Couto Viana analisado por Nassalete Miranda
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«... De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome. Descer as pontes da fortaleza - jamais!» Alfredo Pimenta, in Em Defesa da Portugalidade, p. 29, 1947.
1 de Julho, em Guimarães.Etiquetas: Brandão Ferreira, Descolonização, História de Portugal, Livros, Traição
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A 8 de Junho do presente mês, a nossa socrática e admirável televisão noticiou secamente “faleceu o poeta António Manuel Couto Viana”. Há mais de dez dias que não conseguia comunicar com ele, sabendo-o internado no eficiente (em especial, em oftalmologia) Hospital de Santa Maria. Claro que a esperança é sempre a última coisa a desaparecer, mas temia imenso um desenlace fatal. Que infelizmente se verificou. O meu coração e a minha mente tombaram numa imensa tristeza. A memória recuou dezenas de anos, recordando os tempos alegres em que o conheci. Chamado a prestar serviço militar em Mafra, no começo de Agosto, todos os fins de semana corria até Lisboa, que ia aprendendo a conhecer e a amar.
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A minha aproximação a Couto Viana dá-se pela boa mão de Rodrigo Emílio, a quem Couto Viana perguntou se sabia de alguém que o pudesse ajudar na recolha dos poemas publicados n`A Rua sobre o Ano Internacional da Criança e Rodrigo disse-lhe que sim, falando no meu nome como detentor da colecção quase completa desse magnífico semanário.
Senhor de cariz e porte aristocráticos, foi um grand-seigneur, de uma sensibilidade ímpar. Lembro aqui um episódio. Estávamos em 2001, no I Congresso Nacionalista, levado a cabo no Hotel Marryot, em Lisboa, no qual António Manuel Couto Viana marcou presença e pedi-lhe uma dedicatória para uma Senhora Amiga num exemplar “Sou quem fui – Antologia Poética” (2000). Couto Viana perguntou-me o nome da Senhora e, ali mesmo e na hora, fez uma dedicatória de uma singeleza extraordinária para no final da mesma, desenhar uma mão a oferecer uma rosa.

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Jantar do 82.º aniversário de Degrelle no Restaurante Botín
Rodrigo Emílio no escritório da casa de León Degrelle em Madrid.Etiquetas: León Degrelle, Rodrigo Emílio

Manuel Poppe
In Jornal de Notícias, p. 51. 13.06.2010
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Morreu hoje, num dia de calor, o alto-corsário e almirante vermelho Rosa Coutinho que promoveu a descolonização em Angola provocando rios de sangue na ex-província ultramarina portuguesa.Etiquetas: Angola, Crime, Descolonização, Traição
Israel, estado criminoso, efectuou pela calada da noite mais um crime de guerra e um crime contra a humanidade ao assassinar vários activistas civis pró-palestinianos que defendiam o fim do bloqueio à Faixa de Gaza, num comboio de seis barcos que que compunham a “Frota da Liberdade” que transportava carga de ajuda humanitária e que foram atacados por autênticos piratas que raptaram em águas internacionais 686 passageiros de várias nacionalidades.