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15.9.11

Cá por umas coisas...





Os utilizadores da AppStore em França deixaram de ter acesso a uma aplicação que consistia numa listagem de personalidade classificados como sendo judias ou não judias
A aplicação «Judeu ou Não Judeu» apenas esteve disponível 48 horas mas gerou uma elevada polémica o que levou a empresa a retirar a mesma.
A Apple alegou que a retirada desta aplicação da sua loja online se ficou a dever ao facto de a mesma desrespeitar a legislação francesa.
A aplicação consistia numa listagem de 3.500 personalidades de religião judaica, que eram depois classificadas de acordo com vários critérios. O criador da aplicação é um jovem judeu e a mesma está disponível em vários países, incluindo os EUA, onde não foi levantada nenhuma polémica em torno da mesma.

A vida de Brian. Um filme extraordinário!



2.3.11

Bebedeira cara!

Galliano, que foi o primeiro britânico a assumir o cargo de director criativo na Dior, pediu hoje desculpa pelo seu comportamento.
John Galliano, de 50 anos, vai a tribunal no segundo trimestre do ano, e pode incorrer numa pena de seis meses de prisão, e multa de 22.500 euros.
"Toda a minha vida lutei contra o preconceito, a intolerância e a discriminação, dos quais também fui alvo", disse ainda o estilista, no mesmo comunicado.»

Como se "queima" um estilista bêbado!

«O criador de alta-costura, John Galliano, colocou a casa Christian Dior à beira de uma grave crise de nervos. A três dias do desfile outono/inverno de 2011, que continua marcado para sexta-feira, no museu Rodin, em Paris, o director artístico da conhecida marca francesa continua a negar as acusações de injúrias anti-semitas e pró-nazis proferidas num bar do Marais, na capital francesa, contra clientes judeus.
"Amo Hitler"
Mas a divulgação, ontem, de um vídeo com os gravíssimos insultos racistas e pró-nazis, deita por terra toda a linha de defesa de Galliano. Na gravação, o estilista diz ser admirador de Hitler e, virando-se, num bar de Paris, para um casal de judeus, proferiu: "Amo Hitler, vocês são feios, não deviam existir, os vossos pais e antepassados deviam ter morrido nas câmaras de gás".
Nathalie Portman afasta-se da Dior
Três dos judeus injuriados apresentaram queixa contra Galliano, que já foi interrogado pelas autoridades e foi entretanto suspenso pela Dior.
O escândalo provocou uma onde de choque no mundo da moda, em Paris, e Galliano está a ser condenado em todo o mundo. A actriz Nathalie Portman, imagem de marca da casa francesa, que recebeu um Óscar esta semana, disse que vai desligar-se da Dior. "Estou profundamente chocada e, como pessoa orgulhosa de ser judia, não desejo ser associada a John Galliano seja de que maneira for".
Galliano aguarda em liberdade a conclusão das investigações preliminares sobre as queixas apresentadas pelos judeus e será certamente despedido em breve pela Dior.»
Fonte: Expresso

1.3.11

Grandes manobras judaicas de sedução à extrema-direita europeia. Pierre Vial


No seio da comunidade judaica reina uma grande inquietação face às perspectivas que se lhe deparam. Em Israel, a evolução demográfica – dadas as diferenças nas taxas de natalidade entre judeus e árabes – vão dar a estes últimos, mais cedo ou mais tarde, uma posição maioritária. Que sucederá no dia em que esta massa se revoltar violentamente? A situação é igualmente inqueitante no que respeita à diáspora: em frança, como em outros países onde a imigração árabe-muçulmana não cessa de aumentar, os judeus são dominados por um sentimento de insegurança. O que é mais que justificado pois a comunidade poderá incorrer em graves perigos caso o impacto do conflito do Médio Oriente incendiar o planeta, tornando-se aquela o alvo de sangrentos ajustes de contas. Em face destas ameaças, que de modo algum são do domínio da ficção científica, surgiu a preocupação eem alguns meios judaicos de reforçar o seu potencial “militar” de auto-defesa, de se armar com o que for possível recolher, incluindo-se neste afã a procura de aliados – melhor dizendo, de tropas supletivas, estilo “harkis” – no seio da extrema direita europeia. Fazem-no por meio de uma argumentação simples mas eficaz junto dos ingénuos: todos os que devem fazer face à ameaça árabe-muçulmana devem unir-se em todo o mundo, esquecendo mágoas eventuais que ora comportam uma importância secundária. A estratégia não é nova. Aqueles que viveram a época da guerra da Argélia talvez se recordem de alguns factos reveladores: o apoio dado por Jean-Marie Le Pen à expedição de Suez, na qual participou e que foi montada para auxiliar Israel contra o Egipto; o papel desempenhado, no campo da “Argélia Francesa”, por Jacques Soustelle, de resto presidente da Aliança França-Israel; a participação activa (e eficaz) dentro da OAS de judeus “pieds noirs”. Hoje, com a presença massiva de imigrantes da África do Norte e da África Negra, o argumento da “união sagrada” entre judeus e europeus ganhou um peso novo (ainda mais necessária quanto, após a desastrada intervenção contra os navios que tentavam aportar a Gaza, Israel perdeu alguns apoios importantes). Este argumento é assinalado por algumas pessoas bem conhecidas no seio da extrema-direita europeia, havendo outras que também merecem sê-lo. Isto porque as eventuais vítimas das suas manobras devem ser alertadas quanto antes. Demos uma breve passagem pelos escrivãos ao serviço daquela manobra. Após as obras (aliás bem documentadas) de Alexandre del Valle (pseudónimo), que lhe permitiram ser bem acolhido no seio de diversos círculos de extrema-direita (até ao dia em que se soube que ele tinha sido convidado a discursar em reuniões do B’naï B’rith…); após “A Nova Questão Judaica” de Guillaume Faye (2007), que causou enorme consternação entre os seus amigos mais antigos; após o apoio constante de uma certa imprensa dita “de direita” – cujo melhor exemplo é Valeurs Actuelles, sob a direcção de um François d’Orcival desejoso de fazer esquecer o seu activismo de juventude – está em curso uma ofensiva de muito maior amplitude. Trata-se da operação Zemmour. Este jornalista, que participou, com Michel Gurfinkiel (da Valeurs Actuelles), numa reunião da loja “França” do B’naï B’rith, é um jornalista-vedeta do Figaro e autor de uma crónica diária na RTL que é seguida por muita gente. Tem o grande mérito de enunciar sem complexos algumas verdades simples respeitantes à imigração-invasão. Por exemplo, em “O Pequeno Irmão” (romance baseado no homicídio de um jovem judeu por um jovem árabe seu amigo de infância) ele descreve a França desta forma: “Um país de árabes e de negros. Milhões e milhões deles. Eles rebaixam a França. Com eles, tornamo-nos um país do terceiro mundo. Os franceses receiam-nos. Mas já não ousam dizer-lhes nada”. E resume-o por meio de uma fórmula-choque: “vivemos o fim do Império Romano” (Actualité Juive, 9 de Novembro de 2006). Tudo isto está bem observado e é útil referi-lo. Mas… A questão que se deve pôr é a seguinte: Zemmour está ao serviço de quem? Zemmour tem todo o gosto em lembrar as suas origens: “Os meus antepassados eram judeus berberes” (RMC, 7 de Janeiro de 2008). A sua família sefardita instalou-se em França por altura da Guerra da Argélia, tendo ele passado a infância em Drancy no seio da comunidade judaica local e tendo efectuado os seus estudos em escolas confessionais que seguiam uma educação judaica tradicional. Aplicou o princípio da endogamia, vital para qualquer comunidade, casando com uma sefardita, Mylène Chichportich. Ele não esconde os fortes laços sentimentais que tem para com a sua comunidade de origem (o que é natural). Quando começaram a correr rumores de que as suas estrepitosas declarações lhe poderiam trazer desagradáveis consequências a nível profissional pode-se ver como muitas pessoas se mobilizaram em seu favor, particularmente na internet, assinando petições. Será esse o motivo por que Zemmour no fim de contas não veio a ter problemas? Não seremos ingénuos a esse ponto. A nossa opinião é de que existe uma “operação Zemmour” com o objectivo de suscitar simpatia, no seio da direita da direita, pela mensagem que ele incarna: face à imigração-invasão, união sagrada dos europeus, americanos e judeus (sendo Israel o “bastião do Ocidente” face ao Islão, devendo ser apoiado incondicionalmente). Trata-se de uma grande marosca bem detectada por Henry de Lesquen: “Zemmour é o engodo que faz passar o veneno da ideologia dominante. (…) Ele tornou-se um “ícone” para a direita da direita, para uma multidão de pessoas que acha que a salvação virá novamente dos judeus, tal como há dois mil anos.” E quem é que beneficia com isto? “O sistema, no seu conjunto, que atribuiu ao missionário Zemmour a função de conduzir o rebanho da direita para a rede do politicamente correcto” (La Voix des Français, Maio de 2010). No plano puramente político a operação de sedução funciona bem. Com o apoio de redes no seio de movimentos da extrema-direita. Veja-se o caso de Fernand Cortès, cabeça de lista no Aude de uma liga do Bloc Identitaire nas últimas eleições regionais e que assinou a petição “Manter a razão”, lançada por sionistas “de direita”. Eis como ele explica a posição do Bloc Identitaire: “As suas relações com a comunidade judaica são boas (eu estou em boa posição para o afirmar pois estive na origem do seu desenvolvimento) e estão a tornar-se excelentes pois há cada vez mais judeus simpatizantes do BI e que o apoiam convictamente”. Questionada por militantes a propósito desta declaração a direcção do Bloc Identitaire nada respondeu. Quem cala consente… Já no Front National foi Marine Le Pen quem deu o mote: ela é membro do grupo Europa-Israel no Parlamento Europeu, ela fez votos (em vão, até à data) de realizar a peregrinação a Israel e, segundo Marc George, ex-secretário-geral de Egalité et Réconciliation, o movimento de Alain Soral, este último pôs em contacto Marine com Gilles-al de William Goldnadel, ultra-sionista e “notório agente israelita” (Rivarol de 14 de Maio de 2010). Quanto a Bernard Antony – em conflito com o FN devido a certas tomadas de posição de Marine – ele nunca escondeu que, enquanto cristão, se sentia profundamente ligado às origens judaicas do cristianismo – o que é perfeitamente lógico. Mas o mais importante não é isto mas sim o trabalho de influência levado a cabo por certos agentes de Israel, cujo protótipo é um certo Patrick Brinkmann. Oficialmente cidadão germano-sueco, ele dispõe de largos fundos supostamente provenientes da sua grande fortuna pessoal… Inicialmente ele escondeu o jogo. Após assistir à Table Ronde de Terre&Peuple em 2006 declarou ter ficado muito impressionado com essa reunião e manifestou a vontade de criar uma estrutura de ligação e de coordenação entre o maior número possível de movimentos identitários europeus, baptizada Kontinent Europa Stiftung (Fundação Continente Europa), que deveria tomar iniciativas ao nível de actividades internacionais baseadas na identidade europeia (veja-se Terre&Peuple Magazine, n° 32, edição do Verão de 2007). Tal iniciativa foi bem vista e como tal aprovada por Terre et Peuple em França, pelo Thule-Seminar na Alemanha e por Tierra y Pueblo em Espanha. Mas, quando os dirigentes destes movimentos sugeriram qe se organizasse um primeiro encontro europeu com o fim de divulgar a KES, Brinkmann hesitou. De tal forma que, progressivamente, tomou posições contraditórias com as suas primeiras tomadas de posição de uma forma tão ambígua que se é levado a questionar quais as suas verdadeiras motivações. De tal forma que Pierre Vial (Terre et Peuple) e Pierre Krebs (Thule-Seminar) decidiram cortar relações com ele. Tudo ficou mais claro recentemente quando Brinkmann anunciou a sua intenção de financiar generosamente, na Alemanha, certas campanas eleitorais de movimentos “de direita” fortemente hostis ao Islão, sob a condição de que essas organizações que beneficiariam da sua generosidade anunciassem o seu apoio a Israel. Foi desta forma que ele explicou o seu ponto de vista a uma agência noticiosa: “A nossa cultura europeia é judaico-cristã. (…) Foi um feliz acaso que entrelaçou o destino de judeus e cristãos. (…) Já visitei Israel, já fui a Yad Vashem, não como turista mas para chorar. (…) O judaísmo e a cultura europeia andam a par um do outro”. E foi ao ponto de de anunciar a organização, em 2011, de uma « peregrinação europeia” a Jerusalém, dado que é necessário “um entendimento entre a Europa e Israel com vista à sobrevivência de ambas”. Brinkmann criou relações continuadas com animadores de movimentos de extrema-direita em diversos países (entre os quais Áustria e Espanha, tal como foi recentemente revelado neste país por uma revista que é o equivalente à Playboy…), anunciando a pretensão de financiar as suas campanhas eleitorais (ele tem a reputação de ser rico mas podemo-nos interrogar sobre a verdaeira origem destes fundos…). Qual será, para esses movimentos, o preço político a pagar? Isto porque certos movimentos ditos “populistas”, cujos sucessos eleitorais revelam – o que em si é bom – uma vontade popular de resistir à invasão imigrante, revelaram-se, por outro lado, muito permeáveis à influência sionista. Na Holanda, o Partido para a Liberdade tem crescido a cada eleição. O seu chefe, Geert Wilders, foi exortar aos Estados Unidos a favor de “uma aliança dos patriotas face ao crescimento do perigo islamista”. Em Novembro de 2009 declarou o seguinte em Nova Iorque: “Venho à América com uma missão. (…) Eu apoio Israel. (…) pois é a nossa primeira linha de defesa. (…) Vivi nesse país e já o visitei dúzias de vezes. (…) Israel é um farol, uma luz na obscuridade do oriente, é a única democracia. A guerra contra Israel é uma guerra contra o Ocidente”. Claro que esta mensagem foi abundantemente divulgada em França, na internet, por páginas sionistas que insistem junto dos identitários europeus para que se realize a “união sagrada”. Por vezes usando termos inauditos, que em condições normais estariam sob a alçada da lei (mas…). Assim, um louco furioso que utiliza o pseudónimo (transparente para um sefardita) Charles Dalger apela ao massacre daqueles a quem chama “nazi-islamistas” (termo a que também recorrem outroa agitadores, cuja obsessão é bem reveladora). De resto, muito haveria a dizer sobre as relações de chefes de movimentos de extrema-direita europeus na Áustria, em Itália, na Dinamarca, com agentes de influência sionista. Sejamos bem claros: é evidente, indiscutível e imperativa a necessidade de lutar por todos os meios contra a invasão-imigração e nós colocamos toda a nossa energia neste combate para a identidade e a sobrevivência dos povos europeus. Mas mantenhamo-nos lúcidos. E, como tal, recusando-nos a cair em armadilhas e a sermos manipulados para servir de tropas de choque para a defesa dos interesses judaicos, ou seja, uma causa que, legitimamente, é dos judeus mas que por isso mesmo não é a nossa.
Pierre Vial»

25.2.11

As máscaras caem. Pierre Vial


(…) Chegando a ter que lamentar ter tido razão e preferiríamos ter-nos equivocado. Infelizmente... Os factos aí estão. Quando publiquei no número 44 de Terre et Peuple Grandes manobras judaicas de sedução à extrema-direita europeia” (1), não quis citar certos nomes, no benefício da dúvida. Hoje, já, não há dúvida.
De facto, uma delegação de representantes de movimentos “nacionalistas europeus” fazia visita de “peregrinação” a Israel nos princípios de Dezembro. Era constituída, entre outros, por Heinz~Christian Strache, presidente del FPÖ austríaco, Andreas Moelzer, eurodeputado del FPÖ, Filip Dewinter e Frank Creyelmans, do Vlaams Belang (sendo Creyelmans presidente da Comissão de Relações Externas do Parlamento flamenco), René Statkewitz e Patrick Brinkmann (do alemão Pro NRW). Recebida no Knesset, a delegação depositou uma coroa de flores no Muro das Lamentações (vejam as fotos de Strache y Moelzer com a kippah...), depois visitaram a fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, onde se encontraram com oficiais israelitas de alta patente encarregados de explicarem a situação no terreno. Visitaram a cidade de Ashkelón, tiveram uma recepção pelo Presidente da Câmara de Sderot, entrevistas com o ministro Ayoob Kara, do Likud, com o rabino Nissim Zeev, deputado do movimento Shas (catalogado como de “extrema-direita”), ambos partidários do Grande Israel que implica a recusa da evacuação das colónias judaicas da Cisjordânia...
A razão oficial da presença de tal delegação era a participação num colóquio justificando a política israelita contra os palestinianos. Daí a “
Declaracão de Israel” apresentada pelos visitantes europeus afirmando: «Derrotamos os sistemas totalitários como o Fascismo, o Nacional-Socialismo e o Comunismo. Agora, encontramo-nos perante una nova ameaça, a do fundamentalismo islâmico, e tomaremos parte na luta mundial dos defensores da democracia e dos direitos do homem». Dewinter precisou: «Visto que Israel é o posto avançado do Oeste livre, devemos unir as nossas forças e lutar juntos contra o islamismo aquí e em nossa nossa casa». Em poucas palavras, a tramóia que já tinha denunciado anteriormente funcionou muito bem.
Esta gente, guiada pela preocupação de conseguir a qualquer preço uma carreira politicastra, escolheu o que Marine Le Pen chama a “desdiabolização”. Dito de outra forma, pôr-se ao serviço de Telavive. Lamentável e, sem dúvida, inútil cálculo.
Nós, temos uma linha clara: Nem kippah, nem kuffiya, nem kosher, nem halal, nem Tsahal nem Hamas. Não lutamos sem ser pelos nossos. Contra os invasores e exploradores.
Não, não morreremos por Telavive!
Pierre Vial»
(1) - O artigo “Grandes manobras judaicas de sedução à extrema-direita europeia” é a consequência lógica de um texto anterior de Pierre Vial intitulado “Por uma estratégia identitária na Europa” de 5 de Abril de 2010. Este último pode ser consultado na página de Tierra y Pueblo. O texto sobre as referidas “grandes manobras judaicas...” também pode ser consultado, originalmente em francês, em Terre et Peuple; e em castelhano, em Tribuna de Europa. Não menos interessantes textos relacionados com este tema fundamental que implica e marca una separação absoluta e clara entre o genuíno movimento identitário e social-patriota revolucionário europeu (representado, entre outros, por Terre et Peuple em França e Valónia, Thule-Seminar na Alemanha, Tierra y Pueblo, M.S.R. e Frente Nacional em Espanha, etc...) e a inegável extrema-direita burguesa, liberal, atlantista e pró-sionista até à médula (representada, entre outros, pelo Vlaams Belang na Bélgica, FPÖ na Áustria, Pro NRW na Alemanha, Sverigedemokraterna na Suécia, os autoproclamados “Identitaires” em França, sua correia de transmissão estratégica em Espanha, etc...) também podem ser consultados em Tribuna de Europa (artigo 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7) e no Foro Frentismo.

3.2.11

Livro: O Lóbi de Israel e a política externa dos Estados Unidos


A Tinta da China editou um livro bastante recomendável salvo umas, poucas, tiradas infelizes sobre o holocausto, os Protocolos Sábios de Sião que se calhar não permitiriam a publicação do livro O Lóbi de Israel e a política externa dos Estados Unidos.
Número de Páginas - 608.
P.V.P. - 29€

4.11.10

Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXVII

«... Mas se nos impenetráveis e inacessíveis desígnios da Providência está marcada a destruição da Europa e a sua escravidão, deixe-se-me dizer, para que se saiba e nunca se esqueça, que sinto um orgulho infinito e uma honra infinita em cair, vencido, ao lado do povo alemão, vencido, como não poderia suportar o opróbrio sem limites de me ver triunfante ao lado das Democracias vencedoras.
Porque o povo alemão jogou tudo - a vida, a alegria, a felicidade, a riqueza, a prosperidade, o futuro - tudo, menos a honra!, em defesa dos princípios da Civilização que herdámos, e através dos séculos se tem constituído. E as Democracias essas abriram as portas da Europa à Barbárie oriental, à Anarquia que já consome alguns dos povos europeus, e ameaça todos os outros.
Se o pavor se está a apoderar de muita gente que, ainda ontem, bailava risonha, se banqueteava satisfeita, e se divertia confiante e muito ligada às Democracias; se todos nós sentimos já ranger o madeiramento fundamental da Ordem social: se todos pressentem já o desabar irremediável dum mundo que foi grande, para dar lugar ao caos - às Democracias o devemos.»
«Contra ele (povo alemão) se ergueram as Democracias, apoiadas em três bases essenciais - a Plutocracia judaica, o Internacionalismo maçónico e a Política católica».(1)
Nota:
(1)- In No Minuto que Passa, in «Esfera», n.º 109, p. 14, 1945.

29.10.10

Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXV

«... O Nacional-Socialismo não é uma Filosofia, nem uma Religião, nem uma Metafísica, nem uma Ética: é uma Política constitucional, económica e social.
Como política constitucional, é uma forma de Estado com uma finalidade concreta e tipicamente alemã: no interior, Poder central forte, autoritário e exclusivo, com a preocupação da unidade do Povo de raça alemão: logo, nem Estados secundários, nem partidos: um Povo em toda a acepção da palavra; no exterior; reconquista da liberdade de vida, da autonomia, e da vontade de poder.
Como política económica, pretende libertar a Alemanha da tirania da Banca judaica, e, logicamente, subordina todas as actividades do Povo a essa pretensão.
Como política social, ataca o critério da luta de classes, substituindo-a pela íntima colaboração de todos os elementos da Produção, fundamento da Paz Social.
É na efectivação da política constitucional, na maneira de se chegar ao fim que ela procura, que aparecem atritos, desinteligências, conflitos com a Igreja. Não se deve esquecer que havia, no quadro político do Império de Guilherme II e da República de Weimar, um grande partido político, o Centro Católico, legítimo, em regime liberal ou democrático, mas absolutamente estranho, em regime autoritário que se propunha a tarefa colossal de trazer à tona de água o Povo alemão, escravizado, ultrajado e vilipendiado pelo Tratado de Versalhes, e que, para isso, dissolveu todos os partidos políticos. A grandeza do Povo alemão em todas as suas escalas, desde as famílias reinantes ou principescas até os mais modestos trabalhadores, está principalmente na compreensão unânime da missão que o Nacional-Socialismo afirmava, e na obediência sincera e livremente consentida que lhe deu. Os bombardeamentos maciços e criminosos de que têm sido vítimas as populações indefesas vieram confirmar essa realidade.»(1)
«... O Nacional-Socialismo não é um fim; é um meio de que o chefe da Alemanha se serve, para dar á Alemanha o lugar que, no seu entender, ela deve ocupar, ou a fisionomia que, no seu entender, ela deve possuir: internamente, a unidade indestrutível; externamente, a força imperial.
Devo dizer já, antecipando-me, que ao contrário do Nacional-Socialismo que é — um meio, o Comunismo é um fim. O Nacional-Socialismo é puramente nacional, e tem por objectivo a Alemanha; o Comunismo é internacional, e tem por objectivo a Revolução Mundial.
Mas o Racismo...
O Racismo, na concepção nacional-socialista, é a defesa da Alemanha contra o Judaísmo - não contra o Judaísmo como religião, mas contra o Judaísmo como Raça activa e açambarcadora.
O Catolicismo, como universalista, não compreende tal atitude; mas enquanto houver Nacionalidades, e o Catolicismo se não declarar inimigo das Pátrias, há que aceitar a defesa que estas efectuam contra a sua dissolução ou decomposição. E não há elemento mais dissolvente ou desorganizador do que o Judaísmo.
A verdade é que o Nacional-Socialismo encontrou a Alemanha apoiada numa constituição elaborada por um Judeu - Preuss: a de Weimar; numa organização económica, obra de um Judeu - Rathenau; e num Socialismo-comunista obra de judeus - Marx e Lassalle.
Todos os Estados, todas as Famílias, todos os Grupos ou Organismos são mais ou menos racistas, segundo a força da sua constituição, e a consciência que têm da sua missão. Isto é, defendem-se, repelindo do seu meio tudo quanto seja portador de gérmenes de decomposição ou dissolução. É a luta pela vida. É a aplicação do preceito evangélico relativo aos ramos estéreis das vides (Segundo S. João, XV, 6); é a aplicação da doutrina de S. Tomás (II da II, quest. XI, artigo 3).»(2)
«... No Racismo, há dois aspectos: o aspecto negativo - repúdio da raça inimiga; e o aspecto positivo - exaltação da própria raça.
Ninguém me condenará por eu tentar impedir que a minha Pátria se dissolva, pela mestiçagem biológica ou pela invasão de não-portugueses que ocupem todas as posições-chaves das actividades nacionais - nas Universidades, nos Bancos, nas Empresas, na Administração, nos Tribunais, na Indústria, nas Oficinas; e ninguém me condenará por eu proclamar a superioridade do Povo português, e não dizer amém aos que afirmam a sua inferioridade.»(3)
«...O Nacional-Socialismo estabeleceu, em seu Direito agrário, reconhecimento fundamental do direito de propriedade privada da terra, e, como as nossas leis de Sesmarias, a sua entrega ao Estado, no caso de negligência.»(4)


Notas:
(1) - In Contra o Comunismo, pp. 20/21, ed. Autor, 1944.
(2) - Idem, pp. 22/23/24, ed. Autor, 1944.
(3) - Idem, p. 24, ed. Autor, 1944.
(4) - Idem, p. 34, ed. Autor, 1944.

20.10.10

Pensamentos de Alfredo Pimenta - XXI

«... É a expressão pura do meu pensamento, e traduz precisamente a substância das minhas aspirações, que desejo a derrota das Democracias, para que a Europa e o mundo, libertos do poder da Plutocracia judaica, encontrem um período de ordem fecunda, de progresso tranquilo, de trabalho pacífico e de prosperidade sã.»(1)
«... Em 9 de Fevereiro de 1938, o Sr. Potocky, embaixador da Polónia em Washington, diz, em relatório secreto enviado ao seu Governo: «A pressão dos judeus sobre o Presidente Roosevelt e sobre o Departamento do Estado aumenta de dia para dia».
E continua: «... pude verificar que os judeus, tomados de sentimento de pânico, são neste momento os criadores mais activos duma psicose de guerra que deve precipitar o mundo inteiro na guerra e suscitar uma catástrofe geral. Este estado de espírito manifesta-se cada vez mais. Ele supõe a divisão do mundo em dois grandes blocos: o bloco fascista e o bloco democrático. Naquele, os judeus e os intermediários que fazem a causa comum com eles compreendem, além da Itália, da Alemanha e da Roménia, outros Estados democráticos, os Judeus têm organizado ainda um verdadeiro caos: meteram no mesmo saco a ideia da Democracia e a do Comunismo, e antes de mais nada, arvoram sobre ele a bandeira dum ódio ardente ao Nazismo... Este ódio conduz ao delírio; por toda a parte, e a cada instante, nos teatros, nos cinemas, na imprensa, ele é propagado. Os alemães são representados como um Povo que vive do orgulho de Hitler que quer conquistar o mundo inteiro, e afogar a Humanidade em mar de sangue... Na sua propaganda, esta Judiaria internacional deita mão de todos os meios capazes de combater qualquer tentativa de consolidação ou entendimento entre os Estados. É assim que na opinião pública deste país, vai crescendo a convicção de que os alemães e os seus satélites, sob a rubrica do fascismo, são inimigos, que o mundo democrático deve vencer.»
Assim falava, e profeticamente, em 9 de Fevereiro de 1938, o Embaixador da Polónia em Washington. Observava, contava o que via e ouvia, avisava o seu Governo.
O foco propulsor da guerra estava em Washington, e, no centro dele, o Presidente Roosevelt.»(2)
«... Em 12 de Janeiro de 1939, o mesmo Embaixador comunica, depois de ter afirmado que o que caracteriza o estado de espírito actualmente existente nos Estados Unidos é um ódio crescente ao Fascismo, e particularmente à pessoa do chanceler Hitler: «a propaganda está principalmente nas mãos dos Judeus; a rádio, o cinema, a imprensa e os periódicos pertencem-lhes quase cem por cento». E continua dizendo que se se dá «a Rússia soviética como fazendo parte integrante do bloco dos Estados democráticos..., a simpatia da política americana vai toda para o lado da Espanha vermelha». E acrescenta: «O Presidente Roosevelt foi o primeiro a exprimir o ódio ao fascismo, visando dessa forma dois objectivos: desviar a atenção do povo americano dos problemas difíceis e complexos da política interna, principalmente da luta do capital e do Trabalho; e, criando a psicose de guerra, incitando o povo americano a aceitar o enorme programa de armamento da América que ultrapasse consideravelmente as necessidades de defesa dos Estados Unidos».
Quanto a este segundo objectivo, o Embaixador da Polónia limita-se a declarar que «o Presidente Roosevelt, hábil manobrista político e conhecedor da psicologia americana», deu realidade ao «espantalho do ataque dos Estados totalitários aos Estados Unidos». Na sua opinião, «o pacto de Munique fora, para o Presidente, uma pechincha que ele apresentou como capitulação da França e da Inglaterra, perante o militarismo alemão agressivo». Alude ele à acção dos Judeus. Indica vários nomes dos agentes judaicos mais activos, Bernhard Baruch, Lehmann, Frankfurter, Morgenthau, amigos pessoais de Roosevelt. E informa de que tais soluções estão, no fundo, ligados por «indissolúveis laços à Judiaria Internacional que, visando principalmente os interesses da sua raça, entende que a promoção de Roosevelt ao posto idealista quanto possível de defensor dos Direitos do Homem, foi um achado genial. Criou-se, aqui, assim, um perigossímo foco de ódio e de hostilidades, e dividiu-se o mundo em dois campos inimigos. Pôs-se à disposição de Roosevelt o indispensável para animar a política externa da América e ao mesmo tempo se realizaram os enormes depósitos militares a empregar na próxima guerra para que os Judeus muito conscientemente empurram».
Assim falava em 12 de Janeiro de 1939, em relatório confidencial ao seu Governo, o Embaixador da Polónia.
Em 13 de Janeiro, o Ministro da França no Chile, dizia para Paris, que o Secretário de Estado americano entendia que a Alemanha tinha já um comércio muito importante com alguns países da América Latina; e que se a Alemanha aumentava o seu prestígio na Europa, as suas relações comerciais com aqueles países se intensificariam, o que os Estados Unidos não podiam admitir. Acrescentava que o mesmo Secretário dos Estados Unidos chamava aos Srs. Hitler e Mussolini, «bandidos sem fé nem lei».(3)


Notas:
(1) - In Mestres do Pensamento, p. 2, ed. Ateneu Comercial de Braga, 1941.
(2) - In Os Processos Jornalísticos do Correio do Minho, pp. 8/9, ed. Autor, 1946.
(3) - In Os Processos Jornalísticos do Correio do Minho, pp. 10/12, ed. Autor, 1946.