se - em que lhe tocou entabular conhecimento com aquele que seria o primeiro e o melhor dos seus panegiristas e biógrafos - o grande, o genial e malogrado polígrafo e poeta franco-catalão Robert Brasillach, que para directamente o abordar, subira, em 40 e pico, às primeiras linhas, na qualidade de repórter-de-guerra destacado para o Leste pelo «Je suis Partout», e que longamente o entrevistou na frente-de-combate -, e traçado que foi um tocante e expressivo retrato físico, temperamental e psico-literário do mártir de Fresnes, Degrelle suspendeu o debate-papo, para nos conduzir ao recanto mais íntimo e recatado do seu estúdio.
Sentou-se ao piano criador da sua mesa de trabalho e permutou então connosco livros e autógrafos, autenticando um por um os inúmeros títulos, tomos e opúsculos de sua autoria que havíamos levado de passeio até Madrid para isso mesmo: para que ele os rubricasse por
mão própria.
Seguidamente, içou-se - e nós com ele - ao topo cimeiro do prédio e levou-nos a contemplar, do alto de um terraço panorâmico exposto à rosa de todos-os-ventos, os quatro pontos cardiais da capital castelhana, alcançada de alto a baixo e de lés-a-lés, abrangida a perder de vista, e aberta e projectada, a toda a extensão da sua malha, contra o biombo poentino do horizonte.
Daí a pouco, estávamos a retomar o fio à meada - digo: à conversa -, mas depois - já depois - de abancados à mesa de anos do guerreiro.
Para os celebrar em plenitude, tinha Degrelle requerido, ou talvez requisitado mesmo, a escolta amiga dos seus apóstolos portugueses, junto de quem jantou, depois de se ter transplantado connosco a um realengo restaurante da cidade. (Uma espécie de óasis das mil-e-uma-noites, engolfado no meio da pulsação caótica da urbe).
A crónica wagneriana das campanhas militares do Eixo, assim no Continente que no Pacífico; a traição de von Paulus, o móbil que a ditou e a densidade de consequências catastróficas que teve; a apoteose geral das horas do fim, que precederam o caos, a hemorragia, a hecatombe; a magnificiência dantesca e gigantesca dos últimos recontros, confrontos e combates, e o exemplarismo admirável das derradeiras devoções, abnegações e fidelidades; a magnitude e grandiosidade, desmedida, dos que resistiram e batalharam jusq`au bout et au delà du bout; a gratuita e nefanda hediondez de todas as vindictas selectivas e/ou massivas que sobre Ceca e Meca se abateram por então (carnificinas em larga escala, como a de Desdren; sangueiras de açougue, como as que o Dongo - e não só... - presenciou; as forcas patibulares de Nuremberga, os fornos crematórios de Hiroshima e Nagasaki, etc,... etc,... and so on...); o calvário, suplício e morte dos pais e irmão do próprio Degrelle, assim que os de seu sogro Joseph Darnand; a agonia, paixão e crucificação d`il caro Ben, de Clara Petacci, e de milhares de fiéis e sequazes do Duce; mil outros patéticos e eloquentes episódios, a atestarem a sanha e insânia desatinadas, e desatadas, que marcaram o chamado fim da guerra; um inteiro e detalhado painel de toda a razia anti-fascista que então alastrou por esse mundo a cabo, - condimentaram a partilha do pão e do vinho durante o oral cerimonial da ceia. (Que foi, aliás, a nossa última - e única - ceia com o lendário lidador).
À maneira que o tempo se escoava e que a noite progredia, master Degrelle não parava de rejuvenescer. E quando o momento chegou de todos saudarmos o cumpleaños natalício do herói, este reverberava de mocidade, de mordacidade, de animação e de fulgor.
Era, de longe, o mais jovem e jovial de todos nós, pelo Verbo e pela «verve».
A sua vibração contagiante, o seu élan, a sua energia, o seu magnetismo metiam-nos literalmente a um canto, e faziam de Degrelle a estátua ideal da juventude, de que tanto falava Brasillach.
Quando tocou a destroçar e a távola redonda da amizade se despovoou do Cavaleiro - primus e ímpar inter pares - e dos seus cinco (ou talvez seis) confrades menores, Degrelle era a imagem viva, perfeita e esfuziante, do tempo recuperado.
Com oitenta e dois anos curtidinhos no pêlo, o nosso velho e denodado León dir-se-ia fadado para infringir e transgredir todas as leis da cronobiologia e mais algumas.
À saída, selou e chancelou connosco - em espírito de corpo, e pelos tempos dos tempos... - o pacto sacramental da irmandade d`armas (e d`almas): osculou-nos ritualmente a face, cingiu-nos em peso os ombros e os ossos, abraçou-nos e abarcou-nos com quanta força de anos tinha, e, miraculosamente desbordante, desapareceu na noite, em passo elástico, a estender eternamente o braço na nossa direcção.
Atrás de si, deixou impresso um rasto inapagável: o rasto de um ser pletórico e alado, apolíneo e estuante, nibelúngico e feérico.
Atrás de si, e à nossa frente, um rasto mágico, e extasiante, ficou inciso: o rasto de um deus. De um deus terrestre. De um deus subsolar.
O único deus em carne-e-osso que já algum dia me foi dado conhecer, reconhecer e identificar como tal. O único com que topei nos tresmalhados caminhos deste mundo, depois de José de Almada Negreiros. O único também, até hoje, que me foi dado abordar de caras, contemplar de frente e interpelar
vis à vis.
Tirando Almada, o único deus en propre personne que avistei por perto e ao vivo foi Degrelle.
O único, sim. O único. E com certeza o último dos últimos da sua raça. (Tão certo como dois e dois não serem cinco...)

(Madrid, aos 16 de Junho de 1988 - Casa de São José, em Parada de Gonta, nos Dias da Raça de 1991 e de 1994).

ADÁGIO FINAL

Dizem-me que morreu Léon Degrelle.
Morreu lá agora!...
Pode lá ser?!...
Não morreu tal.
Morrer era a última das coisas que lhe poderiam suceder. Mais - digo mais: morrer é justamente a única coisa que não poderá acontecer nunca a Degrelle - garanto-lhes eu.
Vale uma aposta?!...
Por mim, arrisco - e arrisco já. Dobrado contra singelo.
- Degrelle morreu, senhores?...
- Viva Degrelle!

(Aos 30 de Ardil de 1994)

Degrelle em Português



Léon Degrelle - 101 anos de vida

Cumpre-se hoje o 101.º aniversário do nascimento de Léon Degrelle.
Consultem a página da
Associação de Amigos Léon Degrelle e aqui fica a capa da revista "Último Reduto", número monográfico dedicado a Degrelle de que faz parte a crónica-reportagem de Rodrigo Emílio com o título de "Léon Degrelle ou o soldado conhecido".
Léon Degrelle: Presente!

Léon Degrelle



Massimo Morsello - Léon Degrelle